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Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons... Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Irrealidade.

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, September 25th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

A Irrealidade

01/outubro/2017

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

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Herbst é o nome do outono aqui na Alemanha. A origem da palavra Herbst, assim como a de outono, está relacionada à época da colheita. É a época no final do verão, quando as temperaturas começam a baixar, os dias ficam mais curtos e muitos grãos, frutas e vegetais já estão maduros e prontos para colheita. Pode-se ver tudo isso nos arredores rurais de Dresden. Primeiro, as colheitadeiras são ativas nos campos dourados. Depois, é o corte e poda da grama verde para silagem de capim verde, ou o corte e enfardamento de feno. As plantações de grãos estão madurando e secando, prontas para serem colhidas. E, logicamente, as maçãs, peras e ameixas estão doces, suculentas e maduras para serem apanhadas e consumidas.

Lembro-me de uma tarde de setembro, há alguns anos, quando visitávamos a Granja Rüdiger, minha preferida, num dia de ‘Open House’. A família de Ulli e Ute estava no negócio desde 1792. Um dos pontos altos era um passeio de trailer por entre os pomares. Em certo ponto, o trailer parou e todos foram convidados a colher uma maçã. Com a rapidez de um raio peguei uma maçã gordinha e vermelha. Quando dei uma mordida, tudo o que pude pensar foi que havia sido a melhor fruta do mundo, a melhor que havia comido. Diretamente da árvore e absolutamente deliciosa, tããão boa.

Que alegria deve ter sido aos amigos Ullui e Ute colher frutas que eles haviam plantado. A fruta que comi era o resultado de vários anos de trabalho duro. Sábia seleção de espécie. Atendimento cuidadoso, fertilização e podas. Quando conhecemos os Rüdigers, tomamos conhecimento do tipo de pensamento que eles alimentavam ao selecionar e cuidar das árvores da granja. A fruta deliciosa que comi era, na verdade, o fruto de seu trabalho. Como somos lembrados no Texto Áureo desta semana, a origem da fruta, a árvore tem de ser cuidadosamente selecionada, cuidada e, no momento adequado, produzir bom resultado. As árvores improdutivas, as indesejáveis são desarraigadas e queimadas. Por meio dos Rüdigers, aprendemos que não é só o fruto que é importante; a árvore de origem também importa. Assim, durante a semana, ao estudar a Lição, estarei me perguntando que árvores permiti que fossem plantadas na minha “granja” (pensamento)? E que tipo de fruto elas estão produzindo? Pensando sobre essas lições, as palavras de Jesus do Sermão do Monte, que estão TA, fazem muito mais sentido para mim.

Texto Áureo (Mateus 7:18, 20): “Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons... Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis”.

Nosso Mestre sempre estava interessado em que aprendêssemos as verdades do Reino dos Céus, que ele ensinava, sobre colher bons frutos espirituais. Suas palavras proferidas há mais de 2000 anos nos indicam a realidade da criação de Deus, a boa safra e a origem de nossos frutos. Ele também alertou sobre a irrealidade das falsas mensagens, o mal, que não é parte do que Deus criou. Assim, é importante, também aprender a afastar o mal que possa estar crescendo em nossa ‘granja’ mental, e não só descartar os frutos ruins, mas erradicar as árvores apodrecidas e improdutivas que estejam ocupando lugar em nossa granja. Nesta lição, vamos aprender sobre a “árvore da vida” e ser alertados sobre o indesejável fruto da “árvore do conhecimento do bem e do mal.”

Eis alguns exemplos de outras traduções de nosso TA em seu contexto imediato.

Mateus 7:15-20 “Tomem cuidado com os pregadores muito sorridentes: a sinceridade é fabricada. Eles não perderão nenhuma oportunidade para depenar vocês. Não fiquem impressionados com o carisma. Procurem o caráter. Importa o que os pregadores são, não o que dizem. Um líder de verdade nunca irá explorar as emoções ou as economias do povo. Essas árvores doentes com seus frutos podres serão cortadas e queimadas.” (A Mensagem).

“O viver, não o professar, é o que importa.”

