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Ore para abrir os olhos cegos para contemplar as coisas invisíveis do Espírito! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Realidade.

Kathy Fitzer, St. Louis, MO & Park City, UT
Posted Monday, September 18th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Ore para abrir os olhos cegos para contemplar as coisas invisíveis do Espírito!]

18 a 24 de setembro de 2017. .

A REALIDADE

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

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A primeira coisa a me chamar a atenção nesta lição são as inúmeras referências a olhos e à visão. Alguns de nós talvez sintam a necessidade de aplicar as referências a literalmente voltar a enxergar. Mas, independente de nossa presumível acuidade visual, precisamos todos orar para ter os olhos abertos para vermos mais do universo infinito que é o reino do Espírito, e para reconhecer plenamente o Cristo (“A divina manifestação de Deus, que vem à carne para destruir o erro encarnado”; “o ideal da Verdade”). A realidade não precisa nunca ser mudada. Podemos perceber o que Deus criou baseando-nos no senso espiritual a fim de ver “profundamente no que é real” e vivenciar a eterna harmonia!

Texto Áureo (Salmo 119:12, 18- “Bendito és tu Senhor; … Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei.”) Esse é um dos meus versículos prediletos. Para mim, é uma oração que reconhece que a única coisa a ser modificada é nosso ponto de vista — nossa perspectiva. Sabemos como as coisas podem parecer diferentes quando vistas de ângulos distintos. E, neste caso, reconhecemos o poder de Deus a abrir nossos olhos a fim de que nossa perspectiva mude da matéria limitada para o Espírito infinito. Nossa tarefa é louvar a Deus por Sua bondade, termos fé de que Deus nos revelará a realidade, e de estarmos dispostos de aderir à verdadeira visão espiritual, ainda que pareça pouco nítida. No original hebreu, a palavra traduzida por “ver” significa prestar atenção e olhar atentamente. Quando nossos olhos estão abertos para a lei divina do bem e estamos focados nesse bem, esse bem se torna tudo o que vemos. Tudo aquilo que não é bom perde o poder de nos impressionar, e não pode nos influenciar!

Leitura Alternada (Salmos 121:1, 2; Isaías 42:5-7, 16, 18) Falamos metaforicamente sobre olhar para cima a fim de ver a ajuda que vem de Deus. Está claro que Deus está em toda parte, mas olhar para cima indica um desejo de olhar para as coisas a partir de uma perspectiva espiritual ilimitada, em vez de a partir de uma perspectiva material (ou limitada). Reconhecemos a Deus como a fonte de todas as coisas, e aceitamos que Deus (o Princípio divino, o Amor) estabeleceu uma aliança (um contrato espiritual) com Seu povo, a qual provê um caminho iluminado que sempre estará aí para ajudar-nos a navegar nessa aventura humana que chamamos vida—e a ver através de suas aparente limitações. Reparem em tudo o que Deus faz! Deus está cuidando de nós completamente. Tudo o que temos a fazer é responder, estarmos dispostos a ouvir, olhar e ver. A Concordância Strong debulha o hebreu para nós. Todos os termos que se referem a ouvir, olhar e ver incluem a ideia de prestar atenção. Ouvir inclui a ideia de obedecer. À medida que prestamos atenção—damos TOTAL atenção ao que Deus está revelando—não seremos distraídos por aquilo que parece ser. A bondade de Deus será, então, nossa para perceber e vivenciar!

