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Sinta-se divinamente apoiado e diligentemente sustentado como a única e verdadeira criação – o homem espiritual. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Período de experiência após a morte.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, May 1st, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
[Sinta-se divinamente apoiado e diligentemente sustentado como
a única e verdadeira criação – o homem espiritual.]

Adão e a queda do homem
01 a 07/05/2017
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Como podemos sentir-nos próximos a nosso Pai-Mãe? O que podemos fazer para não nos sentirmos, de algum modo, “sozinhos”, imaginando como lidar com todas as sugestões que nos sobrevêm diariamente e que dizem que somos menos do que a amada criação espiritual de Deus? O Texto Áureo (Levítico 26:12,13), da lição desta semana, abre com a frase: “Andarei entre vós e serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo”. Se alguém está andando “entre vós”, certamente está envolvido na vossa vida. Está aqui, vivendo conosco, andando junto a nós, guiando-nos. Às vezes precisamos escolher qual tipo de Deus queremos adorar. É o Deus tradicionalmente pintado nos títulos dos temas recentes das lições bíblicas – um Deus que pune e castiga? Ou no tema desta semana, um Deus que tenta e condena Seus filhos quando sobrecarregados de tentações? Este não é o Deus que Jesus revelou em seu trabalho missionário, nem o Deus que Paulo prega e, certamente, não é o Deus que encontramos em nosso estudo da Ciência Cristã. Todas as lições bíblicas de nossa religião nos ajudam a obter um quadro mais claro da verdadeira natureza de Deus como o Amor. Não que a teologia tradicional seja “de todo errada”. Há, com certeza, uma forte crença em um Deus de Amor. Mas há, misturada nesse quadro, muita contradição, além de mistérios e uma inexplicável dicotomia. Essa confusão dificulta a compreensão sobre Deus, um Criador independente e governador do homem. Isso torna Sua criação incerta quanto à origem e credibilidade. Em resumo, a falsa teologia torna Deus misterioso e Sua criação material e, de modo geral, “contando consigo mesma”. A lição bíblica nos informa que somos espirituais, retos (justos, íntegros, perfeitos) e que Deus, em verdade, governa essa verdadeira criação.
O sentido primordial da Leitura Alternada (Isaías 60:2,3; Salmos 33:1,3-6,9,11,13,15; 37:37) é que podemos confiar em Deus para nos encher de amor, bondade, verdade. Sua criação é digna de louvor; aliás, Ele só poderia criar assim: uma vida louvável, leis que são justas e boas. Ele não poderia criar algo feio, violento, doente, morto ou sujeito à morte. Agora, cabe a nós descobrir como essa verdade se relaciona a nós em nossa experiência atual.

Seção 1: O homem/mulher ideal é perfeito e completo.
Devemos cuidar para não os confundirmos com o termo bíblico “perfeito”. Ele simplesmente significa inteiro ou completo. Na Ciência Cristã, nunca falamos sobre perfeição humana, ou perfeccionismo. Essa é uma ideia inteiramente material, inatingível e que, frequentemente, danifica nosso conceito a respeito de quem somos. Quando ficamos envolvidos na tentativa de sermos humanamente bons ou perfeitos, já não estamos mais focados em Deus, o Amor. Estamos olhando só para o nosso interior em busca de um senso material do eu como separado, contendo sua “própria” bondade, ou o mal. A pressão a que estaremos sujeitos pode tornar-se insuportável e levar-nos a problemas autoinfligidos de toda espécie. De igual modo, se aceitarmos para nós que somos mortais fracassados, imperfeitos, podemos encontrar-nos sobrecarregados pelo “nosso próprio” mal ou fraco desempenho e acabar vendo apenas nossa própria inabilidade pessoal de elevar-nos acima desse ponto de vista. Em qualquer caso, acabamos alquebrados e encurvados com o peso do esforço de tomar a responsabilidade pessoal de conseguir “alguma coisa” separadamente de Deus. Mas essa lição nos dá uma visão diferente do homem. Ela enfatiza sempre a natureza elevada do homem. A liberdade que Deus nos outorgou. A citação B2 (Gênesis 1:26,27,31) é muito familiar aos cientistas cristãos como sendo a proclamação de nossa natureza verdadeira e espiritual como a imagem e semelhança de Deus. Notem que Ele criou macho e fêmea em condições iguais e ao mesmo tempo. Não houve um homem incompleto e depois uma mulher dependente do homem, uma parte “menos importante” do homem (representada pela costela na Seção 2). Não! A criação, macho e fêmea, é completa, inteira, perfeita! Pare por aqui! Esta é a única criação que existe. Afirmamos a verdade desde o começo da lição. Um Criador – uma Criação (CS2, p.502). As seções subsequentes nos ajudam a identificar mais claramente os sonhos e as mentiras, ajudando-nos a vê-los pelo que realmente são!