Mateus 7:15-20 “Guardai-vos de falsos professores religiosos, que vêm a vós vestidos de ovelhas que, em verdade, são lobos vorazes. Vós os conhecereis pelos seus frutos. Colhem-se uvas de espinheiros, ou figos de cardos? Toda árvore boa produz bons frutos, mas a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir fruto mau, e árvore má produzir fruto bom. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, conhecereis os homens pelos seus frutos.” (Novo Testamento de J. B. Phillips).

A Leitura Alternada (Salmos 1:1-3; Provérbios 3:13-18) segue com nossas lições sobre a importância de escolher corretamente a “fonte” com alguns conselhos a respeito da seleção de espécies.

Eis algumas traduções alternativas de nossa LA:

NTLH (Salmos 1: 1-3) “Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus... Pelo contrário, o prazer deles está na lei do Senhor, e nessa lei meditam de dia e de noite. Essas pessoas são como árvores que crescem na beira de um riacho, elas dão frutas no tempo certo, e suas folhas não murcham. Assim, tudo o que essas pessoas fazem dá certo.”

CEB (Prov 3: 13-18) “Felizes são os que encontram sabedoria e ganham entendimento. Seu ganho é melhor do que prata e seu lucro melhor do que ouro. Seu valor excede o de pérolas; tudo o que desejares não se compara com ela. Na sua destra está vida longa, e na esquerda riquezas e honra. Seus caminhos são caminhos deliciosos e todas as suas veredas, paz. É árvore de vida para os que a alcançam; e felizes são todos os que a retêm.”

A sabedoria e o entendimento são, de fato, fontes de bons frutos e felicidade, ou como Provérbios coloca: “Ela (a sabedoria) é uma árvore de vida”.

Seção 1: A “árvore da vida” produz frutos que vale a pena guardar.

Começamos nossa lição com um dos mais importantes versículos da Bíblia.

A citação B1 declara: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gên. 1:31). Quando li isso, de repente, percebi que não é só que Deus viu aquele Bem, mas de fato é isso o que a criação é, “boa”, e somente boa. Está “acabada” como coloca a citação B2 (Gen. 2:1).

Nossa Líder declara: “Deus declarou que tudo aquilo que Ele havia criado era bom, e as Escrituras atestam que Ele criou tudo. A ‘árvore da vida’ representa a ideia da Verdade, e a espada que a defende é o símbolo da Ciência divina. A ‘árvore do conhecimento’ representa a doutrina errônea de que o conhecimento do mal é real, portanto outorgado por Deus, tanto quanto o conhecimento do bem” (CS1, p 526: 15-22).

Ela prossegue: “A ‘árvore da vida’ indica a realidade eterna, o existir eterno. A ‘árvore do conhecimento’ simboliza a irrealidade” (CS2, p. 538:14-16).

Ater-se a essa realidade do bem, afastando a irrealidade do mal, talvez seja uma tarefa já em curso, mas é um trabalho na granja que, digamos, pode trazer frutos imediatos.

Há alguns anos, nossa turma de crianças da vizinhança resolveu trepar numa amoreira. Era época em que a árvore estava cheia de frutinhas maduras; quer dizer, o negócio era subir e comer. Eu era o mais moço da turma, de uns 7 a 8 anos, louco para participar da comilança: yummmmm! Em certo ponto, tentei subir por um galho maior, mas acabei escorregando em caí uns 5 metros. Quando bati no chão com força, lembro-me de ter pensado: “Eu tô bem, eu tô bem.” Vocês sabem que as lições na ED, que ensinam as crianças que nunca podem estar fora da presença de Deus se tornam ferramentas práticas e sanadoras quando são necessárias. Saber que Deus, o Bem, estava comigo foi algo rápido e eficaz. Essa experiência nem precisou passar por um recurso confiável, papai ou mamãe. Em pouco tempo, todos os sintomas de machucado haviam desaparecido, e pude continuar a comer amoras.

Sabem, essa não foi minha primeira cura e nem a última, mas faz parte de um trabalho do qual todos nós participamos. Começamos escolhendo o que vamos aceitar como real e duradouro em nossa vida. Descartamos o joio da irrealidade e seus frutos. E conquistamos um pouco mais da realidade da boa criação de Deus. Como Eddy escreve em Escritos Diversos: “O joio da mente mortal nem sempre é destruído na primeira vez em que é desarraigado; pode reaparecer, como capim bravo, sufocando o trevo que cresce. Ó jardineiro estúpido! Observa o reaparecimento do joio, e arranca-o do solo, até que não sobre raiz para propagar—e assim apodreça” (Miscellaneous Writings. p. 343).

