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Pare de considerar, observar e pensar no mal. Ele é uma mentira! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Irrealidade.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, October 1st, 2018

LIÇÃO BÍBLICA

Pare de considerar, observar e pensar no mal. Ele é uma mentira!
7 de outubro de 2018
A irrealidade

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Esta lição é introduzida por uma pergunta surpreendente: “Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo?” (1 Coríntios 1:20). Para mim a resposta é um retumbante “SIM”! E quanto a vocês? Por acaso as perguntas que fazem a si mesmos são respondidas pelas leis de Deus? Essas são leis que vimos na demonstração de Cristo Jesus, as leis da “metafísica divina” (CS27, p.192). Se não temos certeza, tudo bem, pois temos a eternidade para trilhar esse caminho e provar a nós mesmos que o erro da assim chamada lei material, não é de fato lei, não é nada. Nada pode opor-se a todo o bem de Deus, e à realidade espiritual.
A fim de responder à pergunta do Texto Áureo de uma forma afirmativa, temos de demonstrar — isso é ver e experimentar por nós mesmos — a verdade de que Deus é todo o bem, toda a presença e todo o poder (CS8, p. 109). Essa demonstração é muito mais um caminhar diário, é um andar a cada dia “pelas veredas da justiça, por amor do seu nome,” como diz o Salmo 23. Há uma boa razão para considerar seriamente a vantagem de andar no caminho da realidade spiritual. Não o fazemos por medo de Deus, ou de que aconteçam “coisas más”. Mas por nosso amor ao Bem! Esse é um lembrete útil quando praticamos nosso senso espiritual para perceber a harmonia no lugar da discórdia de qualquer tipo.
Nós não estamos tentando demonstrar a Ciência Cristã por nenhuma razão que não o amor a Deus, o Bem. Para tanto, precisamos compreender melhor a Deus, pois nosso empenho na prática não durará muito se não compreendermos aquilo que amamos; não é amor real se não o compreendermos! Nossa Leitura Alternada (Tiago 3:13-17; Mateus 7:15-20) ressalta a confusão quando praticamos “inveja amargurada e sentimento faccioso” em nosso coração, desonestidade, impureza, e assim por diante. Sou lembrada de toda troca de ideias rancorosa ou dolorosa e cheia de ressentimento que já tenha testemunhado. Está sempre construída sobre a confusão baseada em pontos de vista duais—uma falta de compreensão da unidade e unicidade de Deus. Admito que não é fácil enxergar quando somos constantemente confrontados por visões ou opiniões diferentes. Mas essas visões são na maioria baseadas na consciência humana, e não são uma herança espiritual, por mais queridas que nos sejam!
Eis um modo de checar se estamos agindo dentro da realidade espiritual ou pelo senso material. “Mostre por sua boa vida que suas obras são feitas com gentileza vinda da sabedoria.” Esta a tradução da nova NRSV da Bíblia para o versículo 13 de 1João3 na LA. Qual é essa “boa vida”? Quais são essas obras? Por que devem elas ser feitas com “gentileza vinda da sabedoria”? Porque quando estamos zangados, somos duros e rudes, quando estamos confusos, essas qualidades não vêm de Deus, o Bem. As obras e a boa vida são evidenciadas em amor expressado, integridade expressada, alegria expressada, e … a lista é longa!
Mas o que mais me motiva nessa lição é a convicção de que ao sermos enfrentados pela desarmonia de qualquer tipo, devemos ficar intocados. Temos de reter nosso equilíbrio espiritual, nossa alegria e harmonia. A mente carnal é capaz de gritar em voz alta, e incessantemente; mas ela é mentirosa. Podemos simplesmente manter nossa posição, em paz com a totalidade de Deus, com a bondade e o poder de Deus.

