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Leve consigo o cartaz “Deus é Amor” para onde quer vá a fim de adorar sem limites! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Sacramento.

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, July 3rd, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
[Leve consigo o cartaz “Deus é Amor” para onde quer vá a fim de adorar sem limites!]

9 de julho de 2017
Tema: O Sacramento

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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NECESSIDADES DA SEMANA:
Uma das primeiras coisas que visitantes de uma igreja da Ciência Cristã notam é um grande sinal ou placa à frente do auditório da igreja: “Deus é Amor”. Mesmo não sendo oficialmente obrigatório é um dizer visto na maioria das igrejas da CC e é, certamente, uma firme declaração da natureza do Deus que adoramos na CC.
Como a nossa igreja em Dresden se reúne num centro comunitário, nosso aviso é pendurado antes do serviço e retirado após e guardado. Pendurar o aviso é uma tarefa que tenho muita satisfação de cumprir. Os cientistas cristãos daqui nem sempre tiveram permissão de fazer isso. Na verdade, eles não tinham nem permissão para realizar cultos. Houve dois períodos aqui em Dresden em que era proibido realizar cultos da CC. Um deles foi durante a II Guerra Mundial quando o governo nazista proibiu os cultos da CC, confiscou o prédio da igreja e até perseguiu membros. O outro foi o período de 40 anos de proibição durante o governo da Alemanha Oriental. Vários de nossos membros atuais conviveram com esses tempos e se lembram de não poderem praticar publicamente a CC. A igreja não podia reunir-se, nem a Escola Dominical. Ser proibido de adorar publicamente faz a gente dar valor a esse direito. Assim, quando os cultos foram permitidos novamente pouco antes do fim do governo da Alemanha Oriental, os cientistas cristãos de Dresden sentiram-se muitíssimo gratos.
No último domingo, gratidão e orações encheram meu pensamento enquanto abria as janelas, às 6 da manhã, preparando as salas para o culto. Nossos serviços são num centro comunitário. Eu sabia que nesse domingo em particular o espaço de nossa sala não seria suficiente. Havíamos recebido um chamado avisando que um grupo de turistas de 26 cientistas cristãos visitaria nosso culto. Que alegria! Mas precisávamos de um local maior e, por isso, eu estava levando tudo para o ambiente de cima. (Soa até um pouco bíblico, não é mesmo?). Um dos itens a levar para cima era o grande cartaz “Deus é Amor”.
Foi este painel que inspirou minhas orações e o MET desta semana. Quando adoramos a Deus como estudantes da CC nós celebramos um fato glorioso: nosso Deus é Amor. Como escreve a Descobridora e Fundadora da CC, Mary Baker Eddy, em Ciência e Saúde: “O Deus da Ciência Cristã é o Amor divino, universal, eterno, que não muda, nem causa o mal, a doença ou a morte” (CeS, p. 140:26-28).
Após o culto de adoração em conjunto, muitos olhos estavam cheios de lágrimas de alegre gratidão. (Estou certo de que quando Noah, Johann, Alma e eu chegarmos no próximo fim de semana ao Acampamento dos Cedros e pudermos adorar de novo lá nosso período de duas semanas trará mais lágrimas de alegria.)
Que alegria gloriosa será participar no Acampamento, ainda mais cheio do que aquela sala no andar de cima em Dresden, com pessoas plenamente livres para adorar a Deus, como diz a Lição Bíblica desta semana:
Texto Áureo: (João 4:24) “Deus é Espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.”
Ou como lemos no Novo Testamento de J.B. Philipps: “Deus é Espírito; e aqueles que O adoram só podem adorá-lo em espírito e em realidade”.
Como cientistas cristãos, começamos nossa adoração com o estudo diário da Lição Bíblica.
A Leitura Alternada é de Salmos 95:1, 2, 6; Miquéias 6:6-8; Salmos 51:1, 6, 10-12, 15-17. Ela começa investigando antigos pensamentos sobre adoração, tais como sacrifícios e oferendas, e depois começa uma abordagem sobre o que pensamos. Quais são nossas motivações, nossos desejos mais íntimos ao buscarmos Deus. Miquéias é movido a explicar o que Deus quer de nós: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.” Eis alguns exemplos de várias traduções que certamente iluminam esse versículo de Miquéias (6:8):
MSG – Mas ele já deixou claro como devemos viver: o que fazer, o que ele procura em homens e mulheres. É muito simples: Façam o que é correto e justo ao teu próximo, sejam compassivos e leais em seu amor. E não se levem a sério – levem o Eterno a sério.

