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Bebei Livremente da Fonte da Vida. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Vida.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, July 10th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Bebei Livremente da Fonte da Vida
10-16 de julho de 2017
Tema: A Vida

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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O que é a Vida? O que é necessário paras sustenta-la?
De acordo com a biologia, a vida ainda está sendo definida. Vista de maneira simples, a vida é vista genericamente como um grupamento de células que consomem e convertem nutrientes em energia útil e acumulável, que mantêm um ambiente interno sustentável apesar de condições externas, que crescem, reproduzem, respondem a estímulos e evoluem (ver https://www.khanacademy.org/science/biology/intro-to-biology/what-is-biology/a/what-is-life). Cada um desses critérios pode também ser encarado de um ponto-de-vista espiritual e, como se pode notar, alguns deles são abordados na Lição desta semana. De acordo com a Ciência Cristã, Deus é a Vida.
Continuando a questão das necessidades de sustento da vida, acredita-se que, basicamente, toda vida requer: água líquida, elementos químicos essenciais e uma fonte de energia (ver http://phillips.seti.org/kids/what-life-needs.html). Embora Deus não seja citado nessas listas, há também algum paralelo aos três critérios de sustentabilidade nas Escrituras. O Texto Áureo (Salmo 36:9 - “em Ti está o manancial de vida, na tua luz vemos a luz”) indica que em Deus nós temos preciosas conveniências: amor constante, um manancial de vida e uma fonte de luz. O amor constante de Deus nos provê com os elementos essenciais de nossa verdadeira natureza. Deus também é visto como “manancial de vida”—que corresponde à necessidade de água. E pensar em Deus com luz e que proporciona luz, nos leva a pensar em Deus como uma fonte de energia.
O teólogo John Calvin (1509-1564) chama a atenção que aqueles que veem o mundo de uma base meramente material consideram Deus como tendo muito pouco a ver com a vida, se é que tenha de verdade. Comentando a respeito do Salmo 36 (TA) ele escreve: “Os ímpios não reconhecem que é em Deus que eles vivem, se movem e têm seu ser/existir, mas imaginam que sejam sustentados por seu próprio poder; mas ao contrário, Davi afirma que ... o manancial da vida está em Deus. Com isso ele quer dizer que não existe nem uma gota de vida sem Ele, ou que não flua de Sua graça. A metáfora da luz, no final do versículo, enfatiza tacitamente a conotação que os homens são destituídos de luz, a menos que o Senhor resplandeça sobre eles.” Quando estudarem a lição dessa semana, tomem tempo para ponderar qual o grau de seu reconhecimento de Deus como a fonte e a luz da vida.
Quanto à Leitura Alternada (Jeremias 17: 7,8,14: Provérbios 6; 20,21,23; 3:1,2,4), vemos que o homem é criado por Deus, e por Ele sustentado—alimentando-nos e sendo nossa fonte de luz. Jeremias nos diz que aqueles que esperam no Senhor são como árvores plantadas junto às águas. Mesmo no calor, ou quando as condições são adversas, as raízes profundas podem obter nutrição, possibilitando assim que deem fruto independente das condições externas.
Os Provérbios nos urgem a obedecer os mandamentos e as leis dados por nossos pais para orientação, saúde, vida longa e paz. Isto não se refere a regras caseiras arbitrárias, mas a instruções espirituais. John Gill (1697-1771) refere-se a esses mandamentos como um “sistema de preceitos fundado e em concorde com a revelada vontade de Deus, e, assim sendo, deveriam ser guardados e mantidos no coração, e não esquecidos; e deveriam ser observados e obedecidos ao longo de toda a vida, como foi o mandamento do próprio Deus…”
Prestar atenção a essas leis serve como lâmpada para alumiar nosso caminho ao longo da jornada de nossa vida. Alguém que tenha passado algum tempo em uma caverna pode falar como ter uma lanterna faz uma tremenda diferença para sua segurança e progresso. Sem uma luz, nossos passos seriam lentos e inseguros. Talvez ficássemos tão receosos de cair ou de errar o caminho a ponto de ficar paralisados, incapazes de seguir em frente. A luz não só nos indica o caminho a seguir, como os lugares perigosos a evitar. Albert Barnes (1798-1870) faz a seguinte colocação: seguir a lei de Deus dá-nos bom entendimento “por meio do qual saber teu dever, e discernir entre o bem e o mal.”