Seção 2: Você tem um advogado, um ajudante, um confortador, seja perseverante!

As próximas três seções compartilham exemplos da vida de Jesus, em que ele demonstrou a irrealidade das pretensões do mal. Ele provou que o pecado, a doença e a morte são irreais. Ele demonstrou a irrealidade deles! Ele é o melhor amigo que alguém possa ter, pois nos ajuda a ver a irrealidade do mal e a toda-presença da bondade de Deus.

Como lemos na Citação B4: “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (I João 2:1).

Essa palavra traduzida como advogado é no original grego “parakletos”. Segundo a Strong’s Concordance há várias definições.

Definição: (a) um advogado, intercessor; (b) um consolador, um confortador, um ajudador; (c) Paraclete. Parakletos é o termo regular nos tempos do NT para um advogado, alguém que se levanta na corte.

Se você, por acaso, sentir-se desanimado, lembre-se de que não está sozinho; você tem um advogado na cidade, que argumenta em sua defesa. Não desista de si, pois você não está só. Você tem um Advogado! Como lemos na citação B6, em que Jesus cura um homem paralítico. Jesus o encoraja: “Tem bom ânimo, filho”, ou como diríamos hoje: “aguenta firme”. Jesus disse ao homem que seus pecados estavam perdoados, que se levantasse e andasse, tomasse seu leito e fosse para casa. A “cama” do homem, com certeza, estava localizada em um lugar onde pudesse esmolar e ganhar algum dinheiro. Mas a cama na qual esteve deitado em desespero pôde ser enrolada imediatamente graças a Jesus. Ele até a carregou para casa. Por quê? Porque o homem havia encontrado um bom defensor, um advogado!

Sempre encontrei grande estímulo nos muitos exemplos que citam curas de paralisia por Jesus. Nenhuma crença de pecado precisa paralisar a qualquer pessoa onde o Cristo governa. Obediência, responsabilidade, receptividade, disposição, todas contribuem para a libertação de crenças escravizantes. Nenhum medo tinha o poder de enregelar uma atividade correta.

Há aproximadamente 40 anos, no início de minha prática da CC, recebi, certo dia, um chamado. Uma estudante da CC há tempos havia mudado há poucos dias para nossa cidade; certa manhã, acordou sem conseguir falar ou mover-se. Sua filha havia ligado pedindo ajuda em oração. Fui visitá-la imediatamente. A filha precisava sair; e eu lhe disse: “Não se preocupe; vamos ficar bem.” Passei o resto dia com essa pessoa. Eu li em voz alta o Ciência e Saúde durante o dia todo. À noite, ela já se dispôs a comer alguma coisa. E mais tarde caiu num sono profundo. Continuei lendo a maior parte da noite. Ao despertar na manhã seguinte ela podia falar, levantou-se e tudo estava bem.

Afirmemos constantemente que os males: pecado, doença e morte, não fazem parte da criação de Deus e que não podem paralisar qualquer atividade do bem. Lembrem-se, não estamos sozinhos nessa rejeição do erro, a irrealidade; temos um advogado, um Confortador!

Seção 3: As realidades da doença e da enfermidade destruídas.

Eu gosto da maneira como Jesus tratou a doença. Ele simplesmente a destruiu. Ele a expulsou. Assim como um bom jardineiro, ele arrancou essas ervas pelas raízes e colocou-as na pilha de lixo! E incentivou seus seguidores a fazer o mesmo. Estou certo de que foi essa atividade usual de cura que inspirou Mary Baker Eddy a seguir obediente e humildemente o exemplo dele.

A citação B9 (Mateus 4:23) afirma como TODOS os falsos conhecimentos e experiências de doença e enfermidade renderam-se ao poder de cura de Cristo: "Jesus andou por toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, anunciando a boa notícia do Reino e curando as enfermidades e as doenças graves do povo." (Mateus 4:23).

