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Veja o trabalho ARTESANAL de Deus e sinta como ele te eleva! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: É o Universo, que inclui o Homem, Evoluído pela Força Atômica?

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, June 12th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Veja o trabalho ARTESANAL de Deus e sinta como ele te eleva!
12 a 18 de junho de 2017

É o Universo, que inclui o Homem, Evoluído pela Força Atômica?

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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O Texto Áureo da lição desta semana oferece uma linda imagem do braço estendido do Amor, circundando e sustentando toda a criação com sossego e conforto: “Ah! Senhor Deus, eis que fizeste os céus e a terra com teu grande poder e com teu braço estendido; coisa alguma te é demasiadamente maravilhosa” (Jeremias 32:17).
A Leitura Alternada (Jó 36:22, 24,25; 17;2, 5, 14-16, 18; Salmos 19:1) expande esse conceito do poder de Deus com o imaginário da voz de Deus trovejando maravilhosamente e o poder do Amor equilibrando as nuvens.
Esse imaginário me faz lembrar de uma experiência quando eu tinha 17 anos. Estava com minha família fazendo rafting num rio de muitas cachoeiras. A água estava turbulenta e gelada, num nível altamente acelerado até mesmo para este rio. Num certo trecho muito traiçoeiro, entramos numa rápida chamada de “toalete”, apelido que descreve a turbulência e redemoinhos. Quando adentramos a “toalete” fui jogada para fora do barco e logo me vi sob ele, cercada por águas muito agitadas. Parecia não haver esperança para mim de sair nadando daquela situação. Nunca esquecerei o que aconteceu depois.
Senti nitidamente uma mão me erguendo. Senti realmente como se estivesse numa palma gigantesca, com os dedos ao meu redor. Essa mão me levantou até a borda do barco de onde minha mãe, com uma força que me pareceu impossível humanamente, me puxou para dentro do barco. O restante da jornada foi um pouco menos excitante, mas certamente foi bom sentir-me aquecida novamente depois de sair do rio.
Não tenho como explicar de outra maneira, mas sei que a mão que senti naquele dia foi a mão do Espírito infinito e todo-poderoso. E a força que minha mãe demonstrou foi a força do Amor que a habilitou a tirar sua filha do turbilhão que a sugava para o fundo.
O tema do braço estendido de Deus, que se repete ao longo da lição, me recorda da força e segurança que eu senti naquele dia. Não me arrependo da minha experiência nas corredeiras. Sentir a mão de Deus e a força de Seu braço estendido (expressada por minha mãe) foi um presente que jamais esquecerei.

Seção 1: O trabalho artesanal de Deus.
Não deixa de ser tentador escorregar para a mentalidade de que tudo deve ter um começo em algum lugar. Mas quando olhamos mais de perto, vemos claramente que “começos” são impossíveis. A Bíblia tem vários modos de explicar isso, e a lição desta semana usa a metáfora de que as mãos de Deus formaram o universo, inclusive o homem: “[…] na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força” (B1, 1Cron.29:11-13).
Acho inspirador considerar essa metáfora do braço estendido de Deus e das mãos fortes e hábeis junto com a mensagem da Mente divina e do Amor divino. Pensar na Mente divina como tendo um braço estendido que nos conforta oferece um novo modo de conceber a natureza de Deus.
Como “braço” e “mãos” são temas recorrentes na lição da semana, achei que seria interessante trazer definições dessas palavras como se leria no Glossário de Ciência e Saúde. Sintam-se livres para trazer outras definições a seu gosto.
Braço: força, poder, um símbolo da onipotência de Deus protegendo e abraçando o universo, inclusive o homem; ao mesmo tempo forte e terno. “Gentil presença, gozo, paz, poder” (Hinário da Ciência Cristã, Hino 207).
Mão: A mão do Senhor cria a delicada tapeçaria e a montanha gigantesca com o mesmo cuidado e atenção; cada folha de grama e cada estrela no céu são colocadas pela mão de Deus; que tudo sabe, que tudo ama, a mão de Deus conhece cada cabelo de nossa cabeça e cada folha das árvores; a um só tempo poderosa e terna: “Ele tem o mundo inteiro em Suas mãos. Ele tem cada criança em Suas mãos.” A Mente divina, a mão divina, sempre existiu e sempre foi tudo. Sempre coexistimos com a Mente. Não temos um começo. Somos coexistentes e eternos com a Mente.
Como escreve a Sra. Eddy: “O infinito não principia. A palavra princípio é aqui empregada para significar o único – isto é, a eterna realidade e unidade constituída por Deus e o homem, incluindo o universo. O Princípio criador—a Vida, a Verdade e o Amor—é Deus. O universo reflete a Deus” (CS1, p. 502).
Ademais, não poderiam existir dois poderes criativos. O infinito, Deus, É o bem. O Bem não é uma descrição de Deus. O Bem é o que Deus É. Não há outro poder senão Deus. Como lemos nesta primeira seção: “Só quando se compreende que existe um único poder—não dois poderes, a matéria e a Mente—é que se chega a conclusões lógicas e científicas” (Cs5, p. 270). “Todas as coisas são criadas espiritualmente. A Mente, não a matéria, é a criadora” (CS6, p. 256). A mão de Deus, não a força atômica, é a criadora.