Sessão 1: A Vida é a Mente, o Criador refletido em Suas criações.
Continuando a analogia de Deus como a fonte de águas vivas, a lição cita a declaração do salmista de que sua alma tem sede de Deus (B1, Salmos 42: 2, 8, 11). Genericamente falando, coisas vivas precisam de água para continuar a viver. Alguns comentaristas da Bíblia observam que a mitigação de uma grande sede é mais urgente do que satisfazer a fome, pois tomar água provê imediato refrigério e pode aliviar a fome também; ao passo que consumir alimentos requer algum tempo até ser benéfico. Além disso, consumir alimento às vezes precisa de refresco líquido para ajudar e facilitar a digestão. Esta analogia estimula a conclusão de que quem busca sinceramente a Deus é levado ao método mais eficiente possível para satisfazer suas necessidades.
O salmista não tinha sede por deuses e ídolos do mundo pagão, mas pelo Deus vivo, que só Ele podia dar-lhe vida. O salmista usa a analogia da luz: dando-nos luz, Deus nos dá o dia—“o dia que o Senhor fez” (B2, Salmos 18: 24, 27, 29). Muitos comentaristas acreditam que esse “dia” se refira ao sábado—o dia da completude, quando Deus declarou que tudo que tinha feito “era muito bom.” Aos crentes, o sábado é também um dia para romper com tumultos e conflitos tão comuns nos demais dias da semana, e voltar seus pensamentos a Deus. Em Jó, Eliú declara que o Espírito de Deus é a fonte de sua vida (B3, Jó 33:4). Espírito significa inspiração ou respiração, e poderia ser pensado como um dos elementos essenciais que sustentam nossa vida.
Cada uma das três citações bíblicas deixa claro de que Deus é a única fonte de vida, e essa vida satisfaz nossas necessidades básicas da maneira mais eficaz. BEM vai um passo além. Deus não só nos dá vida, luz e os elementos essenciais que nos constituem—Deus é a Vida. Vida é um dos diversos nomes usados nas Escrituras para Deus (CS1, p.275). Nossa Líder define a Vida como: “a Mente, o Criador refletido em sua criação” (CS2, p.331). Pense por um momento nessa declaração. Usualmente quando as pessoas usam a palavra “vida” estão descrevendo um grupo coletivo de coisas ou seres que crescem, reproduzem e se adaptam ao seu ambiente. Mas a Sra. Eddy nos diz que a Vida é o Criador refletido nas Suas criações.” Assim, a vida que vemos ao nosso redor é, na verdade, Deus sendo refletido em Sua própria obra.
A Sra. Eddy define “Dia” como a “irradiação da Vida” (CS3, p.584). O “dia que o Senhor fez” não é definido por relógios ou calendários. É o desdobramento do bem. Tudo o que aparece aos sentidos como ocorrendo no tempo, desaparece quando a luz de Deus ilumina a compreensão espiritual. Tudo na criação divina tem acesso total à essa luz e nunca pode dela ser separado (CS4, p.215). Avançando um pouco com essa analogia da luz, tudo o que é real—tudo o que Deus fez—é semelhante à luz. É uma presença. Quando a luz está presente, as trevas se vão. A escuridão representa o que Deus não criou—o pecado, a preocupação/pesar, doença e morte. Deus, sendo Tudo, não há nada além dEle. A luz desfaz as trevas, e a luz da Verdade, Deus, desfaz todo erro aparente. Mas, lembrem-se de que as trevas são apenas uma suposição—uma crença falsa—que faz o erro parecer real. Em verdade, a luz nem precisa deslocar as trevas porque a luz de Deus abrange tudo. Afinal de contas, é só do ponto de vista da falsa crença que o erro existe.