Sessão 1: Pão do céu, eterno e ilimitado
Você alguma vez já se perguntou de onde viria sua próxima refeição? Ou você já olhou para o pouco que tem e imaginou como atender sua família? Ou você já leu reportagens de pessoas em perigo em zona de guerra ou numa região de fome e perguntou a Deus: “Como posso ajudar? O que posso fazer?”
Essas perguntas têm resposta. Na citação B3 (João 6:4-51), lemos o relato da ocasião em que Jesus alimentou 5000 mil com cinco pães e dois peixinhos, e uma carga de gratidão e compreensão espiritual. Algo interessante com esse relato, e com o relato da ressurreição de Jesus, é que eles são os únicos que aparecem nos quatro evangelhos. Tem de haver alguma razão importante para isso!
Jesus começa com uma pergunta: Onde compraremos pães para estes comerem? Filipe responde que 200 denários não seriam suficientes! Isso era quase o salário de um ano. Muito dinheiro, mas ainda não chegaria. Interessante que André começa a enumerar o que eles tinham. Embora parecesse pouco, ele diz a Jesus que havia lá um menino com cinco pães e dois peixinhos. Mas o que era isso para 5000; mas pelo menos André falava do que tinham. Eis uma boa lição para todos nós. Reconhecimento e apreço pelo que está presente, por menor que seja. Mas nas mãos de Jesus? Nas mãos do Cristo, o pouco da materialidade se torna na suficiência do Espírito. Aqui temos um evento de adoração real. Adoração no espírito e na realidade.
Nós todos sabemos como terminou esse maravilhoso evento. Jesus tomou o que havia, deu graças e distribuiu aos discípulos e estes ao povo. O povo tinha mais do que suficiente para comer, pois sobraram vários cestos cheios, o que demonstrou que havia mais do que suficiente. E o Mestre apreciou e valorizou o que havia (“para que nada se perca”). Este evento sempre me tocou por ser um ato de Jesus que incluiu a todos. Ele não agiu como um exibicionista: “Vocês aí, vejam o que eu consigo fazer. Voila!”. Afinal de contas, não foi um ato mágico, era o Cristo demonstrando a suficiência da realidade espiritual para atender uma necessidade humana. Assim, repartiu com os discípulos, os discípulos com a multidão, e todos foram alimentados, sem exceção. Uma forma de adoração numa realidade completamente nova, em espírito e em verdade.
Quando o povo seguiu a Jesus após esse acontecimento, ele lhes disse: “Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo [...] o verdadeiro pão do céu é meu Pai quem vos dá. Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. Então, lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente” (B3, João 6:4-51).
Mary Baker Eddy escreveu a respeito de como aplicar esse ensinamento:
“‘A vida eterna é esta’, diz Jesus – ele diz que é, e não que será; e em seguida define a vida eterna como o conhecimento presente do Pai e dele mesmo – o conhecimento do Amor, da Verdade e da Vida. ‘A vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste’. As Escrituras dizem: ‘Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra quem procede da boca de Deus’, o que mostra que a Verdade é a vida real do homem; mas o gênero humano se opõe a pôr em prática esse ensinamento” (CS3, p. 410).
“Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou oAmor – seja um cântico, um sermão ou a Ciência – abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem das mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos” (CS4, p. 5).
Quando pensamos sobre nossa adoração, poderíamos perguntar-nos: “Como posso aplicar essa nova compreensão da realidade?”

Seção 2: Comer e beber com o Cristo.
Na citação B4 (Mateus 20:17-19), percebemos que Jesus sabia o que o esperava, a crucificação, e ele contou aos doze discípulos o que estava por vir. Fico pensando no imenso Amor que isso ilustra ao percebermos que Jesus sabia o que aconteceria, mas sua compreensão profunda do Amor o inspirou a continuar. Ao se juntar aos discípulos para a Páscoa, ele passou da observância tradicional da Páscoa judaica a uma experiência de amor divino e de verdade que se manifesta. “Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele todos” (B5, Mateus 26: 26,27).