A citação B10 (Mateus 8:2,3) dá um exemplo específico de uma das incontáveis curas instantâneas de Jesus: "Então que veio um leproso chegou perto dele, ajoelhou-se e disse: -Senhor, eu sei que o senhor pode me curar se quiser. Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: - Sim, eu quero. Você está curado. No mesmo instante ele ficou curado da lepra "(Mateus 8: 2, 3).

Na citação CS13 (p. 243) Mary Baker Eddy explica: “A doença, o pecado e a morte não são os frutos da Vida. São desarmonias que a Verdade destrói. A perfeição não vivifica a imperfeição. Visto que Deus é o bem, e é a fonte de todo o existir, Ele não produz deformidade moral nem física; portanto, tal deformidade não é real, mas é ilusão, uma miragem do erro. A Ciência divina revela esses fatos grandiosos.”

A fé na realidade da saúde e da ilegitimidade da doença levaram amigos meus, há alguns anos, a ter a disposição de adotar uma criança "deficiente". E foi interessante que as autoridades estivessem dispostas a autorizar essa adoção. Desde o início, a oração na Ciência Cristã e o amoroso cuidado sincero para este pequenino foram parte de sua busca de achar seu espaço na família. Não foi fácil, e exigiu amor contínuo e oração por parte dos pais.

E então aconteceu um evento muito sagrado. Até esse ponto, o pequenino nunca tinha falado nenhuma palavra. A mãe e o filho estavam sozinhos em casa. Ela estava tirando uma soneca em um dos quartos e seu filho em outro. Então a mãe acordou ao ouvir seu filho dizer com grande autoridade: "Não há deuses diante de mim, você não pertence a este lugar". Ela se levantou com grande admiração e veio para onde estava o seu filho, e lembre-se de que estas foram suas primeiras palavras! Quando ela pôs-se em sua frente, a campainha da porta tocou. Era uma vizinha muito ansiosa perguntando: "Está tudo bem?" A vizinha explicou que tinha visto um homem muito desalinhado e de aspecto rude, subindo a rua e entrando na casa vizinha que era a da minha amiga. E então quase imediatamente viu o homem sair da porta e se afastar. Ela correu para se certificar de que tudo estava bem. E foi, de fato, muito melhor do que tudo bem, porque, a partir desse momento, esse pequeno menino fez grandes progressos. Quando conheci essa bela família, esse pequeno rapaz era tão normal como qualquer um poderia ser. E ele realmente foi abençoado assim como também foi uma benção para sua família.

Talvez nossos pomares não sejam de macieiras, mas de uma árvore genealógica! À medida que oramos e reivindicamos a realidade do bem como a única presença em nossas famílias, é isso que experimentaremos. Todos nós temos o direito de ver a presença do Bem e a ausência do pecado, da doença e da morte. Quem está dizendo isso? É Deus, Ele é quem está dizendo.

A citação B11 (Jó 33:9) encerra essa ideia da inocência espiritual do homem e a perfeição concedida por Deus: "Não sou culpado; não fiz nada de errado. Estou inocente; não cometi nenhum pecado."

Seção 4: O “conhecimento” da morte como irreal; é só perguntar a Jairo e sua filha.

Quantas vezes vocês já devem lido a citação B11 e se regozijado a respeito: A lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rom. 8:2).

Livre da morte? É só mais um exemplo da irrealidade apresentada pela “árvore do conhecimento do bem e do mal”. Sim, liberdade dessa falsa crença.

Por exemplo, a cura da filha de Jairo. Nesta seção, lemos o relato da ressurreição da filha de Jairo no Evangelho de Mateus. Mas também aparece em Marcos e Lucas (Mateus 9:18-26; Marcos 5:21-43; Lucas 8:41).

Warren nos enviou os seguintes comentários de Cobbey Crisler sobre a citação B12, a respeito de Cristo ter feito sair da sala os pensamentos de funeral das carpideiras antes de ressuscitar a menina (Mt. 9:18-25).