Finalmente, tocando de leve na origem da vida, nosso livro-texto nos diz que só “o Espírito, a Alma, pode evoluir a Vida” (CS5,p. 335). Isto confirma que a Vida se cria a si mesma. A matéria não tem nada a ver com a Vida: ela não evolui, cria nem sustenta a Vida.

Seção 2: O Caminho da Retidão leva à Vida
Um bom bocado de esforço é devotado em prolongar a vida material. Eu quase escrevi “vida humana”. Mas o fato é que muito esforço é aplicado em preservar e prolongar todo tipo de vida—incluindo das plantas e dos animais. Quanto aos humanos, as pessoas fazem exercícios e se alimentam corretamente, e seguem todo tipo de recomendação que lhes é posta a fim de viver o máximo possível. Mas as Escrituras ensinam um outro caminho para a vida—o caminho da retidão (B5, Provérbios 12:28). Esse caminho justo é aceso/iluminado quando seguimos a palavra de Deus (B4, Salmos 119). Não há morte quando seguimos esse caminho. O Gênesis conta a história de Enoque (B6, Gênesis 5:23,24) —uma das três únicas pessoas registradas na Bíblia que ascenderam em vez de morrerem na carne. O livro de Hebreus diz “que Enoque foi transladado para que não visse a morte” pois agradara a Deus (B7, Hebreus 11:5). Reparem que o caminho para a vida eterna não significa que viveremos para sempre numa forma material. Vida eterna quer dizer despertar para nossa unidade com Deus. completamente livre de qualquer crença em tempo. Em verdade, não existe tempo nenhum; é como está em II Pedro “…para o Senhor, um dia é como mil anos…” (B8, 2 Pedro 3:8).
O livro-texto diz que quanto mais confiamos em Deus, tanto mais longos serão nossos dias (CS6, p.487). Se voltarmos à definição de “Dia” no Glossário veremos que quanto melhor compreendermos que a Vida é imorredoura, tanto mais brilhará nossa luz, e com mais clareza veremos a realidade de todas as coisas.
Na sua resposta à pergunta: “O que é a Vida?”, nossa Líder escreve: “A Vida não tem começo nem fim. A eternidade, não o tempo, é o que expressa a ideia da Vida, e o tempo não faz parte da eternidade (CS7, p.468). A eternidade não tem nada a ver com tempo. Ela é o fato presente—o eterno “agora”. Enoque podia “…[ter] andar [do] com Deus” pois não se baseava no testemunho dos sentidos para informar quem era, onde estava ou como era. Ele só confiava em Deus (CS8, p. 214).
Mencionamos antes que mesmo não havendo realidade nas trevas, ao sentido humano parece que a luz desfaz as trevas. De igual modo, mesmo não havendo tempo na eternidade, ao sentido humano, uma compreensão melhor de eternidade é evidenciada em maior longevidade (CS9, p.492). No final das contas o quadro mortal será substituído pela realidade da vida imortal. A citação CS10, p. 266) cristaliza as ideias da Lição até aqui: o Homem é a ideia de Deus (a Mente refletida em Sua Criação), e ele vive no dia de Deus, irradiando a luz da vida como reflexo de Deus—intocado pelo tempo, pelo pecado, pela fragilidade e pela morte. Ele não vive para sempre na matéria, mas coexiste com Deus, para sempre.

Seção 3: A vida não depende da comida que você come
O salmista declara que Deus é a luz e a força da vida (B9, Salmos 27:1). Esta garantia nos liberta de todo medo. Ele também menciona a mansidão como uma qualidade necessária para alcançar a verdadeira satisfação e promete que aqueles que louvarem ao Senhor viverão para sempre. Acrescente a isso a mansidão e o louvor e você tem uma combinação que leva à vida eterna (B10, Salmos 22:26). Vale ressaltar que Albert Barnes aponta que "a mansidão", neste caso, denota aqueles que estão aflitos, os pobres e os angustiados. Isso significa que os mansos – os aflitos, os pobres e os angustiados - encontram seu caminho para vida por meio do louvor a Deus, mesmo nas piores circunstâncias.
