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Vista as vestes celestiais e sinta a luz do semblante de Deus. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Alma.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, February 12th, 2018

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Vista as vestes celestiais e sinta a luz do semblante de Deus]
12-18 de fevereiro de 2018
A ALMA

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Você, por acaso, alguma vez sentiu-se como se o bem estivesse fora de alcance e que, talvez, não estivesse em lugar nenhum? No Texto Áureo (Salmo 4:6 – “Há muitos que dizem: quem vos dará a conhecer o bem? Senhor, levanta sobre nós a luz do teu rosto”), o salmista está falando para os “muitos” que procuram por algo melhor na sua experiência. O teólogo John Wesley (1703-1791) diz que o termo “muitos” se refere àqueles que estão cansados de esperar por Deus, aqueles que procuram por um fim para seus problemas, que anseiam por tranquilidade e uma certeza do amor de Deus. A meu ver, tal apelo contém uma leve pitada de desespero. Albert Barnes (1798-1870) refere-se a isto como “a ansiedade geral da humanidade”. Ele prossegue: “Quem nos mostrará o bem? Onde se achará a felicidade? Em que ela consiste? Como pode ser obtida? O que contribuirá para que ela ocorra?” Embora muitos procurem, em vão, pelo bem nas circunstâncias materiais, o salmista sabe onde buscar a realização de seus desejos. Ele pede para sentir a luz da face de Deus. Algo bem diferente das amarguradas e queixosas faces dos que pleiteiam um tanto sadicamente: “Quem nos mostrará algo de bom?” – podemos visualizar a “ luz de Tua presença” como a face de Deus resplandecente de esperança e amor.

Leitura Alternada (1 Reis 18:46; 19:5, 7-12).
Até as melhores pessoas têm seus dias ruins. Embora a “mão do Senhor” estivesse sobre Elias quando teve a espetacular vitória sobre os profetas de Baal, ele fugia de Jezabel que queria vingança. Elias, aparentando estar dominado pelo desânimo, adormece sob uma árvore. Mas Deus não permite que ele sucumba. Algo que sempre me pareceu útil na história do anjo suprindo Elias com alimento, foi que o profeta foi suprido antes de perceber sua necessidade. A inspiração e o sustento que ele precisaria foram suficientes para toda sua jornada. Mesmo sendo profeta, Elias era suscetível, como cada um de nós, a ficar impressionado com as circunstâncias humanas.
Elias estava, de fato, enganado em sua avaliação. Sem que soubesse, Obadias havia escondido em segurança uma centena de profetas; sendo que, mais tarde, foi revelado que havia sete mil fieis a Deus. Mas Elias continuava impressionado com os inimigos que o perseguiam, a ponto de desistir e pedir a morte. Ele depõe sua queixa diante de Deus, sendo ordenado a olhar novamente. Ele testemunhou uma espetacular amostra de forças materiais – vento, terremoto e fogo –, mas Deus não estava nas demonstrações espetaculares de força. O poder de Deus estava num cicio tranquilo e suave. Barnes escreve que a tradução literal seria: “um som de suave calmaria”. Elias sentiu-se rejuvenescido ao tocar a Alma – a verdadeira identidade harmoniosa e perfeita do homem.
Nesta lição, também nós veremos vários meios de acharmos e sentirmos nossa inquebrantável relação com a Alma.

Seção 1: Preste atenção aos anjos!
Enquanto a população em geral fica buscando satisfação e realização nos seus objetivos mundanos, aqueles que têm a mente espiritualizada estão clamando por um sentido mais profundo de realização que só pode ser encontrado numa compreensão mais profunda de Deus. Adam Clarke (c. 1760-1832) chama a atenção de que os filhos de Israel exibiam mais piedade e devoção a Deus quando sofriam aflições do que quando gozavam de bem-estar na sua terra. Tal é o caso do salmista que, ao sentir-se sobrecarregado, busca refúgio na rocha (B1, Salmo 61:1, 2). A palavra “sobrecarregado” significa “revestido de roupas pesadas”. Já se sentiu alguma vez totalmente engolido pelas dificuldades? O salmista não sucumbiu sob o peso de seus problemas. Deus responde sua oração revigorando-lhe a alma e dando-lhe meios para enfrentar os desafios com coragem (B2, Salmo 138:3).