Seção 1: “Não acredite em tudo o que você ouve só porque alguém diz ser uma mensagem de Deus”: é o erro, é uma fraude.
Uma parte da afirmação entre aspas é uma tradução da Living Bible de parte da citação B3 (1 João 4:1, 4). Na vida, somos confrontados com pessoas que se arrogam a verdade do que pensam, do que a sociedade pensa, do que os eruditos, os experientes e exitosos pensam. Cabe a cada um de nós discernirmos o que são realmente palavras de Verdade, com V maiúsculo, e o que é apenas opinião. Você já participou de um debate com alguém muito persuasivo, chegando a um ponto de não conseguir expor suas ideias sem que fossem abafadas? A maioria de nós, com certeza, já. E algumas vezes isso é porque nossas opiniões são inválidas. Mas, muitas vezes isso não é o caso; tudo o que precisamos é da ajuda da calma quietude da consciência espiritual para que nos ajude a discernir o que é realmente a palavra de Deus, e o que é opinião pessoal—nossa ou de outrem.
O que precisamos fazer, para aplicar tal discernimento, é vestir a armadura spiritual mencionada na citação B5 (Efésios 6:13, 17). Essa é a armadura de Deus a qual tem raízes na compreensão espiritual da totalidade de Deus e a nulidade do mal. Se realmente compreendermos, ainda que por um momento, a nulidade do mal, não podemos ser prejudicados por ele, não é mesmo? O “nada” é incapaz de prejudicar! Pensemos nessa ideia na próxima vez que formos confrontados por um conflito humano doloroso, vejamos se podemos encontrar aquela gentileza espiritual que tem consciência da totalidade de Deus. Lembremo-nos que “…o mal é a terrível impostura e irrealidade da existência” (CS3, p. 207). Ele parece horrível, mas é um engano. Todos nós já fomos alguma vez enganados por alguém. Não é uma sensação boa!
Você alguma vez já recebeu um telefonema de alguém se fazendo passar por um fiscal financeiro? Minha filha recebeu uma tal ligação há alguns anos. Disseram-lhe que se não enviasse uns tantos mil dólares imediatamente para o departamento, o xerife iria bater em sua porta. Quanto mais ela fazia perguntas, tanto mais desagradáveis se tornavam os que fizeram a ligação. Ela me chamou em pânico. Ela inclusive sabia que pagara os seus impostos. Mas, de algum modo, a natureza enganadora dessa ligação a estava assustando. Pensem nisso como uma comparação. Quanto mais questionamos a natureza do mal, da mentira, tanto mais nojento parece. Acabamos ficando cheios de dúvida, temor, tristeza, desespero. Contudo, o mal, como nesse caso, não tinha poder algum—a menos que a pessoa visada lhe desse “veracidade” cedendo à pressão e enviando o dinheiro. A pretensão de que ela devia impostos não tinha nada de verdade. Mas, como ela permitira que a incerteza da mentira lhe penetrasse o pensamento, começou a sentir-se confusa. Uma resposta rápida com o conhecimento e o entendimento da verdade da lei, de que notificações nunca são passadas por telefone, fariam o mal, o engano, desaparecer imediatamente.
Eu mesma já recebi telefonemas desse tipo, e sempre respondi imediatamente com a verdade. Eles repõem o fone no gancho e nem tentam convencer-me. Eles sabem que não têm audiência receptiva. Que tal se confrontássemos todas as mentiras do senso material com essa mesma convicção? Eis um passo importante na cura! Vamos verificar como os diferentes enganos da irrealidade são enfrentados nas demais seções.!

Seção 2: Confia na “voz interior” da Verdade (CS6, p. 321).
A Verdade nos fala a todos. Mas nessa lição somos solicitados a discernir a voz da Verdade da voz do erro. Nesta seção Moisés é impelido por uma voz que lhe diz não estar à altura da tarefa (B8, Êxodo 3:11, 12). Interessante a voz de Deus responder que Deus estará sempre com ele. A voz de Deus não se chegou a ele para dizer: “Você é um bom homem e corajoso o bastante e digno de realizar essa tarefa.” Simplesmente lhe diz que Deus estará com ele. Esse pode ser um modo interessante de ver que não se trata de ser um mortal melhor, tendo boa educação, background, e habilidades. Mas, em vez disso, por sermos ideia de Deus, Ele, a Mente, está sempre Se expressando plena e totalmente. Não se trata de autoconfiança humana, mas consciência espiritual da habilidade de Deus refletida no homem.
O fato é que estamos sempre na presença de Deus, refletindo Sua excelência, que nos torna capazes de tudo! A voz da própria dúvida é consciência mortal — enganosa. Então temos o relato de que Deus manda Moisés pegar pela cauda seu ‘bordão transformado em serpente’. Isso, com certeza, não é nenhuma sabedoria humana como sabe qualquer um que já tenha pegado uma serpente pela cauda. E Deus também lhe mostra ter a lepra sem passar pelo “processo humano” de contraí-la. Temos aí um caso para aprender de que não há fonte geradora de tais coisas. Podem ser tratadas decisivamente pela compreensão de que Deus não as sustenta, de modo que não têm poder; são o nada. Assim também, o aparecimento da serpente era ilógico (um bastão transformado em serpente?)! Quando compreendemos a realidade da total bondade de Deus isso faz com que a enganosa voz do erro desapareça, e reconheçamos nosso valor como muito acima de qualquer mérito humano.