Na busca de uma vida longa e saudável, muitas pessoas procuram na dieta o fator chave na manutenção da melhor condição física. Certamente, não há nada de errado em comer alimentos saudáveis e apoiar práticas responsáveis de produção, industrialização e distribuição de produtos alimentícios. Mas o exagero nas dietas leva alguns a ficar obcecados com essas leis e modismos.
Ter medo do que comemos ou do que não comemos dá mais poder à comida do que a Deus. A Bíblia conta a história de como, durante uma grande fome, Eliseu pediu a um profeta para encontrar algumas ervas a fim de fazer um ensopado. A pessoa acabou inadvertidamente colocando frutas amargas tóxicas na panela. Alguns comentaristas bíblicos creram que as frutas eram conhecidas como "coloquintida", cujo apelido era "o galo da terra" - algo não muito apetitoso. Quando tentaram comer o cozido apelaram desesperadamente a Eliseu para obter ajuda (B11, 2Reis 4:38-41). O registro diz que Eliseu instrui-os a adicionar comida ao pote [ou um pouco de farinha], pelo qual o ensopado tornar-se-ía comestível. Claro, na visão da Ciência Cristã, a adição do ingrediente nada tinha nada a ver com isso. Eliseu era um profeta, e exercia seu sentido espiritual para curar a situação.
Geralmente as pessoas gastam muito tempo discutindo e se preocupando com o que devem comer. Mas o Mestre, Cristo Jesus, estabelece: "Não se preocupem com a comida e com a bebida que precisam pra viver nem com a roupa que precisam para se vestir [...]" (B12, Mateus 6:25,32,33, NTLH). E acrescenta nos dizendo que nossas necessidades são conhecidas e supridas em todos os momentos, e, se buscarmos o reino de Deus em primeiro lugar, tudo o que precisamos será nosso.
Nosso livro-texto ensina que Deus alimenta e veste toda Sua criação (CS11, p.507). Também ensina que nossas plantações dão frutos ao comando de Deus (CS12, p.530). A Sra. Eddy, muito a frente do seu tempo, aborda a crença de teorias nas dietas alimentares. Ela ressalta a natureza contraditória das leis dietéticas que oscilam periodicamente de um extremo a outro (CS13 e 14, p.389 e p.388). Com base na premissa de que Deus é a nossa Vida, a comida não tem poder para nos ajudar ou prejudicar. A comida só parece nos prejudicar se cedemos à crença de que ela pode. Eddy sugere que, ao invés de evitar certas comidas que tememos, podemos, ao invés disso, eliminar a falsa crença de que a comida seja prejudicial. Uma vez que a crença se desfaz, o problema é resolvido. Assim como a solução que Eliseu prescreveu neutralizou o veneno do ensopado, as verdades da Ciência Cristã neutralizam os erros das leis das dietas materiais (CS15, p.157). Deus, o Princípio divino, é a nossa Vida e Deus só produz harmonia (CS16, p.304).

Seção 4: Temos de procurar o bem nos lugares certos
Onde você procura segurança em sua vida? O salmista tinha grande conhecimento sobre o procurar a felicidade em fontes materiais. Ele não procurou riquezas terrenais pois sabia que sua herança só era encontrada em sua filiação com Deus (B13, Salmos 16:5,6,10,11). Ele não só sabia que Deus seria sua fonte de suprimento para sempre, mas que, se ele se encontrasse em problemas, não importava o caminho que pudesse estar, Deus não o deixaria sem ajuda. O verdadeiro caminho da vida é acessível em todos os momentos. Como João Calvino escreve: "Essa alegria verdadeira e sólida em que as mentes dos homens podem descansar nunca será encontrada em nenhum outro lugar senão em Deus; e que, portanto, ninguém, senão os fiéis, que estão satisfeitos com a graça dEle, podem ser perfeita e verdadeiramente felizes “.
