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Regozijai-vos na maravilhosa natureza de Deus! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, January 1st, 2018

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Regozijai-vos na maravilhosa natureza de Deus!.
01 a 07 de janeiro de 2018
Deus

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (Salmos 66:4, 5 – “Prostra-se toda a terra perante ti, canta salmos a ti; salmodia o teu nome. Vinde e vede as obras de Deus”): vou começar diretamente com este TA, e sem introdução! Às vezes lemos essas passagens sobre adorar a Deus e salmodiar o Seu nome como algo tipo filigrana—belas palavras decorativas, e nada mais. Durante uma viagem prolongada vi-me ponderando as palavras do TA desta semana: “...salmodia teu nome” (na verdade, foi todo o TA, mas especialmente essa parte). O que significa “salmodiar o nome [de Deus]? Gosto de cantar, e canto seguidamente, embora admire a respeito de ‘Seu nome”. Muitos de vocês já sabem que a palavra “nome” tem um significado especial na Bíblia. É mais usada para a identidade de alguém do que seu título. Salmodiar o Seu nome pode ser comparado a louvar a real identidade o ser/existir real de Deus. Que tal salmodiar ao Amor, à Vida ou à Alma? Como soaria? Por acaso seria literalmente u’a musica vocal? Ou seria uma atividade de louvor nascida na compreensão de quão amado e perfeitamente criado é o universo, ou de quão justo Ele é como Amor, ou Vida. Não podemos deixar de louvar e “salmodiar” quando realmente compreendemos a magnitude da grandiosa bondade de Deus e a Sua impressionante (no sentido próprio da palavra) identidade e natureza. Compreender mais a respeito de Deus, significa compreender quem nos criou, e de como nós, sendo Seu reflexo, somos amáveis, harmoniosos, alegres, satisfeitos, inteligentes e maravilhosos! Por meio de lições bíblicas como essa, podemos captar um vislumbre e aprofundar nossa crescente compreensão de Deus, de modo a não resistir de louvar Seu nome de modo único e individual.
Leitura Alternada (Salmos 63:1-4; Isa 40:9, 10, 28, 29, 31; 45:5): É difícil de sentir que Deus seja digno de louvor em meio a desafios materiais. Acho que isso pode ser a origem do começo da LA desta semana: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; o meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água. Assim, eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória.” Na matéria e no senso material, talvez nos sintamos como vivendo num deserto—um lugar vazio de genuínos e estáveis amor, alegria, saúde, e assim por diante. Quando nos volvemos à matéria para a solução de nossos temores, necessidades e desejos—nós, quando muito, recebemos um consolo ou ajuda temporários. Veremos vários exemplos nessa lição de que podemos olhar na direção errada—e na certa—na busca da bondade de Deus. “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? ... Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.” Nós também podemos saber isso, que Deus nos dá forças, saúde, sabedoria e amor. Quando nos volvemos a Ele, em vez da matéria, somos ricamente recompensados!

Seção 1- Um senso correto da identidade de Deus nos é dado livremente pelo próprio Deus (B4, 1Cor 2:12)
É Deus quem se nos declara abertamente: “Os céus proclamam a glória de Deus; ... Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem palavras, e deles não se ouve nenhum som” (B1, Salmos 19). Sua bondade nunca termina em confusão e incompreensão, nem pode ser encontrada em conhecimento humano que sempre tenta, em vão, alcançar algum tipo de compreensão de Deus e do homem em base pseudo espiritual, ou mesmo material. A história da torre de Babel, não é uma história de Deus não ter gostado do esforço humano de progredir e trabalhar em conjunto. É a história de como uma adoração de conhecimento e de glória mal-colocados e investidos na matéria acabam em maior confusão e cisão. Acho que a ideia do povo de ser “espalhados por toda a terra” e terem sua linguagem “confundida” é uma excelente metáfora de como desentendimentos, conflitos, até mesmo a guerra, surgem de objetivos somente encontrados na matéria ou ganhos materiais. Não está aí uma proposta de que o esforço de se auto-glorificarem, está velado como uma tentativa de “chegar até os céus”? A identidade de Deus é completa. Essa identidade inclui o homem e é expressa como reflexo. Não importa o quanto o senso material declare que seja necessária uma complexa compreensão da matéria e da vida material a fim de atingir a plenitude ou a glória (a pretensão da serpente em Gênesis 2), esse tipo de pensamento sempre cai em confusão, é auto-destrutivo. Nossa plenitude e alegria, nossa saúde, nossa brilhância são reveladas quando descobrimos a natureza de Deus. E essa descoberta nos abençoa com um novo senso de liberdade das limitantes leis da matéria.