Seção 2: O braço estendido da Mente atinge o infinito.
Esta seção descreve o poder do "braço estendido" do Senhor. Ela descreve a mão e o braço fortes do Amor que governam sobre tudo (B4, Isaías 40:10-26).
Um amigo querido ensinou-me recentemente sobre um conceito chamado "infinito contável". É a ideia de que, embora possamos contar os fios de cabelo na cabeça das pessoas, por exemplo, não poderíamos contar todos os fios de cabelo em todas as cabeças ao longo do tempo. Portanto, os fios de cabelo representam um infinito contável.
Da mesma forma, podemos identificar as estrelas individualmente e muitas delas até têm nomes. Mas não poderíamos contar todas as estrelas no universo. As estrelas são outro exemplo de infinito contável.
Mas a Mente que tudo sabe, com o braço estendido ao redor de toda a criação, pode alcançar e contar todo o infinito. A Mente pode enumerar todos os fios de cabelo em nossa cabeça. E a Mente conhece toda a criação. A Mente "na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a palmos” e “recolheu na terça parte de um efa o pó da terra e pesou os montes em romana e os outeiros em balança de precisão” (B4, Isaías 40:12).
A Mente divina é perfeitamente capaz de acompanhar o infinito contável. A Mente divina "conta o número das estrelas, chamando as todas pelos seus nomes" (B6, Salmos 147:1-5).
Eu acho útil substituir a palavra matéria pela palavra "limite" ou “limitação” quando estou lendo Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras. Esta substituição me ajuda a entender que matéria é qualquer coisa com um começo ou interrupção; qualquer coisa que seja dependente de uma teoria da força atômica do universo. O braço estendido do Senhor não tem limites.
Veja como a substituição pode me ajudar a entender essa citação: "A verdadeira teoria sobre o universo, que inclui o homem, não está na história [limitada], mas no desdobramento [ilimitado]. O pensamento inspirado renuncia à teoria [limitada], sensual e mortal sobre o universo, e adota o [ilimitado] e [o que nunca começa ou para] (CS8, p.547).
Outra das minhas ideias favoritas para refletir é que a criação é completa e se desdobra. A criação está completa e, no entanto, ainda estamos aprendendo sobre isso. Não é que a criação esteja crescendo (sendo acrescida). A criação já está completa, por isso está sendo revelada. Nós não conseguimos entender a criação de uma só vez e é por isso que ela é revelada para nós, desdobrada gradualmente.
Esta citação me ajuda a ver a natureza da criação completa e se desdobrando: "A Ciência Cristã apresenta desdobramento, não acréscimo; não manifesta nenhuma forma de crescimento [limitado] da molécula à mente, e sim um emanar da Mente divina ao homem e ao universo" (CS9, p.68). "Por isso a [natureza ilimitada] do universo é o único fato da criação" (CS12, p.471).