Seção 2: A criação espiritual esclarece; a material é cheia de confusão (névoa).
Admito que às vezes é tentador procurar respostas fáceis para problemas difíceis. Precisamos nos aprofundar espiritualmente para responder a muitos dos problemas mais urgentes da sociedade. Há também momentos em que tendemos a complicar mais do que o necessário. O senso material orgulha-se de ter respostas para muitas das perguntas mais difíceis da vida. Mas as respostas que recebemos do senso material levam a um interminável fluxo de mais perguntas. No reino infinito do Espírito, temos também infinitas profundezas do bem para descobrir. Esses poços profundos de inspiração são interessantes, completos, alegres, gratificantes. Mas as questões que o senso material propõe levam apenas a mais confusão, tristeza, insatisfação. Isto é o que temos na citação B3 (Gênesis 2: 1, 6-8, 16-18, 21, 22). A criação é inteira, completa, boa. Mas o senso material não gosta que esta declaração não responda a essas sugestões irritantes: "por que parece haver mal?" Então, a história de Adão e Eva nasce. Esta alegoria dá voz às dúvidas e aos medos da humanidade sobre porque parece que estamos na condição em que estamos. Ela olha para a evidência ante o senso material e diz: "De onde veio esse mal!?". Como uma alegoria, a história de Adão e Eva certamente aborda com bastante clareza a maioria dos desafios físicos e mentais que a humanidade enfrenta. Hoje, podemos atribuir o parto da mulher, as questões femininas como oriundas do físico e não de sua desobediência a Deus; e a luta do homem para ganhar a vida, econômica, social ou educacional, também não veio da desobediência. Mas o tipo de "história" que explica esses males pouco importa no final. Ainda é uma história, inventada para explicar por que parece que vemos e experimentamos o mal. Este artigo de Laurence Doyle usa uma analogia matemática para responder a esta pergunta com bom efeito, talvez você encontre utilidade para avançar na sua busca de respostas para essa questão do mal: https://sentinel.christianscience.com/issues/2006/2/108-9/do-the-spiritual-math . Gosto de pensar nisso como a ideia de que estamos realmente fazendo a pergunta errada quando ficamos presos no ciclo do pensamento alegórico. Se a resposta ao problema estiver errada (o mal parecer real), nenhuma ponderação de onde vem o erro nos satisfará. Só a verdade pode resolver a questão. No final, é a cura através da Ciência Cristã que realmente nos dá a resposta a essa pergunta. Há alguns meses, a caminho de um almoço na casa de amigos depois da igreja, nosso filho mais novo, Charlie, começou a se sentir muito mal como se fosse vomitar. Normalmente, eu voltaria para casa em tal circunstância, mas eu me senti inspirada a continuar para a casa dos nossos amigos. Eles são Cientistas Cristãos também e eu o levei para o quarto deles e comecei a ler para ele a definição do homem que consta no livro Ciência e da Saúde (CeS, p.475). Nesta definição, temos um fato que é oposto ao nosso senso material. Diz na página 475: "O homem não é matéria; não é constituído de cérebro, sangue, ossos nem de outros elementos materiais". Não há nada no senso material que apoie esta afirmação. Mas Charlie e eu lemos isso juntos e falamos sobre todas as vezes em que sentimos Deus conosco (andando "entre" nós, TA: andarei entre vós, e serei o vosso Deus” Levítico 26:12,13). Deus, o Amor, não criou esse erro de nosso senso que poderia nos passar uma informação de que nos sentimos horríveis ou doentes. Conversamos sobre o que nós éramos gratos. Mas acima de tudo, eu li essa definição lentamente e usei-a como base para minha oração por ele. Dentro de pouco tempo, ele parou de chorar e, segurando uma tigela perto de sua boca, sorriu e foi almoçar. Ele correu para brincar com carrinhos e outras coisas com seus irmãos e amigos. Não houve convalescência, não houve tempo de espera para se sentir melhor. Foi um exemplo perfeito da falsidade do sentido material. Não estávamos nos livrando de uma doença em seu corpo, estávamos descobrindo a verdade de sua criação espiritual e testemunhando isso! Isso é clareza, harmonia e paz que uma criação material, alegórica nunca nos dará.