Seção 2 - Quando a matéria está silenciada e parada, Deus é claro e audível
A ansiedade é um desafio comum para muitos de nós. Mesmo que não gostemos de admitir. Talvez não seja uma condição médica diagnosticável, mas a tensão que sentimos, até diariamente, enquanto fazemos tarefas diversas, a responsabilidade de levar um projeto até o fim - no trabalho, em casa - nossa preocupação com as finanças ou crianças ou a saúde ou o casamento, essas são todas sugestões de ansiedade - uma espécie de medo. Ansiedade e medo são “barulhentos”. Eles bloqueiam nossa habilidade de escutar o hino constante de bondade e proveniência que Ele está cantando para nós o tempo todo. O senso material é repleto de ansiedade e autoimportância. Quando estamos imóveis como no Salmo 46, citação B5, bloqueamos nosso senso material. Estamos então praticando nosso senso espiritual, nossa “… constante e consciente capacidade de entender a Deus.” (S8) Conforme mencionado acima, Deus nos fez para refletir toda Sua integralidade. O senso material sempre tentará “construir” sua “torre” autoimportante de realização e sucesso. No entanto, a voz de Deus está falando alto e claro no silêncio da consciência e portanto temos o constante reconhecimento de que é o Amor que veneramos e pelo qual trabalhamos. O Amor é nosso constante e tranquilo empregador. O Amor nos refresca, eleva e nos inspira à nossa verdadeira altura de entendimento espiritual. O Amor nos faz querer cantar louvor à Deus. O Hino 449 nos diz da melhor maneira no verso final [tradução livre]: “A paz do Cristo renova meu coração, A fonte que sempre flui, Todas as coisas são minhas pois sou dEle, Como posso não cantar?”

Seção 3 - A compreensão espiritual nos dá o dia para nos alegrar!
Na história sobre Esdras compartilhando o livro da lei de Moisés com uma multidão ansiosa "em frente ao Portão das Águas", temos a versão oposta e bonita da história da torre de Babel (B7, Nehemiah 8:1, 3, 6, 10–12). Aqui temos uma reunião solidária de pessoas da cidade. O fato de eles terem sido reunidos pelo "Portão das Águas" significava que isso aconteceu fora da área do Templo, de modo que mesmo aqueles que eram considerados "impuros" poderiam ser incluídos nesta oportunidade para entender mais sobre a natureza de Deus! Adequadamente para a nossa discussão, este dia mais tarde se tornou o dia do Ano Novo judaico (Rosh Hashaná). Embora seja talvez diferente da nossa celebração de Ano Novo que ocorre esta semana, certamente parece apropriado obter esse senso de novidade de uma nova compreensão de Deus e Suas leis, da abundância, da paz e da promessa, para cada um de nós neste próximo ano (e para sempre!). Essa nova e profunda compreensão de Deus é recebida com humildade e quietude. Ela não é revelada em um certo "momento", mas é o constante desdobramento da bondade e da luz de Deus, no qual "os objetos do tempo e dos sentidos desaparecem na iluminação da compreensão espiritual [...]." (CS9, p. 584). É o "pensamento calmo e elevado" que a Sra. Eddy nos diz (CS12, p. 506), e não a construção frenética de monumentos para nossa realização pessoal, que traz verdadeira paz e progresso. Isso é algo para refletir quando estamos considerando as várias promessas de Ano Novo!

Seção 4 – O Renascimento não é uma linha de tempo, mas uma nova compreensão de Deus e do Cristo.
E falando de "objetos do tempo e do senso [desaparecendo]" ... que exemplo excelente temos disso na história de Nicodemos e seu desejo sincero de entender melhor a Deus. Esse homem veio a Jesus encoberto pela escuridão. (Esta é apenas a minha interpretação dessa história, é claro, mas sinto que Nicodemos, sendo um fariseu, queria ter certeza de que, se Jesus se tornasse o Messias prometido, ele seria encontrado o apoiando. E se Jesus fosse um impostor, ninguém saberia que ele se aproximara de Jesus para lhe dizer qualquer coisa, já que ele foi escondido e à noite.) Mas Jesus usou a oportunidade para lhe oferecer uma compreensão mais profunda do que é preciso para conhecer a verdadeira natureza de Deus e do Cristo, por meio do renascimento. Esse renascimento vem humildemente, não depende de uma linha de tempo. A nova compreensão do Cristo que cura está disponível a cada minuto por meio do senso espiritual. A interpretação teimosa e literal de Nicodemos sobre as palavras de Jesus ilustra uma visão muito humana do Espírito e das coisas do Espírito. Essa nova visão do homem nasce de uma nova visão de Deus e Seu Cristo. É um renascimento da consciência que não é uma consciência na matéria e, portanto, não tem vínculo com o desenvolvimento físico ou com um evento único de nascimento humano.