Seção 3: A cura de Jesus demonstra o braço estendido.
A natureza infinita de Deus e a ideia de criação completa e se desdobrando/revelando são conceitos inspiradores e nós, provavelmente, temos momentos para apreendê-los. Mas nossos cinco sentidos parecem nos dar muitas evidências sugerindo que as coisas começam e param; que há um começo e um fim para a vida e o mundo que nos rodeia. Quando experimentamos vislumbres da realidade ilimitada/espiritual, isso nos permite, por meio de um raciocínio indutivo, saber que há muito mais do que o sentido limitado/material sugere.
Quando tudo parece limitado/material, mas depois experimentamos um vislumbre do bem ilimitado e infinito da realidade, isso é cura. E é certo que experimentemos a cura de uma maneira que possamos ver, ouvir, sentir e tocar. A cura é um vislumbre da realidade, um toque da mão de Deus. E cada cura que temos é uma demonstração da verdade do existir/ser, a verdade da criação, a verdade de que o universo, inclusive o homem, não foi desenvolvido pela força atômica.
Na terceira seção, lemos sobre Jesus curando o homem com a mão ressequida. Jesus fez uma nova mão? Não. Jesus viu que a mão do homem já estava sã e completa, e sua compreensão pura e consciente da mão do homem criada de maneira completa, foi suficiente para trazer os outros ao seu modo de ver.
A mão do homem não foi criada a partir do nada. A mão do homem foi desdobrada/revelada. O braço esticado de Deus foi demonstrado quando este homem esticou a mão. A mão do homem já estava completa e se desdobrando/revelando ao mesmo tempo. E a consciência de Jesus sobre a integridade do homem, refletindo a integridade da Mente, foi suficiente para promover a cura (B13, Mateus 12:9-13). Podemos não entender ou ver toda a criação ao olhar com um sentido limitado, mas quando oramos, podemos ver mais e a criação é desdobrada/revelada para que possamos experimentar mais nosso existir verdadeiro. Isso é cura.
A cura de Jesus do homem com a mão ressequida mostra a natureza ilimitada da realidade, a verdade do existir. A demonstração ousada de Jesus nos dá um vislumbre que nos ajuda a ver – por meio do raciocínio indutivo – tudo o que é verdade sobre a criação. Todos nós somos completos (CS13, p.18; CS14, p.398).
O que Jesus fez não foi mágico, não foi um milagre. Era cientificamente lógico que no momento em que Jesus compreendia a integridade da criação da Mente, isto resultasse na cura (CS16, p.83).
Quando outros viam o homem como tendo uma mão ressequida, vendo-o como limitado, eles estavam vendo "falsificações mal feitas do universo invisível e do homem [ilimitado]" (CS17, p.337).
Aqueles de nós que compreendemos e sentimos o poder do braço metafórico do Amor envolvendo todo o universo e a cada um de nós, sentimos o poder de cura desse braço. A última citação da seção três descreve isso, pois faz eco da ideia do Texto Áureo:
· “Ah! Senhor Deus, eis que fizeste os céus e a terra com teu grande poder e com teu braço estendido; coisa alguma te é demasiadamente maravilhosa” (Texto Áureo).
· "Aquele a quem ‘o braço do Senhor’ é revelado crerá na nossa mensagem e, regenerado, se elevará a uma vida nova” (CS18, p.24).

Seção 4: Jesus estendeu seu braço para curar o leproso
Na quarta seção, Jesus cura um leproso. Igualmente como a cura na terceira seção, esta cura não foi mágica, não foi um milagre. Foi o resultado normal e natural da compreensão de Jesus de que a criação da Mente é completa e de que nada à parte da Mente poderia existir. A lepra não foi criada pela Mente divina. A compreensão clara de Jesus de que o universo, incluindo o homem, não pode conter nada diferente da Mente perfeita, foi suficiente para corrigir a crença de lepra e ela desapareceu da experiência daquele homem (B17, Lucas 5:12,13,15).
Na cura da lepra, Jesus estendeu o braço para alcançar e tocar o homem, o que, de fato, demonstrou o que Deus, a Mente, faz por toda a criação. Assim como Deus estende seu consolo para curar todo o universo, incluindo o homem, Jesus estendeu a mão para consolar e curar o leproso. O "braço estendido da retidão" de Jesus foi suficiente para restaurar o pensamento correto em ação (CS20, p.365).
Mary Baker Eddy oferece uma maneira valiosa de compreender o que significa colocar as mãos sobre os doentes, assim como Jesus o fez. Ela explica: "Jesus disse: ‘Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: … se impuserem as mãos sobre os enfermos, eles ficarão curados.’ Quem acredita nele? Ele estava se dirigindo aos discípulos, no entanto não disse: ‘Estes sinais hão de vos acompanhar’, mas hão de acompanhar aqueles – ‘aqueles que creem’, em todos os tempos vindouros. Aqui a palavra mãos é usada metaforicamente, como a palavra destra é usada no texto ‘A destra do Senhor se eleva’. Expressa poder espiritual; do contrário a cura não poderia ter sido efetuada espiritualmente (CS21, p.38).