Infelizmente, muitas pessoas consideram a vida através da perspectiva sobre a qual "O que posso ganhar? Quanto posso acumular? O que há para mim?" E assim por diante [...] Certa vez vi um adesivo em uma caminhonete que dizia algo sobre o resultado de que “morre também aquele que ganha e quem tem mais brinquedos”.
Procurar pelo que se pode ganhar na vida e defini-la por meio da acumulação de bens é um caminho vazio, porque se tudo o que se está procurando na vida é acumular "coisas", não importa quantas "coisas" se tenha, a pessoa sempre vai querer mais. Gastar recursos em consumo egoísta e desejos frívolos é um caminho vão. O verdadeiro cumprimento e a plenitude da vida é o produto de dar e não de receber. Enquanto a busca da felicidade por meio do materialismo é um bem que nunca pode ser preenchido, uma vida de doação leva à alegria que nunca pode ser esgotada.
Se nos colocássemos no lugar do filho pródigo (B15, Lucas 15:1,3,11-17,20-22,24), poderíamos acreditar que teríamos acertado em cheio. Após ousadamente pedir nossa herança, enquanto nosso pai ainda estivesse vivo, e ter recebido de fato tudo dele! Mas o jovem filho pródigo da história está contemplando no lugar errado a busca da felicidade e da realização. Sem nenhuma surpresa tudo se perdeu. Seu desperdício e sentimento de alegria equivocada leva-o à miséria e ao vazio. Durante o momento mais difícil, ele percebe seu erro e volta para casa. É difícil dizer se muitos pais humanos aceitariam o filho de volta e o recolocariam com tanta bondade quanto o pai nessa história. Mas, é claro, aquele pai representa o nosso divino Pai-Mãe Deus.
O livro Ciência e Saúde ensina que somos descendentes de Deus (CS17, p.63). Deus é a nossa "fonte primordial [original] e suprema [final] do [nosso] existir". Realmente não podemos encontrar a felicidade e a realização em nada senão em viver espiritualmente (CS18, p.264). Mesmo que tentemos muito, mas procurar coisas materiais traz pouca luz ou alegria (CS20, p.548). Procurar a felicidade na carne é como olhar para um buraco escuro em busca de luz. Mas ainda nada está perdido. Essas duras experiências servem para nos volvermos a Deus (CS21, p.322). À medida que aprendemos a abandonar a crença de que a vida esteja na matéria, então começamos a aprender que a Vida é Deus. Às vezes, temos de nos esforçar para deixar o mal, mas o objetivo é "não ter nenhuma outra consciência a não ser o bem". Isso pode parecer uma ordem tão elevada que poderia levar anos, senão décadas, para realizar. Mas, de acordo com nossa Líder, não precisa ser assim. Ela nos diz: "Se acreditas no que é errado e o praticas conscientemente, podes, de imediato, mudar teu proceder e fazer o que é certo" (CS22, p.253). O ímpeto para ser bom e buscar o caminho da justiça que leva à vida eterna vêm diretamente de Deus. Isso destrói os falsos apetites e resplandece a luz sobre a nossa verdadeira individualidade (CS23, p.288).

Sessão 5: A Vida é real, e a morte é a ilusão
A maioria das pessoas diria que o maior medo delas sobre a vida é a morte. Sem dúvida, este medo está baseado na crença de que vivemos num corpo material, que nossa existência é frágil e está à mercê de condições materiais. Em todas as Escrituras somos ensinados a pôr toda nossa confiança em Deus (B16,Salmos 56:11, 13). Assim agindo aliviaremos os temores de um passamento carnal. Nosso Pai celestial nunca nos deixa nas trevas. A luz viva da Verdade sempre nos mostra o caminho.