“No contexto, depois de Jairo pedir a Jesus que viesse para curar sua filha que “estava à morte” (na versão relatada em Marcos 5:23), uma mulher passando por entre a multidão tocou a orla do manto de oração de Jesus. Embora ela fosse “impura” por causa de uma hemorragia que já durava doze anos (a idade da filha de Jairo), “a mulher ficou sã na mesma hora.” Jesus pára, percebendo que uma cura não afeta o resultado de outra.” “(Versículo 23) Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço.” Eram os murmuradores profissionais. Conta Josephus que mesmo nas casas mais humildes havia no mínimo duas flautas e algumas cornetas tocando em um funeral. Assim, dá para imaginar o alvoroço na casa do chefe da sinagoga, algo como uma sinfonia de Shostakovich. Ele entra ali. Imaginem a atmosfera do ambiente. Jesus modifica a atmosfera antes de curar. ‘(Versículo 24) Ele diz que a menina não está morta, mas dorme’. Aparentemente ele se sentia incapaz de realizar a cura—ressuscitar alguém—na presença do peso do pesar. Ele fez sair a todos que choravam, pois não teria o apoio do costume social do dia, não é mesmo? Você não vai a um funeral para tirar as pessoas que choram. É para isso que estavam lá. Vieram para chorar.

Notem o que Jesus fez. Esse ponto me foi indicado por alguém respeitado por seu entendimento das Escrituras. Eu não tinha me dado conta. Jesus mudou o ambiente inteiro.

Ele fez uma declaração absolutamente verdadeira para ele, mas que era ridícula ao pensamento humano. Ele disse: “A menina não está morta, mas dorme.” Pode-se ver por aí quão profundo era o pesar. De repente, todos riram dele. Vocês e eu sabemos que num funeral não se ri.

(Versículo 25) ‘Assim ele podia retirar cada um que riu. Então prosseguiu a ressuscitar a menina.’

Isto é o que lemos em Mateus 9:23-25 (B12): “Tendo Jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse: Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme. E riam-se dele. Mas, afastado o povo, entrou Jesus e tomou a menina pela mão, e ela se levantou.” “Livro de Mateus, Auditando o Mestre, Relatório de um Coletor de Impostos,” por Cobbey Crisler.

Tudo o que posso dizer é que a fala de Jesus realmente nos faz sentar e tomar conhecimento ao redor, independente da circunstância!

Eis o que nosso livro-texto tem a dizer: “Se a crença na morte fosse eliminada, e a compreensão de que a morte não existe fosse alcançada, isso seria uma ‘árvore da vida’, conhecida por seus frutos” (CS19, p. 426).

É a ‘árvore da vida’, não a árvore da morte!

Seção 5: Nada de fantasmagórico a respeito do Espírito Santo!

A citação 15 da Bíblia (B15, Salmos 91:5, 6, 10, 11) cita o Salmo 91 para assegurar-nos que não precisamos temer o “terror noturno...nem a peste que se propaga nas trevas. Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.”

Pode-se dizer que caminhando na realidade da presença de Deus não há hora do dia em que Deus não governe supremo. Não há horas escuras, não há perigos ocultos quando a gente se move na Luz do Cristo. E nos dias atuais é muito importante que os que estejam equipados com os instrumentos do Espírito Santo, as intuições espirituais, a divina firmeza do Advogado, o Confortador, façam uso dessa fonte de Luz divina.

Atualmente há os que não se sentem à vontade, devido a ilusões fantasmagóricas. Acreditam em uma presença malévola assombrando-os, ou a outras pessoas. Outros sentem-se desafiados por dores e sensações que não conseguem enfrentar. Em diversas ocasiões fui solicitado a ajudar durante a noite num ambiente hospitalar quando pacientes estavam perturbados e agitados. O que a gente pode fazer? Como afastar esses temores e crenças, que parecem fantasmas? Bem, simplesmente afirmando a sempre-presença do Confortador, o Espírito Santo. E é exatamente aí onde a sempre-presença de Deus, e a presença do Confortador, é capaz de estabelecer uma existência harmoniosa e estável. Por acaso, temos de ser governados por essas falsas sensações e crenças? Nunca!

B16 (I João 4:1): “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes provai os espíritos se procedem de

Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.”

Lemos na citação CS21 (p. 353): “O pecado, a doença, tudo o que parece real ao senso material, é irreal na Ciência divina. A época atual ainda não superou completamente o senso das crenças em fantasmas. Está ainda mais ou menos apegada a elas.

