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Sede alertas às sugestões do mal. Resisti-lhes permanecendo no Reino – e construí! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo.

Kathy Fitzer, Lake St. Louis, MO
Posted Monday, May 22nd, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Sede alertas às sugestões do mal. Resisti-lhes permanecendo no Reino – e construí!
22 a 28 de maio de 2017.
Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (I Reis 5:4,”… o Senhor, meu Deus, me tem dado descanso de todos os lados; não há nem inimigo, nem adversidade alguma.”) Que maravilhosa promessa! Deus nos dá descanso de todos os lados! Salomão reconheceu essa presença de Deus e a ausência do mal logo depois de ungido rei. Embora seu pai, Davi, tivesse sonhado em construir o templo, ele foi impedido por causa das várias guerras em que esteve envolvido. Salomão, todavia, experimentou a quietude necessária para a construção.

Leitura Alternada (Salmos 71:1, 3-5,8,10,12-165): Nesta lição aprendemos que não precisamos esperar até que as circunstâncias mudem a fim de aquietar as influências beligerantes, para construir. Ao invés disso, na proporção em que depositamos toda nossa confiança em Deus e permanecemos na consciência do cuidado onipotente de Deus, descobrimos que Ele é a nossa “rocha e fortaleza” e que sempre nos salva dos ataques do mal. O Salmo 71, que compõe a LA, crê-se tenha sido escrito por Davi diante de adversidades nos seus últimos anos. Ele tem sido útil a toda pessoa que lute com a aflição. Davi começa o salmo com orações de que Deus o livrará e salvará e que não estará longe dele.
A ideia de não ser “confundido” (do inglês) pode ser traduzida como não ser “envergonhado”. Será que alguma vez fomos tentados a sentir-nos desconfortáveis por manter nossa confiança em Deus enquanto o grupo ao redor não partilha dessa ideia? Precisamos ficar alertas de nunca deixar que nossa fé e nossa gratidão sejam abaladas pelo que acontece—ou é dito—ao nosso redor! Davi orou para que seus inimigos fossem confundidos (envergonhados, desapontados), e então voltassem e corressem. Ele expressa sua confiança em Deus e expressa sua determinação de andar na força de Deus. Temos aqui um maravilhoso modelo de oração para o caso de alguma vez começarmos a ficar desanimados. Voltem-se a Deus!

Seção 1: Apoiar-se na totalidade de Deus dá-nos coragem para enfrentar nossos adversários
A história de Neemias nos dá uma maravilhosa lição objetiva em como enfrentar sugestões maldosas—as sugestões mesméricas e hipnóticas que tentam nos fazer crer de que haja um poder além de Deus capaz de nos atacar e derrotar. A história se desenvolve ao longo das quatro primeiras seções da lição desta semana. O rei babilônico Nabucodonozor II havia destruído a cidade de Jerusalém em 586 ou 587AC. O templo havia sido reconstruído e dedicado por volta de 516AC. Mas era importante que o muro fosse reconstruído para dar proteção ao povo e corrigir a aparência de um povo derrotado. Neemias empreendeu esse projeto por volta de 445/444AC. O fato de o muro ter sido reconstruído em apenas 52 dias foi um claro sinal aos inimigos de Israel de que Deus estava com Seu povo. O que podemos aprender da primeira parte dessa história—aqui na primeira seção? Eis algumas coisas que percebi: (1) Embora Neemias tivesse uma posição de respeito na corte persa, ele não se isolou das necessidades do povo judeu. Quão conscientes estamos nós das necessidades de outros—e quão dispostos a ajudar—se não estivermos na área afetada? (2) Neemias orou antes de pedir ao rei permissão para ir ajudar. Acaso nos lembramos de “confiarmos nossos desejos a Deus, para que sejam moldados e elevados antes de tomarem forma em palavras e ações”? (CeS 1: 12). (3) Uma vez em Jerusalém, Neemias tomou tempo para observar a situação e ser guiado por Deus. Acaso nos lembramos de agir de acordo com o cronograma de Deus em vez do nosso—“nos detemos—esperamos a orientação de Deus” (CeS, 323: 10). (4) Depois de relatar tudo o que Deus lhe havia feito e informar aos dirigentes que o rei havia fornecido os materiais para a obra, ele pediu a ajuda deles. Quando começamos reconhecendo Deus como a fonte, a oração nos guiará a saber onde e quando buscar ajuda—seja ajuda física ou apoio em oração. Orgulho ou desconfiança pode ser um fator negativo, se pensarmos que temos de fazer tudo sozinhos. (5) Quando foi confrontado por inimigos, Neemias bateu pé—afirmando que a autoridade para o trabalho fora dada por Deus, e rejeitando qualquer poder por parte do inimigo em parar a obra. Acaso nos lembramos de iniciar e permanecer com Deus, recusando-nos a ficar desencorajados quando se apresente alguma oposição? (B4, Neem, 2:19). Ciência e Saúde nos auxilia a compreender como renunciar ao suposto poder do mal, ou magnetismo animal. Começamos com a totalidade de Deus e compreendemos que a crença no mal está baseada na suposição de haver um poder além de Deus (CS1, p.275; CS2, p.92). Às vezes, parece difícil identificar um adversário—especialmente se disfarçado de amigo. Mas, enquanto os pensamentos de Deus sempre nos elevam, o adversário nos leva em círculos e faz oposição sem oferecer quaisquer alternativas construtivas (CS3, p.580). Magnetismo animal é um nome comprido para um conceito simples. Basicamente é a sugestão hipnótica de “que o mal seja tão real como o bem, e mais poderoso” (CS4, p. 103). Acho a seguinte afirmação especialmente útil: “...o magnetismo animal, mesmerismo ou hipnotismo é mera nulidade” (CS5, p. 102). Uma nulidade, uma negação, é simplesmente uma declaração de negação ... dizendo o que não é. Quando você sabe as regras matemáticas, você não se preocupa nem um pouco com alguém dizendo 2+2 não é 4—não importando quantas vezes isso seja repetido. Sabendo que Deus é Tudo, e o único poder, você não fica impressionado pelas sugestões de pecado, doença e morte—ou de conflito de qualquer ordem. Você simplesmente segue confiando em Deus, (“o infinito sustentador”) e esperando ver as bênçãos (CS7, p. vii).