Tal como a história do filho pródigo, a história de Lázaro (B17, João 11: 1, 5-7, 17, 32-34, 38, 39, 41, 42, 43, 44). também é muito conhecida. Ao senso humano a condição de Lázaro era urgente. Mas Jesus ficou perfeitamente em paz. Embora ciente da aparente gravidade da condição de Lázaro, ele nunca aceitou o quadro material como verídico. Quando lá chegou a situação parecia irreversível. Ao senso humano a morte parece ponto final. Maria, tal como outros, pensou que era tarde demais para Jesus ajudar. A Bíblia diz que Jesus murmurou quando viu a profundidade do sofrimento ao seu redor. Movido, seja pela tristeza geral da condição humana, seja pela falta de fé dos que o rodeavam, ele age em oposição ao que os sentidos afirmavam. Recusando-se a aceitar qualquer sugestão de derrota ou perda de oportunidade, Jesus ordena que removam a pedra da tumba e, agradecendo a Deus, chama Lázaro para fora. Aqui Jesus venceu a aparente derrota, na face de uma aparentemente esmagadora oposição
Ciência e Saúde nos diz que “A vida é real, e a morte é a ilusão” (CS24, p. 428), lembrando-nos que podemos esperar poder provar a afirmação de Jesus: “se alguém guardar a minha palavra, não verá a morte.” Recontando em como Jesus ressuscitou a Lázaro, a Sra. Eddy indica que Jesus nunca acreditou que Lázaro tivesse morrido. Se tivesse, não teria podido ressuscita-lo (CS25, p. 75). Como mencionado antes, ao senso mortal, a morte “é o rei dos terrores”. Mas o Cristo ainda pode vencer a morte, provando assim que ela é apenas uma ilusão do senso material (CS26, p. 289). A vida real do homem é “inteiramente separada” da crença de vida na matéria (CS27, p. 14). Contudo, isso não quer dizer que nossa vida “verdadeira” esteja em algum outro lugar. Nossa única vida real está aqui, e agora. A crença de vivermos na matéria não é real agora, nem nunca foi—mesmo temporariamente. Vida na matéria é apenas uma ilusão—uma falsa afirmação de nossa vida verdadeira.

Seção 6: Jesus nos ensinou o caminho
No início da Lição vimos que águas vivas foram usadas como metáfora para Deus como a Vida. Encerramos com a mesma ideia. A fonte da Vida é a compreensão espiritual (B18, Provérbios 16:22) porque nosso pensamento determina nossa experiência. Quanto mais sabemos da Vida real, tanto mais a experimentamos (ou vivenciamos). Cristo Jesus ensinou o caminho para a Vida eterna. Compreender sua missão e o que ele ensinou sobre Deus e o homem abre o caminho para saber que estamos nEle—vivemos em Deus.
A Sra. Eddy viu o que Jesus ensinou não como algo em que deveríamos meramente crer e esperar que se tornasse verdadeiro. Ela o viu como uma Ciência—como fato atual—que poderia ser demonstrado e provado agora mesmo (CS28, p. 43). Ela diz que é algo que todos temos de aprender. A Vida não é matéria animada. A Vida é Deus. Ela nos desafia a examinar-nos e ver se estamos ou não vivendo e demonstrando o poder sanador que acompanha a compreensão de que Deus é nossa Vida (CS29, p. 496). Muitos comentaristas bíblicos combatem o conceito de que vivemos “em” Deus. Consideram-no metaforicamente como um ramo ligado a uma vide/trepadeira. Embora tais descrições se aproximem da íntima união entre o homem e Deus, a Ciência Cristã considera na forma nominal. Nós literalmente “vivemos, nos movemos e existimos no Deus infinito” (CS30, p. 381). Este é o fato. Compreender isso é uma verdadeira “fonte a jorrar para a Vida eterna”. Assim, pois, bebamos dela!
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) +1 (630) 830-8683 craig.ghislincs@icloud.com /
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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