Seção 3: "[…] o conhecimento adquirido da matéria" é uma mentira.
A matéria pode nos prometer muitas coisas. Na citação B4 (Gênesis 3:1-6, 8, 9, 12, 13, 17), a serpente promete a Adão e Eva que ambos terão o conhecimento especial que Deus lhes recusou – o conhecimento do bem e do mal. O que a serpente promete a você? Para cada um de nós, esta "serpente" fala como nossa própria voz, tentando-nos com promessas: seremos mais felizes se comermos isto – fizermos aquilo – soubermos sobre algo – experimentarmos tal coisa – tivermos "estes" amigos. "A felicidade é espiritual, nascida da Verdade e do Amor". A Sra. Eddy nos diz isso na página 57 de Ciência e Saúde – nascido de Deus. Escolha o seu "veneno" – você é alguém que faz a coisa errada para obter “certos” amigos? Você já comeu algo mais do que realmente queria ou precisava, apenas porque você comeu o que desejava comer naquele momento e em seguida, ficou se sentindo desconfortável e infeliz por causa desse excesso, em vez de mais feliz e mais satisfeito? Isso ocorre porque sempre que somos motivados pelo senso material, vivemos no sonho das falsas promessas. Isso não significa que não podemos ter grandes amigos, comer chocolate e assim por diante. Isso significa que nossos motivos precisam vir do Amor, da pureza e da bondade – não gratificação própria, medo, solidão, frustração, e assim por diante. Deus nos dá absolutamente todo o bem, Ele é a "fonte aberta" de que se fala em Ciência e Saúde p.13 onde é citado Isaías 55:1. Podemos provar isso por nós mesmos! Volte-se para o senso espiritual, para a verdadeira história da criação. Vamos nos voltar para nossa totalidade e começar a partir dessa base espiritual de completude. É onde Jesus começou cada uma de suas poderosas curas registradas na Bíblia. Podemos começar lá também. Dê uma olhada na citação CS12 (p.537) onde a Sra. Eddy fala de como uma visão literal desta alegoria "[…] implicaria que Deus negou ao homem a oportunidade de se reformar […]". Agora, coloque-se na posição de um pai (mesmo se você não for um!). Que tipo de pai tentaria um filho, (aqui estamos falando em termos de criação material, é claro), com algo – colocado bem na frente dele (no centro do jardim!). Certifique-se de que esta coisa tentadora é muito brilhante! Talvez você pense nisso como uma grande tigela cheia de doces favoritos. Agora, que tipo de pai você seria se dissesse ao seu filho, nunca toque nesta tigela de doces, ela tem de ficar lá para sempre e você não pode pegar nenhum deles! Então, você deixa a criança, a criança pega alguns doces e você o condena a sofrer para sempre como um "pecador"?! Esse seria um pai muito terrível! Em primeiro lugar, não tentamos nossos filhos (pense na Oração do Senhor, "não nos deixe cair em tentação" e na interpretação espiritual de Mary Baker Eddy desse versículo: "Deus não nos deixa cair em tentação”). Em segundo lugar, não esperamos, ajudamos e incentivamos nossos filhos a crescer em sua compreensão do bem, a espiritualizar seus desejos, a descobrir mais da sua verdadeira natureza em vez de mantê-los no lugar como pecadores fracassados? Deus não se envolve em sonhos e mentiras. Deus é a fonte de uma criação revelada perfeita.

