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Dai glória a Deus, glória. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, July 9th, 2018

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Dai glória a Deus, glória”
15 de julho de 2018
Tema: “Deus”
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Uma antiga canção muito cantada no Acampamento CedarS fala da Arca de Noé, e tem o refrão: “Erguei-vos, brilhai e dai vossa glória a Deus, glória, Filhos do Senhor.” Tenho quase certeza de que o Comitê das Lições Bíblicas não estava pensando nessa canção do acampamento enquanto aguardavam a inspiração da citações a serem incluídas na lição desta semana, mas acho que o refrão de dar a Deus a glória oferece uma boa maneira de ver a lição; no meu jeito de interpretar a lição, ela é toda sobre “dar glória a Deus, glória.”
Glória parece uma palavra difícil de fixar, mas talvez possamos pensar sobre a glória como magnificência, esplendor, resplandecência, grandeza, majestade, grandiosidade, nobreza e honra, entre outras qualidades. Quando pensarmos em glória, podemos ponderar a frase na Doxologia: “Tua glória ao encher os céus”. Imaginem os inspirados nascer e pôr do sol, e as noites estreladas como alusões de como a glória – a magnificência, o esplendor, a resplandecência, a grandeza, a majestade, a grandiosidade, a nobreza e a honra – de Deus enche os céus. Doxologia significa adoração e louvor públicos. O hino da Doxologia também é conhecido como hino de comunhão. Entendo que a Doxologia seja um hino que louva a Deus enquanto afirma nossa união com Deus:
“Louvado sejas tu ó Deus!
Tua glória, ao encher os céus,
Reflita-se também aqui,
Em nossa obediência a Ti.”
Há algumas semanas, eu estava me esforçando para compreender o que significa a última frase do hino. Como eu estava no CedarS e cercada por pessoas que oram seriamente, perguntei a algumas delas o que elas pensavam sobre o significado desse hino. Achei a resposta da minha amiga Jover particularmente útil. Ela sugere que talvez signifique:

“Louvado sejas Tu ó Deus!
Tua glória ao encher os céus,
Reflita-se também aqui,
(Até eu Te compreender) em nossa obediência a Ti (eu obedeço embora ainda esteja aprendendo a compreender-Te plenamente).
Sintam-se livres para compartilhar comigo o que essa última linha significa para vocês. A Doxologia parece especialmente relevante para essa lição, porque tanto o hino como a lição são sobre a glória de Deus com ênfase na compreensão e obediência a Deus.
Quando lerem a lição nessa semana, tenho certeza de que encontrarão temas e inspirações do seu interesse. Enquanto eu a lia, achei útil procurar todas as palavras “glória”. Vejo muitas referências a glória e majestade que nos lembram de reverenciar a magnificência de Deus. O Texto Áureo - Salmos 104:1“Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Senhor, Deus meu, como tu és magnificente; sobrevestido de glória e majestade” abre com louvor a Deus “sobrevestido de glória e majestade”. Quando vemos céus inspiradores como vislumbres da glória de Deus, é como se captássemos vislumbres da terra como revestida e protegida na glória e majestade do Amor. A Leitura Alternada (Salmos 93:1, 2, 4, 5; 86:9, 10, 12, 13, 15) continua a descrever a glória de Deus: A glória de Deus
reina;
está revestida de majestade;
firmou o mundo;
não vacila;
é desde a antiguidade;
revestiu-se de poder;
é mais poderosa do que o bramido das grandes águas;
do que os poderosos vagalhões do mar.
O restante da LA oferece uma garantia de louvor: “Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e GLORIFICAREI para sempre o teu nome”.