Seção 6: Glorioso herbst, o outono está aí, tempo de colher da “árvore da vida”.

O profeta Jeremias escreve na citação B21 (Jer 17:7,8): “Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano da sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto.”

O que eu acho importante é que quando você se estabelece na ‘granja’ de Deus, você se mantém ali, e aproveita a deliciosa colheita do bem. Nesse modo de pensar você percebe que jamais alguém foi removido (‘chutado’) do jardim de Deus, o reino de Deus. É o que foi afirmado quando recebi um telefonema de um amigo de Hamburgo, Alemanha. Manfred ligou para dar um alô e começamos a regozijar-nos sobre a colheita divina que está sempre em andamento. Ele me contou que retornava à sua casa por uma autoestrada tcheca, quando teve um pneu estourado. Depois de muitas tentativas de ligações telefônicas, conseguiu um número que respondeu; era um serviço de reboque. O motorista chegou após uma hora de espera e taxou o serviço em 100 euros, para rebocar por 3 quilômetros. Não é preciso comentar que Manfred ficou furioso com isso, mas como costuma orar de dia e de noite simplesmente para saber o que é real, enquanto o motorista do carro-reboque voltou a seu carro, o telefone de Manfred tocou. Era o Autoclub da Alemanha. A senhora da ligação pediu para falar com o motorista. Depois de uma curta conversa o motorista disse: “não vamos cobrar nada”. Então o motorista o levou a uma garagem onde vendiam pneus adequados ao carro de Manfred. Depois de uma conversa muito interessante com o dono da garagem, pneu novo montado, o dono fez um desconto satisfatório. Manfred e eu concordamos que quando a gente se planta na Verdade, a gente colhe bons pensamentos! Não importa qual a emergência, com pensamento correto ela se transforma num momento de “emerja e veja”.

Como nossa Líder escreve na citação CS26: “A Bíblia contém a receita para toda cura. As ‘folhas da árvore são para a cura dos povos.’ Tanto o pecado como a doença são curados pelo mesmo Princípio. A árvore simboliza o Princípio divino do homem, e esse Princípio está à altura de qualquer emergência, oferecendo plena salvação do pecado, da doença e da morte.”

O Diretor Executivo do Cedar’s e editor de nosso NET Newsletter enviou o parágrafo de encerramento de uma palestra de Cobbey Crisler: “Figuras Apocalípticas: Profecia e Paródia”, que penso ser um grande final para este MET sobre a Irrealidade.

Na citação B22: “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas” (Apoc. 22: 14).

“Aceitando esse convite divino, sentamos à mesa na festa que nos é prometida ao longo de toda a Bíblia—o Agape, a festa do Amor no, agora plenamente revelado, tabernáculo de Deus e suas duas testemunhas. Acaso somos membros dessa igreja? Somos nós agora remanescentes, que guardam os mandamentos e imbuídos com o espírito da profecia espiritual? Se pudermos responder afirmativamente, então nenhum simples quadro de “Tohu e Bohu”*, confusão e vazio, de caos, crise, perseguição, tragédia, lágrimas, ruína, dor, decomposição, morte, ou paródia pode continuar a impregnar-se na consciência humana e aí se desenvolver. A marca da besta foi apagada — o selo de Deus está em nossa fronte — nossos nomes estão inscritos nos céus onde nada interfere com a majestade que Deus outorga. No começo da Bíblia, Deus disse: “Que haja luz”. O ‘flash’ bateu e a natureza foi registrada em figuras apocalípticas. Pode ter parecido um tempo sem fim para essas figuras se desenvolverem na consciência humana, mas Ele é nosso Deus, e nó somos Seu povo, e isso é a maçã, o Apocalipse de ouro em nossas imagens. – Fim”

*PS (Tohu wa bohus ou Tohu va vohu) é uma frase bíblica em hebreu que se encontra no livro do Gênesis 1:2 que descreve a condição da terra antes de Deus dizer: “Que haja luz” (Gen. 1:3). As palavras Tohu e bohu também ocorrem em Isaías 34:11, que a versão King James traduz como “confusão” e “vazio”.)

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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, CS, Dresden, Germany rickstewartcs@aol.com.

A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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