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Ande pelo caminho da justiça (pensar e agir corretamente) e viva! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Período de experiência após a morte.

Kathy Fitzer, St. Louis, MO & Park City, UT
Posted Monday, April 17th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Ande pelo caminho da justiça (pensar e agir corretamente) e viva!
17 a 23 de abril de 2017
Período de experiência após a morte
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Pelas minhas contas, as palavras justo ou juízo aparecem 11 vezes nesta lição, entre o Texto Áureo e a 4ª Seção. Talvez seja importante compreender o que essas palavras significam. Chequei o original hebraico e o grego, bem como dicionários bíblicos e dicionários regulares. Gostei de descobrir que na forma mais primitiva, a ideia de justiça veio de “ser inocente.” Em termos simples, justiça pode ser pensada como um estado do “que é certo” ou “o que deveria ser certo”. Podemos pensar como justiça aquilo que está de acordo com a vontade Divina, e com a lei que revela essa vontade. Fazer o que é “legal e certo”, e obedecer a lei de Deus, é ser justo. Fiquei interessada pela seguinte introspecção: os escritos de Paulo às vezes falam da “justiça não exigida por Deus, mas da justiça outorgada por Deus e aceita pela fé em Cristo” (Dicionário Bíblico Hastings, p. 800). Isto se aplica à ideia de graça que aparece nas duas últimas seções. Nós certamente aprendemos, por meio do estudo da Ciência Cristã, de que todo o bem vem de Deus – e que o homem perfeito reflete essa bondade (inocência e justiça). Quando instruímos a mente mortal a sair de si mesma, estamos livres para seguir o caminho da justiça (pensamento inocente e justo – ação) que nos permite viver uma vida que está de acordo com a Vida divina e eterna! Quando nos esforçamos para andar nesse “caminho da justiça”, enfrentaremos desafios, também chamados de períodos de provação. Mas esses tempos inevitavelmente nos fortalecerão – e nos revelarão mais sobre nossa relação com Deus, a Vida. O caminho que estamos trilhando não é reto, mas uma vereda de desenvolvimento e revelação: a revelação do bem e da harmonia! O pensamento justo (e reto) permite-nos ver esse desenvolvimento que nada tem a ver com o ”antes” ou “depois” daquilo que a mente mortal chama de morte. Há um só caminho contínuo: o caminho da Vida!
Texto Áureo (Provérbios 12:28- Na vereda da justiça, está a vida, e no caminho da sua carreira não há morte.) A nova versão da Bíblia em inglês apresenta o texto da seguinte forma: “A Vida está no caminho daqueles que estão certos com Deus, e no seu caminho não há morte.” Gostei da expressão que definiu justiça como “estar certo com Deus”. Combina com uma das definições hebraicas para justiça, que é justificação. Alinhar (justificar) margens em um documento põe ordem na página. O homem, estando alinhado com Deus, está alinhado com a Mente, com a Verdade, e com o Princípio divino, o Amor. Ao reconhecermos isso, como filhos de Deus, estamos plenamente alinhados (justificados) com a Vida divina, não podemos nos desviar dessa vereda de Vida para sermos iludidos pelas falsas crenças de morte (a sugestão de que possa haver qualquer paralisia do bem).