Seção 1: O Senso Espiritual e a Fé

Abraão serve como maravilhoso exemplo de obediência e disposição de confiar nas promessas de Deus mais do que nas aparências superficiais (B2, Gên.13). Se realmente aceitamos que cada coisa seja tudo (isto é, “todas as formas da realidade”) e que tem sua fonte em Deus e que é muito bom, não precisamos nunca ficar preocupados quanto a alguém se interpõe em nosso caminho—ou de que não teremos o que necessitamos (B1, Gên.1; CS2, p.109). Podemos permitir-nos ser generosos (como foi Abraão quando deixou Ló escolher a terra em primeiro lugar) sabendo que nunca há carência, mas ao contrário, o bem é infinito e está disponível a todos! Paulo fixou este fato ao destacar que Abraão “aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (B3, Hebreus 1:1). Muitas vezes buscamos uma resposta em particular para atender nossas necessidades, julgamos que as coisas vão bem de acordo com a evidência física. Mas, as condições materiais são mutáveis por sua própria natureza. Ao buscar uma “cidade da qual Deus é o arquiteto e edificador” Abraão estava disposto a confiar no senso espiritual para lhe revelar o que não era visível aos sentidos físicos (CS4, p. 505). Embora representada pela terra fértil que chamamos de Israel—a herança que Deus estava em verdade revelando a Abraão era um estado de consciência na qual a sempre-presença de Deus pode ser percebida, e a Mente é reconhecida como envolvendo toda ideia espiritual no reino do bem (CS2, p. 109). Quando olhamos para nosso mundo, temos de apoiar-nos mais no senso espiritual para ver além da carnalidade, da doença e da desarmonia. Na verdade, onde estas aparecem ali mesmo estão a paz, a saúde e a harmonia. Fazer tal afirmação não é ser desligado do que ocorre ao nosso redor, mas é contradizer o testemunho do sentido material e corrigir o relato falso. A Sra. Eddy lista seis qualidades de pensamento inerentes a esse senso espiritual. A mim me parece que se apoiam mutuamente. Embora talvez não percebamos a realidade em cada situação, podemos (assim como Abraão) confiar em Deus—na lei de Deus—o suficiente para deixar nossa intuição de que Deus irá suprir nossa necessidade edificar a esperança, a fé, e a compreensão até vermos a resposta frutificar e, finalmente, vislumbrar a realidade (CS3, p.579 ; CS6, p.298). Abraão era como nós. E nós podemos confiar como ele confiou. Recentemente estive em um parque nacional que estava imerso em fumaça. Eu não podia ver as montanhas, os lagos e as geleiras. Mas confiei em que estavam lá. Passo a passo nos manteremos na trilha certa—quer vejamos ou não aonde a trilha nos leve. O Amor inspira a realidade espiritual—que sempre é boa.

Seção 2: O invisível se torna visível

O Texto Áureo se repete nessa seção. (B5) Coisas maravilhosas podem ser vistas como coisas além da capacidade de alguém de perceber, ou difíceis de entender. Alguns podem até chamar elas de milagres. (“Fortes” ??). Em outras palavras, são coisas ou resultados que só podem ser discernidos através de um tipo de sentido espiritual que vem quando Deus abre nossos olhos para vermos além do que é aparente aos sentidos físicos. Através da obediência à lei de Deus, somos levados da escuridão para a luz - onde coisas que estavam ocultas agora podem ser vistas. Eliseu tinha demonstrado sua capacidade de ver além do que os sentidos materiais revelavam. Antes dessa história, lemos como ele havia multiplicado o óleo da viúva, previsto o nascimento da sua criança, levantado seu filho da morte, curado Naaman da lepra e recuperado uma cabeça de machado perdida. E agora ele havia repetitivamente avisado o rei de Israel sobre os iminentes ataques. Mas seu servo também precisava ver a presença de Deus! E a oração de Eliseu para que SEUS olhos fossem abertos foi atendida - cancelando o medo provindo do julgamento das aparências externas. Todos podemos ser profetas - videntes espirituais - e ajudar outros a também ver além das evidências físicas. (S7) Nunca devemos estar satisfeitos com as evidências apresentadas pelos sentidos materiais. O universo bom de Deus é a única realidade e podemos perceber esta realidade conforme “deixarmos nossa vista descansar… no domínio insondável da Mente.” Então, as coisas que eram invisíveis à visão limitada humana - coisas que nem sequer podemos imaginar - se “tornarão visíveis” ao sentido espiritual - como os “cavalos e carruagens de fogo em volta de Eliseu.” (S11) A chave é não delinear como uma resposta vai aparecer - ou como ela vai aparentar. É suficiente saber que sempre existe uma resposta e que Deus vai revelar a mesma quando oramos para que nossos olhos sejam abertos, e tenhamos fé que nós (e outros) possam ver o bem que Deus sempre provém…

