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Compreenda a Palavra de Deus e Siga o exemplo de Cristo Jesus. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Cristo Jesus.

Kathy Fitzer, Lake St. Louis, MO
Posted Monday, August 21st, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Compreenda a Palavra de Deus e Siga o exemplo de Cristo Jesus.
21 a 27 de agosto de 2017.

CRISTO JESUS
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (João 6:63 “…as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida”): As palavras e obras de Jesus tornaram prática a Palavra/Verbo (ou manifestação divina) de Deus. O poder salvador incorporado nas obras de Jesus ilustrou a natureza divina do homem, a relação inseparável do homem com Deus. A autoridade com que ele falava vinha diretamente do Espírito vivificador que ele ensinou e demonstrou. O versículo que serve de TA para a lição dessa semana segue uma discussão que ele teve com a multidão que o acompanhava; nessa discussão ele havia dito: “... se vocês não comerem a carne do Filho do Homem e não beberem o seu sangue, vocês não terão vida” (João 6:53 NTLH). As pessoas pessoas ficavam terrivelmente confusas, porque pensavam em sua carne e seu sangue de um ponto de vista literal. Mas Jesus lhes elevou o pensamento explicando: “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que vos tenho dito são espírito e são vida” (v. 63). A Palavra dá vida! Jesus incorporava a Palavra!
Leitura Alternada (João 12:44-50; 14:23, 25, 26) A ênfase novamente repousa sobre Deus como a força por trás de tudo o que Jesus disse e fez. A intenção de Jesus sempre foi desviar a atenção dele para o Pai. Se entendemos a Fonte, percebemos que o poder do bem expresso por Jesus nunca se limitou a ele—mas está disponível a todos que compreendem que o homem é o reflexo (o filho) de Deus. Ao ler a primeira parte dessa passagem em A Mensagem me ficaram claras as linhas iniciais: “Não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue.” A Mensagem faz a seguinte colocação: “Se alguém ouve o que eu digo e não se importa, eu não o rejeito. Não vim para rejeitar o mundo; mas para salvar. Entretanto, vocês precisam saber que quem me rejeita, recusando-se a aceitar o que digo, está deliberadamente escolhendo a rejeição. A Palavra, a Palavra feita carne que tenho anunciado e que sou eu, essa Palavra, e nenhuma outra, é a palavra final. Não faço nada por minha conta. O Pai, que me enviou, deu-me uma ordem, sobre o que dizer e como dizer. E sei exatamente o que seu mandamento produz: vida real e eterna. É tudo que tenho a dizer. O que o Pai me disse, digo agora a vocês” (João 12:44-48). Jesus veio para revelar a realidade da Vida divina. É da alçada de cada um aceitar ou não os ensinamentos vivificadores. Mas estarão disponíveis a todos aqueles que estejam preparados a voltar-se a eles. O Consolador—o Espírito Santo—está para sempre com a humanidade, lembrando-nos os ensinamentos e demonstrações de Jesus, e tornando-os disponíveis a todos de modo a serem compreendidos individualmente. Gostei de expandir meu conceito de “consolo/conforto” com definições do Dicionário Webster 1828. Consolar não é só aliviar ou afastar a dor e o desconforto, mas é também: “Reforçar; revigorar; animar ou avivar”, e “e dar novo vigor à consciência/ânimo”. Quão importante é estar vivo para a presença de Deus—e de afirmar: “Eu VEJO meu Salvador! OUÇO vivas de júbilo; SINTO o poder da Palavra!” E saber que: “A Verdade libertou quem, buscando, a encontrou, sim, na vida e no amor do Senhor” (Ver hino de comunhão, N. 298, com palavras de Mary Baker Eddy).