Leitura Alternada (Salmos 17:1,3,5,6,15; 119:7,11,40-; 116:7-9) [PS#1-C. Crisler sobre Salmos 17:15; “quando acordar eu me satisfarei com a tua semelhança”]
Li no Dicionário Bíblico Hastings que no Antigo Testamento a ideia de justiça “começa pelo humano e se eleva ao Divino” enquanto a santidade “começa pelo divino e desce ao humano”. A LA parece trazer à luz, exatamente isso. Davi está orando a Deus para apoiá-lo, confiante de que Deus ouviria suas orações. Então Davi fala em reconhecer a justiça de Deus e pede: “vivifica-me por tua justiça.” Para mim, isso apoia a ideia de reflexão que é fundamental na compreensão da Ciência Cristã: compreender a lei de Deus. Vivificar é manter vivo, dar vida, preservar (do original hebraico). Nada podemos realizar sem Deus. Deus nos dá vida! A única maneira de percebermos a justiça é reconhecer a justiça de Deus e reivindicar essa justiça para nós (por reflexo). Quando vemos a face de Deus corretamente, reconhecemos e vivenciamos os “retos juízos” de Deus, vemos que a aliança está intacta. Oramos para sermos mantidos vivos em retidão e veracidade. As palavras hebraicas traduzidas como reto ou justiça vieram do radical: tsadag, que significa ser ou tornar reto; limpar; clarear. Não seria um ponto chave na caminhada pela vereda da justiça (a fim de ver a Vida que é sempre) manter o pensamento alinhado com a bondade e a justiça de Deus? Desse modo, nossa experiência é purificada de tudo o que não é certo e ficamos livres para refletir o existir de Deus.
[PS#1, do Warren, extraído de introspecções de Cobbey Crisler sobre a LA, Salmos 17:15; Encontrem satisfação e saúde somente no original!
“O versículo 15 de Salmos 17 [nos fala] que as prescrições de Deus, que são preenchidas com precisão, trazem satisfação. Satisfação porque “despertamos na semelhança de Deus”. Mas isso resulta do pré-requisito de “contemplar na justiça a face de Deus” Isso exige que voltemos à teologia do Gênesis 1 para compreender o que significa. Se, de fato, somos a imagem ou semelhança e Deus é o original, a única maneira de descobrirmos nossa natureza é parar para estudar o original. Então, podemos conhecer a imagem. Também conhecemos o que não é imagem, estudando o original. Assim como técnicos do Departamento do Tesouro conhecem notas falsas, não por terem estudado as milhares de falsificações, grosseiras ou perfeitas, mas simplesmente estudando o original, e assim se conhece a falsificação imediatamente. Isso equivale a uma remoção cirúrgica de modo mental, ou tomar a purgativa Palavra de Deus para remover o que não pertence à nossa natureza. Imaginem a alegria de abandonar o que por tanto tempo nos sobrecarregou. É uma parte da escuridão que é ignorância, a qual a luz, como raio laser da verdade revelada, simplesmente remove, sem dor nenhuma. Ela só faz o que é previsto. Remove toda racionalidade sobre a existência das trevas.” “As folhas da Arvore: Prescrições dos Salmos”, por B. Cobbey Crisler.

Seção 1: Deus está derramando bênçãos.
Que bela promessa, Deus nos entrega benefícios diariamente – com atos de bondade e favores. O Amor e a Vida são a nossa salvação – ou a libertação – da peste e da ruína (morte) (B1, Malaquias 3:10). Dizem-nos que "a justiça livra da morte” (B3, Provérbios 11:4,5). Se considerarmos a morte como simplesmente o passamento do ser humano e o perdermos de vista, então saberemos que ser humanamente bom não garante isenção dessa experiência. As pessoas boas "morrem" de acordo com a visão mortal das coisas. Então, talvez o que precisa ser mudado é o senso do que realmente significa ser liberto da morte. Talvez seja um clichê pensar nisso dessa