Seção 3: O Cristo abre os olhos dos cegos

Jesus restaurou a vista aos cegos, dizendo-lhes: “Faça-se-vos conforme a vossa fé”! (B9, Mateus 9:27-30). A história que temos aqui em Mateus reflete o relato de Marcos (10:46-52) do cego Bartimeu que vinha clamando após Jesus. Mateus fala de dois homens e é de se supor que fosse seguidores de Jesus (de algum modo) antes de serem curados. Aqui é útil considerar a contribuição de cada um. Em ambos os casos o homem ou homens vinham atrás de jesus e clamavam confiantemente, implorando que ele os curasse. Jesus como a plena representação do Cristo, entendia perfeitamente que o homem não tem vida separada de Deus. Ele nunca aceitou na visão mortal limitada, mas “reconhecia na Ciência o homem perfeito, que lhe era visível ali mesmo onde os mortais veem o homem mortal e pecador” (CS13, p. 476). Para ele não havia homens cegos. Mas, fé era necessária para receber a bênção da visão. Eles ainda não tinham atingido aquele nível de compreensão, mas sua fé 1quebrou a obscuridade dos sentidos materiais. Para mim, é confortador perceber que “a Vida, a Verdade e o Amor” (“as realidades da Ciência divina”) “despontam na fé e resplandecem em pleno fulgor na compreensão espiritual” (CS14, p.298). (Não precisamos ceder à frustação ou sentir-nos derrotados se pensarmos que carecemos de uma compreensão suficiente da natureza espiritual do homem. É o Cristo, a Verdade, quem cura. Manter nossa fé nos habilita a sentir o toque sanador do Cristo em nossa experiência! Também é útil reivindicar que temos todo o senso espiritual que precisarmos a fim de curar uma certa situação. A Sra. Eddy nos diz: “O senso espiritual é a capacidade consciente e constante de compreender a Deus” (CS17, p. 209). Não é algo que precisemos conquistar—embora precisemos constantemente apreciá-lo e cultivá-lo. Precisamos reivindicar o senso espiritual como nosso, e manter a fé de que Deus nos abra os olhos e então poderemos ver o bem infinito que constitui a criação de Deus!

Seção 4: Reconhecer o Cristo

Parece-me que a abertura dos olhos dos discípulos quando falaram com Jesus no caminho de Emaús pode ser considerada uma cura de cegueira. Embora sua visão física estivesse intacta, eles estavam tão cegados pelo pesar, desânimo, medo e falta de entendimento que lhes foi impossível reconhecer Jesus enquanto caminhava e conversava com eles. Estavam saindo de Jerusalém—deixando para trás sua vida de discipulado. Enquanto caminhavam, apareceu um “estranho”. Podem imaginar não reconhecer o próprio Mestre com quem tinham passado tanto tempo? Antes da crucificação, seus discípulos estavam certos de que Jesus era o Messias prometido. Mas, mesmo que tenha tentado -dizer-lhes que ele seria crucificado e voltaria do túmulo, essa parte não podiam aceitar. Talvez sua visão estivesse “restringida” (do grego reprimida) porque ainda tinham muito a aprender sobre o Cristo antes de estarem preparados para desenvolver o trabalho para o qual Jesus os estivera preparando. Parecem que não compreendiam plenamente o significado do Messias como um salvador espiritual. Pensavam que o Messias libertaria Israel totalmente—e isso não aconteceu antes de Jesus deixa-los.

