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Refugie-se seguramente de sugestões maldosas de todo tipo reconhecendo e voltando-se para o bem/Deus, e denunciando as mentiras! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, November 26th, 2018

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Refugie-se seguramente de sugestões maldosas de todo tipo reconhecendo e voltando-se para o bem/Deus, e denunciando as mentiras!

26 de novembro a 2 de dezembro de 2018

Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Este estudo metafísico foi preparado por preparado por Kerry Jenkins
Kerry.helen.jenkins@gmail.com

Quando se aproximava a hora do estudo da lição desta semana, percebi que não compreendia o que realmente significa “necromancia”. Eu sabia que tinha algo a ver com mortos, é claro, mas quando olhei no dicionário, fiquei surpresa com a definição de que o termo se refere especificamente a comunicação com os mortos a fim de revelar o futuro. Será que isso não poderia ser visto como uma forma de olhar para o passado, próximo ou remoto, a fim de tomar decisões e de saber como proceder (principalmente porque nenhum de nós estará a fim de tentar a necromancia)? É claro que muito pode ser aprendido de experiências passadas, mas buscar em Deus as respostas sobre como proceder, pensar em termos de ideias frescas e inspiradas para nos trazer progresso—essa atitude traz segurança, harmonia, compreensão, introspecção e alegria. Vemos essa ideia reavivada nesta Lição ao descobrirmos que os pensamentos de Deus, “anjos”, nos proveem com sábia e segura orientação inclusive proteção contra o mal.

Outra palavra que pesquisei, tem alguns significados no contexto. A palavra “denunciada(o)”, é bastante direta. Uma definição moderna diz: “condenar ou censurar abertamente ou publicamente”. Como essa definição não se encaixa como precisaria no contexto do tema da lição da semana, consultei o Dicionário Webster 1800 e outras obras mais antigas, e vejam o que encontrei: “Anunciar ou proclamar algo especialmente mau ou calamitoso”. Essa definição é bem mais útil.
Há no mínimo 17 referências às diversas formas da palavra “oculto” nesta lição, inclusive o Texto Áureo (Colos. 3:3) e Leitura Alternada (Salmos 31:14-21). Como mencionei no meu comentário “Minha Lição Bíblica”, a palavra “ocultar” ou “oculto” traduzida do hebraico, descreve algo encoberto de modo a ficar disfarçado ou difícil de encontrar. Isso não é muito diferente do que pensamos sobre o significado de oculto; mas a dimensão de “disfarçado”, acrescenta algo mais eficiente. A ideia de estar escondido/oculto do mal implica que há o mal “por aí”. Esta lição nos ajuda a ver mais claramente que de fato estamos ocultos/escondidos, e seguros, dentro das leis de Deus de pureza, inocência, amor, verdade—e que essas leis são o único poder no universo. Tudo o que aparece em nossa experiência como o mal não tem outra fonte do que ele mesmo. Ele “é mentiroso, e pai da mentira”, como disse Jesus (B18, João 8:31-33). Uma vez que esteja claro em nossa compreensão que o mal não tem origem verdadeira, que é Deus, nos veremos demonstrando a liberdade que tal fato estabelece. Nossas vidas, verdadeiramente, estão “ocultas juntamente com Cristo, em Deus” (LA). Não há lugar mais seguro para estar. Talvez passemos por experiências assustadoras, acidentes, doença, violência, para encontrar em meio a elas, como exemplificado na lição, segurança, paz e vida. Ou talvez sejamos poupados da experiência por meio de certas ações que levem a mais harmonia. De qualquer modo, estaremos testemunhando que nosso lugar seguro é com Cristo em Deus.