maneira, mas muitas vezes pensei em momentos em que a comunicação não era o que é hoje. As pessoas saíam de casa para explorar e estabelecer a vida em uma nova parte do mundo. Aqueles que eles deixavam para trás não podiam ter noticias, por um longo, longo tempo – talvez nunca. Eles não podiam se comunicar uns com os outros. E ainda, a vida continuava para cada um deles. Cada um continuava vivendo sua vida, permanecendo na luz que brilhava sobre eles. Podia haver pensamentos de tristeza por causa da separação, mas cada um aprendia o que era importante. “A vereda do justo é como a luz da alvorada, que brilha cada vez mais até a plena claridade do dia. Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida. Olhe sempre para a frente, mantenha o olhar fixo no que está adiante de você. Veja bem por onde anda, e os seus passos serão seguros” (B4, Provérbios 4:18,23,25,26, NVI). Ao fazer isso, é possível permanecer no caminho da Vida – e confiar que a luz brilhante desse caminho está guiando todos para o bem, para a alegria e para a realização. Paulo ensina que "é necessário [o] corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade". Na proporção em que nosso ponto de vista se transforma de uma base material (sempre limitada) a uma espiritual (confiante de que as bênçãos de Deus estão constantemente sendo derramadas para todos - Sem interrupção ou limitação), “Tragada foi a morte pela vitória" (B5, 1Corintios 15:51-54). Com essa vitória vem a certeza de que tudo está bem, e bem para todos! A Sra. Eddy nos lembra que "A Vida é Deus" (CS1, p.496). Esse é o fato absoluto das coisas – e nosso ponto de partida! Mas, aprendemos e demonstramos esse fato passo a passo – pensamento por pensamento. Esta é uma afirmação forte: “A salvação universal assenta no progresso e no aprendizado, e sem eles não pode ser conseguida” (CS4, p.291). Vamos enfrentar provações e desafios! Através deles aprendemos a nos inclinar mais a Deus como a Vida, independente das condições materiais. Temos duas perguntas a nos fazer: “Estou vivendo a vida que mais se aproxima do bem supremo? Estou demonstrando o poder de cura da Verdade e do Amor? Se assim for, então o caminho se tornará cada vez mais claro ‘até ser dia perfeito’” (CS5, p.496). Vivenciar nossa “Justificação” com Deus não é algo que simplesmente acontece - mesmo que nós nunca realmente tenhamos perdido essa justificação. Eu sei que usei este exemplo antes, mas é como estar em um quarto escuro. Não podemos ver que temos tudo o que precisamos lá, mas na proporção em que aprendemos a navegar naquela escuridão, ou quando a luz está ligada, vemos que estava tudo lá o tempo todo. Assim, passo a passo aprendemos a sair da visão limitada da existência mortal (incluindo tristezas e provações) para descobrir na luz nossa relação totalmente alinhada com a Vida - onde estamos (e somos) completos e capazes de aproveitar as bênçãos (benefícios) que Deus está continuamente concedendo a toda a humanidade!

Seção 2: O caminho para o céu, harmonia [Ver PS # 2 sobre ser perfeito].
Jesus começou seu ministério logo após passar um tempo no deserto sendo tentado pelo diabo. Ele pregou: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (B7, Mateus 4:17). Mais tarde, ele esclareceu para os fariseus: "Porque o reino de Deus está dentro de vós" (B9, Lucas 17: 20, 21). Então, qual é esse "caminho" de que falamos, se o céu já está aqui? Arrepender-se significa "pensar de forma diferente" ou "reconsiderar". Novamente, em um quarto escuro, embora tudo o que precisamos possa estar perto (próximo), não podemos ver até que o local esteja iluminado. Assim acontece com o nosso