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Aprendam a “cantar um novo cântico” a Deus diariamente! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, December 31st, 2018

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Aprendam a “cantar um novo cântico” a Deus diariamente!

31 de dezembro de 2018 a 06 de janeiro de 2019

Deus

__________________________________________________

Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na

Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição

Bíblica – LB

__________________________________________________
Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins CS

Kerry.helen.jenkins@gmail.com

Há algo melhor para começar um novo ano do que aprender algo novo sobre Deus que faça nosso
coração “cantar um novo cântico”—que nos faça sentir alegria e satisfação mais profundas? Quando
as coisas andam cantarolando de felicidade, nem sempre parece que conhecer a Deus seja algo
realmente premente. Talvez isso seja OK! Mas é bom saber que uma compreensão mais profunda de
Deus, nossa realidade como Sua expressão ou reflexo, está à mão quando precisarmos buscá-la e
agarrá-la!
Texto Áureo (Salmo 144:9, 15: “A ti, ó Deus, entoarei um novo cântico; ... Sim, bem-aventurado é o
povo cujo Deus é o Senhor”): Qual esse novo “cântico” que devemos entoar? Inovação e gratidão são
chave para uma porção de coisas quando buscamos progresso em nossa vida. Já ouvi muitas vezes
pessoas se admirarem (em voz alta) do porque novatos na Ciência Cristã obtêm curas impressionantes
enquanto os mais “antigos”, como nós, às vezes lutamos para tratar doenças e desafios que atravessam
nosso caminho. Meu pensamento sobre isso se concentra em que tipo de novidade ou inovação
encontramos diariamente em nosso estudo e prática. Como vemos Deus e o homem em uma nova luz,
todos os dias? Se estivermos desapontados com nosso progresso na cura, ou em outra direção de
interesse, sempre é bom pensar que novas perspectivas estamos alcançando.
Que coisas novas descobrimos sobre alguma antiga história bíblica, ou sobre nossa
compreensão de família, idade, algum sinônimo de Deus? Sempre encontramos desafios—por acaso
aceitamos esses desafios com alegria, entusiasmo, satisfação? Ou simplesmente desejamos que saiam
de nosso caminho, para podermos seguir com nossa “vida”? Ou será que desejamos um outro desafio
em vez desse momentâneo? Não se preocupem, todos nós já passamos por isso! Mas podemos mudar