Seção 5: Jesus esticou a mão para segurar Pedro.
A seção cinco contém mais uma ilustração do poder do braço estendido de Deus. Somos lembrados a louvar a Deus: "O teu braço é armado de poder, forte é a tua mão, e elevada a tua destra" (B19, Salmos 89:5,8,9,13). E depois disso lemos sobre Jesus, não só caminhando sobre a água, mas também segurando a Pedro com a mão estendida antes que ele caiasse no mar.
Um dos muitos aspectos que me impressionam na história de Jesus andando sobre as águas e segurando Pedro é que parece que o discípulo ainda estava longe de Jesus quando clamou "Socorro, Senhor!". Mas a distância entre Jesus e Pedro não fez nenhuma diferença. Jesus imediatamente estendeu a mão para pegar Pedro e conseguiu alcançá-lo apesar da distância. Qual a distância que você acha que Pedro deveria estar de Jesus? Será que Jesus ainda teria apanhado Pedro se ele estivesse a dois metros de distância? Eu acho que sim.
Outro aspecto impressionante dessa história é que Jesus andou em cima da água e fez força suficientemente forte sobre ela capaz de erguer a Pedro, pressionando o peso de dois homens contra a água. Claro, não faz nenhuma diferença quanto de força Jesus fez sobre a água. Não fazia diferença o quanto ele pesava, que tipo de sapatos usava, ou se sua túnica era pesada. Também não fez nenhuma diferença se aquela água era doce ou salgada. Jesus já havia se erguido acima de um sentido limitado ou material de substância sobre a qual ele estava caminhando.
Enquanto ainda estamos aprendendo sobre a criação, Jesus já havia compreendido que estava caminhando sobre forças do pensamento. A criação está ainda se desdobrando/revelando em nossa experiência para que possamos compreendê-la completamente, mas a pureza e clareza de Jesus permitiram que ele se elevasse acima de um senso limitado de substância. Como Mary Baker Eddy escreve: "O Espírito é a vida, a substância e a continuidade de todas as coisas. Andamos sobre forças. Se elas fossem retiradas, a criação teria de desmoronar. O conhecimento humano as denomina forças da [limitação]; mas a Ciência divina declara que elas pertencem por inteiro à Mente divina, são inerentes a essa Mente, e assim as reintegra na origem e classificação que de direito lhes pertencem” (CS27, p.124).

Seção 6: “A destra do Senhor se eleva.”
A última seção reitera a ideia sobre a mão do Senhor, e também sobre a noção de que não há começo nem fim para a criação. Deus é o Alfa e o Omega – o único – o braço eterno, que cria e governa o universo, que ao mesmo tempo está completo e se desdobrando/revelando (B23, B24, B25; Salmos 145:3, 4, 11–13, Salmos 62:11, 12, Apocalipse 1:8).
Ao longo da lição desta semana, lemos sobre a força do braço do Senhor, e que "Não existe poder a não ser o de Deus" (CS28, p. 228).
Embora sejamos a criação completa da Mente, ela está sendo desdobrada/revelada. A criação perfeita está sendo revelada e podemos descobrir cada vez mais sobre essa revelação através da oração. Mary Baker Eddy explica a descoberta espiritual da criação: "Ao longo de muitas gerações as crenças humanas vão ganhando concepções mais divinas, e o modelo imortal e perfeito da criação de Deus será finalmente visto como a única concepção verdadeira do existir" (CS32, p. 260).
Vislumbres e revelações da criação perfeita de Deus (da obra perfeita de Deus) é o alcançar da cura. À medida que vislumbramos o braço do Senhor e sentimos o conforto da mão de Deus, experimentamos a cura na forma da qual podemos ver, ouvir, sentir e tocar.
Assim como experimentei a mão do Senhor me levantar do rio e me puxar para o barco, nós também podemos vivenciar o poder e o conforto do braço estendido de Deus em nossas vidas. "A destra do Senhor se eleva; a destra do Senhor faz proezas.” (B22, Salmos 118:16).

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Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, CS, Boulder, Colorado ccern@mac.com • 720-331-9356
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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