Tal como um anjo sustentou Elias em sua jornada, assim um anjo apareceu a Moisés no deserto (B3, Êxodo 3:17). Comentaristas estimam que Moisés tivesse a idade oitenta anos quando teve o encontro com a sarça ardente. A gente poderia imaginar que depois de 40 anos longe do Egito, ele se resignasse a uma vida de pastor. Mas quando o anjo lhe apareceu, sua trajetória de vida mudou radicalmente. Moisés é uma lição prática para nós – que, não importa o tempo que leve, temos que sempre prestar atenção e “olhar para [o ponto de interesse]” quando os anjos falarem conosco. Talvez não estejamos esperando por eles, mas temos de estar prontos a obedecer.
Além de o anjo falar a Moisés de dentro de um arbusto em chamas, como exemplo de Deus atendendo nossas necessidades de modo inesperado, alguns comentaristas acham que a sarça ardente não representa apenas nossos próprios desafios, como também representa o fogo da aflição sentido pelos filhos de Israel e a igreja cristã. O fogo não consumiu a sarça, assim como nós não podemos ser consumidos pelos desafios.
A citação B4 (Atos 7:22, 35, 36) vem dos lábios de Estevão ao defender sua fé cristã. Ele afirma que Moisés havia sido recusado por seu povo, e, mesmo assim, Deus o escolheu para liderar os filhos de Israel. John Calvin (1509-1564) sugere que isso quer dizer que ele teria sido aceito pelos filhos de Israel se houvesse sido indicado por um tirano. Mas por ter sido indicado por Deus, eles se voltaram contra ele. Pode-se dizer que Moisés não seguiu um currículo tradicional. Mas Deus lhe pavimentou um caminho, assim como faz para cada um de nós.
Temos de lembrar também que Deus não nos dificulta propositadamente de achá-Lo. Jeremias nos assegura que Deus se “alegra por nossa causa” (B5, Jeremias. 32). Clarke faz a seguinte colocação: “Nada pode agradar mais a Deus do que vir a Ele para receber o bem que, de todo o coração e alma, Ele está pronto a nos doar.”
A descobridora e fundadora da Ciência Cristã percebe que os meios e métodos humanos são insuficientes para atender as demandas da verdadeira realização. Ela aprendeu que Deus, a Alma, é a única inteligência do universo (CS1, p. 330). Ela reconhece que quando somos inspirados pela Alma, é perfeitamente natural falar com Deus de maneira consciente, da mesma forma que falamos uns com os outros (CS2, p. 308). Essas “conversações” ocorrem quando damos ouvidos aos pensamentos angelicais, ou ideias espirituais que nos conduzem para fora dos grilhões do senso material (CS3, p. 298).
Toda história bíblica e todo personagem nos dão exemplos do que poderemos encontrar em nossas jornadas espirituais, e nos dão exemplos de como conduzir-nos ao longo do caminho (CS4, p. 566). Não precisamos nunca nos desesperar por não estarmos equipados adequadamente para alcançar nossa meta. Deus, a Alma, tem recursos infinitos à nossa disposição (CS5, p. 60). Só precisamos saber olhar na direção certa. A realização não se acha nos objetivos meramente materiais. Entretanto, podemos, e alcançaremos a felicidade – e a manteremos – quando olharmos para a Alma.

Seção 2: Resplandeça!
Quando o salmista olha para a Alma, ele não está falando por falar. Ele glorifica a Deus com toda sua alma – com todo o seu ser – reconhecendo a possibilidade de cura completa, e salvação em toda circunstância (B6, Salmo 103:1-4). Albert Barnes vê o sincero louvor a Deus como uma atividade completamente natural. Ele escreve: “A alma do homem foi ‘feita’ para louvar e bendizer a Deus; para desfrutar Sua amizade; para deleitar-se em Seu favor; para contemplar Suas perfeições. Nunca poderá ser empregada de modo mais apropriado ou ser engajada de modo mais elevado do que nesse louvor.” Os benefícios pelos quais o salmista é grato incluem: perdão de suas iniquidades (vencer o pecado), curar a doença, e redenção da destruição vencer a morte) (B7, Isaías 60:1, 19).