Seção 1 – Conhecer e compreender a Deus é dar glória a Ele.
A primeira seção explica que quanto mais conhecemos e compreendemos a Deus, mais podemos glorificar a Deus. Eis alguns meios de dar Glória a Deus descritos nesta seção:
“Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (B1, Salmos 118:29).
“Tributai ao Senhor, filhos de Deus, tributai ao Senhor glória* e força” (B2, Salmos 29:1).
“Ouve-se a voz do Senhor sobre as águas; troveja o Deus da glória*” (B2, Salmos 29:3).
“O Senhor está sobre as muitas águas” (B2, Salmos 29:3)
“A voz do Senhor é poderosa” (B2, Salmos 29:4)
“A voz do Senhor é cheia de majestade” (B2, Salmos 29:4)
“Tributai ao Senhora glória* devida ao seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade” (B2, Salmos 29:2).
* negrito acrescentado
Nas ideias correlatas de Ciência e Saúde, lemos que podemos obedecer na proporção em que compreendemos a Deus “reflita-se também aqui” (Hino 1).. Como afirma Mary Baker Eddy: “Obedeceremos e adoraremos na proporção em que entendermos a natureza divina e O amarmos com compreensão, sem mais contender quanto à corporalidade de nosso Deus, e sim regozijando-nos na Sua abundância” (CS3, p. 140, itálicos acrescentados). Deus não é um mistério, mas “deve ser compreendido, adorado e demonstrado” (CS5, p. 471). “Não é materialmente, mas espiritualmente, que nós O conhecemos como a Mente divina, a Verdade e o Amor” (CS3, p. 140).
Nas palavras de Deus, segundo o profeta Isaías: “para que o saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo” (B5, Isaías 43:10). E para mostrar que Deus pode ser compreendido e definido. Mary Baker Eddy oferece esta definição: “Deus. O grandioso Eu Sou; aquele que tudo sabe, que tudo vê, que é todo-atuante, todo-sábio, todo-amoroso e eterno; o Princípio; a Mente; a Alma; a Vida; a Verdade; o Amor; toda a substância; inteligência” (CS2, p. 587).
Não é desrespeitoso tentar compreender a Deus. O fato de verem Deus como compreensível não quer dizer que os cientistas cristãos não glorifiquem a Deus. Como declara Mary Baker Eddy: “A Ciência Cristã em nada despoja a Deus de Sua perfeição, mas reconhece que toda a GLÓRIA pertence a Ele” (CS4, p. 262).

Seção 2 – Vemos e compreendemos a glória de Deus por meio da criação de Deus.
Podemos aprender mais sobre a glória de Deus observando a criação de Deus – “Reflita-se também aqui” [Que seja na terra revelada] (Hino 1)
Em Salmos lemos que “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (B6, Salmos 19:1). À medida que observamos mais e mais a bondade de Deus, podemos louvar a Deus mais e mais. Podemos “Servi[r] ao SENHOR com alegria, apresenta[r-nos] diante dele com cântico (B7, Salmos 100:2).
E, é claro, podemos lembrar que não estamos separados de Deus, mas sim, somos parte da criação gloriosa de Deus - “ Porque dele também somos geração” (B9, Atos 17:28).
Vermos a nós mesmos como filhos de Deus nos ajuda a ver Deus como Pai-Mãe. Como Mary Baker Eddy escreve, “Pai-Mãe é o nome da Deidade, que indica a terna relação que Ele tem com Sua criação espiritual” (CS7, p. 332). MBEddy enfatiza nossa conexão com Deus como Pai em afirmações como “ Deus é o único autor do homem” (CS8, p.29), e “Deus é seu Pai, e a Vida é a lei do seu existir” (CS9, p. 63).
Podemos compreender a Deus e compreender a relação espiritual do homem com Deus. Na proporção em que entendemos a relação entre Deus, a única causa e Criador, e nós como criação, enxergamos todas as glórias da terra e do céu e do homem. Como Mary Baker Eddy escreve, “Quando aprendemos o caminho na Ciência Cristã e reconhecemos o existir espiritual do homem, vemos e compreendemos a criação de Deus – todas as glórias da terra e do céu e do homem” (CS12, p. 264).