pensamento. O Céu, que a Sra. Eddy define como "Harmonia; O reino do Espírito; o governo pelo Princípio divino; espiritualidade; felicidade suprema; a atmosfera da Alma”(CS6, p.587) está aqui perto, realmente no meio de nós. Mas, se nosso pensamento é obscurecido com equívocos e falsas crenças, não podemos vê-lo ou senti-lo. Assim, o "caminho" está mudando o pensamento para a luz para que o desenvolvimento do que está "à mão" e "dentro" possa ser visto. Jesus deu instruções de como fazer isso. O Sermão da Montanha é uma compilação de seu ensinamento mais pungente a esse respeito. Três dessas instruções estão incluídas aqui: (1) precisamos ter fome (almejar e ansiar) e sede (sentir um desejo doloroso por aquelas coisas pelas quais a alma é refrescada, apoiada, fortalecida) após a justiça (integridade, virtude, pureza de vida, retidão, correção do pensamento, do sentimento e da atuação.) (Definições gregas da Touch Bible) A promessa é de que seremos satisfeitos. (2) Para ver Deus (que habita no céu) devemos ser puros de coração. Ver é mais do que apenas casualmente observar. A palavra grega, optanomahee indica "contemplar, ou seja, com olhos abertos, como algo notável." Estamos desejando realmente ver o céu de Deus usando o tipo de olhos com os quais nós olhamos para uma paisagem incrível - como sendo a coisa mais linda que já vimos? Fazer isso exige pureza de coração, disposição de ter o nosso coração - a fonte de nossos pensamentos, afeições e propósitos - "limpo pela poda (como uma videira) e assim estarmos preparados para dar fruto". E (3) aceitar o mandamento de "Sede vós perfeitos, como perfeito é vosso Pai celeste”. A palavra grega para perfeito aqui é teleios, e significa completo. Independentemente da aparência externa, somos completos. E temos de partir dessa perspectiva se quisermos permanecer com sucesso no caminho da vida celestial. Compreender que "o céu não é uma localidade, mas um estado divino da Mente", decifra que a maneira de perceber a presença celestial é através de uma mudança no pensamento - um afastamento da crença de muitas mentes pessoais, competindo e se esforçando - para saber que todos nós realmente temos "a mente do Senhor" e para fazer o nosso melhor para ouvir e pensar como essa Mente. Contemplar a realidade imortal - ao invés das imagens mortais que nos bombardeiam constantemente - nos permite seguir "os passos da Verdade", percebemos que refletimos a justiça de Deus - ao invés de possuí-la - e alcançamos essa elevação do pensamento onde "Deus é revelado" (CS7, p.291, CS9, p.241; e CS11, p.276).
PS # 2 de Cobbey Crisler com ideias sobre Mateus 5.48 (B8) "Portanto, sede vós perfeitos"
(Verso 48) "Devemos ser perfeitos", disse ele. De acordo com que medição? Como ele considera quando recebeu a revelação de Deus de que Jesus era o Filho de Deus? Isso significava para Jesus que ele era o único Filho de Deus? Observe que a mesma relação vai além, para nós. Porque o que ele disse que é uma ordem: "Portanto, sede vós perfeitos." Por quê? "Assim como o vosso Pai que está nos céus é perfeito." Se o original é perfeito, a imagem também deve ser.
Novamente, podemos comparar como Moisés viu isso. Ele tinha mais ou menos o mesmo a dizer. Mas ele não o disse na força do tempo presente que Jesus fez. De fato, em Deuteronômio 18, (Versículo 13), consta Moisés dizendo: "Serás perfeito diante do Senhor teu Deus". Mesmo ponto, mas noutro tempo, Jesus disse: "Portanto, sede vós perfeitos." "Livro de Mateus, Auditando o Mestre: Um Relatório do Coletor de Impostos" por B. Cobbey Crisler

Seção 3: Céu e inferno são determinados pelas qualidades dos pensamentos acolhidos.