A Sra. Eddy explica:
"Entre os judeus era costume antigo que o mestre de cerimônias passasse a cada convidado um cálice de vinho. Perde-se espiritualmente o verdadeiro significado do sacramento, se este se restringe ao uso de pão e vinho […]. Os discípulos tinham comido, e apesar disso Jesus orou e lhes deu pão. Isso teria sido tolo no sentido literal; mas na sua significação espiritual, foi natural e belo. A Páscoa que Jesus celebrou com seus discípulos no mês de Nisã, na noite anterior à crucificação, foi um momento penoso, uma ceia triste tomada ao declinar do dia, no crepúsculo de uma gloriosa carreira, enquanto as sombras desciam rápidas ao redor; e essa ceia pôs fim, para sempre ao ritualismo de Jesus e suas concessões à matéria. Seus seguidores, tristes e silenciosos, pressentindo a hora em que o Mestre seria traído, compartilharam do maná celeste que outrora havia alimentado no deserto os perseguidos seguidores da Verdade. O pão que eles receberam realmente descera do céu. Era a grandiosa verdade do existir espiritual, curando os doentes e expulsando o erro" (CS5, 32: 6-8, 20-25, 28-8).
"Por essa verdade a respeito do existir espiritual, o Mestre estava prestes a sofrer violência e a sorver até a última gota seu cálice de amargura. Ele tinha que deixá-los. Com a grande glória de uma vitória eterna a ampará-lo, deu graças e disse: ‘Bebei dele todos’” (CS6, 33:14).
O exemplo de Jesus tem sido uma inspiração há milhares de anos. A imensidão do Amor que sabe o que vem, o que é escuro e ameaçador, e ainda continua no caminho do Amor para fazer um caminho para todos nós. Não tivemos todos nós uma experiência fora da nossa zona de conforto, onde simplesmente desejamos nos entregar, ou sermos poupados da experiência, mas isso acabou sendo uma bênção incrível?
No meu último ano de universidade, fui secretário na Diretoria da minha igreja. Foi uma experiência especial para mim, principalmente com minha mãe também no Conselho. Havia muitas lições e havia muito trabalho. Alguns eu fiz bem, outros eu poderia ter feito melhor. Em uma reunião da Diretoria, um membro da diretoria interpelou-me com muito vigor sobre algo que ele sentiu que eu não tinha feito corretamente. O ataque pareceu durar uma eternidade. Não foi agradável, para dizer o mínimo. Fiquei em silêncio, orando intensamente e agradeço que minha mãe tivesse a grande sabedoria para permanecer em silêncio. Mas a Presidente falou para concordar com o que foi dito. Depois que o discurso acabou, eu simplesmente afirmei que o que aquele membro do Conselho acreditava não tinha sido feito, já havia sido atendido. Eu estava seguramente grato por essa proteção; havia outros itens que ele poderia ter criticado que provavelmente não estavam bem. E então, o mais calmamente possível, eu disse que, uma vez que a igreja era uma organização completamente voluntária, ninguém deveria ter de suportar tal ataque. Não foi uma experiência feliz, mas eu sobrevivi relativamente intacto. E continuamos a cuidar dos negócios da nossa igreja.
Bem, alguns anos depois, fui eleito Primeiro Leitor e a ex-Presidente do Conselho foi eleita Segunda Leitora. Após um ano e meio, a ela teve de renunciar devido a mudança para outro estado. Ao terminar nosso último serviço da igreja, ela me disse que queria dizer alguma coisa. Ela disse que nunca havia esquecido aquela experiência na reunião da Diretoria e queria pedir desculpas. Ela acreditava que havia agido basicamente por medo do outro membro da Diretoria. Ela estava tão agradecida pela minha abordagem, principalmente porque ela desfrutara do tempo que lemos juntos mais do que qualquer outra coisa que já havia feito na igreja.
É possível que o tempo trabalhando com outros na igreja possa parecer, em alguns momentos, como uma perseguição, que não são divertidos, raramente tão intensos como uma crucificação. Mas o Amor do nosso Mestre está diante de nós como um exemplo de como podemos continuar a amar como ele o fez. Amando e adorando no espírito da Verdade e do Amor.