Seção 1 – Disposição de responder ao Chamado do Cristo
Os discípulos que Jesus chamou para o seguirem eram pessoas comuns—como nós! Sabemos que quando Jesus os chamou, deixaram o que faziam e o seguiram. O que mais os impressionava ao ouvi-lo pregar (e que provavelmente foi o que os fez manterem-se fiéis a ele) era a autoridade com que ensinava—não era só um repetir de palavras, mas era porque falava a PALAVRA (deixando a Verdade falar por ele em resposta ao ouvir ao Pai/Mãe). E, logicamente, essa Palavra trazia cura aos doentes e aos possuídos por “demônios” (B3, Mateus 4:23). Mas o Cristo não começou com Jesus, nem terminou com ele. Isaías vislumbrou o Cristo e predisse a vinda de Jesus que iria incorporar plenamente a Palavra (ou o Cristo) e torná-la prática (B1, Isa 61:1). Fazendo a introdução da vinda de Jesus, o evangelho de João não fala de um nascimento humano, mas descreve a vinda de Jesus como “o Verbo se fez carne” (B2, João 1:14). E, então, Paulo segue pregando o Cristo aos gentios e explicando a continuidade do Cristo como a luz que brilha nos corações de todos os homens, tornando disponível a todos o conhecimento da glória de Deus vista na (mas não limitada a) “face de Cristo” (B4, 2Cor. 4:6). As citações de Ciência e Saúde definem o Cristo como a expressão da “natureza espiritual e eterna de Deus” (CS1, p.333) e explicam que a palavra Cristo ou Messias “faz alusão à espiritualidade que é ensinada, exemplificada e demonstrada na vida da qual Cristo Jesus foi a corporificação” (CS1, p.333). “Jesus demonstrou o Cristo” (CS2, p.332). “Sua missão [de Jesus] foi revelar a Ciência do existir celestial, provar o que Deus é, e o que Ele faz pelo homem.” Jesus provou “que a Ciência Cristã destrói a doença, o pecado e a morte” (CS3, p.26).
O que temos de entender é que tudo o que Jesus demonstrou era completamente natural—sendo que suas obras eram o sinal de “uma influência divina sempre presente na consciência humana” e presente aqui e agora, livrando a humanidade de ser mantida cativa pelos sentidos materiais (CS4, p.xi). NÓS estamos sendo chamados pelo Cristo a deixar nossos velhos meios e padrões de pensamento e a lançar nossas “redes” para o lado do Espírito. As Escrituras contêm tudo o que precisamos para “aprender e praticar a cura cristã” (CS5, p.271). O livro Ciência e Saúde abre as Escrituras para nós e a Palavra/Verbo—ou o Cristo—comunica o poder de curar. Que privilégio que é responder ao chamado!

Sessão 2: A repreensão da Verdade extermina o erro e supera a resistência
Jesus é identificado em Atos como aquele que cura “todos os oprimidos do diabo” (B5, Atos 10). Oprimir significa “manter alguém em submissão e dificuldade, especialmente pelo injusto uso de autoridade.” Com muita frequência, os pensamentos diabólicos tentam nos conter, dizendo que simplesmente não somos capazes de nos libertar de alguma forma de doença ou limitação. Às vezes, até caímos na armadilha de nos identificar tanto com tal limitação que resistimos a Verdade que poderia nos libertar. Não foi exatamente isso que aconteceu com o homem da sinagoga? Ele estava tão mesmerizado pela mentira, que acabou falando pelo mentiroso - pedindo a Jesus para deixá-lo sozinho! Tudo que o erro quer é não ser incomodado. Mas, o diabo (ou sugestão do mal e suas mentiras) não é um páreo para a autoridade do Cristo, a Verdade. E conforme Jesus respondera ao desafio e libertara o homem, mais e mais pessoas ficaram cientes da autoridade da Palavra - ou Cristo - com a qual Jesus falava (B6, Lucas 4). Que exemplo Jesus nos deu, a todos! Compreendendo a sua unidade com Deus, Jesus entendeu “a autoridade divina por acreditar na superioridade do poder espiritual sobre a resistência material” (CS7, p.134). Ele nunca se sentiu intimidado pela evidência material porque não dependia da própria força ou conhecimento quando falava com a autoridade da Palavra de Deus na repreensão do diabo, mesmo aparecendo em forma de pecado, doença ou morte. Deus é o sanador! O tempo não muda isso. Logo, podemos esperar que a cura seja tão eficaz hoje quanto era no tempo de Jesus, se estivermos tão cientes sobre o fato de que somos governados por Deus quanto Jesus estava (CS11, p.494). Só existe uma maneira de verdadeiramente eliminarmos todo o mal de nosso mundo - ao invés de ficarmos batalhando as chamas constantemente. Temos de extinguir completamente a causa da faísca. Jesus entendeu isso e a Ciência Cristã explica o que é necessário. Temos de parar de pensar que um problema seja pessoal - e que existam outras mentes - boas, ruins, ou a combinação de ambas. Esse é o exterminador do erro - o fato de que “Deus é a única Mente, e que o oposto hipotético da Mente infinita - chamado de diabo ou mal - não é Mente, não é Verdade, mas sim um erro, sem inteligência nem realidade” (CS10, p.469). O erro não pode resistir à Verdade - nem mesmo num problema de matemática. A Verdade não pode ser invertida. Portanto, cada erro é simplesmente uma suposta ausência da Verdade. Identificando-nos com a única Mente, falamos com a autoridade de Cristo, Verdade, e observamos a Palavra destruir a cada mentira. Uma mentira não pode resistir ou se esconder da Verdade, mesmo quando ela tenta se identificar com uma pessoa. Sempre é impessoal e não possui inteligência alguma com a qual resistir.

Seção 3: Fale a Palavra com autoridade
Isaías profetizou que Deus traria a salvação à humanidade - permitindo que todos vivessem sem medo e experimentassem a liberdade de visão, audição, fala e de movimento (B7, Isaías 35:4-6). Jesus cumpriu essa promessa (B9, Marcos 7:32-37). Ele demonstrou a Verdade apresentada no primeiro capítulo do Gênesis [...] de que há um só Deus, um só Espírito, que faz "o homem à imagem e semelhança de Deus – isto é, do Espírito, não da matéria" (CS14, p.94). Jesus nos ensinou a "falar à doença como quem tem autoridade sobre ela". Ele não se contentou com nada menos do que uma transformação na condição do corpo. Afinal, a própria vinda de Jesus ilustrou a Palavra que "se fez carne" - tornada visível para a percepção humana (CS12, p.350). Precisamos lembrar de que não estamos tentando tornar a matéria igual ao Espírito. Precisamos ver o homem (e toda a criação) sendo completamente separados da crença na matéria. "O homem é espiritual e perfeito"! (CS17, p.475). A ciência em seus diversos campos revela aquilo que os sentidos não são capazes de perceber - como o movimento do sistema solar - e estabelece a base para entender as coisas a partir desta nova perspectiva. Assim, a Ciência Cristã revela a natureza espiritual e perfeita da criação. E, consequentemente, o homem deve ser compreendido a partir dessa perspectiva espiritual e perfeita. Isso não é uma opção. A única questão a ser considerada é quando iremos abandonar o falso senso das coisas e começar a pensar e a agir do ponto de vista da Verdade Científica. Quando falamos com a autoridade da Verdade, sem vacilar, o corpo tem de corresponder.