Seção 2: Sede vigilantes; mantenham sua armadura—prontos para defender-se contra o inimigo
O trabalho no muro avançava normalmente. Havia progresso. Em tais ocasiões é necessário estar mais alerta para que a complacência não tome conta! Uma ameaça pode vir de fora, ou de dentro da gente. Temos de estar alerta a ambos os lados—como fez Neemias. O trabalho era duro e o povo começava a ficar cansado. A quantidade de entulhos parecia demais para eles. Então foi relatado que os inimigos estavam planejando um ataque! O magnetismo animal às vezes tenta impedir-nos de avançar—por meio de um ataque, quer interno quer externo. Temos de estar alertas para reconhecer o desânimo ou sentimentos de sobrecarga ou distração como não sendo nossos pensamentos—mas, sim, uma sugestão hipnótica que precisa ser resistida e descartada. Ataques de fora—outras pessoas perturbando nosso trabalho—também são sugestões hipnóticas impessoais. Neemias entendeu o caso, e reanimou os trabalhadores! Eles começaram com oração como primeira defesa e então fizeram planos que incluíam montar guarda para o inimigo não poder infiltrar-se, estar armados para enfrentar o inimigo se ele conseguisse entrar, e um plano de permanecer juntos se necessário. Enquanto isso, o trabalho continuava! (B6, Neemias 4:7-9). Não importa que tipo de batalha estejamos travando—não importa o nome dado ao problema—tudo com o que estamos realmente lidando é “a crença mortal em um poder oposto a Deus” (CS9, p.569). Então, quer o problema pareça pequeno ou enorme, a solução é a mesma. Precisamos firmar-nos “em posição antagônica a tudo o que se opõe à saúde, à santidade e à harmonia do homem, a imagem de Deus” (CS10, p. 392). Começamos expulsando o medo—reconhecendo que não tem fundamento no Amor, Deus, e desse modo sem base para edificar-se na consciência humana. Temos de vigiar cada pensamento—permanecendo tão alertas como foram os construtores judeus—e estar prontos a usar nossa arma da compreensão espiritual para vencer as sugestões errôneas do mal. Não podemos dar-nos o luxo de observar as sugestões errôneas, só pensar a respeito, ficar admirados ou amedrontados. Não importa quão pouco você pensa compreender sobre Deus, isso é suficiente para apoiar-se no que sabe. Quando aderimos aos fatos da CC (a totalidade de Deus e a nulidade do mal) ajudaremos a “expulsar o erro ...[manteremos] a lei e a ordem, e [aguardaremos] com alegria a certeza da perfeição suprema” (CS12, p.96). Aguardar com alegria! Nada pode tomar-nos a alegria e convicção de que tudo está sob o controle de Deus, o bem. Nossa tarefa é vigiar o pensamento e estar prontos a resistir à crença errônea!

