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Muitas pessoas são tentadas a acreditar que estão separadas de Deus/Amor. O termo para o crer que estamos ou podemos estar separados de Deus é "pecado". Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O castigo Amor eterno.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, April 24th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

O castigo Amor eterno
24 a 30/04/2017
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Introdução
Muitas pessoas são tentadas a acreditar que estão separadas de Deus/Amor. O termo para o crer que estamos ou podemos estar separados de Deus é "pecado". O pecado é a crença da separação do Amor divino; um pecador é alguém a quem supomos esteja separado do Amor divino; atos pecaminosos são ações que mesmerizam os indivíduos a sentirem-se separados do Amor. Pecar é estar mesmerizado a pensar que estamos separados do Amor; a depravação moral pecadora ou a idiotia moral está tentando fervorosamente, consciente ou não, rejeitar ou nos fazer crer que estamos separados do Amor divino; e o castigo eterno, ou "inferno", é a crença de que podemos nos separar do Amor Divino de forma tão drástica, que nunca mais sentiremos sua presença.
Contra-atacando a falsa crença no pecado, está a verdade do Amor infinito sempre presente. Impossível nos separarmos do Amor Divino. Deus, Amor, está em todo lugar, em todos os momentos. O Amor infinito preenche todo o espaço. Impossível sairmos da presença toda-amorosa de Deus, por mais que tentemos. A salvação é o conforto que vem de nos darmos conta de que não podemos nos separar do amor de Deus. Nós não podemos pecar. Mas precisamos ficar alertas às crenças e ações que pareçam nos mesmerizar para crermos que não podemos ficar separados de Deus.
Texto Áureo e Leitura Alternada:
Na lição desta semana, vemos repetidamente que nossa conexão inseparável com o Amor corrige a mentira do castigo eterno. Simplificando, a lição ensina que nossa conexão com o Amor nos lembra de que é impossível nos separarmos do Amor. O Texto Áureo e a Leitura Alternada estão cheios de analogias de várias formas, de que nossa conexão com Deus/Amor corrige a crença falsa de que somos pecadores:

O Senhor é o meu pastor – O pastor sempre cuida de seu rebanho.
Ele revigora-me a alma – Ele me faz saber que eu sou bom.
O Senhor é a minha luz e a minha salvação – A luz do Amor é nossa fonte e nos preenche por completo.
Eis que a mão do Senhor não está encolhida – A mão do Amor alcança a todos nós.
Nem surdo o seu ouvido – O Amor sempre ouve a nossas necessidades.
Todos nos bramamos como ursos (reclamar) – o Amor continua a nos amar quando reclamamos.
E gememos como pombas (pesar) – o Amor nos conforta quando lamentamos
Talvez acreditemos às vezes que estejamos separados de Deus e no escuro, mas "Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti”.

Seção 1: O que Deus não pode fazer
Nós geralmente ouvimos sobre todas as maravilhosas maneiras que Deus nos abençoa. Mas a primeira seção aponta coisas que Deus não pode fazer ...

· Deus não pode ver o mal (B1, Habacuque 1:12, 13; CS1, p.357; CS2, p.537).
· Deus não pode nos deixar no "inferno" ou nos ver como corrompidos (B2, Salmos 16:2).
· Deus não pode fazer o pecado [separação] e não é "o autor de discórdias mortais" (CS3, p.231).
· "Deus é tão incapaz de produzir o pecado [separação], a doença e a morte da mesma maneira que Ele não experimenta esses erros" (CS4, p.356).

E a seção também explica as coisas que Deus faz:

· Deus nunca nos deixa: "Se eu fizer a minha cama no inferno* [a crença na separação permanente do bem], eis que estás lá" (B3, Salmos 139:8). [*segundo, a Bíblia inglesa]
· Deus nos guia e cuida de nós para sempre: "O Senhor é o meu pastor; Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Certamente a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei para sempre na casa do Senhor "(B4, Salmos 23:1, 3, 6; B6, Jeremias 3:21,22).

Seção 2: O design do Amor é reformar a [crença de que podemos ser separados do Amor] ...
A seção dois mostra-nos que "o design do amor é reformar o pecador" (CS7, 35:30). Em outras palavras, é o design do amor mostrar-nos que não podemos ser separados do bem. Não importa quão mal nos prejudicamos, o Amor Divino está presente conosco, confortando-nos e nos lembrando de nossa bondade.