Seção 3 – Aprendemos mais sobre a glória de Deus por meio das palavras e dos trabalhos de Cristo Jesus.
Cristo Jesus nos mostra o caminho para compreender melhor a glória de Deus. À medida que Jesus “ and[ava] por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo”, ele estava glorificando a Deus e nos ajudando a ver como nós também podemos glorificar a Deus (B11, Atos 10:38). As palavras e obras de Jesus nos mostram a majestade de Deus, “pois ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (B13, 2Pedro 1:17).
Jesus nos ajudou a nos tornar mais conscientes de Deus e nos ensinou sobre Cristo. “Jesus demonstrou o Cristo; provou que o Cristo é a ideia divina de Deus – o Espírito Santo, o Consolador, o Confortador, que revela o Princípio divino, o Amor, e que conduz a toda a verdade” (CS13, p.332).

Seção 4– Cristo Jesus demonstrou que não há outro poder além de Deus.
Cristo Jesus demonstrou que Deus é a única fonte de poder e que não há poder separado de Deus. Quando Cristo Jesus curou a sogra de Pedro e acalmou a tempestade (B16, Mateus 8), ele provou a linha da doxologia: “Reflita-se também aqui” [Que seja na terra revelada]” (Hino 1). As palavras e a obra de Cristo Jesus glorificaram a Deus e não foram apenas para as pessoas que testemunharam há mais de 2000 anos, mas também são possíveis para nós hoje. Como Cristo Jesus declara: "Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai” (B18, João 14:12).
Só Deus tem poder. O poder do Cristo não existia apenas para Jesus em um determinado tempo e lugar, mas existe em todos os lugares em todos os momentos para toda a humanidade conhecer e testemunhar. Nada tem poder separado de Deus. Isso é o que Jesus provou quando acalmou o mar tempestuoso. Como Mary Baker Eddy escreve: "Não existe poder a não ser o de Deus. A onipotência tem todo o poder, e reconhecer qualquer outro poder é desonrar a Deus. O humilde Nazareno derrubou a suposição de que o pecado, a doença e a morte tenham poder. Ele provou que não tinham poder” (CS18, p.228).
Mary Baker Eddy explica que o que parece ser uma força física é apenas uma crença limitada - “O poder que erra é uma crença material, uma força cega, por engano chamada força; é o produto da vontade e não da sabedoria, isto é, da mente mortal e não da imortal” (CS19, p.192). E à medida que passamos a entender mais e mais a respeito de Deus como a única fonte de poder, seremos cada vez mais capazes de curar os doentes. Em outras palavras: “Quando chegamos a ter mais fé na verdade do existir do que no erro, mais fé no Espírito do que na matéria, mais fé em viver do que em morrer, mais fé em Deus do que no homem, então nenhuma suposição material pode nos impedir de curar os doentes e destruir o erro” (CS20, p.368). Como Cristo Jesus, nós também podemos saber que a glória de Deus que preenche o céu também significa "reflita-se também aqui” [que seja na terra revelada] (Hino 1).