Seção 3: Servir, amar, doar e lavar os pés.
Esta seção começa com o evento sagrado de nosso Mestre lavando os pés dos discípulos. No amor e na humildade, nosso Mestre se curvou e lavou, como um servo faria. A “My Bible Lesson”, da Igreja Mãe explica a palavra grega, traduzida na Bíblia como "toalha" que se refere a um tipo particular de roupa de linho ou avental que um servo colocaria ao trabalhar. Assim, nosso Mestre não apenas lavou os pés, ele demonstrou que, com humildade, servimos e somos abençoados.
Jesus nos ensina: "Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros" (B6, João 6:34). O amor humilde de um servo, o amor desinteressado de doar-se e fazer.
Como Ciência e Saúde explica ainda melhor:
"Caminhamos nos passos da Verdade e do Amor quando seguimos o exemplo de nosso Mestre na compreensão da metafísica divina. O Cristianismo é a base da verdadeira cura. Tudo o que mantém o pensamento humano em linha com o amor despojado de ego recebe diretamente o poder divino" (CS9, 192: 27).
"A parte vital, o coração e a alma da Ciência Cristã, é o Amor. Sem o Amor a letra nada mais é do que o corpo morto da Ciência - sem pulso, frio, inanimado" (CS10, 113:5).
Recebi o seguinte relato há alguns dias de dois amigos que vivem claramente esta atividade de servos do Cristo em seu ministério na prisão. Eles passaram a gostar dessa atividade há algum tempo. Eu sempre tenho de rir quando recebo um e-mail me dizendo que eles vão tentar "entrar na cadeia hoje".
"Nós fomos à prisão hoje para ver um preso com mais de um problema, que o haviam colocado em uma cela solitária psiquiátrica de alta segurança. Eles o despiram, mas lhe deram um cobertor e uma almofada de 1 polegada com estrutura de plástico. Ele dormiu nisso. A cela tinha um banheiro, e isso era tudo. Não poderia ter livros ou revistas. A porta de sua cela era de aço de alta segurança com um painel de plástico pequeno e grosso à prova de balas na parte inferior. Nós nos comunicamos com ele por ali. Ele e minha esposa sentaram no chão para ler a lição (Lição Bíblica da Ciência Cristã.). Recebi uma cadeira de plástico. Que bagunça! Eu já vi coisa pior, mas ainda, assim! Isto é o que se pode ver na mídia em algum lugar do terceiro mundo.
Você pode acreditar, ele ficou muito melhor e todos nos sentimos abençoados! Ele é do tipo que volta , mas estamos olhando para ele como o homem de Deus, e não a imagem material. Vamos voltar na próxima semana."
"Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros."

Seção 4: Siga Jesus e aja, exija o melhor de você
Nos livros de Atos dos Apóstolos lemos: “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele; e nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao qual também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos” (B8, Atos 10:38–41).
O livro Ciência e Saúde afirma e pressagia: “Se todos aqueles que alguma vez tenham participado do sacramento tivessem realmente comemorado os sofrimentos de Jesus e bebido de seu cálice, teriam revolucionado o mundo. Se todos os que procuram comemorá-lo com símbolos materiais tomarem a cruz, curarem os doentes, expulsarem os males e anunciarem o Cristo, a Verdade, aos pobres—ao pensamento receptivo—trarão o reino dos mil anos” (CS, p. 34).
Esta seção poderosa deixa claro que temos trabalho a fazer na nossa prontidão de servir, seguir, curar, doar e agir no espírito do Cristo.
Há algumas semanas recebemos uma visitante na sala de leitura aqui em Dresden. Ela disse que passava de bicicleta e há semanas não conseguia parar para conversar porque precisava chegar ao trabalho no horário. Ela era uma enfermeira que trabalhava em uma casa de idosos próxima dali. Naquele dia estava de folga, e uma de suas primeiras paradas foi na Sala de Leitura. Tivemos uma ótima conversa sobre o seu desejo de trazer mais espiritualidade ao seu trabalho. Emprestei uma cópia do Ciência e Saúde, a qual ela levou consigo.