Seção 3: A luz do Cristo sempre revela a excelência da realidade
Embora nós não sejamos tentados a pensar que o quarto Mandamento signifique que Deus deseje nos manter longe da Liberdade ou da cura no Sábado, o exemplo de cura desta seção pode ser transposta para um contexto moderno. Mary Baker Eddy faz a seguinte colocação: “Os códigos humanos, a teologia escolástica, a medicina material e as teorias materiais sobre a saúde acorrentam a fé e a compreensão spiritual…” (CS13, p. 226). Em outras palavras, tudo o que é respeitado e normalmente considerado o caminho para a saúde, o êxito e a realização—se baseado no saber humano—inexoravelmente nos levará à servidão e para longe da compreensão de Deus e da liberdade que Ele outorga ao homem. Notem que a Ciência divina, as leis de Deus, o bem, “…despedaça essas correntes…”, ou seja, as leis de Deus conduzem à liberdade, saúde, alegria e sabedoria. São leis que abençoam e fazem o bem, não são leis que retenham o bem e a saúde, ou que requeiram algum regime material.
“Porque um menino nos nasceu…” (B10, Isaias 9:2, 6). Nossa consciência infantil está sempre pronta a ser transformada numa renovação do mundano para o espiritual. Essa consciência não será enganada por sugestões da lei material que tornariam o bem inatingível, fora de alcance. A vontade de Deus é sempre “boa” (B13, Romanos 12:2).

Seção 4: Acidentes, e até a morte, são uma falácia.
Essa asserção certamente contraria o senso material. Mas temos que separá-la do senso de vida na matéria. A matéria é irreal. De fato, não estamos tentando provar que a matéria seja indestrutível; mas ao contrário, que o homem não vive nem morre na matéria. Essa é a compreensão que trouxe liberdade a Êutico depois de cair do terceiro andar durante o discurso de Paulo. É o que Mary Baker Eddy explica ao dizer: “Quando a compreensão muda os pontos de vista sobre a vida e a inteligência, de uma base material para uma base espiritual, alcançamos a realidade da Vida, o controle da Alma sobre os sentidos…” (CS19, p. 322; ital. acrescentado). Neste caso não estamos apenas indo contra a sabedoria humana quanto às leis da gravidade, mas também contra as leis da física quanto ao impacto e ao tempo.
Pensem sobre o fato que nos é apresentado na citação CS17 de que não pode haver acidentes. O que aconteceria se aceitássemos a verdade, agora provada há mais de 80 anos, de que nosso senso humano de tempo é nada mais do que um conceito desenvolvido para funcionamento ordeiro de nossas vidas e atividades (podemos organizar quando as coisas vão começar e terminar). Não é uma verdade em si, nem de si. Onde ficaria a história de um acidente se não houvesse um tempo em que pudesse ocorrer? Onde se origina uma desordem genética se o conceito de saúde mudar dia a dia? Mas considerai que uma compreensão assim leva a uma libertação dos efeitos de acidente.
Muitos anos atrás, passei pela experiência de vencer o tempo ao ser curada em três dias dos efeitos impressionantes de uma acidente com trenó puxado a cães. Isso ocorreu ao me firmar aos fatos afirmados na citação CS17 (p. 424); eu me recusei a aceitar o quadro visual, qualquer que fosse a gravidade. Não havia explicação para os maravilhosos resultados dessa mudança a não ser a lei subjacente de que, em realidade, acidentes não ocorrem e que podemos iluminar essa verdade em nossa consciência não nos aliando com o engano da lei material.
Mary Baker Eddy nos alenta que temos trabalho pela frente a fim de preparar nosso pensamento, nossa “crença finita” (CS19, p. 322) para abandonar o erro. Dito isso, enquanto temos que trabalhar nesse sentido, posso dizer que tive aquela cura antes do curso primário de Ciência Cristã—eu recém saíra da Escola dominical. As leis que são básicas a esses fatos extraordinários sobre a realidade espiritual existem quer estejamos ou não conscientes delas. Qualquer pensamento disposto a abandonar a mentira pode dar testemunho da verdade sobre a constante operação dessas leis espirituais.