Seção 4: Prepara o “bom solo” onde a semente da Verdade possa lançar raízes
Um aspecto essencial para se perceber a natureza espiritual da criação é o aprimoramento contínuo do pensamento. Sempre que leio a parábola do semeador proferida por Jesus, me dou conta pesarosa das vezes em que não me esmerei nesse aprimoramento. Lembro-me das vezes em que a receptividade do meu pensamento estava como o solo pisoteado da beira do caminho (em que eu aceito a Verdade ansiosamente, e depois vem o diabo roubar minha convicção), ou o local rochoso (onde negligencio a Palavra e ela seca antes de poder crescer e criar raiz), ou nos espinhos (onde a inspiração é sufocada por preocupações e prazeres do mundo). Mas há também momentos em que vejo a fruição de minhas orações e sou grata por pelo menos um pouco de “solo bom” ser suficiente para a Palavra de Deus fixar raízes e produzir frutos (B11, Lucas 8). E permaneço determinada a continuar trabalhando—em vez de pôr as mãos na cabeça e desistir! Um jardim que produz frutos não acontece por acaso. Requer atenção constante. Requer devoção de pensamento e um desejo acima de tudo de manter condições para crescimento produtivo. Mas a colheita é que faz tudo valer a pena! A Sra. Eddy delineia as qualidades de pensamento que precisam ser cultivadas a fim de prover solo fértil, no qual a Palavra pode lançar raízes e crescer. Elas incluem “espiritualização do pensamento”, “cristianização da vida diária”, “castidade e pureza” (CS20, p.272). O mundo—ou o “diabo” diria que viver tal vida seria horrivelmente enfadonha e maçante—e quem sabe fora do alcance. Não se deixe enganar! Espiritualizar o pensamento desmantela todos os muros. Isso nos permite olhar além da névoa das limitações mortais e ver as possibilidades ilimitadas em termos de ideias e habilidades. A ideia de que algo seja impossível simplesmente não existe no reino do Espírito! A cristianização requer disciplina mental e amor a Deus e ao homem. E também leva à expectativa de seguir as pegadas de Jesus. É bacana ser capaz de demonstrar suprimento, de caminhar por entre multidões enfurecidas, de dissolver conflitos, de vencer tempo e espaço e de curar qualquer condição que se apresente. Assim, talvez valha a pena estar alerta para viver de acordo com os ensinamentos do Sermão do Monte! E quanto à castidade e à pureza? Diz-nos a Bíblia que os puros de coração “verão a Deus”. Gosto de pensar nas ramificações de procurar um tesouro perdido em águas claras e cristalinas ou em águas poluídas e turvas. Você é capaz de tropeçar sobre o tesouro em águas turvas, enquanto as águas límpidas o deixam à vista plena! Pensem nos tesouros que Deus tem preparado para nós, só esperando para serem reivindicados—saúde, força, alegria, realização (para citar só uns poucos). Cultivar a pureza inclui uma disposição e podar qualquer coisa em nosso pensamento que pudesse nos distrair de observar o desdobramento do bem oferecido por Deus; qualquer coisa que nos levasse a dar mais atenção ao que pensamos que possa fazer-nos felizes (ou focar-nos em metas, falhas e limitações estritamente humanas) em vez de aceitar os incomparáveis presentes que Deus tem preparado para cada um de nós. A palavra castidade vem do latim castus, que significa moralmente puro. A fim de obter um senso mais amplo de castidade, vejo a necessidade de termos padrões elevados (despoluídos) ao tomarmos decisões sobre o que fazer e pensar, principalmente quando lidamos com os outros. Não queremos que a neblina obscureça nosso pensamento. Ela limita nossa visão e nos impede de manter a atmosfera necessária para a Palavra de Deus lançar raízes e frutificar em nossa experiência. Não penso que tenha havido alguém com uma vida mais ilimitada do que Cristo Jesus! Modelar nossa experiência de acordo com a dele só pode nos abençoar! E se formos tentados a pensar que isso seja pedir demais, lembre-se da base a partir da qual Jesus iniciou—“o homem real está ligado ao seu Criador” (CS21, p.316). Nós encontramos “o homem real e sua relação com Deus” quando voltamos as costas à falsa crença de podermos ser separados de Deus, mesmo por um minuto! Separação é a visão poluída que desaparece quando nos esforçamos pela pureza de ver nossa unidade com Deus.

Seção 5: Vigiai!