Os versículos bíblicos na segunda seção mostram a sabedoria da experiência dos filhos de Israel, que se sentiam como pecadores e acreditavam que “haviam pervertido o seu caminho" e tinham "esquecido do Senhor". A verdadeira história é que o Senhor continuamente os perdoou e curou (B1, Habacuque 1:12). E mais tarde, seus descendentes creram que pecaram servindo a falsos deuses, mas o profeta Samuel lembra-lhes que Deus sempre cuida deles: "Pois o SENHOR, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo, porque aprouve ao SENHOR fazer-vos o seu povo” (B7, 1Samuel 12:6,7,10,20-22).

Em outras palavras, não importa o quão mal tenhamos agido -O SENHOR Deus diz: “Venham cá, vamos discutir este assunto. Os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, manchados de vermelho escuro; mas eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve, brancos como a lã” (B8, Isaias 1:18).

Todos nós devemos finalmente aprender do constante fluxo de conforto do Amor, e devemos, em algum momento, parar de sentir que estamos constantemente nos desviando e voltando (CS8, p.6; CS9, p.203; CS10, p.201).

Encontro a paz pensando nos filhos de Israel, que pareciam ser muito autocríticos, mas agora, na "margem do tempo", são exemplos do bem. Está claro para mim que seus pecados - crença de separação - foram superados à medida que sua pureza inata e persistência triunfaram. Eu, por exemplo, não penso neles como pecadores, mas sim como filhos de Deus. Não é essa nossa jornada também, pois nossa falsa crença de separação "desaparece na margem do tempo" como as ondas tolas de "pecado, tristeza e morte" se revelam totalmente impotentes (CS9, p.203)?

O que fazemos quando sentimos que estamos corrompidos, separados do bem? "O caminho para extrair o erro da mente mortal é derramar a verdade através das torrentes do Amor" (CS10,p.201; CS11, p.538).

As torrentes do Amor nos lavam, assegurando que não haja punição eterna.