O profeta nos chama para despertar da aborrecida perspectiva do pensamento material para a gloriosa luz de Deus – eterna, que a tudo inclui e suficiente para atender toda necessidade. A eterna luz da Alma dispersa a escuridão da ignorância e do medo. Cristo Jesus ensina seus seguidores a permitirem que essa luz brilhe desimpedida em nossas vidas (B8, Mateus. 5:16). É novamente Barnes quem explica: “Sempre, em todas as sociedades, negócios, em casa ou fora de casa, na prosperidade ou na adversidade, mostrem que são verdadeiros cristãos.” Barnes também nos diz que essa passagem mostra que não podemos ocultar nossa religião se a vivemos de forma fiel e sincera. Viver como o restante do mundo não evidencia nosso Cristianismo, e qualquer tentativa de esconder nosso cristianismo “torna nossas vidas inúteis.” Viver nosso cristianismo traz outros a Deus, e independente de quão modestas nossas carreiras ou estações de vida, sempre somos capazes de fazer coisas boas. Tal vida nunca é em vão.
A Sra. Eddy viu o sol como metáfora para a Alma (CS6, p. 510). Tal como o sol atinge o sistema solar, a luz da verdade extingue toda escuridão em nosso pensamento. Sempre é bom lembrar que assim como a luz é uma presença que enche todo o espaço, sendo que a escuridão nada mais é do que ausência de luz, assim Alma é a única fonte da verdade, e sua presença descarta as mentiras que a contradizem (CS7, p. 72).
Assim como a luz solar está fora de nós, a Alma está inteiramente separada de qualquer senso de mortalidade ou corporalidade (CS8, p. 335). Como já foi mencionado várias vezes, a Alma nunca está confinada numa forma material. Nossa Líder diz que a crença de que a Alma possa ser confinada a um corpo é a origem de um senso limitado de nossas capacidades (CS9, p. 223). Ela escreve: “Os códigos humanos, a teologia escolástica, a medicina material e as teorias materiais sobre a saúde,” são as crenças que perturbam nossa fé, e nos acorrentam ao pensar material (CS10, p. 226). Ela ansiava por mostrar à humanidade um caminho para fora dessas limitações por meio da compreensão da Ciência divina. Ela sabia que o caminho à liberdade poderia parecer assustador, mas quando sabemos que o que parece ser um mundo físico cheio de limitações é, na verdade, nada mais que uma crença mental, a luz da Verdade pode nos ajudar a ver através das trevas (CS11, p. 114). Uma crença básica a ser vencida é que Deus, ou seja, a Alma, viva na matéria como homem, ou que Deus esteja, de algum modo, dentro de nós. A teologia escolástica sempre promoveu tal ponto. Ocorre que o oposto é verdadeiro: “O homem não é uma habitação material para a Alma; ele mesmo é espiritual” (CS12, p. 477). Compreender isso mudará o modo como vemos todas as coisas.

Seção 3: A Alma é Amor.
Deus está sempre unido à Sua criação. O salmista transmite essa ideia por meio da metáfora de Deus estar presente no tabernáculo, onde quer que os filhos de Israel estivessem (B9, Levítico. 26:1, 11). Isso poderia ser mal interpretado como se Deus estivesse presente numa condição humana, mas não é o caso. Metafisicamente falando,, Deus nunca está em algo; nós é que estamos nEle. Por isso, estamos sempre unos a Ele, e para sempre abraçados no Seu amor (B10, Jeremias. 31:3).
O amor de Deus pelo homem é expresso por nosso amor de uns pelos outros (B11, Mat. 5:43-46). Antigamente, pensava-se que um homem devia amar seus amigos, mas odiar seus inimigos. De fato, a vingança, para alguns era a regra, e perdoar era uma desonra. Cristo Jesus muda isso. O Deus dele é o Amor eterno que envolve a todos sem discriminação. Às vezes, isso nos parece difícil. Parece que a natureza humana tende a buscar retaliação pelos erros, sejam reais ou imaginários. Mas como Jesus ressaltou, é fácil amar a quem, nos ama. Para amar verdadeiramente, precisamos erguer-nos acima da tendência humana por vingança. Paulo acrescentou: “a ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com vos ameis uns aos outros” (B12, Rom. 13:8). Barnes alerta: “O amor é uma dívida que nunca ‘podemos’ saldar. Deveríamos sentir que devemos isso a todas as pessoas, e embora possamos por atos de bondade saldar a dívida, deveríamos sentir que ela ‘nunca’ poderá ser plenamente saldada, enquanto houver uma oportunidade de fazer o bem.”