Seção 3: Permaneça focado e recuse-se a ser enganado por tentações dispersivas!
Agora que o muro estava acabado, faltando apenas as portas, os inimigos de Neemias começam a se desesperar para parar a obra. O ardil é puxar Neemias para fora do projeto. Não sei quanto a vocês, mas eu sou constantemente tentado por distrações! Mas essas distrações muitas vezes posam de “coisas boas a serem feitas”—reunir com algumas pessoas para “debater” algumas coisas (como Sambalate e Gesén convidaram Neemias. Como o plano não funcionou, difundiram boatos para amedrontar Neemias para que viesse defender-se). Mesmo sabendo que seja falso o que se diz a nosso respeito, acaso somos tentados a sair para “aparar as arestas”? A resposta de Neemias foi voltar-se a Deus—confiando na Sua orientação (B8, Neem.6). Assim fazendo, saberemos quando deveremos agir e quando ficar quietos e seguir com nosso trabalho. A Mensagem parafraseia o versículo de I Pedro 3:13 da seguinte forma: “Se estamos fazendo o bem de coração e alma, você acha que podemos ser parados?” (B10). A chave está em ter o desejo sincero de fazer a vontade de Deus e de confiar absolutamente em Deus para manter-te seguro. Neemias não se deixou distrair pelo medo. As citações de Ciência e Saúde nesta seção nos ensinam o que devemos saber: construir uma forte defesa mental e recusar a entrada a pensamentos maus (CS13, p.234); opor-se pronta e persistentemente a opiniões e crenças materiais e de conflitos mortais (CS14, p.273); recusar-se a temer o “assassino mental”, sabendo que Deus é o único poder (CS15, p.419); vencer sempre o mal pelo bem e conhecer a ti mesmo como Deus te conhece, “revestido com a armadura do Amor” (CS16, p.571); “Não existe poder a não ser o de Deus”; é isso aí! “Reconhecer qualquer outro poder é desonrar a Deus” (CS17, p.228). Nunca faríamos isso intencionalmente! Com o contínuo bombardeamento de notícias e de conversas, como é importante permanecer alerta!

Seção 4: Deixem Deus guiar
Às vezes é mais fácil ver um inimigo óbvio—como Sambalate, Tobias e Gesén—do que um mais sutil—como Semaías. Quando nos entregamos a Deus (submetemos nossa vontade à Sua), resistimos ao mal e nos aproximamos de Deus, reconheceremos sugestões demoníacas pelo que são e não pela estória contada e sentiremos a doce presença de Deus (B13, Tiago 4). Uma vez mais Neemias nos dá um bom exemplo. Superficialmente, não havia razão para não confiar em Semaías. Ele era judeu, como Neemias. Mas havia sucumbido ao suborno e trabalhava para o inimigo. Sua estória poderia ter atraído a Neemias, mas este sabia que ele não era permitido entrar no templo, por ser leigo. Neemias não estava disposto a ir contra o que sabia ser certo, mesmo que isto significasse perder a vida. Esta obediência sempre fora (e continuava sendo) sua proteção. O muro foi, sem dúvida, terminado em tempo recorde e todos que viram a obra perceberam que fora obra de Deus (B12, Neem. 6:15,16). Eddy refere-se às sutis pretensões do magnetismo animal, como as que Neemias enfrentou ao final de seu projeto, ao mencionar: “seus aspectos agressivos estão vindo à tona” (CS18, p.102). Podíamos dizer que Semaías estava praticando o que a CC chama de prática mental errônea (prática mental maligna). Ele poderia até ser pensado como “assassino mental”. Claramente ele estava tentando levar Neemias à destruição (CS20, p. 451; CS21, p.445). Seguindo o exemplo de Neemias, é absolutamente imperioso que aprendamos a detectar e ver além dessas sugestões—mas nunca temê-las. Nossa defesa é saber que não há poder além de Deus. Não há influência afora a influência divina. Confie em sua habilidade de estar alerta a fim de detectar e refutar cada falsa sugestão reconhecendo-a como aquilo que “tende a destruir o senso moral, a saúde e a vida humana” (CS20, p. 451). Assim, “eleva-te na força do Espírito”—apoia-te no Princípio divino do Amor—a fim de resistir a tudo que te levaria em círculos, ou sugira que faças algo que sabes no íntimo não ser a coisa certa a fazer, ou afastar-te da produtividade, da saúde e da compaixão (CS23, p.393). “Seja uma lei para [ti] mesmo”, identificando-te com a autoridade do Amor. Então não precisarás temer o ataque que possa vir estando tu preparado para ele ou quando menos esperares—estando acordado ou adormecido frente à possibilidade (CS24, p. 442). Pôr Deus em primeiro lugar quando te acercas a uma tarefa—pequena ou grande—te mantém alerta e seguro.