Para ser honesto, a parábola de Lázaro e do homem rico sempre foi difícil para mim (B11, Lucas 16:19-26) Aprecio muito as ideias que podem vir ao estudarmos tais citações bíblicas no contexto da Lição Bíblica. O que podemos aprender com esta parábola já que está relacionada com a caminhada no caminho da justiça, da retidão? Eu me perguntava se a história era mais sobre Lázaro ou o homem rico. Eu certamente não tenho todas as respostas. Eu convido você a lutar, e ter um pensamento mais profundo, para qualquer coisa que seja intrigante para você. Certamente a nova inspiração virá! Achei interessante que o Comitê de Lição da Bíblia escolheu começar a citação B12 (1 Tim. 6:11 segue) com o versículo 11 ao invés do versículo 10, porque o versículo 10 adverte sobre os perigos do amor ao dinheiro e à cobiça, enquanto o versículo 11 descreve a qualidade do pensamento que se deve tomar. Isso me levou a me concentrar menos nos erros cometidos pelo homem rico e em suas consequências, e mais em como as coisas "acabaram" para Lázaro. Embora, o exemplo do homem rico possa servir como uma boa "verificação de realidade", como estou vendo meu próximo? Como eu SOU ao "seguir a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância e a mansidão"? Neste caso, a palavra grega para justiça indica que vivemos de acordo com "integridade, virtude, pureza de vida, correção, correção de pensar e agir". Apesar de suas circunstâncias, não temos indicação de que Lázaro estivesse reclamando ou lamentando sua situação. Ele aceitou o que quer que fosse. E então, Lázaro recebeu seu conforto. Quando o homem rico se viu em apuros, sua resposta foi pedir ajuda a quem ele se recusara a ajudar. Eddy escreve que "a mente perfeita e infinita entronizada é o céu. As crenças más que se originam nos mortais, são o inferno" (CS12, p.266). Então, novamente, não estamos falando de um céu físico ou inferno, mas um estado de consciência. E esse estado não é algo que se encontra quando se passa para além do túmulo. Porque o céu e o inferno são estados de consciência, eles mudam à medida que o pensamento muda. A Sra. Eddy também escreve: "O progresso nasce da experiência. É o amadurecimento do homem mortal, pelo qual aquilo que é mortal é deixado para trás, em troca daquilo que é imortal […] É preciso que o velho homem com seus feitos seja deixado para trás"(CS15, p.296). Apesar das circunstâncias físicas, quando o pensamento amadurece em justiça, a paz é assegurada. Encontrando-se em uma situação infernal, o homem rico é forçado a perceber que ele não pode chamar alguém para "salvá-lo". Do mesmo modo, aqueles que se encontram em situações difíceis devem descobrir que "O que mais necessitamos é orar com o desejo fervoroso de crescer em graça, oração que se expressa em paciência, mansidão, amor e boas obras.” Não mais dinheiro ou prestígio (CS16, p.4). Independentemente das circunstâncias humanas, tudo o que importa é a qualidade do pensamento que está sendo expresso

Seção 4: Abandone a crença na morte e escolha a Vida.
Uma oração digna de ser considerada diariamente é uma firme declaração e determinação de que “Não morrerei; antes, viverei e contarei as obras do Senhor” (B13, Salmos 118:17,19). Isso não tem nada a ver com força de vontade, mas sim, trilhar consistentemente o caminho da Vida entrando nas “portas da justiça” que Deus, a Vida divina, a Verdade e o Amor está mantendo abertas para nós, convidando-nos a entrar. É um caminho trilhado a cada pensamento, exigindo pensamentos e ações justos e corretos – um pensamento que seja justificado ou esteja alinhado com a bondade de Deus, que esteja de acordo com a lei do bem de Deus e da Vida (B13, ibid.). Jesus demonstrou esta lei da Vida quando restaurou a vida do filho da viúva (B15, Lucas 7:11-16). Quando o testemunho das circunstâncias e dos pensamentos mórbidos e limitados desfilam diante de nosso pensamento, ficamos nós assistindo e aceitando-os ou respondemos como Jesus fez e paramos a procissão, trocando a falsa evidência da morte pelos fatos da Vida eterna? Não precisamos esperar pela transição chamada morte para nos revoltarmos contra a crença de que a Vida e o desdobramento do bem possam ser interrompidos. O pensamento deve despertar da declaração material “Estou morto” todos os dias (morto para a alegria, morto para a inspiração, morto para as oportunidades ilimitadas para o crescimento ou movimento progressivo) “para ouvir este toque de clarim da Verdade: ‘Não existe morte, não existe inação, nem ação doentia, nem ação excessiva, nem reação.’” Não deixe que sua convicção de que “A Vida é real e a morte é a ilusão” lhe seja tirada (CS19, p.427). Para dar passos mais largos ao longo do caminho que leva a uma total compreensão de Deus, da Vida e do Amor, devemos “abandonar [nossa] crença na morte” (CS23, p.430). É pedir muito? Dê um passo de cada vez e desafie toda a sugestão que diga que o bem pode ter fim. “A Vida é Deus, por isso a Vida tem de ser eterna e autoexistente” (CS18, p.289). Nenhum testemunho dos sentidos materiais muda este fato. E é nossa oportunidade de exercitar o sentido espiritual para ver que esta Vida expressou tudo ao nosso redor. A crença na morte não pode interromper o desdobramento perpétuo da Vida – para tudo e todos! Seja uma força sanadora – escolha a Vida!