Compreender que Deus é Amor e reconhecer que Deus é a fonte de todo bem que possamos jamais desejar ajuda-nos a amar nosso próximo. Aliás, esse é um ponto crucial em nossa oração e crescimento espiritual (CS13, p. 2). A “Ciência da Alma” tem dois mandamentos: Tende um só Deus; e amai vosso próximo como a vós mesmos (CS14, p. 467). Na verdade, amar nosso próximo não se origina no pensamento humano. É uma compulsão divina (CS15, p. 88).
O raciocínio humano é sempre retrógrado. Está sempre tentando pôr o divino no humano. Os israelitas pensavam que Deus habitava o tabernáculo, a moderna teologia pensa que a Alma esteja no corpo. A Ciência Cristã corrige essa crença explicando que Deus é a única Alma, nunca confinada numa forma finita (CS16, p. 482). O raciocínio material é incapaz de perceber as realidades de Deus. Só podemos compreender a Alma por meio do senso espiritual (CS17, p. 481). O ‘coração e a alma’ de um homem são a essência de seu caráter. Eddy escreve: “... o coração e alma da Ciência Cristã, é o Amor” (CS18, p. 113). Por isso, o Amor é a essência do verdadeiro caráter da Ciência Cristã. Se quisermos abraçar honestamente a Ciência Cristã, temos de aprender a amar.

Seção 4: A Alma Agita as Coisas.
O que é necessário para servir a Deus? As Escrituras dizem que é preciso "mãos limpas" e "um coração puro" (B13, Salmos 24: 3,4). Jesus advertiu seus seguidores de que a limpeza exterior não é um indicador de pureza interna. Servir a Deus exige pureza por dentro e por fora. Assim, ao levantar a alma a Deus, o salmista promete purificar seus objetivos, motivos e sentimentos mais íntimos (B14, Salmos 25: 1). Fazer qualquer coisa menos que isso seria inútil, porque "a palavra de Deus é rápida, poderosa e mais afiada do que qualquer espada de dois gumes" (B15, Hebreus 4: 12). Isso indica que nada pode ser escondido de Deus. Enquanto na Ciência Cristã entendemos que Deus nunca conhece o mal, o significado é que nenhum mal pode escapar da destruição pela palavra de Deus. Barnes diz que a divisão de "alma e espírito" significa a diferença entre a natureza animal e a natureza imortal - que alma significa o animal e o espírito significa o imortal.
Cristo Jesus sabia como fazer essa distinção separando o homem de Deus de todo o mal. Em vários casos, Jesus expulsou espíritos malignos. Na citação B17 (Lucas 9: 38-43), depois que os discípulos tentaram curar a criança com o espírito impuro, os sintomas tornaram-se mais agressivos. Isso desencorajou os discípulos, mas Jesus não ficou impressionado. Jesus chamou a incapacidade dos discípulos de distinguir o filho real do espírito maligno, "infiel e perverso". Segundo Barnes, "perverso" significa "o que é distorcido ou afastado da direção correta..." Esta palavra descreve adequadamente a mente carnal tentando reverter a realidade das coisas - tentando-nos a trabalhar de maneira errada para acabar com o problema. Mas Jesus rapidamente repreendeu o espírito do mal, separando-o assim da criança.
Jesus expulsou espíritos malignos porque sabia que não faziam parte do homem que Deus criou e que apenas os atributos da Alma eram reais (CS19, p.210: 10-16). Anteriormente, consideramos o sol como uma metáfora da Alma. Aqui novamente, nosso livro de texto fala da Ciência Cristã trazendo "ao corpo a luz solar da Verdade que revigora e purifica" (CS20, p.162: 4). Assim como a palavra de Deus atravessa e divide o real do irreal, a luz solar da Verdade tem um efeito alterador em todas as facetas do nosso pensamento. Para os sentidos, parece que as condições físicas são corrigidas, mas tudo está acontecendo no pensamento. Como o livro texto diz, está agitando a mente humana para "uma mudança de base".