Seção 5: Repreendendo o acusador
Quando Jesus curou a mulher que “havia 18 anos andava encurvada” (B15, Lucas 13), ele teve a oportunidade de repreender duas sugestões hipnóticas. Ele libertou a mulher da imposição da doença, e libertou o chefe da sinagoga da imposição de hipocrisia. As duas pessoas estavam na sinagoga procurando por Deus—mas ambas precisavam ser despertadas de um falso senso a respeito da vontade de Deus. É provável que a mulher houvesse aceito sua condição de como as coisas seriam para ela. E o chefe da sinagoga tivesse aceito uma interpretação errônea do quarto mandamento. Jesus “repreendeu o acusador” enquanto reconheceu a inocência de ambos os enganados (B16, Apoc. 12:10). Ele foi capaz de “expo[r] e denuncia[r] as alegações do mal e da doença sob todas as suas formas, mas compreende[r] que nelas não há nenhuma realidade” (CS26, p.447). Foi muito gentil que Jesus encerrou suas observações acerca da mulher como “filha de Abraão”. Quaisquer que fossem as crenças que encurvavam a mulher e a faziam sentir-se fraca foram suprimidas pela identificação correta. Jesus nunca se empenhara em curar uma doença “real”. Ele classificava os doentes como aqueles a quem “Satanás trazia presos” e os libertou “física e moralmente” (B15, Lucas 13) por identificá-los com a Verdade. Tudo o que Jesus fez foi com a expectativa de que outros seguiriam seu exemplo. De modo que, asseguremo-nos de não sermos enganados a acreditar que o pensamento (inclusive o pensamento chamado corpo) possa ser preso por Satanás (a nulidade que se projeta como algo). E respondamos com uma firme declaração do “poder vivificante da Verdade” que põe o homem em liberdade! (CS27, p.495). Recusa-te a ser apanhado pela mentira! Esteja alerta para que nada interrompa a atividade de construir sobre o fundamento da Verdade.

Seção 6: Nada pode entrar na Cidade Santa, onde Deus reina.
Aprendemos em nosso estudo da CC que a cidade santa, a Nova Jerusalém, como descrita por João no livro de Apocalipse, não é um lugar físico, mas um estado de consciência. É um estado de pensamento tão consciente da onipotência e onipresença de Deus que fica claro que não há lugar para lágrimas, morte, preocupação, choro ou dor. Estes (junto com todas as formas de desarmonia) são sugestões do diabo (o mal, o magnetismo animal, o mesmerismo e o hipnotismo, uma mentira e o mentiroso). Nessa consciência de harmonia não há noite nem portas abertas por onde sugestões do mal (distrações, desânimo, aflição, etc) possam entrar. A palavra grega para noite pode representar metaforicamente “o tempo da morte; o tempo para atos de pecado e vergonha; o tempo da estupidez moral e obscuridade.” Ademais, nada que polua o pensamento ou conduza à adoração de ídolos ou que engane pode entrar nesse reino. Porque nenhum desses erros está presente na Nova Jerusalém (“A Ciência Divina; os fatos espirituais e a harmonia do universo; o reino dos céus, o reino da harmonia”, CS28, p. 592), não é preciso portões de proteção a serem fechados ao redor da cidade. O homem de Deus está sempre livre para entrar—e movimentar-se sem medo ou preocupação (B17, Apo 1:9). João demonstrou que esse estado de consciência é uma possibilidade presente. Não importa o quão obscuras pareçam as coisas, nós podemos (e precisamos) responder com: “Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-poderoso” (isso exerce a mais elevada influência) (B19, Apoc.19:6). Esse reconhecimento remove o medo de que nós—ou outros—possamos ser influenciados erroneamente por algo fora de Deus. Gosto da reafirmação da Sra. Eddy que a “compreensão, mesmo em pequeno grau, de que Deus é todo o poder que existe, destrói o medo e firma os pés na verdadeira vereda...” (CS31, p. 454). MESMO EM PEQUENO GRAU! Não precisamos compreender no todo—basta firmar-nos no que sabemos! Nenhum mandato ou reino para o ódio. “O Amor está entronizado” (idem). Assim, precisamos aceitar nossa cidadania no reino do céus e saber que a cidade quadrangular é a única em que cada um permanece. Nenhum mal pode aí penetrar!

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Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, CS, 314-323-4083 kathyfitzerCS@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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