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A Identidade do homem é espiritual. É poderosa. É boa. É amada. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Homem.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, August 28th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
A Identidade do homem é espiritual. É poderosa. É boa. É amada.
28 agosto a 3 setembro - 2017
Tema: “O homem”

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (Daniel 9:23) e Leitura Alternada (2Cor 1:2-4, 21, 22; 9:8; 6:16-18)
“..[tu] és mui amado;...”! Assim inicia nossa lição sobre o homem, com o fato de que somos amados de Deus. A Leitura Alternada lista os modos de como esse amor nos é mostrado: confortando, doando-nos tudo o que precisamos para fazer o bem, estabelecendo-nos em Cristo, ungindo-nos, caminhando conosco, recebendo-nos e sendo um Pai para nós! Vemos imediatamente que o homem nunca é um mortal separado de Deus, nunca abandonado aos seus próprios recursos ou capacidades. Em verdade “…somos santuário de Deus...” Santuário pode ser pensado como “corpo”. Se colocamos esta passagem ao lado da citação CS10, podemos ver que a “identidade é a reflexão do ... [Deus] vivente.” (Substituí “Principio” por “Deus” para fazer coincidir com o trecho de II Coríntios. Princípio é um dos sete sinônimos para Deus, como aprendemos na Ciência Cristã.) Por que “Deus vivente”? Porque Deus é ativo, vivo e expressa essa vivacidade por meio de Sua ideia, o homem. Pensem no santuário/corpo em paralelo com a definição de igreja que a Sra. Eddy expõe na página 583 do Ciência e Saúde: “A estrutura da Verdade e do Amor.” Nós, o homem, somos essa estrutura de Deus, de tudo o que tem integridade, retidão, suavidade, altruísmo e poder sanador. Por acaso essas qualidades vos lembram das qualidades de Cristo na última lição? Pois, deveriam! Naquela lição lemos, entre outras passagens, que “o Cristo é a ideia [divina] que proclama o bem” (CeS, p. 332). Na lição desta semana vemos que: “o homem é ideia, a imagem do Amor; ele não é físico” (CS11, p. 475; itálico acrescido). Há várias passagens essa semana onde o homem é referido como “ideia” (CS2, 4, 9, 22, 27, 28, 29)—e talvez mais! O Cristo é o homem ideal. Jesus foi quem melhor incorporou esse ideal. O homem, ao abraçar esse espírito de Cristo, é a ideia que Deus criou e continuamente mantém.

Seção 1: Homem=imagem de Deus=espiritual
Uma imagem de algo espiritual, tem de ser espiritual também. Deus, que é o Espírito, criou Sua semelhança para ser espiritual. A citação B3 (Isaías 42:1) diz que: “Eu sou o Senhor, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra às imagens de escultura.” As imagens de escultura são materiais, feitas de matéria. Deus não faria uma imagem de Si mesmo a partir da matéria. Numa fraca tentativa de tornar Deus e o homem mais compreensíveis, o homem tentou, insistentemente ao longo dos tempos, “tornar” Deus mais material, talvez para explicar as contradições de um homem mortal e defeituoso. Mas nesta seção somos instados a considerar a natureza infinita, maravilhosa, encantadora e gloriosa do homem que é um claro reflexo de Deus, nosso Pai-Mãe. Se fomos feitos “para celebrar o meu [de Deus] louvor” (B4, Isa 43:21), com certeza não o é na matéria, que pode pecar, ficar doente, ser cruel e, por fim, morrer. Não podemos atribuir tais leviandades ao Amor, Deus. A Ciência Cristã, nos ajuda a reconhecer e compreender o existir espiritual do homem, e a ver e sentir profunda satisfação espiritual e alegria nessa percepção (CS5, p.258).

Sessão 2: O homem mais verdadeiro é o homem de Cristo
Quando deixamos para trás aquelas perguntas recorrentes (mencionadas na B5, Isa. 29:16), nossa suposta natureza material, começamos a escutar aquela voz do Cristo … “Em Colossenses (3:4), Paulo escreve: “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória” CS 7, p 325). Ela brilha através da nossa consciência. Começamos a compreender que nossa integridade se encontra no homem --Cristo, o senso ideal do homem de Deus. E através da cura, demonstramos as leis de Deus e do homem de Deu, e nos encontramos testemunhando a verdade dessa natureza espiritual (B8, Romanos 8). Vemos que não é etérea, pouco prática, ou um ideal demasiadamente elevado. Mas sim um ideal pragmático, poderoso, útil, e sanador. Não existe passividade nesse homem reflexo — ele reflete”… o Princípio vivo, Amor.” CS10, p.477). Não precisamos aceitar nada menos do que a plenitude. Descobrimos que aquele homem “… reflete espiritualmente tudo que pertence ao seu Criador (CS11, p.475). Que homem verdadeiro e rico é esse?! Quando focamos no homem espiritual — o homem à imagem do Cristo, não ficamos presos aos assuntos de genética, meio ambiente, ou até mesmo gênero (CS9, p.508). Mesmo que esses assuntos surjam em nossa experiência de variadas formas, eles são atendidas, em cada caso pelo Amor, mas não são a nossa identidade. A nossa identidade permanece ricamente enraizada no Espírito. É íntegra, satisfeita e completa. Esse tratamento para esse tipo de questões não ignora os reais desafios humanos que nos chegam, mas nos desvia de torna-los o foco de nossa vida. Como reflexo, brilhamos com as qualidades de Deus e a Vida. Isso é quem somos. Nisso nos regozijamos.