Seção 1: Bons pensamentos, anjos de Deus, nos mantêm seguros e ocultos no Bem!
Esta semana estamos identificando pensamentos. São pensamentos de Deus? Se não, devemos ser alertas e rápidos em denunciá-los como não tendo influência nem poder. Podem parecer convincentes, mas se formos diligentes e dispostos a optar pelo bem e com ele permanecermos, encontraremos o universo da harmonia e da liberdade aberto para nós.
Há umas poucas semanas, quando me preparava para escrever o primeiro (Estudo Metafísico dos Cedros (MET) do mês anterior, me vi lutando com dores de cabeça. Eu tinha umas duas horas de folga antes de buscar meus filhos que participavam de algumas atividades; por isso tomei esse tempo para sentar e ouvir. Minha vontade era ouvir só a voz de Deus, os pensamentos angelicais de Deus. Engraçado, que não foi o que ouvi por algum tempo. Por entre declarações da verdade de minha parte, e além de atenção e calma oração, meu pensamento estava sendo atacado por sugestões de eu estava, com certeza doente, me sentindo tão mal e cogitando que se tomasse uma pílula isso aliviaria o desconforto.
“Hah!”, pensei, “ora bolas, que sugestão é essa, e de onde vem?” Eu geralmente nem fico vagueando nesse tipo de pensamento. Mas tenho uma amiga muito próxima com a qual às vezes tenho acaloradas conversações, geralmente sobre religião e fé. Ela gosta de me “criticar” por eu preferir ficar com uma dor de cabeça do que tomar uma pílula, como ela faz. Estava claro para mim que esses pensamentos de tomar algum tipo de medicação não eram meus, nem mesmo de influência da minha amiga. São influência de massas, a sugestão hipnótica do mundo de que somos feitos de matéria, e como tal, devemos tratar a matéria para corrigi-la ou aliviar suas dores.
Parece, simples e prático. Mas, na verdade, é um caminho cheio de medo e problemas insolúveis. Não há aqui uma questão moral de certo ou errado. Minha escolha de ouvir o que ouço da Mãe-Deus sobre segurança, provisão de saúde, alegria e assim por diante, é aquela que tenho encontrado, poderosa e confiável, sempre e sempre. Enquanto estava sentada ali cadeira, ouvidos e olhos fechados, fui capaz de negar entrada àquela voz da pílula. Não houve nenhuma revelação esplendorosa, eu nem havia iniciado a escrever o MET. Mas quando levantei daquela cadeira, cerca de duas horas e meia depois, eu estava completamente curada; nada de dor nem náuseas. Desde então tem sido interessante checar meu pensamento com cada chamado de ajuda, para ver que tipo de influência esteja se insinuando. O mal não é um poder. Podemos esquadrinhar nossos pensamentos quando se aproximam e identificá-los como fortes e vindos de Deus, ou como sem força sem outra fonte do que o ‘mentiroso’.

Seção 2: Inocência e pureza são poderes que nos resguardam seguramente do mal.
A história desta seção, de Moisés sendo escondido por sua família e depois sendo salvo pela filha de faraó, inclui um elemento de ironia. Faraó estava tentando manter seu país fora da ameaça do domínio dos Hebreus, que ele julgava iminente por causa da população; instituiu leis duras e violentas, o que deu causa à que sua filha criasse o menino que crescendo, se tornou líder dos hebreus, na saída da escravidão no Egito. O mal não é poder. Em certo sentido, podemos ver que a inocência e pureza de Moisés como criança, lhe serviram de forte proteção. De outro lado, vemos que o puro afeto de sua mãe refletiu o poder de Deus do Amor maternal de Deus, e Sua pureza proveu segurança para a criança em meio à genocida lei do faraó. “Conhece-te a ti mesmo, e Deus te dará a sabedoria e a ocasião para teres a vitória sobre o mal” (CS10, p. 571). A mãe de Moisés e suas parteiras, conheciam-se a si mesmas”. Sabiam que eram o povo escolhido de Deus, assim como nós da humanidade somos.
Sabiam que como tais, poderiam vencer o medo de represália e confiar em Deus para suprir o que precisavam para esconder o recém-nascido. Sabiam que a lei de faraó não era mais poderosa do que o amor delas. Nós também podemos saber que estamos seguros em nossa confiança. Sabendo quem somos realmente, o homem de Deus, sabemos que somos dignos de segurança e proteção contra ferimentos. Podemos saber, até mais, que não precisamos ser sofisticados ou muito “influentes” para encontrar essa segurança; basta alimentar bons pensamentos de pureza e inocência. Nesse sentido vemos que as crianças não são uma exceção para a segurança que Deus provê.

Seção 3: O amor nos protege e nos esconde do ódio.

Quando estamos conscientes da presença do Amor, descobrimos que, seja qual for a circunstância, podemos caminhar por qualquer "vale" (CS15, p. 578) e sair pelo outro lado em segurança. Davi era amigo pessoal do filho de Saul, Jônatas. Esse amor serviu de proteção contra a inveja e o ódio de Saul por ele. (Podemos ler no livro de Samuel como Jônatas ajudou Davi a mantê-lo em segurança em certa ocasião!) O ódio pode parecer um inimigo poderoso. Ocupa completamente o pensamento sendo nós o "odiador" ou o odiado. Mas, à medida que identificamos o Amor como o verdadeiro poder e nos vestimos da "armadura do Amor" (CS12, p. 571), encontramos o Amor sendo expresso em todos os lugares, mantendo-nos em segurança, ocultos da sugestão deste mal. Em um testemunho compartilhado no serviço on-line de quarta-feira da Igreja Mãe de Boston na semana passada, uma mulher falou de como ela foi salva de tal ódio quando um homem apontou uma arma para ela e exigiu que lhe desse sua bolsa. Em vez de lhe dar a bolsa, ela começou a declarar a natureza dele como amada e amorosa (baseada em seu conhecimento do homem como a ideia amada de Deus). Ele estava aparentemente bêbado e ficou irritado e exigente. Mas em pouco tempo pareceu completamente sóbrio, pediu desculpas e caminhou um pouco ao lado dela, enquanto ela compartilhava alguns pensamentos sobre Deus e a Ciência Cristã. Ela até deu-lhe uma revista, Journal da Ciência Cristã (que estava carregando em sua bolsa), antes de ir embora. Este é um exemplo entre muitos outros ao longo dos anos que se pode encontrar nos periódicos da CS, em que o ódio foi subjugado e curado através do poder do Amor. Reconhecer os pensamentos odiosos e maus, denunciando-os como impotentes e sabendo que o Amor é o único poder, se apaga o ódio e seu aparente poder.