Jesus sabia que seguir seu exemplo não é coisa que aconteça sem esforço. Mas é preciso esforçar-se para obter êxito em qualquer campo de ação—universidade, negócios, esportes, artes, em tudo! A excelência não vem sem enfrentarmos desafios—sem negar a si mesmo, sem “tomar a sua cruz” (B13, Mateus 16). Oportunidades para fazer a escolha certa vêm a todo o momento—de fazer o que é certo, independente de quem esteja olhando, ou não. Tradicionalmente, presume-se que a parábola que aparece nesta seção se refira a estar preparado para o retorno de Jesus no dia do juízo final—para ter certeza de se estar fazendo a coisa certa (B14, Marcos13). Mas, para nós, cientistas cristãos, a mensagem parece ter um alcance maior porque a salvação—“A compreensão e demonstração de que a Vida, a Verdade e o Amor são supremos sobre todas as coisas; a destruição do pecado, da doença e da morte” (CeS p.593:23). Com certeza, não queremos perder nenhuma oportunidade de descobrir mais sobre nossa relação invisível com Deus, ou perder a bênção que a acompanha. Recentemente houve uma chuva de meteoritos, o que foi um verdadeiro show no céu escuro. Mas para ver o show era preciso ir para fora de casa no meio da noite ou procurar um lugar onde as luzes da cidade não perturbassem a visão. Para ver o bem é preciso estar vigilante e atento, para não perder o que Deus está fazendo! (B14, CS25, p.324). Também significa “montar guarda” à porta do pensamento e realmente vigiar o que estramos pensando—recusando-nos a deixar entrar “pensamentos demoníacos” sorrateiros que surgirem na consciência (CS24, p.392). A mente mortal é sorrateira. Por vezes deixamos entrar pensamentos que parecem inocentes, no começo—tal como um pequeno dissabor, alguma insatisfação, ressentimento, desânimo, medo, dúvida, fadiga (e assim por diante). O problema é que eles atuam como imãs—atraindo mais “material” e tornando-se cada vez mais difíceis de eliminar. Assim, a melhor maneira é não deixar entrar o que possa se expandir—e de livrar-se daquilo que não queremos tão logo percebamos sua presença. Nós não deixamos entrar em casa visitantes indesejados! Então, por que os deixaríamos permanecer em nosso pensamento? E se precisarmos de uma ajuda para fazer uma faxina—busquemos ajuda! Chamem um amigo ou um colega cientista cristão. Então, relembrem em conjunto, tudo o que Jesus fez para mostrar-nos o caminho certo—e sabendo que o
Cristo está conosco como estava com ele, e nos capacitando a seguir seu exemplo (CS26, p.4). Podemos “orar sem cessar.” Podemos manter o pensamento tão ocupado observando o Bem, até que ele acabe enchendo-se da luz de Deus (CS28, p.15). É muito mais fácil detectar um grão de poeira (e removê-lo) numa consciência cheia de luz!

Seção 6: Sigam o exemplo de Jesus
Chegara a hora dos discípulos saírem e divulgarem as boas novas que Jesus veio revelar—o poder salvador do Cristo de Deus. Contudo, eles não estavam apenas transmitindo os ensinamentos de Jesus. Eles demonstraram o aspecto prático desses ensinamentos. Era para eles “curarem os enfermos”. E eles fizeram—“efetuando curas por toda parte”. Uma das maiores lições que deduzo desse relato é a total confiança que os discípulos tinham sido instados a demonstrar. Eles não só tinham fé na Palavra para curar, mas também confiavam que Deus cuidaria de suas necessidades humanas (B15, Lucas 9). Por acaso amava Deus (e apoiava) a esses discípulos mais do que Ele ama e apoia, a nós? Certamente não! Assim, nós podemos colocar-nos no lugar dos
Tessalonicenses e aceitar a bênção com quem Paulo os abençoou: “Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso coração e vos confirmem em toda bo0a obra e boa palavra” (B16, 2Tess.2). Nós temos privilégio e dever de seguir o exemplo de Jesus como melhor de nossa capacidade—de deixar nossa luz brilhar e de aplicar o que sabemos da verdade do existir a qualquer situação que nos enfrente (CS30, p.37). Essa ordem não parece uma pressão quando percebemos (como fizeram os discípulos) que o Amor divino está suprindo cada uma de nossas necessidades—para nós e outros (CS29, p. 494). Deus está constantemente nos encorajando e capacitando. Não é por nosso poder próprio que fazemos algo. É “o Espírito Santo e o Cristo, que te habilita a demonstrar, com certeza científica, a regra da cura baseada em seu Princípio divino, o Amor, que está por baixo, por cima e em volta de todo o verdadeiro existir” (CS31, p. 496). Sim, Deus!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, CS.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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This is the day the Lord hath made! - ... examples in the third, fourth, and fifth sections...
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