Seção 4: Uma origem material do homem não pode louvar a Deus.
Nesta história do homem cego de nascimento da citação B7 (João 9:1-3,6-8,10,15,32), os discípulos fazem a velha pergunta sobre como o homem acabou ficando dessa maneira. Não é diferente da questão "de onde veio o mal" que é mencionada na Seção 2. Jesus os afasta da falsa origem do pecado do homem ou de seus pais e diz que esta é realmente uma oportunidade para glorificar a Deus através da revelação do verdadeiro homem. Esta é hoje uma grande lição para cada um de nós, quando nos sentimos frustrados por um desafio de longa data ou até mesmo de toda a vida. Podemos regozijar-nos no fato de que só recebemos oportunidades gloriosas de louvar a Deus, de revelar nossa completude, nossa perfeição espiritual aqui e agora. Jesus, como sabemos, cospe no chão, desafiando simbolicamente a sugestão do pó ou da matéria como origem do homem, e cura o homem depois que ele se lava dessa crença empoeirada de vida na matéria.
Talvez isso seja demais, mas acho interessante notar que Jesus pede ao cego que vá se lavar daquele barro. Ele lhe dá uma função a ser desempenhada para livrar-se dessa falsa concepção de homem como tendo origem material. Jesus nos deu esse exemplo para seguirmos quando tivermos de confrontar nossos próprios desafios. Talvez possamos pensar nisso como sendo alguns passos a serem tomados no tratamento de uma sugestão resistente. Podemos "cuspir" nessa ideia de homem originado no pó, e então lavar as falsas origens, purificar nosso pensamento sobre nós mesmos e sobre os outros, de modo a obter um senso mais claro do homem como criado espiritualmente, à Sua imagem. Podemos pensar nesse trabalho como o batismo espiritual, um elemento essencial para a cura! A citação CS21 (p.476) confirma esse tipo de oração, repetindo a declaração de Jesus de que o reino de Deus está dentro de nós – não na matéria, na genética, ou em qualquer outra sugestão errônea.

Seção 5: O homem verdadeiro vive em Cristo (não na matéria).
A citação B8 (1Coríntios 15:12,20,22) anuncia, com o verbo no tempo presente, que Cristo nos torna vivos. Esse tipo de criação espiritual acontece em um processo contínuo e eterno. Somos ideias eternas, não temporárias, aqui e agora. Não há duas criações, uma espiritual e outra material, ou mesmo uma que se divide em duas. O jovem nesta seção é ressuscitado por Paulo por meio do reconhecimento de que sua vida nunca esteve verdadeiramente na matéria. Eu adoro essa inclusão em nossa lição desta semana, à medida que segue o tema sobre retidão, sobre elevar-se, e mesmo não decair, que é o oposto literal do que parece ter acontecido nessa história! Novamente, é o testemunho do senso material que deve ser posto de lado para dar espaço ao verdadeiro senso espiritual de vida do homem como sendo plena, completa, indestrutível. Se compreendermos que nunca nascemos na matéria, não poderemos sair dela em um processo de morte. Descobrimos que estamos sujeitos apenas à lei da harmonia de Deus, ao invés das chamadas leis da matéria. Paulo era ideal para compartilhar isso com sua congregação. Ele foi um exemplo perfeito de alguém que descobriu sua própria identidade espiritual em Cristo quando Jesus falou com ele a caminho para Damasco. Ele percebeu que a vida cristã é a única vida verdadeira, e que tal vida não pode ser terminada por meios violentos. Que Cristo continua atuante ao longo dos séculos antes e depois de Jesus, que tão claramente corporificou o Cristo.

Seção 6: O homem real é para sempre reto e perfeito.
Não estamos rastejando e saindo da "lama" em algum modelo Darwiniano de desenvolvimento. Nem somos originados de poeira, de um óvulo, ou qualquer outra coisa material. Somos agora e para sempre "[…] a ideia infinita que perpetuamente se revela, se expande e se eleva cada vez mais” (CS28, p.258). Que gloriosa representação do homem como ideia, infinita, para sempre se desenvolvendo, nunca voltando à "poeira" nem mesmo sendo parte de algum tipo de ciclo material de "vida", por mais "bela" que alguns possam achar essa ideia! Em vez disso, nós existimos na eternidade, não como "seres materiais eternos", mas como eternas ideias espirituais de Deus, com todos os detalhes de nossa identidade sempre se desdobrando em completude, perfeição e variedade infinita. Não estamos escravizados por um conceito de poeira da criação, ou a um modelo contemporâneo da ciência médica. Somos livres e não estamos presos pelo peso da compreensão limitada do homem. Permanecemos corretos, perfeitos, fortes, livres, puros, são e sábios.
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO kerry.helen.jenkins@gmail.com (314) 406-0041
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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