de direção agora mesmo! Quando olhamos mais de perto a Deus, podemos encontrar novos
pensamentos tanto sobre Deus como sobre nós mesmos.
As eternas questões: “quem sou eu?” e “quem é Deus?” são primordiais nesta Leitura
Alternada (Êxodo 3:1, 2, 4, 7, 10-13). Vejam o que Moisés pergunta: “Quem sou eu para ir a Faraó
...?” E: “Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a
vós outros; ... que lhes direi?” E Deus responde: “EU SOU”.
Deus se comunicou claramente com Moisés, tanto visual como oralmente, e não só uma vez!
Quando Deus se comunica conosco (e prometo que Deus se comunica com cada um de Seus filhos)
nós paramos para dar atenção? Nós escutamos? Talvez Deus não apareça numa “sarça que ardia no
fogo e a sarça não se consumia”; mas o que representa isso em nossa vida? Não tem cada um de nós
mensagens ardentes que nos dizem para parar e escutar? Mensagens que dizem: “Não, não siga
meramente seu caminho; escute e preste atenção!” Recebo diariamente pequenas versões (às vezes são
grandes!) disso, quando reduzo a marcha o suficiente para ouvir; e vocês, também?
Um outro deslumbrante exemplo da “mensagem” de Deus já foi compartilhada aqui
anteriormente. Certa manhã eu estava lendo a Lição Bíblica quando uma passagem do Ciência e
Saúde se destacou vivamente. Eu nunca a havia lido, talvez por nunca haver me encontrado numa
condição de isolamento; mas acho que Deus estava falando comigo de um modo que eu precisasse
ouvir naquele dia. “Porventura são os meios materiais o único refúgio contra as probabilidades
fatais?” (CeS. 394:23-24). Essas palavras me pareceram imperativas naquele dia. Eu fiquei ali sentada
ponderando a frase: e perguntando o que poderia significar para mim? O pensamento que então me
veio foi: “Numa família de muitos filhos, há probabilidades de que algo terrível possa acontecer a um
deles.” OK, foi um pensamento terrível, mas em vez de descartá-lo como paranoia occasional, vi na
frase do livro um meio científico de abordar a sugestão. Em que leis nós vivemos ? Quem governa
seus filhos, sua segurança, suas vidas? Mantive esses pensamentos até que pude responder às
perguntas com um forte “NÃO” e a convicção de que o Amor e a Mente estavam guiando Seus filhos
sábia e constantemente.
Passando rapidamente à cena da noite—uma ceia com as duas filhas universitárias que nos
visitavam. O jantar havia terminado, a TV zumbindo, papai tomando banho, e minha filha mais velha
me convidou para uma caminhada. A outra filha universitária cuidaria dos outros 3 filhos, também
disse ao marido no chuveiro, que cuidasse dos filhos enquanto caminhávamos. Havíamos caminhado
uns 30 minutos quando recebi um chamado angustiado da segunda filha: “O Charlie está com vocês?”
(Charlie tinha dois anos e meio). Parei por um pouco e disse “não”—e pedi-lhe que me avisasse
quando o tivessem encontrado. Fiquei calma por uns instantes, e depois chamei de volta. “Charlie
havia nos seguido na estrada de acesso (que tem 1,2km até a rodovia, a qual podemos atravessar para
chegar a outro bairro). Entre no carro e vá atrás dele”. Pouco depois Holly ligou de volta assustada
dizendo que havia encontrado Charlie. Ele atravessara a rodovia, e como não nos achara voltou-se
para atravessar a rodovia novamente, chorando enquanto os carros passavam correndo por ele, quando
Holly o encontrou. Durante esse o tempo, tudo o que eu podia pensar era a frase que eu havia
ponderado profundamente naquela manhã, respondido com o ‘Não’.
Senti muita paz de que o “acaso” não fora a lei que governara a vida dessa criança. Não
houve pânico, nem correria de minha parte para achá-lo. Eu havia recebido um toque de Deus para ler
aquela passagem de manhã, Sua voz foi aquela frase e a resposta a ela. Nada de sarça ardente, nada
audível. Uma nova visão daquela passagem ajudou a mim e Charlie a encontrar segurança e cura e paz

naquele dia. Talvez não tenhamos exemplos tão dramáticos todos os dias, não obstante, eles estão aí.
Usando nosso senso espiritual podemos perceber novas mensagens de Deus, ideias novas sobre Sua
identidade e nosso reflexo dessa identidade. Essas ideias nos dão uma melhor compreensão da
identidade de Deus, e da nossa por reflexo.
Seção 1: Deus, o “todo-sábio” é conhecido por Seus filhos.
É uma crença comum entre os cristãos haver um elemento de mistério em relação a Deus, que Ele seja
o grande “desconhecido”. Falando humanamente, isso tem muita verdade. Com o senso material
nunca chegaremos a um sentido profundo do ser de Deus e Sua ação. Mas com o senso espiritual a
nós outorgado por reflexo divino, podemos fazer incursões definitivas e produtivas no sentido de
saber mais sobre Deus e Sua natureza.
Na citação CS3 (p. 587) temos a definição de Deus por Mary Baker Eddy, um ótimo lugar
para iniciar nossa pesquisa de uma compreensão mais profunda de nosso Pai-Mãe. Essa definição é a
base de cada seção da lição. Assim, se a Seção 1 aborda o fato de que Deus é “todo-sábio”, então cada
seção subsequente toma uma das descrições: “que tudo-vê”, “todo-atuante”, “todo-sábio”,
“todo-amável” e finalmente “eterno”. É legal! É legal também que se pode ver na LA como a história
de Moisés ilustra essas qualidades de Deus. Eu não ficaria surpresa se MBE as encontrasse
nitidamente expostas na citada história! Considerai que após o tema “O Sacramento” (lição da
próxima semana) começamos com os sinônimos que compõem a segunda metade daquela definição,
um sinônimo por semana (com exceção de (Princípio). Assim, ficaremos bem familiarizados com
Deus, ao final dessa série de lições!
Ao longo desta lição somos instruídos a compreender Deus por meio do senso espiritual (que
Ele nos outorga). Na seção B3 (Jeremias 29:11-14) vejo uma nova maneira de entender a afirmação de
que encontraremos Deus quando o “buscarmos de todo o coração.” Quando pensamos em usar o senso
espiritual para julgar a realidade, para ver, ouvir e sentir Deus, então não é o uso do senso espiritual a
única maneira de buscarmos a Deus de “todo [nosso] coração? Nosso coração não será ‘todo’ se
apenas tentarmos fazer nossa existência material “refletir” a abundância ou conforto de Deus. Nossa
busca de todo coração por Deus tem de estar baseada num desejo de conhecê-LO não pelo que Ele
pode fazer por nós, ou mesmo o que nosso conhecimento dEle pode fazer por nós. Ao invés disso, nós
o buscamos de todo o coração porque Ele é Amor—Ele é real, e nós só saberemos quem somos se
conhecermos nossa origem, o Princípio.
Seção 2: Deus “tudo-vê”—o homem reflete essa habilidade.
A Citação B5 (Gên. 1:31) nos diz que Deus viu tudo o que tinha feito, e que “era muito bom”.
Se Deus é tudo o que M.B.Eddy define na citação CS3 (CS, p.587), então certamente não pode haver
nenhum mal na Sua criação. Mas isso vai contra muita coisa que vemos no dia-a-dia. Isso indica que
há um modo de ver o universo do Espírito aqui e agora que nos dá um discernimento claro e belo.
Imagine ser capaz de ver “...essa verdadeira semelhança e reflexo em toda parte” (CS12, p. 516).
Acaso não será uma meta maravilhosa—ver, perceber a semelhança de Deus em cada um que
encontramos?
Eddy nos diz que podemos ter esse discernimento espiritual quando “...subordinarmos o falso
testemunho dos sentidos corpóreos aos fatos da Ciência (CS12). Quando Deus “viu tudo o que fizera”,
Ele o viu na luz. Essa luz revela o que já está aí. No presente caso, a luz espiritual revela o fato de que