Seção 3: Há somente um homem verdadeiro, e esse homem verdadeiro tem domínio sobre o falso homem.
A história de Nabal e Abigail está justaposta a algumas citações lindamente inspiradas do livro Ciência e Saúde, as quais aparecem nesta seção. Ela é geralmente conhecida como a história de um homem desagradável que ficava "apenas com o melhor" depois de se recusar, de uma maneira particularmente feia, a compartilhar sua recompensa com Davi e seus soldados. Nesta lição, a história se expande para ilustrar a mensagem de que Nabal representa a "humanidade", um tipo de homem, a raça adâmica mencionada na seção 1 (CS8, p.525). E Abigail torna-se o homem espiritual (sem gênero envolvido - novamente mencionado na seção 1, CS9, p.508). Ela representa a união das qualidades masculinas e femininas, a completude (CS13, p.57), uma representação completa de Deus. Essa completude cumpre a necessidade, proporciona a resolução pacífica em face da ofensa, da raiva e da vingança. Isto é o que "Um só Deus infinito, o bem [...]" faz à medida que compreendemos como Ele é refletido no homem espiritual! (CS16, p.340). Abigail traz o homem-Cristo e, ao fazê-lo, revela que não existe nada que possa "[...] pecar, sofrer, ser punido ou destruído". O falso senso de homem—Nabal—revela-se impotente—uma bela lição a aprender ao fazer nossas orações para o mundo. E, finalmente, ele é destruído, embora essa parte da história não esteja incluída nesta lição.
Já compartilhei essa bela cura antes, mas é uma ilustração moderna dessa mesma lição. Quando nossa filha mais nova tinha entre dez ou onze anos, ela estava na rua em um final da tarde, ajudando um vizinho levando o cachorro pequeno dele para passear. Quando se aproximou da esquina onde moramos, um homem apareceu ao lado dela e, de dentro de seu carro, começou a falar de forma cada vez mais inapropriada. Ela seguiu seu ritmo, na expectativa de apenas chegar logo e entrar em casa, mas o homem a seguiu em seu carro, estacionou e foi em sua direção. Quando ele a agarrou, ela gritou, mas no mesmo instante outras três pessoas (duas das quais, sem o conhecimento dela, a estavam seguindo a uma certa distância) gritaram para o homem: "largue a garota e a deixe ir!". Ele correu para o carro e fugiu. Esta poderia ser apenas uma história de um "homem mau" que felizmente foi detido por pessoas boas [...] da mesma forma como a história de Nabal e de Abigail tem de ser interpretada. Mas, orando juntos com Holly, a nossa filha, sobre esse evento, uma experiência muito mais profunda e mais sagrada se desdobrou para nossa família. Na sequência imediata do ocorrido, ao fazer o boletim policial, as outras três mulheres se sentaram conosco na nossa varanda e também relataram à polícia o que tinham visto. Nunca havíamos sido apresentadas a duas dessas mulheres, as quais viviam do outro lado do quarteirão. Elas viram nossa filha andando pela calçada e o homem dirigindo ao lado dela. Eles pararam o que estavam fazendo e saíram de casa para se certificar de que ela estava bem. Uma mulher disse que teve a sensação de que algo estava errado com essa cena, parou de lavar os pratos e saiu do apartamento para ter certeza de que a Holly estava segura
No dia seguinte perguntei a Holly: "Onde estava Deus quando você precisou dEle ontem?" Ela, com algumas lágrimas nos olhos, respondeu: "Eu não sei". "Ele estava lá", assinalei, "nas mulheres que deixaram seus afazeres da cozinha e seguiram você no quarteirão, e Ele estava lá em sua amiga, que você conhecia e que vinha na direção oposta, do outro lado da esquina". Não é que Deus estava "dentro" dessas mulheres, mas o homem reflete Deus e, nós, como cientistas cristãos, reconhecemos isso a cada dia e sempre temos oportunidades para experienciar esse fato. O chamado "homem mau" que tentou agarrá-la, é impotente contra a compreensão profunda de que o homem é espiritual, bom e é um reflexo esplendoroso do Espírito, do Amor. E isso é demonstrável, é algo para o qual podemos testemunhar diariamente, à medida que estamos buscando por isso.