É claro que não tinham aceito como fato as profecias sobre Jesus. Quando Jesus falou com eles, e “começando por “!Moisés, discorrendo por todos os profetas, [e] expunha-lhes o que a seu respeito constava nas Escrituras” (B12, Lucas 24). Ainda assim, eles não compreendiam o isso significava. Mas suplicaram que ficasse com eles e passasse a noite com eles quando chegassem ao destino. Isso foi algo bom; como “abrigar anjo sem saber.” Depois de aceito o convite—quando Jesus partiu o pão (como tinha feito tantas vezes)—seus olhos “se lhes abriram”. Então Jesus desapareceu da presença deles. Finalmente reconheceram que seus corações “arderam” quando ele lhes falava. Perceberam que algo especial estava acontecendo, e finalmente receberam a plena revelação—subitamente sentiram a presença do Cristo e reconheceram Jesus (B12, Lucas 24:13,15,27,28, 30-32). Esta parte não está na lição, mas ficaram tão abalados por seu despertar e nova visão que voltaram e caminharam de volta para Jerusalém—a noite. Algo que normalmente não fariam. Devem ter-se sentido tão envoltos no amor do Cristo que sua segurança não os preocupou. Foram saudados pelos outros discípulos e souberam do encontro de Pedro com o Mestre. Seus olhos permaneceram abertos à medida que seguiam compartilhando as boas novas do Cristo ressuscitado. Quantas vezes estão nossos olhos fechados à presença do Cristo? Quantas vezes nos sentimos como se tivéssemos sido separados de Deus, e ficamos imaginando se voltaremos a sentir essa unidade? Talvez até duvidemos se o que sabíamos de Deus e do homem é verdadeiro, ou ao menos imaginamos se podemos demonstrar o que pensávamos saber. Talvez sintamos que mesmo sabendo que o Cristo é real, em algum momento em particular não conseguimos ver “a divina manifestação” vir “à carne para destruir o erro encarnado” (CeS, p.583: 11).

Provavelmente não haja um momento em que alguém não se sinta assim. É um sentimento terrível. Mas, descobrimos na primeira epístola de Paulo aos colossenses algo que nos diz como podemos ajudar a amigos que se sintam assim—e ser ajudados por outros quando nós nos encontramos nesse barco. Paulo diz aos colossenses que está orando por eles. Ele louva ao Deus que ele sabe estar dando-lhes a compreensão e a fé que necessitam—que lhes está abrindo os olhos! Ele elogia os colossenses por sua fé e esperança—ainda que não vejam as coisas com a clareza de um dia verão. Ele confia que a fé deles não os deixará desistir—e que ao final serão vitoriosos (B13, Col. 1:3-5, 9, 10). Não deveríamos incluir em nossas orações diárias o apoio aos nossos estimados buscadores? Por outro lado, podemos ser confortados quando precisamos de apoio, sabendo que outros oram por nós! Seguidamente julgamos coisas (e somos cegados) pela aparência exterior. Talvez pensemos ter perdido nossa conexão com Deus—perdido a visão do Cristo—porque nosso corpo ou outras dificuldades (tais como danos climáticos ou desafios econômicos) nos dizem isso. Mas a CC nos ensina corretamente que o “senso espiritual, e não o material, ... transmite ao homem as impressões da Mente.” Se nos atemos ao que o senso espiritual está nos dizendo, “o existir será compreendido e se constatará que é harmonioso” (CS19, p.214). Gosto da comparação que a Sra. Eddy faz da nuvem encobrindo o sol. Semelhantemente: “assim a crença errônea silencia por algum tempo a voz da harmonia imutável, mas a crença errônea não pode destruir a Ciência armada de fé, esperança e fruição” (CS20, p. 298). Nós, naturalmente, incluímos suficiente fé e esperança e compreensão. E elas não podem ser encobertas para sempre pelas nuvens do senso material. Eddy descreve a compreensão como “A realidade de todas as coisas trazida à luz” (CS23, p.505). Ela não é obtida por processo intelectual. Em vez disso, precisamos incandescer nosso coração—o desejo do coração—e saber que nada pode impedir o Cristo de brilhar tão intensamente que somos despertados e nossos olhos são abertos. A cegueira se vai e vemos a harmonia que sempre constituiu o universo de Deus!