a visão desse homem não poderia ser confinada à matéria, mas era parte permanente da criação
espiritual, ou seja desse homem. Jesus sabia isso e seus sentidos Crísticos perceberam esse fato,
trazendo-o à tona no caso do homem cego.
Ao pensar no papel da fé na cura deste homem, fiquei ponderando sua conexão com a luz.
Pensei no Hino 287 onde o verso intermediário diz: “Tem nosso olhar visão maior,/ Ao reino da Alma
vai;/ A fé no Espírito, no Pai,/ Traz matinal fulgor”. É nossa visão “maior” que capta a luz espiritual.
Se você já acampou nas montanhas, deve ter visto que o nascer do sol, primeiro toca os picos e
depois lentamente desce as encostas até chegar aos vales. Que tal se a fé que nutrimos com nossos
sentidos espirituais dessem à nossa consciência aquele empurrãozinho que faz a luz atingi-la primeiro.
Era a esse tipo de fé que Jesus se referiu ao dizer ao cego que sua “fé” o salvou. Nutrindo tal fé
chegamos a ver a prova da toda-bondade de Deus, Seu governo que reina supremo e harmonioso.
Seção 3: Deus "é todo atuante" - e o homem de Deus reflete Sua ação!
Nos é dado tal âmbito para fazer, pensar, expressar quando percebemos que somos reflexo e
não corpos materiais com talentos diferentes. Numa noite dessas eu estava do lado de fora admirando
a lua cheia. Seu brilho era espantoso quando subi o morrinho em frente à nossa casa. A lua está a
aproximadamente 384.000 km da terra e toda a luz que tem é refletida pelo sol! Não produz nenhuma
luz própria. Nossa própria "quantidade" de atividade refletida de Deus não depende de uma fase ou
órbita. Por sermos reflexos espirituais, nunca estamos separados de nossa fonte de atividade, de
inspiração, de luz, por outro "objeto", por distâncias ou mesmo por crenças materiais.
E porque Deus não é uma mera bola de fogo, estamos refletindo a luz da inteligência, graça,
força, agilidade, e assim por diante, infinita e eternamente como Suas idéias. Jesus deixou isso claro
na citação B13 (João 5:19,20,26,30), não reivindicando crédito pessoal por seus atos, mesmo que ele,
mais do que qualquer outro, pudesse ter sido tentado a ser, como o filho de Deus. Jesus reconhecia
que sua capacidade de curar vinha diretamente de Deus, seu pai. Gosto do modo como Jesus nos diz
que até mesmo seu julgamento é certo, não porque ele é pessoalmente "inteligente" ou até mesmo
especialmente espiritualizado, o que ele era, mas porque ele está procurando fazer a vontade de Deus
ao invés de sua própria vontade.
De forma semelhante a algumas das coisas que falamos anteriormente, esse desejo de
conhecer e ver tudo em termos de Deus, ao invés de pelo que Deus pode "fazer" por nós, é uma
perspectiva que traz harmonia e alegria à nossa experiência, e é uma das maiores e mais
recompensadoras atividades, que abençoa a todos. É inspirador ponderar na ideia de que nossa
capacidade de agir, de abençoar, de fazer o bem é uma expressão ilimitada do ser de Deus. Como o
sol lança luz e calor em toda a terra, e a lua reflete sua luz, assim o ser de Deus é a fonte de nossa
capacidade ilimitada de abençoar e esta fonte está brilhando em toda a humanidade. No entanto, Deus
é infinitamente mais do que o sol e o homem mais do que a lua!
Considere a ideia de que o homem é criado para refletir a atividade de Deus. Jesus ilustrou
isso com mais clareza. Se você receber uma chave para consertar um vazamento num cano, é mais
funcional e útil se essa ferramenta for usada para o propósito para o qual foi projetada. Você pode
usá-la como alavanca, como martelo ou outra coisa. Mas fornecerá a maior bênção quando for usada
da maneira a qual foi designada. De maneira semelhante, Deus designou o homem para abençoar.
Podemos buscar todo tipo de caminhos auto-realizáveis para aparente felicidade, sucesso e assim por
diante. Mas no final, só encontraremos nossa felicidade naquilo para o qual fomos projetados. Isso
significa que estamos todos fazendo exatamente a mesma coisa na vida? Não! Mas saber que estamos