Seção 4: A Verdade nos mantém seguros.
Esta seção inclui a história de Raabe, uma "prostituta", que salva os espiões de Josué da morte certa. Raabe era uma mulher independente (possuía sua própria casa), que também trabalhava com outras coisas, como vemos, ela estava processando linho em seu telhado. O fato de ser prostituta não tornava suspeito que estranhos entrassem em sua casa, de modo que ela estava em uma posição privilegiada para ajudar esses homens. Mas seu reconhecimento da Verdade, da retidão de sua missão, foi o que a manteve segura na invasão de sua cidade. Esse reconhecimento levou-a escondê-los, ajudá-los em sua missão secreta e a enganar os homens de sua cidade. Quando confrontados com pensamentos ou sugestões destrutivas, precisamos ir ao nosso "telhado", nossa consciência superior. Volte-se para a Verdade, a paz que a Verdade traz. Esta Verdade nos fornece proteção e segurança dos pensamentos que não são os nossos. Então nos encontramos recebendo a direção divina. A advertência de Mary Baker Eddy em CS20 (p. 442) para ser uma lei para nós mesmos é aquela que podemos seguir todos os dias. Ao fazê-lo, podemos nos encontrar em segurança, libertos do mal e de inimigos de todos os tipos, através da percepção do governo constante da Verdade. Raabe reconheceu os espiões de Josué como tal. Podemos reconhecer as mensagens da Verdade, as mensagens dos anjos e ouvir sua orientação. Assim, nos encontramos em posição de poder e segurança.

Seção 5: O mal se esconde no pensamento mortal, Cristo ilumina e destrói.
Lembremos que o mal tenta nos dizer que é uma "pessoa". Nunca é, e saber isso tira sua capacidade de nos influenciar. CS21 (p.357) nos diz que "Jesus disse do mal personificado, que era "mentiroso e o pai da mentira ". Isso permitiu que ele andasse em segurança através de um grupo que queria apedrejá-lo. Ele estava escondido à vista de todos, ele estava “disfarçado" como a palavra hebraica para oculto nos diz. O magnetismo animal, que a Sra. Eddy descreve como "[...] a ação do erro em todas as suas formas [...]" em CS18 (p.484), frequentemente fará com que o pensamento humano seja apático, ou indignado, dois extremos do pensamento humano (CS24, p. 570). Tudo o que temos que fazer é considerar o clima político em muitos países hoje para ver um bom exemplo desse tipo de magnetismo animal em ação. Mas diariamente podemos alcançar a consciência do Cristo, aquela que está fundamentada em clareza, liberdade, cura, para ver que nossos verdadeiros pensamentos vêm para curar e esclarecer, nunca para provocar ódio ou indignação. Podemos encontrar nossa segurança a partir dessas sugestões observando nossos pensamentos e o que os poderia estar influenciando.
Uma analogia que pode ajudar vem à mente. Dois dos meus filhos são apaixonados por corridas de motocross em grande velocidade. Eles correm vários circuitos em todo o estado do Missouri nos EUA, às vezes em estados próximos. Cada vez que eles voltam para casa, há um processo pelo qual eles passam para prevenir possíveis problemas para a próxima corrida. Primeiro, James é responsável por lavar cuidadosamente as motos e equipamentos, que estão muitas vezes completamente endurecidos pela lama. Então Huck pode ver claramente para vistoriar as motos e procurar por peças quebradas, parafusos faltantes e qualquer coisa que possa precisar de ajustes. Eles mantêm um diário de horas para cada parte da moto - os pistões, os plugues, os freios, as garras e assim por diante. Eles sabem, através da experiência, que se eles substituírem o pistão, partes da embreagem, freio, etc. depois de um certo número de horas de tempo uso, eles estarão mais propensos a evitar avarias durante uma corrida. Esta é uma forma de denunciar o caos que a apatia ou uma abordagem aleatória pode trazer aos seus dias de corrida. É uma pena gastar tanto tempo dirigindo, fazendo as malas, e assim por diante, apenas para chegar a uma corrida e quebrar porque você não estava alerta para coisas simples que podem ser previstas. Uma consciência clara, cristã, nos dá a liberdade de viver uma vida mais vibrante e ilimitada. Isso pode parecer uma analogia estranha com Jesus andando por uma multidão furiosa, mas se pensarmos na multidão furiosa como o pensamento do mundo que tenta ocupar o espaço em nossa consciência e que deve ser dedicado à paz do pensamento cristão, podemos talvez ver que esse pensamento semelhante ao do Cristo nos leva ao máximo em diversão ilimitada - assim como nos campos do Acampamento dos Cedros (CedarS Camps) no verão! Manter o pensamento humilde e aberto às novas ideias que Cristo traz sempre nos ajuda a reconhecer o que precisamos ver e corrigir, assim como Huck e James são levados a descobrir o que precisa ser consertado, mantido e substituído antes de cada corrida!