Seção 3 "Amazing Grace quão doce o som que salvou um miserável como eu ..."
A terceira seção abre descrevendo a falsa visão de que Deus esteja nos céus muito acima e distante de nós (B9, Jó 22:12 , B10, Jó 26:6). Esse conceito falso desafia muitas pessoas, fazendo com que elas se sintam fracas e abandonadas (B11, Salmos 6:2, 4). Podemos nos sentir como Paulo, que se queixava de que não conseguia fazer as coisas que sabia serem boas, mas sim as coisas que ele sabia que estavam erradas. Queria desesperadamente livrar-se dessa luta mental. E, finalmente, ele encontrou sua liberdade por meio de Jesus Cristo - o caminho da Verdade e do Amor (B12, Romanos 7:19, 24, 25).
"Inferno" é um horrível estado de pensamento no qual alguém acredita que esteja totalmente separado do bem e além da redenção. Mary Baker Eddy define “INFERNO. Crença mortal; erro; luxúria; remorso; ódio; vingança; pecado; doença; morte; sofrimento e autodestruição; angústia autoimposta; os efeitos do pecado; aquilo que “pratica abominação e mentira” iBooks (CS12, p.588).
O estado de "inferno" que algumas pessoas sentem como se elas estivessem balançando, de um lado para o outro, entre fazer a coisa certa e a coisa errada, traz a sensação de estar em um constante desvio. Às vezes, esses são desafios como a procrastinação, a fofoca, o julgamento ou a acusação, a justificação do ego. O vício, as atrações sexuais não-naturais, a pornografia, a glutonaria e a mentira são outros exemplos de lutas difíceis que parecem hipnotizar e impedir as pessoas de fazer o que sabem ser bom e correto. Todos esses atos parecem prometer satisfação, mas só podem oferecer uma recompensa temporária, antes que resultem em ainda menos satisfação.
Mesmo sabendo o que é correto, intelectualmente - "não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" - a tentação de fazer a coisa errada parece puxar e puxar até nos sentirmos o "homem desventurado" descrito em Romanos. Sentir-nos puxados e atraídos por ações impuras pode fazer com que o progresso em direção à compreensão de nossa verdadeira identidade tenha a sensação de ser lento, como 40 anos no deserto. Mas há esperança. À medida que nos esforçamos e fazemos "esforços vigorosos" para nos libertar de padrões falsos, sentimos inevitavelmente o precioso amor de Cristo - nossa consciência da presença de Deus - e descobrimos a libertação completa do fascínio mesmérico de atos vazios e insatisfatórios (CS13, p.22.3).
Não podemos encontrar a libertação das tentações sensuais por meio da vontade humana, repreendendo-nos, ou mergulhando na culpa. Deus não criou a culpa. Encontramos a libertação de coisas que tentam nos separar do Amor, aprendendo mais sobre nossa conexão inseparável ao Amor. E é Cristo que nos faz perceber nossa conexão porque Cristo é a nossa consciência de nossa conexão com o Amor. Jesus, nosso exemplo de homem sem pecado, estava tão completamente ciente de sua conexão com o Amor que recebeu o título especial de Cristo Jesus, mas cada um de nós tem o Cristo puro dentro de si. Todos nós temos uma consciência inata da presença do Amor.
Mary Baker Eddy escreve sobre a nossa ligação inseparável, o vínculo inseparável do Amor: “Visto que, na Ciência, o homem real está ligado ao seu Criador, os mortais só precisam voltar-se em direção oposta ao pecado [a crença da separação] e desprender-se do ego mortal [crença de estarmos separados do Amor] para encontrar o Cristo, o homem real e sua relação com Deus, e para reconhecer a filiação divina”(CS15, p.316).
É reconfortante saber que "o homem bom finalmente pode vencer seu medo da [separação]" (CS16, p.405).
Sabemos que nossa cura do pecado (a crença da separação) está completa quando não podemos sequer imaginar ser tentados novamente. Assim como os Filhos de Israel, uma vez que alcançaram a terra prometida, não tentaram retornar à escravidão. À medida que as "torrentes de Amor" nos libertam da crença de impurezas, somos restaurados. As "torrentes de Amor" ... “revigora-se [m] a minha alma" (CS10, p.201; TA Salmos 23:1, B4 Salmos 23: 3,6; CS6, p.578).
Nós não somos pêndulos balançando entre o certo e o errado. Somos atraídos pelo Amor. Não somos feitos para sofrer o castigo eterno. Somos feitos para desfrutar do Amor eterno.

Seção 4: "Tod[a crença da separação] é insanidade em diferentes graus" (CS p.407).
A quarta seção nos conta a história de Jesus encontrando-se com o homem nas montanhas, que vivia por entre os sepulcros, clamando e cortando-se com pedras. A autodestruição deste homem e a agonia autoimposta eram claros sintomas de que ele sofria de uma crença de separação do Amor Divino. Sua "crença da separação" era o pecado e Jesus a corrigiu da mesma forma como ele se recusava a ver esse homem como estando desconectado da Verdade, da Mente, do Princípio, do Amor.
"Jesus reconhecia na Ciência o homem perfeito" e são, onde o homem [separado e insano] aparecia àqueles que aceitavam que nós podemos estar separados do Amor (CS p.476).
Em princípio, o homem rejeita o Cristo; ele rejeita tornar-se consciente de sua ligação com o Amor – "Que tenho eu contigo, Jesus […] não me atormentes" (B16, Marcos 5:1-15). Mas Cristo Jesus separou esse homem da crença do inferno que o atormentava. Jesus perguntou o nome da doença "para que o homem pudesse ver por si próprio". Jesus fez com que a falsa crença se tornasse óbvia e distinta da identidade do homem, de modo que ele pudesse deixar essa separação bem clara. Como explica Mary Baker Eddy, "As Escrituras parecem frisar que Jesus fez com que o mal se visse a si mesmo e assim ficasse destruído" (CS18, p.411). Quando Jesus separou a falsa crença do homem, ele determinou que a falsa crença "saísse do homem" e, desta forma, enviou as crenças infernais – legião – para os porcos e estes pelo penhasco. As crenças infernais nunca foram a identidade daquele homem, elas eram as falsas crenças que tentavam se infiltrar e mesmerizar a todos para que acreditassem que o homem estava separado do Amor e abandonado, e aprisionado em uma espécie de inferno. Jesus via claramente o homem como puro e separado das crenças falsas e uno com o Amor infinito. A compreensão correta de Jesus acerca do homem "revigorou sua alma" (B15, Marcos 3:7; B16, Marcos 5:1-15; CS18, p.411; TA).
Quando estamos lutando com a tagarelice mental que não vem do Amor, podemos rejeitá-la como não sendo parte de nós, fazer a separação e mandar essa tagarelice penhasco abaixo.