"fazendo a vontade do Pai" juntará nossos caminhos desiguais no final, porque cada caminho é um
caminho de bênção.
Seção 4: Deus, o "todo-sábio" - coloca Sua sabedoria no homem.
Sabe-se que quando confiamos na sabedoria de Deus e não na nossa, podemos explorar a
infinitude de sabedoria que é a Mente. Não era isso que preocupava Moisés, que ele tinha uma
quantidade limitada de sabedoria para liderar uma nação inteira para fora da escravidão? A resposta de
Deus para ele foi que Ele estaria com ele, que Ele é. Deus está sendo ele mesmo e o homem reflete o
ser eternamente e sem limites porque nossa identidade está ligada ao "EU SOU", não aos nossos pais,
nossa família, nossos amigos, nossa carreira, nosso intelecto, nossa criatividade, nossa capacidade
atlética. Conhecer a Deus como o todo-sábio nos ajuda a desenvolver nossas próprias "possibilidades
latentes". (CS24, p. 128) Por que latente? Porque Deus colocou toda a habilidade em nós, temos
apenas que desenvolver ou desdobrar essa habilidade.
Quando eu era criança e adulta jovem, não conseguia nem ficar de pé na igreja para
compartilhar um testemunho, ficava muito desconfortável falando em público! Meu segundo ano na
faculdade, depois de decidir me apresentar em performance musical, tive muitas oportunidades de me
apresentar para o público. Foi difícil no começo - eu sabia intelectualmente que compartilhar música,
falar em público, etc. era um esforço altruísta. Eu sabia intelectualmente que Deus estava comigo, que
os ouvintes geralmente estavam torcendo pelo meu sucesso, não por falhas. Mas, com certeza me
esforcei para sentir liberdade e alegria em todo o processo. Foi naquele ano no Dia de Ação de Graças
que consegui finalmente me levantar para compartilhar minha gratidão pela Ciência Cristã na igreja
(embora trêmula). Com o passar dos anos, eu sempre lidava com meu desconforto com as idéias do
todo-sábio sobre o fato de que minhas habilidades vinha Dele (como lemos na seção anterior). Eu não
possuía minha própria sabedoria / talento separado de Deus.
Afinal eu passei anos compartilhando minha música na igreja, eu lecionei por um ano para a
Igreja Mãe e aproveitei cada minuto disso, sabendo que era meramente um compartilhamento da
capacidade do todo-sábio e certamente não pessoal. Eu dei muitas palestras, algumas com cinco horas
de duração. Sempre acho útil lembrar a mim mesma que é a palavra de Deus que está sendo
compartilhada, não importa qual seja o conteúdo. É o plano Dele que estou refletindo, agindo,
realizando. Tudo o que tenho para compartilhar é um reflexo do todo-sábio e, assim, como Paulo
explica nas citações B16, 1.Coríntios 1: 1-3 e B17, 1 Coríntios 2: 1, 4, 5, posso aproveitar um poço
sem fundo de insight, alegria, energia, inspiração - nunca dependente de meu próprio intelecto - e
todos nós podemos!
Seção 5: Talvez o "todo amoroso" seja como conhecemos melhor a Deus.
Quando Filipe pede que Jesus simplesmente saia e "mostre-nos o Pai", Jesus explica que é
olhando para ele mesmo, para as obras de amor que ele fez, como ele amou os discípulos e a
humanidade - é no amor que Filipe (e todos nós) pode melhor "ver" o Pai. O amor, na verdade, é
muitas vezes a melhor maneira de implementar o poder de Deus. Vemos isso na declaração de Mary
Baker Eddy na citação CS29, p.454. A maioria de nós já sentiu o poder do amor (e Amor) antes. Nós
vemos isso ao nosso redor. Mesmo quando experimentamos o que parecem períodos áridos, se