Seção 5: A mente mortal/a “mente carnal” é facilmente enganada.
Gosto de ver que tudo o que Mary Baker Eddy explica é derivado da Bíblia. Na citação B19 (Romanos 8:5-9) lemos: “o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar.” Que tal usarmos uma analogia matemática para ajudar-nos a compreender por que as leis mortais da saúde, acidente, êxito, e assim por diante, “não estão sujeitas à lei de Deus.” Vamos a um caso conhecido: 2+2 =5. Estaria essa frase sujeita às leis da matemática? Apoiaria ela qualquer das leis da matemática? Pode-se provar alguma coisa com essa frase? Bem, ela pode estar escrita bem à sua frente, você pode inclusive escreve-la com marcadores definitivos. Você pode até decorá-la. Mas ela continuará não apoiando a lei matemática, nem abrigando qualquer verdade em sua constituição. Isto porque ela não é uma lei; é só uma mentira, uma falsidade. A verdadeira equação (2+2=4) pode ser provada, e podemos aplicá-la a problemas mais complicados de matemática com base em sua realidade e verdade. Quando cedemos lugar em nossa consciência para a mentira, que a matéria seja nosso ser/existir, que a doença, a tristeza, etc, sejam resultado natural de uma lei, provavelmente experimentaremos a miséria dessas mentiras, assim como nos sentimos frustrados e confusos se tentarmos continuar nossa demonstração matemática baseados na falsidade da primeira equação.
Mary Baker Eddy utiliza a analogia do escultor para ajudar-nos a ver como podemos voltar nossos pensamentos a Deus, para a excelência da realidade, a fim de conformar nossa vida em beleza, alegria e inteligência. Essas qualidades são apoiadas pelas leis de Deus, enquanto que a doença, a feiura, o desespero, são nada mais do que sugestões da mente carnal.

Seção 6: A realidade do Bem está estabelecida, é natural e verdadeira.
Podemos recapitular o TA na citação B20 (1 Cor 1:20) reafirmando que a sabedoria da mente humana é tolo engano. Temos de olhar para Deus, olhar o reino dos céus interior, para encontrar a harmonia da realidade. Essa compreensão foi outorgada ao homem pelo Cristo ao longo dos tempos. Gosto do que Mary Baker Eddy diz na citação CS29, p. 287, de que uma mentira nunca pode contaminar a Verdade.
O nada (a nulidade) não pode tocar ou modificar a harmonia; ele não tem substância ou existência! Eis a lição da irrealidade. Ele não tem poder diante da total bondade, presença e poder da realidade espiritual. Até a experiência humana é profundamente tocada por essa compreensão, como se viu na história de Moisés, na vida de Êutico e da mulher que vivia encurvada por 18 anos até ser curada por Jesus, e ser auxiliada a perceber sua realidade espiritual. Podemos ficar do lado de nosso senso espiritual e da evidência que ele provê, e recusar em reconhecer o enganoso testemunho do sentido material. A doutrina da Ciência Cristã (CS29, p. 287) declara que somos livres de tudo o que seja irreal, e de tudo que seja dessemelhante de Deus. A Ciência Cristã nos ajuda a aprofundar essa compreensão de Deus, para que possamos ver esse fato.
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Este estudo metafísico foi preparado por Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO, ccern@mac.com • www.christiecs.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elizabeth Zir Friedrichs, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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