Seção 5: A cidade sagrada – visível aqui e agora

A experiência de João foi a mais elevada em questão de demonstração espiritual – habilitando-o a ver um novo céu e nova terra – (uma) realidade radiante – no mesmo lugar que ele estava! Para o senso material, João não estava em um local muito bom, aprisionado na deserta Ilha de Patmos. Mas, João foi capaz de ver para além da neblina material para reconhecer a eterna realidade celestial que habita dentro de nós – dentro dos corações de cada um de nós, sempre pronto para ser visto e vivenciado. O livro de Apocalipse começa com uma explicação sobre essa realidade revelada por Deus para Jesus o qual, através de suas demonstrações, nos mostrou o que pode ser visto quando os olhos estão abertos (para) a presença do Reino de Deus. E então foi revelado de Jesus para João através dos anjos de Deus. Foi dito a João que escrevesse a sua visão para que nós tivéssemos um escrito/algo gravado/um recorde dela. Estamos agradecidos por isso? Apocalipse é escrito em uma linguagem simbólica que representa o ápice da visão espiritual. É importante abraçar as possibilidades e “tomar consciência das tarefas infinitas da verdade” para “determos – esperarmos a direção de Deus” e “avançarmos, até que o pensamento, livre de barreiras, caminhe maravilhado e a concepção ilimitada ganhe asas para alcançar a glória divina” (CS28, p. 233). João demonstrou para nós que nossos olhos, embora ofuscados pelo senso material, podem ver a realidade (a Cidade Sagrada ou Nova Jerusalém) aqui e agora – sem se importar com as circunstancias humanas. Sra. Eddy define Nova Jerusalém no Glossário como “A Ciência Divina; os fatos espirituais e a harmonia do universo; o reino dos céus, o reino da harmonia” (CS 592:18). Sra. Eddy explica como João viu o que viu: “Porque o senso corpóreo de S. João a respeito dos céus e da terra havia desaparecido, e em lugar desse senso errôneo havia ficado o senso espiritual...” A experiência de João proveu “Autoridade bíblica para concluir que tal reconhecimento do existir é, e sempre foi, possível aos homens no atual estado da experiência humana – que podemos ficar conscientes, aqui e agora, de que já não existem a morte, a tristeza e a dor” (CS.26, p. 573). É isso que a Ciência Cristã ensina! Ciência Cristã não é trata de colocar limitações em nós – o que não somos permitidos de fazer – mas abre os horizontes para que possamos ver a Cidade Sagrada – “um novo céu e uma nova terra” onde não há mais mar (oceano) (B15, Apoc. 21:1-15). O que representa o mar? Pode ser o falso senso sobre a origem humana. O mar é, as vezes, considerado um mundo decaído de onde surgem bestas ferozes. Ele divide terras e pessoas e pode ser visto mudando constantemente de vidro para um estado constante de agitação. Em outras palavras, o conceito geral de mudança constante e inconstância. Mas, como nossos olhos estão abertos para a Cidade Sagrada, tudo isso desaparece e achamos união com Deus e o homem e a paz perpétua. Cobbey Cristler alia o secar do pranto/lágrimas com o secar do mar... “sem mais lembranças salgadas do mar em nossos corpos.” A realização de que todas as coisas são NOVAS, liberta-nos da ideia de erros passados (nossos ou de outros), de achar que podemos sofrer por coisas como ficar no sol por muito tempo sem proteção, ou fazer escolhas erradas em geral, ou mesmo de ter nascido sob circunstancias difíceis ou com “genes ruins”. É impressionante que muitas das coisas que vemos como nossos problemas podem ser conectados com algo passado. Mas, nós não temos que ficar presos ao passado! Nós podemos ter uma nova visão quando vemos a vida através do senso espiritual dado por Deus e reconhecemos todos os momentos como novos! O Cristo abre os nossos olhos, e vemos a “Ciência Cristã absoluta” – o reino da eterna harmonia aqui e agora!! Deixe o passado e abrace essa nova visão. Os cegos receberão a visão!! Isso é uma promessa.

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Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, CS.

A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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