Seção 5: Não podemos nos separar de Deus, mesmo que tentemos
O exemplo da cura do pecado na quinta seção é diferente daquele visto na terceira e quarta seções. Na terceira seção, os filhos de Israel lutam enquanto duvidam e vacilam, oscilando de um lado para o outro como pêndulos, mas finalmente descobrem a sua união com o Amor. Eles estão o tempo todo na busca e sua luta é recompensada. Na quarta seção, o homem que sofre de crença de autodestruição descontrolada resiste à cura, mas, em última instância, vê a doença como algo separado dele e está disposto a abandoná-la. A história na quinta seção, sobre a transformação de Saulo para Paulo, é diferente porque Saulo tinha um forte senso de pedantismo de que estava correto enquanto seguia a caminho de Damasco. Saulo não estava lutando ou procurando encontrar uma consciência mais profunda do Amor. A orgulho parecia governar seu pensamento.
Saulo estava "ameçando de morte" e não parecia nem um pouco arrependido de ter cristãos mortos (B17, Atos 9:1-6,8,10,11,13,15,17,18,20). Ao que sabemos, ele se sentia inteiramente justificado a perseguir os cristãos. Na sua perspectiva, ele estava certo e não precisava de salvação.
Mas, o Amor aprisionou o seu pensamento. O Amor divino não o deixaria dar mais um passo na direção errada. No caminho de Damasco, uma luz brilhou ao seu redor e a voz de Jesus Cristo perguntou: "Por que você está resistindo às alfinetadas?" Essa pergunta era uma analogia ao fazendeiro guiando a boiada com uma vara ... os fazendeiros usavam as varas de um modo um tanto gentil, mas quando os bois resistiam ou se debatiam contra as varas afiadas, suas pernas eram "espetadas". Enquanto os bois seguiam as instruções, as varas não os machucavam. Mas quando chutavam ou davam coices, levavam varadas que furavam, fincavam profundamente. Então, Jesus estava perguntando a Paulo de maneira coloquial, "por que você está indo contra o caminho do Amor, ferindo a si mesmo, e tornando a vida mais difícil para os outros" (B17)?
A intensa luz do Cristo chamou a atenção de Saulo. Mary Baker Eddy, que de forma majestosa fez prosa sobre o amor e as boas ações, também usa palavras fortes para repreender o pecado. Este parágrafo em seu primeiro discurso à Igreja Mãe em Boston, em 1895, faz-me pensar como poderíamos perceber a necessidade da reforma de Saulo:
"O sentido iludido deve primeiro mostrar sua falsidade através do conhecimento do mal como o próprio mal, assim chamado. Sem um senso de percepção de suas repetidas violações da lei divina, o indivíduo pode tornar-se moralmente cego, e esse deplorável estado mental é ignorância moral. A falta de reconhecer sua mentalidade distorcida, e de arrependimento, de forma grave e profunda, sem nunca ficar arrependido de nada, está retardando e, em certas circunstâncias mórbidas, parando o crescimento dos Cientistas Cristãos [assim como parou o progresso de Saulo]. Sem um conhecimento de seus pecados e um arrependimento tão intenso que destrua o pecado, nenhuma pessoa é ou pode ser um Cientista Cristão"(Mis 107: 29). (Tradução livre)
Esse “estado deplorável de ignorância moral" é o lugar onde Saulo estava antes de sua conversão.
A luz brilhante de Cristo expôs a cegueira moral de Saulo, e essa cegueira, agora vivenciada de forma literal por Paulo, foi posteriormente curada pela ternura de seu irmão cristão Ananias.

O pecado de Saulo - a crença de separação do Amor - precisava ser exposto antes que pudesse ser curado. Mas uma vez que Saulo passou por um "arrependimento tão profundo" que destruiu seus pecados, ele se tornou Paulo e ganhou a verdadeira visão do Cristo.