Seção 5: Jesus é “o Caminho”. [Veja o PS número 4 na bem sucedida abordagem na pregação de Pedro (B16, Atos 10:38-41,44).]
Através de seu exemplo, Jesus certamente nos mostrou a possibilidade de experimentar a Vida que não se acaba pela imposição chamada morte. Foi-nos dito que Deus ungiu Jesus "com o Espírito Santo e lhe deu poder". Jesus exerceu esse poder curando outros e respondendo ao chamado de Deus para resistir ao túmulo e viver! No Dia de Pentecostes, Pedro contou a história de Jesus a todos os que queriam ouvir. E naquele dia "o Espírito Santo desceu sobre todos os que estavam ouvindo a mensagem" (B16, Atos 10:38-41,44). A Sra. Eddy explica o que aconteceu naquele dia ... e o que continua a acontecer a todos os que estão dispostos a seguir a maneira como Jesus ensinou e demonstrou. A consciência é "despertad[a] para uma compreensão mais ampla da Ciência divina, isto é, para a interpretação e discernimento espirituais dos ensinamentos e das demonstrações de Jesus, que lhes deu [para aqueles que estavam atentos à Pedro - e a todos que buscam entender a Cristo Jesus] uma tênue percepção da Vida que é Deus" (CS26, p.46). A ressurreição é experimentada pelo pensamento à medida que deixamos de olhar a vida a partir de uma base material constituída de prazeres e dores do testemunho dos sentidos. Ao invés disso, podemos olhar através dessa névoa e perceber a Vida que é Deus e que está constantemente nos fornecendo o bem e nos permitindo ver e sentir esse bem (CS27, p.232). Eu amo as palavras de Paulo aos Efésios, as quais nos falam que Jesus "levou consigo muitos prisioneiros e deu dons às pessoas" (B17, Efésios 4:7,8, NTLH). O Cristo, ou a verdadeira ideia de Deus, foi plenamente expressa por Jesus. E essa expressão da Verdade mantém cativa (encarcerada) qualquer crença errônea que tente nos manter cativos (confinados a uma perspectiva material) - incluindo o medo (ou a angústia) da morte. Através de Cristo, recebemos o dom da graça de Deus que lava as imposições da mente mortal como as ondas lavam pegadas na areia. Então somos livres para ver e experimentar a realidade da Vida que é Deus.
[PS#4 – Do livro de Atos 10:38-41,44 (B16, NTLH): Divina inspiração da pregação de Pedro aos gentios
"Em Atos 10, no versículo 34, inicia-se uma pregação ou sermão para o primeiro grupo de gentios. E a declaração de abertura que Pedro faz é algo que poderia ser adequado a cada denominação cristã da atualidade... Aqui Pedro expressou sua nova visão de Deus, de que Deus não faz acepção de pessoas, que Deus fala àqueles que estão receptivos. (parafraseado)[...] Esta nova visão de Deus naturalmente leva à seguinte questão: O homem também não deveria fazer acepção de pessoas? Este é um conceito que rompe a tradição [...] Então ele começa a explicar à Cornélio e aos amigos e conhecidos dele, a história do cristianismo primitivo [...] Atos 10:38 "[De como] Deus derramou sobre Jesus de Nazaré o Espírito Santo e lhe deu poder. Jesus andou por toda a parte fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo Diabo; porque Deus estava com ele". É claro que a palavra "derramou" imediatamente identifica Jesus como sendo o Messias. Este é um ponto que Pedro obviamente vai passar para esses ouvintes gentios, os quais necessitavam de alguma instrução sobre este tema. E você encontra em Atos 10, versículo 43, que "todos os profetas falaram a respeito de Jesus". Assim que Pedro entra nessa abordagem de "Caminhada para Emaús", ou seja, da compreensão do papel de Jesus nas antigas escrituras, encontramos em Atos 10: 44 que "o Espírito Santo desceu sobre todos os que estavam ouvindo" [...] Não foi ideia de Pedro que isso acontecesse; mas é a disposição do Espírito Santo. Isso é perturbador para alguns dos que vieram com Pedro: os cristãos judeus. E acharemos que isso se torna ainda mais perturbador para outros elementos da igreja mais adiante, pois isso é uma afastamento ou desafio. A questão subjacente a este evento é "se a igreja deve ser paroquial ou universal?" Ou talvez se é simplesmente uma seita do judaísmo ou um resultado do judaísmo, ou ainda se ela é o cumprimento da vontade de Deus como expressa em profecias, com sua missão final de abraçar a humanidade universal?”” Depois do Mestre? - O Livro dos Atos" de B. Cobbey Crisler]

Seção 6: Agora é o dia da salvação – aceite o presente da graça de Deus.