Tivemos recentemente uma conferência de Ciência Cristã na Sala de Leitura, e no dia anterior ao evento esta senhora havia retornado para dizer que gostaria de participar da palestra, mas, como sua família estava saindo de férias, ela não conseguiria fazê-lo. E então explicou que estava lendo Ciência e Saúde diariamente e tentando colocar em prática em seu trabalho o que havia lido. Ela mal podia esperar para voltar e compartilhar algumas de suas experiências. "Isto é o que sempre estive procurando! Agora sou uma pessoa diferente. “
Esta aplicação prática é a adoração da natureza mais elevada. Não poderia haver uma comemoração maior da vida e do sacrifício de nosso Mestre.
Ela me lembrou de uma experiência que aconteceu há alguns anos. Enquanto estava apresentando uma conferência em Michigan, tive o privilégio de conhecer outra enfermeira que também havia descoberto a Ciência Cristã. Ela começou a ler o livro-texto e tentou o melhor que pôde colocar em prática o que estava lendo. Ela era uma enfermeira que trabalhava na sala de operações, e os médicos em seu hospital começaram a solicitar sua presença quando tinham que fazer operações. Eles observaram que quando ela estava de plantão a atmosfera na sala de operações era tão calma e pacífica e que, quando ela estava trabalhando, tudo era bem-sucedido (ou tudo dava certo). Ela sorriu e disse que, no início, os cientistas cristãos locais estavam um pouco céticos quanto à sua sinceridade: "Afinal, não era o que normalmente esperavam para uma cientista cristã: uma enfermeira e católica polonesa”.
Mas ela era certamente alguém a quem o Mestre estaria maravilhado de encontrar, um buscador sincero e ativo.

Sessão 5: Êxito, não fracasso, e Vida
Embora a crucificação no começo não parecesse uma vitória para Cristo, bastaram alguns dias para que a situação parecesse diferente.
“Havendo Jesus ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios.... Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado” (B12, Marcos 16).
Embora Maria tivesse reconhecido rapidamente seu Mestre ressuscitado, teve algum trabalho com os discípulos, não é mesmo? Às vezes faço um jogo comigo mesmo, será que sou mais como Maria ou como os discípulos? Tente desafiar sua própria disposição e receptividade enquanto esmiúça o ceticismo e a dúvida.
As cabeças devem ter pesado um bocado, por causa de sua “incredulidade e dureza de coração”, quando Jesus trouxe essa luz a eles.
Mas havia algo especial no tocante a Jesus e sua gentileza ao incitar, encorajar e exigir. Ele até foi ao litoral onde seus amigos tinham ido buscar um refúgio. Sete discípulos tinham ido pescar. O quadro era de pesar, sofrimento, fracasso e esperança despedaçada. E aí o Mestre os chamou. “Vocês pegaram alguma coisa? Não.
Tentem do lado direito do barco. A rede encheu!” Quando chegaram à margem, viram ali peixes em cima de brasas. “Venham amigos, juntem-se a nós.” Imaginem como devem ter-se sentido. Lá em casa costumávamos dizer: “A fome é o melhor cozinheiro”. Neste caso, peixe grelhado e pão eram a melhor refeição que esses sete seguidores de Jesus jamais tiveram; todas suas esperanças haviam sido restauradas ao reconhecerem seu Mestre.
A Sra. Eddy escreve: “Que contraste entre a última ceia de nosso Senhor e seu último desjejum espiritual com os discípulos, nas horas luminosas da manhã, na alegre reunião às margens do mar da Galiléia! A tristeza de Jesus se transformara em glória, e o pesar dos discípulos em arrependimento—o coração havia sido purificado, e o orgulho repreendido. Convencidos da infrutuosidade de seu trabalho nas trevas e despertados pela voz do Mestre, eles mudaram de método, deixaram para trás as coisas materiais, e lançaram a rede para o lado direito. Com um novo discernimento do Cristo, a Verdade, nas margens do tempo, eles puderam elevar-se em certo grau acima daquilo que assenta nos sentidos mortais, ou seja o enterro da mente na matéria, para alcançar um novo conceito de vida como sendo o Espírito. Essa reunião espiritual com nosso Senhor, na aurora de uma nova luz, é a refeição matinal que os Cientistas Cristãos comemoram. Inclinam-se perante o Cristo, a Verdade, para receber mais da sua reaparição e comungar silenciosamente com o Princípio divino, o Amor” (CS20, p.34).
