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Insista em buscar a Deus ... Vale a pena! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Sacramento.

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, July 2nd, 2018

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Insista em buscar a Deus ... Vale a pena!
8 de julho de 2018
Tema: “O Sacramento”
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo: Salmos 119:10, 12: “De todo o coração te busquei; ... Bendito és tu, Senhor”.
Gosto do Texto Áureo curto e simples da Lição Bíblica desta semana. Foi para mim como um chamado a despertar para buscar a Deus como eu realmente queria! Não uma busca pela metade. Vocês sabem o que quero dizer com ‘busca pela metade’? Por exemplo, vocês perderam um objeto e procuram por ele, mas sem muito afinco, na esperança de que ele apareça. Essa é uma busca preguiçosa. E nem sempre é eficaz!
Quando realmente queremos achar algo, a primeira coisa a fazer é orar. Todos sabemos o que é oração sincera e do coração. Mas, às vezes não estamos suficientemente alertas para fazer isso. Por exemplo, eu estava procurando a chave sobressalente do carro. Mas como eu não precisava dela imediatamente, minha procura foi meio-a-meio. A chave estava desaparecida havia mais de uma semana. Eu imaginava que ela iria aparecer de uma maneira ou outra, mas ela não apareceu e não tínhamos nenhuma pista de onde poderia estar. Afirmei que nada poderia ficar escondido da Mente, Deus, mas eu o disse sem muita seriedade. Eu sabia que essa chave era uma ideia na Mente e que não poderia ser perdida; mas novamente, faltou seriedade.
Então meu filho Noah, usou o carro da família para ir a um almoço com amigos. Quando se preparava para voltar, não conseguiu abrir a porta com a chave remanescente, que era eletrônica. Ele me enviou uma mensagem pedindo ajuda. Eu lhe disse que provavelmente era a bateria da chave. Mas no caso de haver algum problema a mais, comecei uma procura séria. Com apoio de oração.
Minha oração e atenção foram intensas. E pedi ao resto família que pensassem no assunto para ver se lembravam de algum detalhe. Minha filha Alma procurou embaixo do sofá, embaixo das almofadas. Eu olhei em todos os pontos que lembrasse. Embora não tenhamos achado a chave sobressalente, achamos: um par de óculos, e 11 euros; não achamos a outra chave eletrônica, mas sim uma chave regular (comum) que possibilitava abrir o carro. É interessante que tantas vezes, quando se procura uma coisa, a gente acaba achando uma porção de pequenos tesouros.
Assim resolvemos o dilema de Noah com uma nova bateria, e ainda tínhamos as coisas achadas para aproveitar. No final da tarde a família foi para “Grosse Garten,” um grande parque perto de casa para praticar remo. Paguei os dois barcos a remo com os 11 euros que achamos no sofá.
Nós não começamos com essa exegese para ler sobre chaves de carro e barco a remo, não é mesmo?
É onde entram nosso Texto Áureo e os trechos da lição: “De todo o coração te busquei. ... Bendito és tu, Senhor”. Ou como diz a NTLH: “Eu procuro te servir de todo o coração; não deixes que eu me desvie dos teus mandamentos.”
Sim, é hora de “buscar” a Deus, e essa lição nos diz que devemos buscá-Lo de todo coração, toda nossa alma e nossa mente. O espírito da Leitura Alternada compartilha conosco o modo como podemos conduzir nossa busca!
A Leitura Alternada (Efésios 1:2, 3; 4:4-8, 11-13, 24, 32) é de uma epístola escrita pelo Apóstolo Paulo aos cristãos de Éfeso. Nela ele fala da necessidade de unidade e recomenda a união: “Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé ...” Paulo chama a atenção para a necessidade de cada um de nós utilizar nossos talentos individuais para fortalecimento do “corpo de Cristo”; mas isso não é o corpo físico de Jesus, é antes o que poderíamos chamar de “A Igreja”. Não necessariamente um grupo denominacional, mas o grupo de indivíduos chamados para viver ou trazer à tona a mensagem do ministério de Jesus. Na conclusão da LA Paulo enfatiza que isso tem de ser feito com um grande senso de benignidade, amor “compassivo”, “perdoando-vos uns aos outros, como também Deus ... vos perdoou.”
Minha caçula, Martha, recém completou seu período de Jardim da Infância, passando em agosto ao primeiro ano do Ensino Fundamental. Na última sexta feira os alunos do jardim, professores e pais tiveram um pequeno culto informal. O diretor do Jardim de Infância e o Pastor Garr, compartilharam uma mensagem tão simples e terna sobre crescimento e desenvolvimento contínuo. Usaram o exemplo da semente de girassol e suas várias fases após o plantio. Cada fase foi ilustrada: semente, brotação, planta desenvolvida, e finalmente o girassol. Cada pessoa presente, desde os alunos do jardim até os mais idosos pais (entre os quais me inclui) podia facilmente captar a mensagem. O espírito gentil, amável, e terno de nosso Mestre, Cristo Jesus, transpareceu na mensagem enquanto a ouvíamos, e orávamos em conjunto. Estávamos numa união e unidade que parecia ser exatamente o que Paulo nos recomendava em sua mensagem aos efésios. Que reunião mais agradável! Éramos católicos, protestantes e cientistas cristãos reunidos numa alegre apreciação de todo o amor que havíamos compartilhado durante o período de Martha no Jardim de Infância. Olhando esse grupo de aproximadamente 50 pessoas entre grandes e pequenos, podia-se sentir que o terno Amor estava presente. Pensei: “Sim, esse é um encontro do qual Jesus gostaria de participar.”
Lembrei-me da declaração de M. B,. Eddy: “Um cientista cristão genuíno ama protestantes e católicos, D.D. e M.D. – ama a todos que amam a Deus, o bem; e ele ama seus inimigos” (My 4:14-16).