Mary Baker Eddy descreve a conversão de Saulo: “Saulo de Tarso reconheceu o caminho – o Cristo, a Verdade – somente quando seu senso inseguro daquilo que é certo cedeu ao senso spiritual, que é sempre certo. Então esse homem foi transformado. O pensamento adquiriu perspectivas mais nobres, e sua vida se tornou mais espiritual. Ele se deu conta do mal que fizera ao perseguir os cristãos, cuja religião não havia compreendido, e humildemente tomou o novo nome de Paulo. Ele reconheceu pela primeira vez a verdadeira ideia do Amor e aprendeu uma lição na Ciência divina” (CS25, p.326).

Antes da conversão, o mal parecia ser a mais alta concepção de Saulo sobre o que é correto. Mas então sua compreensão sobre o bem tornou-se mais forte (CS26, p.327).

Quando Paulo foi transformado, ele não precisava mais sofrer os pecados [a falsa crença de separação] de Saulo. Nós não continuamos a ser punidos pelo pecado depois de termos completamente nos livrado dele. E também não somos punidos pelos pecados dos outros. Assim como escreve Mary Baker Eddy: "Deixemos que a Verdade ponha a descoberto o erro e o destrua do mesmo modo como Deus o destrói, e que a justiça humana se amolde à divina" (CS28, p.542).

Nós não somos punidos pelos pecados [pela crença de separação] dos outros, nem somos punidos por nossa própria crença de separação, uma vez que aceitamos ser envolvidos pelo Amor infinito. Não há castigo eterno.

Seção 6: "Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí" (B20, Jeremias 31:3).
A seção final lembra-nos de que estamos na atmosfera do Amor divino e que é impossível ficarmos fora do amor de Deus. O imaginário da Bíblia nesta seção é confortador. Cada uma destas afirmações está cheia do amor de Deus por nós:
"O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra" (B18, Salmos 34:7).
"Assim diz o Senhor que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel; Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu" (B19, Isaías 43:1).
"Trazei meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra; a todos os que são chamados pelo meu nome" (B19, Isaías 43:6,7).
"Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí" (B20, Jeremias 31:3).
O Amor é o poder que corrige a crença da separação de Deus. Assim, faz sentido que nossa lição conclua com estas lindas ideias a respeito do Amor eterno.
Em uma conversa sobre Ciência Cristã, Chet Manchester, CSB, mencionou que quando ele estava dando comida às galinhas e viu que elas disputavam a comida ofertada, um pensamento lhe surgiu: "Se elas soubessem o quanto eu as amo, elas não brigariam umas com as outros. Darei a elas esta comida e muito mais." E, então, ele ponderou o que é que nosso Pai divino sente com relação a nós: se nós soubéssemos o quanto Deus nos ama, nós não brigaríamos, nós nos sentiríamos seguros e nem um pouco separados ou fora do Seu cuidado. Conhecendo mais sobre o amor do nosso Pai por nós, isso nos liberta da crença do pecado.
As revelações sobre o Amor que Mary Baker Eddy escreveu para nós, não são meras palavras. Suas fortes afirmações acerca do Amor são a cura para o pecado.
"O Amor, perfumado pelo desprendimento do ego, inunda tudo de beleza e de luz" (CS29, p.516).
"Aquela mesma circunstância que teu senso sofredor considera ameaçadora e aflitiva, o Amor pode converter em um anjo que acolhes sem o saberes" (CS30, p.574).
"Esta é a doutrina da Ciência Cristã: que o Amor divino não pode ser privado de sua manifestação, ou objeto; que a alegria não pode ser convertida em tristeza, porque a tristeza não tem domínio sobre a alegria; que o bem jamais pode produzir o mal; que a matéria jamais pode produzir a mente, nem a vida resultar na morte. O homem perfeito — governado por Deus, seu Princípio perfeito — é isento de pecado e é eterno" (CS31, p.304).
O homem perfeito – ou seja, nós! – não pode ser separado do Amor e não pode vivenciar o castigo eterno. Somos todos envolvidos pelo Amor eterno.
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Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, C.S., Boulder, Colorado ccern@mac.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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