Seção 4: A perfeição é a natureza do homem
A maioria de vocês provavelmente sabe que a palavra perfeição na Bíblia significa completude/plenitude. Naturalmente, o homem verdadeiro e espiritual que reflete Deus, tem de ser perfeito, completo. Na Seção 4, Jesus mostra essa perfeição ao curar a sogra de Pedro de uma febre. Fê-lo por reconhecer “...o homem perfeito, que lhe era visível onde os mortais veem o homem mortal e pecador. Nesse homem perfeito o Salvador via a própria semelhança de Deus, e desse modo correto de ver o homem, curava os doentes” (CS17, p.476). Eis um exemplo para seguirmos em nossa prática da cura cristã. Um modo que talvez a gente goste de pensar no Cristo que Jesus incorporou, é como a atividade de Deus no homem. A Sra. Eddy diz-nos que: “o Cristo apresenta o homem indestrutível... O Cristo exemplifica aquela fusão com Deus ... que dá ao homem domínio sobre toda a terra” (CS19, p. 316). Esses termos implicam atividade! Não é de admirar que refletimos “...a presença beatífica, a inundar de luz o universo” (CS 22, p.266). Essa é uma imagem forte de homem, tornada prática pela compreensão da perfeição/completude do homem no Espírito.

Seção 5 – O homem de Deus pode alcançar todo o bem.
Porque nós refletimos Deus, é fácil ver ao menos intelectualmente, que temos o bem infinito bem como habilidades infinitas. Passagens como a de Jó (B12, Jó 33; B13, Jó 23) reafirmam essa verdade. Sobre um ponto de vitória e entendimento, após muita luta e perda, Jó chega à conclusão de que é o Espirito que vivifica o homem, e que é Deus/Espirito que realmente constitui o bem-estar do homem, é a própria vida. Paulo nos encoraja a descobrir as nossas habilidades por meio do entendimento daquilo que Cristo Jesus fez por nós – e assim seguir o seu exemplo. Esse é o nosso presente de Deus (B15, I Pedro 4). A verdadeira ideia de Deus é ilimitada na sua expressão de inteligência, força, criatividade, alegria, saúde, etc. As portas das possibilidades se abrem quando entendemos espiritualmente que “...ele cumprirá o que está ordenado a meu respeito e muitas coisas como estas ainda tem consigo” (B13, Jó 23) Gosto da ideia de que Deus cumpre aquilo que Ele ordena para nós!! Podemos confiar nessa promessa.

Seção 6: Uma visão sobre o homem, sempre mais elevada
Diz a Sra. Eddy que a mulher no Apocalipse (B16, Apoc 16) simbolicamente representa o “homem genérico”. Essa mulher no Apocalipse eleva-se acima da sugestão de homem ou mulher, a um nível de maior identidade espiritual, ao usar sua coroa de 12 estrelas. Essas doze estrelas, cujo número representa plenitude/ completude em muitas instâncias da Bíblia, revelam seu domínio. Essa coroa, governando com justiça, compaixão e domínio sobre a matéria — o dragão, ou mesmo o dilúvio — entroniza a mulher como mãe do “filho varão”. Ela está dando à luz “à ideia nova, se bem que antiga” (CS29, p.191). Esse nascimento está sempre ocorrendo na consciência, anulando a sugestão de sermos sujeitos a um senso material de humanidade. É um “grande milagre” que pode acontecer à nossa consciência até mesmo a cada dia quando apreciamos nossa própria natureza espiritual. O homem não é uma vítima. Enquanto o senso mortal tenta “inundar” nosso pensamento — tenta nos dominar—podemos lembrar-nos de que usamos uma coroa, temos a vitória sobre o “homem Adão”. Cristo Jesus nos mostrou isso por meio de seu ministério sanador, sobre o qual lemos na semana passada. A Ciência Cristã nos ensina isso e interpreta a Bíblia de modo a nos dar um entendimento mais profundo sobre o homem espiritual.
Seção 7: O homem é bem-aventurado/feliz, quando compreende sua identidade espiritual
Podemos encontrar nossa mais profunda satisfação e o mais claro senso de identidade quando paramos de investigar a matéria, e confiamos e esperamos em Deus (B19, Jeremias 17). Vemos então que somos construídos de substância, verdadeira substância espiritual — o tipo que provê abrigo e segurança. Essa compreensão nos dá paz e domínio, pois tudo o que somos provém do Bem infinito e não da matéria limitada ou do físico. Nossa bem-aventurança não se apoia em “habilidade pessoal”, “bondade pessoal”, “Identidade por gênero”, ou qualquer outra medida mortal. É verdade: com essa compreensão, podemos sentir a bênção do TA: “...[tu] és mui amado”. Sim, todos o somos!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS House Springs, MO
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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