Seção 6: Estamos escondidos até mesmo da mais agressiva das mentiras, a morte.
Parece que há alguma ironia em pelo menos algumas das seções da lição desta semana! Mencionei a ironia na história de Moisés. Nesta seção Jesus elabora as questões da vida eterna, mesmo quando no "túmulo estreito", com as "paredes de rocha" da descrença teimosa em torno dele (CS27, p. 44). Talvez este túmulo seja ironicamente semelhante à cesta em que Moisés foi colocado para flutuar no rio para a filha do faraó descobrir? Na tumba, Jesus experimentou a segurança e a paz que lhe permitiram elaborar essa mais importante prova de vida eterna. Ele sem dúvida teve que abordar as sugestões do magnetismo animal de ódio, inveja, traição (todo o "mal personificado") e o aparente poder dessas sugestões sobre sua vida. Ele os conheceu e reconheceu que só o Amor, somente a Verdade e a única Vida tinham poder sobre o seu ser. Para uma experiência mais recente em reconhecer e denunciar as alegações de morte, podemos conferir este testemunho de Bill e Amy Nisbet, nossos administradores e gerentes do CedarS Camps, no seguinte endereço eletrônico: https://sentinel.christianscience.com/shared/view/hwsdtuqx48?s=e
Observe como Amy denuncia diretamente a sugestão de morte com essa passagem do livro Ciência e Saúde! “Para aquele que cura de acordo com a Ciência Cristã, a doença é um sonho do qual o paciente precisa ser despertado” (CS, p.417). Nós também podemos denunciar as sugestões agressivas do magnetismo animal em qualquer forma. Podemos decidir que não "temos tempo" para o medo! Em B1, (Salmos 64: 1-4) o salmista pede para ser libertado do "terror do inimigo" e não do "inimigo"? Muitas vezes, o medo é o próprio inimigo, impedindo-nos de experimentar a paz e a clareza da consciência Cristo.

Seção 7: Alegrai-vos com a beleza oculta (para o sentido mortal) e a generosidade de Deus.
Eu amo essa passagem porque Deus nos deu apenas beleza e generosidade. Uma recompensa de saúde, vida, alegria. B23 (Isaías 32:2) está se referindo à libertação de Israel do cativeiro e do rei que designará homens, príncipes, que promoverão o bem, de modo que ficamos escondidos do vento, da tempestade, etc. Essa analogia é o acompanhamento perfeito para a CS31 (p.15) pois retrata a abundância como "torrentes de águas em lugares secos." A bondade de Deus é aparente e experienciada, temos apenas que denunciar as mentiras que diriam o contrário.

Seção 8: Escondidos com Cristo estamos a salvo do mal.
O senso humano não pode ver a generosidade, segurança, saúde, alegria que é nossa como filhos de Deus. Podemos resistir à tentação de ouvir o desfile de pensamentos que chegam ao sentido humano jorrando mentiras de doença, tristeza, ressentimento, qualquer que seja a atual sugestão hipnótica. Talvez ajudasse pensar no fato de que o homem está sempre seguro como reflexo de Deus. A imagem não pode ser "quebrada", mesmo que o espelho pareça estar quebrado. Essa imagem não está dentro do espelho. Está segura dentro de Deus. Sugestões hipnóticas sobre nossa fragilidade como seres materiais colocariam nossas vidas dentro do próprio espelho, e não como reflexo do divino. Quando olhamos para Cristo, Verdade, para nossa avaliação sobre saúde, alegria, segurança, nos encontramos ali mesmo, ocultos no Bem.


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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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