Seção 5 – Todos podemos ouvir a mensagem do Cristo e compreender melhor a Deus.
Na quinta seção, descobrimos que Cornélio, que não era judeu, estava sintonizado com Deus e era capaz de ouvir claramente a mensagem do Cristo. É importante notar que Cornélio podia ouvir a Deus porque muitos cristãos primitivos acreditavam que somente os judeus podiam ser verdadeiros crentes. A mensagem que Cornélio recebeu foi de encontrar-se com Pedro. Cornélio foi obediente à mensagem e foi encontrar-se com Pedro, o discípulo de Jesus, e depois elogia Pedro. Pedro, um judeu, poderia ter se sentido dividido ao aceitar Cornélio, porque era contra seus costumes e maneiras comer com não-judeus. Mas Pedro o trata como um igual, e diz a Cornélio que Deus abriu seu pensamento para que agora compreenda que toda a humanidade pode dar glória a Deus e desfrutar de Suas bênçãos. Pedro diz a Cornélio: “Ergue-te, que eu também sou homem. Falando com ele, entrou, encontrando muitos reunidos ali, a quem se dirigiu, dizendo: Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo; ... Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável” (B20, Atos 10:26-35).
Na época, a declaração de Pedro de que todos nós somos filhos de Deus era uma ideia radical e revolucionária. Paulo, o autor de Gálatas, ecoa as palavras radicais de Pedro: "Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Dessarte não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (B21, Gálatas 3:26, 28).
Simplificando, somos todos um enquanto glorificamos a Deus.
A mensagem de Cristo é Deus falando diretamente a nós. Mary Baker Eddy afirma claramente: "O Cristo é a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana" (CS23, p. 332). Mensagens de anjos são outra maneira de descrever a mensagem do Cristo: "Os anjos são pensamentos puros que emanam de Deus, alados com a Verdade e o Amor, seja qual for a sua individualidade” (CS24, p. 298).
Pensamentos puros de Deus falam a cada um de nós e não discriminam. Deus, o Amor fala a cada um de nós. A mensagem do Cristo está falando com cada um de nós e não distingue grupos específicos de pessoas. "O amor é imparcial e universal na sua adaptação e nas suas dádivas" (CS26, p. 12). Somos “a família humana", sob o governo de Deus, à medida que somos unificados por Deus (CS27, p. 469). Em uma declaração clara de nossa unidade sob o governo de Deus, MBEddy escreve "Um só Deus infinito, o bem, unifica homens e nações; estabelece a fraternidade dos homens; põe fim às guerras; cumpre o preceito das Escrituras: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo"; aniquila a idolatria pagã e cristã – tudo o que está errado nos códigos sociais, civis, criminais, políticos e religiosos; estabelece a igualdade dos sexos; anula a maldição sobre o homem, e não deixa nada que possa pecar, sofrer, ser punido ou destruído” (CS28, p. 340).

Seção 6 – Tua glória enche os céus.
A seção final da lição desta semana traz a mensagem de que a glória de Deus preenche todo o espaço. Imagine todas as estrelas no céu e toda a luz que conhecemos no universo; isso é apenas um vislumbre da infinidade da luz e da abundância de Deus. Os astrônomos dizem que existem aproximadamente um bilhão de trilhões de estrelas no universo observável. Um bilhão de trilhões! E 1.000.000.000.000.000.000.000 de estrelas é apenas uma sugestão de quantas existem. Cada uma dessas estrelas sugere a luz infinita de Deus.
"Deus é luz, e não há nele treva nenhuma" (B22, 1João:5).
"O Senhor é Deus, ele é a nossa luz" (B23, Salmos 118:27).
“… Tua glória ao encher os céus,” (Hino 1)
Notem esta declaração maravilhosa da glória de Deus: “Teu, Senhor, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, Senhor, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força. Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos e louvamos o teu glorioso nome” (B24, 1 Crônicas 29:11-13).
Em Ciência e Saúde, lemos sobre a glória abrangente de Deus: "A profundidade, a largura, a altura, a força, a majestade e a glória do Amor infinito enchem todo o espaço" (CS29, p.520). A luz de Deus ilumina o universo! Como declara Mary Baker Eddy, "A Ciência Divina, a Palavra de Deus, diz às trevas que encobrem a face do erro:, "Deus é Tudo-em-tudo”, e a luz do Amor sempre presente ilumina o universo. Daí a maravilha eterna - de que o espaço infinito é povoado com as ideias de Deus, as quais O refletem em incontáveis ​​formas espirituais”(CS30, p. 503).
Como um símbolo da luz constante e gloriosa de Deus, temos o exemplo imediato do sol - o símbolo da Alma - e assim como os raios estão ligados ao sol, somos unos com Deus. "Assim como uma gota de água é uma com o oceano, um raio de luz é um com o sol, do mesmo modo Deus e o homem, Pai e filho, são um no existir. A Bíblia diz: ‘Pois nEle vivemos, e nos movemos, e existimos’”(CS31, p.361). Não podemos ser nem estar separados de Deus. Sejamos gratos e “regozijemo-nos por estarmos sujeitos às divinas ‘autoridades que existem’. Essa é a verdadeira Ciência do existir” (CS32, p.249).
Quanto mais compreendemos a Deus, mais podemos glorificar a Deus e sermos a glória de Deus.
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Este estudo metafísico foi preparado por Christie Hanzlik, CS de Boulder, Colorado, EUA, 720-331-9356 – christiecs.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Zir Friedrichs, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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