O que se contrapõe a pesar, crença em fracasso, egoísmo, solidão, desesperança? Simplesmente a gratidão, o respeito e o apreço.
Quando meu pai faleceu poucos dias antes de meu retorno de uma turnê de conferências na América Latina fiquei com o coração alquebrado. Eu desejava tanto vê-lo ao retornar. Senti muito sua falta. As orações e a familia me ajudaram enormemente. E então me vi caído em sentimentos como os discípulos, frustração, pesar, uma crença em falha. Orei, mas ainda lutava com um senso mortal de existência. Então, num domingo à tarde me veio claramente ao pensamento que eu não estava honrando meu pai com meu pesar. Fui levado a enaltecer as maravilhosas qualidades que me expressara e que somente pelo apreço e pela gratidão por isso eu iria encontrar a paz e a alegria de que precisava. Por meio desse pensar de repente me vi apreciando corretamente o grande sucesso que fora a vida de meu pai. A partir daí me senti muito mais próximo a ele.
Como diz a citação CS22 (p. 40): “A natureza do Cristianismo é pacífica e abençoada, mas para entrar no reino, a âncora da esperança tem de ser lançada para além do véu da matéria, no lugar sagrado, o Santo dos Santos, no qual Jesus entrou antes de nós; e esse avanço para além da matéria tem de vir pelas alegrias e pelos triunfos dos que são retos, assim como pelas suas tristezas e aflições. Tal como nosso Mestre, precisamos abandonar o senso material, para entrar no senso espiritual do existir.”

Seção 6: Bons servos que servem fielmente.
Vale a pena fazer um bom trabalho, mesmo como um servo. Jesus nos ensinou a dar, servir e alimentar suas ovelhas. Ao lavar os pés dos discípulos, ele encorajou-lhes a vontade de ser bons servos. Ele incentivou Simão Pedro: "Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros” (B14, João 21:15).
A citação B16 continua: “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (I Pedro 4:10).
Algumas vezes disse a meus filhos que há uma grande honra em servir. Afinal toda a linha real dos “Stewart” foi fundada a partir da recompensa que veio por serem "Servos" fieis.
Os dias de serviço não acabaram. Eles estão apenas começando. Nós, como cristãos, acreditamos na derrota, na morte, no declínio, ou aceitamos o triunfo do Salvador ressuscitado como nosso triunfo?
Jesus disse: "Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo "(João 16:33).
A Sra. Eddy escreve: “Que os cristãos de hoje possam dar continuidade ao aspecto mais prático daquela carreira! É possível — é até mesmo dever e privilégio de cada criança, homem e mulher — seguir em certo grau o exemplo do Mestre, pela demonstração da Verdade e da Vida, da saúde e da santidade” (CS25, 37: 20-25).
Lembro-me de assistir a uma reunião internacional de jovens em 1974 nA Igreja Mãe. Houve uma palestra: "Pensei que era o único". A palestrante, Valerie Starr, falou sobre sua chegada à universidade e o desejo participar de atividades de organizações da faculdade. Mas ela explicou que não conhecia nenhum outro campus com Cientistas Cristãos. Mas não se desencorajou, ela começou uma ORG. E adivinhem, os Cientistas Cristãos se revelaram. Isso é um ditado que temos nos Estados Unidos, de repente, onde você pensou que não havia mais ninguém, eles simplesmente apareceram. Nunca esqueci o título, a palestra ou a lição.
Ou como a linha maravilhosa do filme, "Campo dos Sonhos", diz: "Se você construir, eles virão".
Se você mantiver esse sinal na frente de sua igreja, "Deus é Amor", e construir esse espírito em seu coração, não se preocupe, você não estará sozinho e você não estará sem trabalho; aqueles que estão com fome encontrarão o caminho para Sua mesa. E o seu grato Guia, Jesus Cristo, saberá que vocês são dele pelo amor que têm uns pelos outros!
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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, CS, Dresden, Germany - rickstewartcs@aol.com (+49 351 312 4736)
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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