Jesus não foi a nenhum outro lugar – ou a um lugar chamado céu - para demonstrar a possibilidade da vida eterna. Ele inverteu as afirmações da morte e continuou a aparecer no mesmo "corpo" que tinha antes da crucificação. Embora ainda não estejamos prontos para demonstrar a Vida nessa medida, podemos mover-nos nessa direção à medida que aceitamos o desafio de enfrentar e inverter as mentiras que vêm a nós todos os dias. Podemos permanecer impassíveis em face do pecado, da doença e até mesmo da morte. E todos os dias podemos nos esforçar para provar cada vez mais o poder do cristianismo para curar, ao invés de ficarmos apenas falando (CS30, p.233). É útil medir essas provas de acordo com as menores demonstrações – e também com as maiores - quando você está tentado a sentir medo, está triste ou zangado e detém essas emoções ao invés de ceder a elas . E isso é uma demonstração (ou prova) da autoridade de Deus. Às vezes somos tentados a nos concentrar no que não foi curado – ou nos desafios que ainda estamos enfrentando – ao invés de reconhecer a luz que está entrando na consciência. Em Gênesis 1, a primeira coisa que Deus disse foi que houvesse luz. Jesus trouxe essa luz para a humanidade e nos permitiu ver a luz (ou a glória - magnificência) de Deus que está sempre brilhando em nossos corações - nas profundezas de nosso ser - e libertando-nos das trevas da crença mortal (B19, 2Coríntios 4:6). Agora podemos experimentar a salvação (B20, 2Coríntios 6:1,2; CS28, p.39). A palavra grega, soteria, ou salvação, significa libertação, segurança. Significa também resgate e saúde. É tão tentador pensar que se fizermos isso ou aquilo (e muitas vezes não temos certeza do que o "isso" significa), então estaremos em segurança ou teremos alcançado nossa cura. Ainda caímos na armadilha de pensar que a salvação é algo no futuro - mesmo que possamos não acreditar que o céu é um lugar. Mas, a perfeição (ou a completude) pertence ao homem agora porque Deus é perfeito (completo) agora. Aceite isso! Olhe para isso! Alegra-te com o fato de que isso é verdade! A luz da graça de Deus remove a escuridão e nos permite ver o que é - o que sempre foi e o que sempre será - o homem feito à imagem e semelhança de Deus. Cristo Jesus demonstrou o caminho - o caminho da justiça - para todos nós. Podemos seguir, passo a passo, até que também percebamos que a morte é a mentira de que a Vida deixou de ser Vida e que o homem, de alguma forma pode parar de refletir a Vida. Isso não é verdade. E não há melhor momento do que o AGORA para aceitar o desafio de seguir os passos de Jesus e constantemente reconhecer a onipresença da luz de Cristo à medida que compreendemos a vida na sua plenitude!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, CS,
314-323-4083 kathyfitzer@gmail.com.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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