Seção 5 – A compreensão cristã de Deus revela a nossa totalidade
Nesta história de cura do inválido no tanque no mercado das ovelhas, uma compreensão espiritual da natureza inteiramente boa de Deus e Sua criação, é contrariada por uma falsa visão teológica das leis de Deus. Realmente este tema é polvilhado ao longo da lição. A verdadeira compreensão de Deus é espiritual e abençoa. A interpretação falsa ou material de Deus e de Sua natureza, colapsa sobre si mesma, ou não realiza nada senão o mal - neste caso, o desejo de "matar" Jesus. Jesus revela nessa história, a falta de poder da "crença cega em Deus", bem como a falta de poder de uma mera "compreensão humana de Deus" (CS20, p.12:1). A compreensão de Jesus derivou de orações humildes de "... protestos profundos e conscienciosos da Verdade, - da semelhança do homem com Deus e da unidade do homem com a Verdade e o Amor". Não somos capazes desses mesmos protestos conscienciosos? Eu tive muitas curas por meio desse tipo de afirmações, e do uso da passagem em Ciência e Saúde que é nossa citação CS22 esta semana (p.22, 495; 16). Tive uma repentina e agressiva crise estomacal, com quase treze horas de vômito constante. Tive o apoio constante de um praticista. Mas num certo momento eu finalmente me movi para me levantar do sofá, e andei em círculos declarando em voz alta e veementemente, minha isenção dessa doença incapacitante. Dentro de vinte minutos eu estava completamente livre, sem efeitos secundários, sem convalescença. Essa compreensão útil e abençoada do tipo de oração do Mestre pode nos libertar de qualquer tipo de incapacidade, doença ou carência. É Deus e Sua bondade que realiza essa tarefa, porque Ele nos fez inteiros e não deficientes. Não é nossa veemência pessoal, nem compreensão pessoal.
Nossa visão sempre nova sobre Deus, que ocorre com maior frequência por meio do nosso estudo e escuta silenciosa, nos abrem a verdadeira natureza do homem e de Deus. Essa visão é o que revela nossa totalidade. Essa é a visão que Jesus teve, e a visão do homem e de Deus que produziu tal disposição de cura.

Seção 6: -A boa natureza de Deus atende a nossa necessidade humana.
Isso pode não ser aparente o tempo todo. Novamente, somos encorajados a demonstrar esse fato por meio do exercício do nosso senso espiritual e por meio da "[busca] primeiro ... o reino de Deus ..." Quando Deus e Sua natureza são uma prioridade, significando um primeiro e não "um entre muitos” de nossos desejos, encontramos e vemos a verdade dessa afirmação ao nosso redor. Não há barreira entre Deus e a consciência. Ele se comunica claramente e essa lição mostra isso várias vezes. Ele nos fala em "a carne" (RR e B6, Isaías:40:5), o que significa, exatamente onde estamos no nosso entendimento humano. Sua bondade é uma "fonte aberta" e flui para todos sem restrições. Podemos desenvolver o nosso senso espiritual dessa abundância por meio da prática da quietude, dos protestos conscienciosos da Verdade, de "cantar" em tudo o que fazemos, sobre a bondade e bênçãos de Deus. Nossa necessidade é deixar de lado o constante clamor do senso material que nos diz que devemos prestar atenção à matéria, nos sentir ansiosos sobre nossas habilidades, nossa natureza ou a natureza de Deus e nossa capacidade de satisfazer nossos rígidos desejos. Teremos momentos de grande alegria e de grande desafio, mas Jesus apontou o caminho e a presença do Cristo de Deus para caminhar conosco, de mãos dadas. A provisão de Deus torna-se visível, mesmo em meio à escuridão aparente, enquanto caminhamos pelo caminho do Cristo.



Seção 7 - A bondade do Amor preenche todo o espaço, e isso é suficiente! (CS28, p.520: 3-5)
Por meio da nossa alegria ao longo do caminho da descoberta da natureza e da bondade de Deus, estamos vertendo Sua luz para que todos possam ver para que possam se alegrar conosco. "Levantai-vos, bendizei ao Senhor, vosso Deus de eternidade em eternidade" nos são ditos na citação B16 (Neemias 9:5). Podemos nos defender das sugestões do senso material que tentariam nos manter presos à tristeza, à doença, à carência de qualquer tipo. "Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses antes de mim” (B2, Êxodo 20: 2-5). Deus nos tirou da escravidão. Todos nós estávamos “ lá” quando Deus nos levou do Egito, para fora da escravidão, através do Mar Vermelho. Este evento é atemporal, como o renascimento que Jesus disse a Nicodemos. Podemos ter a mesma experiência de liberdade, porque tudo depende do senso espiritual e não das limitações da matéria e das chamadas leis. Hoje, podemos nos alegrar e cantar sobre a maravilhosa natureza de Deus!
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Este estudo metafísico foi preparado por by Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO - (314) 406-0041
kerry.helen.jenkins@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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