abrimos nossos sentidos espirituais, podemos ver o amor do Amor expresso ao nosso redor em gentis
interações humanas, generosidade, carinho, consideração, cortesia e assim por diante.
Ultimamente, meus filhos e eu temos lido um pouquinho a cada dia do livro de Henry
Drummond "A Maior Coisa do Mundo", junto com a leitura de 1 Coríntios 13, antes da leitura do
livro, todos os dias. É uma prática reveladora ao ver a riqueza do Amor e como ela é expressa através
de uma série de características que Paulo apresenta em sua carta à igreja em Corinto. Deus nos fala
através do amor claramente. E podemos ver esse Amor refletido quando somos pacientes, bondosos,
generosos, humildes, corteses, altruístas, bem-humorados, sem maldade e sinceros. Estes são os “nove
ingredientes” ou qualidades em que Henry Drummond separa a declaração de Amor de Paulo, baseada
nas palavras de Paulo. Mary Baker Eddy nos diz na citação CS25 p. 6, que "Deus é Amor". Mais do
que isso não podemos pedir, mais alto não podemos olhar, mais longe não podemos ir.”
Assim, quando praticamos a escuta do Amor em nossos dias, sem dúvida, ouviremos / veremos /
perceberemos mais da natureza de Deus! E igualmente, vamos expressar esse amor mais plenamente.
Seção 6: Nós cantaremos essa "nova canção" conforme nós entendemos nosso lugar em Sua
eternidade.
Esta seção ilustra a declaração final na definição de Deus de Mary Baker Eddy da primeira
seção, antes que ela comece a listar os sinônimos. Deus é o "eterno". Essas declarações
surpreendentes de Sua natureza como "onisciente / vendo / agindo / sábio / amoroso" também são
"eternas" !!! Eles nunca desaparecem, morrem, envelhecem, flutuam. Mas eles iluminam
constantemente a criação por toda a eternidade. Não apenas isso, mas como esta seção assinala,
podemos vislumbrar aquela eternidade, aquele reino do céu onde essas qualidades são expressas sem
medida, aqui e agora. Nós podemos nos conscientizar, nos é dito (CS31, p.573), com a consciência
humana que é outorgada por Deus, deste céu agora. É a "...mente humana não iluminada..." à qual esta
visão do céu é invisível. Novamente, somos encorajados que são nossos sentidos espirituais que
revelam a natureza e o ser de Deus.
Não podemos olhar para matéria em relação a verdade sobre Deus. Tente isto - tente aceitar o
fato de que Deus é "o onisciente, todo-visível, todo-atuante, todo sábio, todo amor é eterno". Este não
seria um Deus que cria ou ignora o mal. Este é o Deus que nos trouxe Jesus para curar e demonstrar
para o homem que Deus concede saúde, vida, sabedoria, paz e assim por diante. Aposto que todos
podemos concordar que ainda não vimos todo esse paraíso - que temos algo novo para cantar a cada
dia, à medida que descobrimos mais do Deus que colocou este reino dentro de cada um de nós.
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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner,, Elisabeth Zir
Friedrichs, Ovídio Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor
Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar
e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã,
contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da
Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na
2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4afeira. Busque e leia o texto em inglês em
http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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