A Sra. Eddy chama essa revolução de "quimicalização" do pensamento (CS21, p.168: 31-9). Tal como aconteceu com a cura da criança com o espírito impuro, ocasionalmente, quando estamos orando, as coisas parecem piorar antes de melhorar. Como Jesus, a Sra. Eddy não foi afetada por essas ocorrências porque sabia que eram o resultado de derramar a verdade sobre erro. Página 401, linha 7 de Ciência e Saúde compara isso com a agitação que ocorre ao misturar um ácido e uma base. Certa vez eu tinha sobras de ácido para preencher uma bateria, e antes de descartar, eu neutralizei com bicarbonato de sódio. A mistura espumou muito antes de diminuir. Mas, assim como a formação de espuma é temporária, o mesmo acontece com a reviravolta da quimicalização.
A Sra. Eddy reconhece que alguns podem duvidar da nossa capacidade de imitar o poder de cura da Alma (CS 22, p.92:32-6 ). Mas podemos fazê-lo. Ganhar qualquer nova ideia espiritual muda de ponto de vista (CS23, p. 322:3). Qualquer um que tenha experimentado cura na Ciência Cristã sabe que isso é verdade. É como se o mundo inteiro assumisse um tom diferente. Precisamos nos dirigir a Deus e deixar que a espada da Verdade faça seu trabalho. Percebendo que não somos almas pecadoras encerradas em um corpo, mas que nossa Alma é Deus, nos liberta e nos dá um senso de domínio que não pode ser encontrado em nenhum outro lugar (CS24, p.307:26-27).

Seção 5: Vestida(o) para viver!
O salmista ilustra a onipotência e a onipresença de Deus, descrevendo Deus adornado "coberto de luz como de um manto" e "o céu como uma cortina" (B18, Salmos 104: 1,2). No Apocalipse, vemos a "nova Jerusalém" descendo do céu "ataviada como noiva adornada para o seu esposo" (B20, Apocalipse. 21:1-3, 9-11). A maioria dos comentaristas vê isso como o surgimento da nova igreja para sempre casada com o Cristo. Os sete anjos com as sete últimas pragas são um contraste acentuado com a beleza da nova Jerusalém, mas eles trazem o vidente para um alto ponto de vista que lhe permite observar a bela cidade.
Assim como Deus está vestido de luz, Isaías descreve o homem cuja alma se regozija em Deus, vestido de salvação e justiça (B21, Isaías 61: 10,11), adornado por ornamentos de casamento. Os comentaristas também comparam essa metáfora a uma igreja magnificamente organizada. O arbusto ardente simboliza a igreja sobrevivendo às chamas e aqui a terra em crescimento representa o despertar da igreja após um inverno de aparente latência. Deus é o poder que impulsiona e sustenta não só a igreja, mas a própria criação. No Texto Áureo, as pessoas procuravam qualquer coisa que pudessem encontrar; e agora eles estão encorajados até o ponto de levar "a bandeira da esperança e da paz desdobrada". O profeta completa a imagem com as crianças com segurança empoleiradas em ombros fortes (B22, Isaías 49:22).
Ao longo da história judaico-cristã, os fiéis confiaram na natureza imutável de Deus (CS25, p.120: 4). A imutabilidade da Alma se reflete no relacionamento eterno do homem com Deus. No início da Lição, muitos gritavam em desespero pelo bem, e Elias estava trabalhando sob depressão. Na seção 1, o salmista ficou sobrecarregado por dificuldades como que envolvido em um manto de problemas. Mas agora as roupas são de alegria e festividade. A noiva e o noivo no Apocalipse, tal como definidos pela Sra. Eddy, estão vestidos com pureza, inocência, senso de Alma, felicidade espiritual, compreensão espiritual e consciência pura de que Deus cria o homem como Sua ideia espiritual (CS26, p.582: 14-20).
Nossa líder observa que João teve essas visões superiores da realidade enquanto estava em nosso "plano da experiência humana" (CS27, p 573: 3-6). Neste caso, a "noiva" e o "cordeiro" são o Princípio divino e a ideia espiritual - "Deus e Seu Cristo, trazendo harmonia à terra" (CS28, p.561: 12). Como sugerido acima, a Sra. Eddy sentiu que era significativo que o que pareceu ser os piores desafios levou ao maior avanço espiritual (CS29, p.574). Uma vez que vemos o relacionamento ininterrupto de Deus com o homem, não precisamos mais clamar pelo bem. Descobrimos que estamos sempre vestidos com a "eterna felicidade" (CS30, p.577: 8). Quando nos damos conta de que somos a expressão da Alma, abandonamos toda queixa e nos envolvemos nas roupas magníficas da Alma.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois, EUA, craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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