Seção 1: Verdadeira adoração? Viva o Amor!
Desde que vim morar na Alemanha me tornei mais consciente de pessoas que optaram pelo jejum em certas épocas do ano. Esses amigos eram tanto católicos como protestantes. Sua inspiração era demonstrar seu desejo sincero de conhecer Deus abrindo mão de certas coisas ou atividades. Isso combinava com a explicação dada em “My Bible Lesson” (Minha Lição Bíblica) de que a palavra hebraica para jejuar tem a ver com boca fechada. Menos falação, mais ação!
Na citação B3(Isaías 58:6-8) o profeta Isaías expõe seu senso do jejum que Deus requer: “Porventura não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo o jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante? Então, romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença…”.
A citação B4(Mateus 14:14) ilustra claramente como nosso Mestre viveu o Amor que sustenta a todos nós: “... viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos” .
E na citação B6(João 4:23) Jesus explica como adorar a Deus: “... vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores”.
Mary Baker Eddy escreve em Ciência e Saúde: “A substância de toda a devoção é o reflexo e a demonstração do Amor divino, curando a doença e destruindo o pecado. Nosso Mestre disse: ‘Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (CS5, p. 4).
Que alegria descobrir que a verdadeira adoração é, de fato, amor em ação, é viver o Amor que amamos!

Seção 2: O batismo do Espírito Santo
Eu amava a Ciência Cristã desde muito jovem e havia decorado alguns hinos. Eu ia à Escola Dominical todos os domingos e sabia muitos versículos da Bíblia e frases de Ciência e Saúde. Também tive muitas curas. Mas se alguém me perguntasse a respeito do que a Ciência Cristã diz sobre o Espírito Santo, provavelmente eu diria: “Nada, eu acho!” Vocês sabem eu cresci na Florida onde muitos de meus amigos eram de outras denominações, alguns dos quais falavam seguidamente sobre o Espírito Santo. Mas até eu começar a estudar a Ciência Cristã por minha iniciativa, eu tinha pouca compreensão do Espírito Santo e da Ciência Cristã.
Então, aos 21 anos, fui convidado a dar uma palestra para um grupo de jovens de uma grande igreja. Eles queriam saber algo mais sobre a Ciência Cristã e em particular o que nós pensamos sobre o batismo e, especialmente, o que pensamos sobre o batismo do Espírito Santo. Enquanto preparava a palestra eu me aprofundei no que Eddy escreve sobre batismo e também sobre o Espírito Santo. Tudo o que posso dizer é que os meus olhos se abriram. Se antes alguém me perguntasse sobre a Ciência Cristã e o batismo eu provavelmente responderia erroneamente: “Bem, uh..., a Ciência Cristã não tem batismo.” Que gafe eu teria cometido!
Na Seção 2 podemos aprender!
A citação CS8 (p. 561). “João Batista profetizou a vinda do imaculado Jesus, e João viu, em sua época, que a ideia espiritual era o Messias que batizaria com o Espírito Santo – isto é, com a Ciência divina.”
A citação CS9 (p. 241) diz: “O batismo do Espírito, [que lava] o corpo de todas as impurezas da carne, indica que os limpos de coração veem a Deus e se aproximam da Vida espiritual e sua demonstração. ‘É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha’, do que entrarem crenças pecaminosas no reino dos céus, a harmonia eterna. Pelo arrependimento, pelo batismo espiritual e pela regeneração, os mortais se despem de suas crenças materiais e de sua falsa individualidade. É apenas questão de tempo, quando ‘todos Me conhecerão’ a Mim [Deus], ‘desde o menor até o maior deles.’ Negar as alegações da matéria é um grande passo rumo às alegrias do Espírito, rumo à liberdade humana e ao triunfo final sobre o corpo”.
Na verdade, essa lição bíblica e um estudo mais aprofundado podem iniciar sua própria busca sincera no que a Ciência Cristã ensina a respeito de batismo e do Espírito Santo. Garanto que será muito inspirativo, e vos ajudará em vossa prática de cura.
Muitas vezes há afirmações na Bíblia e em Ciência e Saúde que eu vejo como “granadas”. Declarações fortes às quais me volto quando em necessidade. Uma dessas favoritas que sempre reforçam minha oração de cura é quando Eddy escreve:
“Mantém perpetuamente este pensamento – de que é a ideia espiritual, o Espírito Santo e o Cristo que te habilita a demonstrar, com certeza científica, a regra da cura, baseada no seu Principio divino, o Amor, que está por baixo, por cima e em volta de todo o verdadeiro existir” (CS, p. 496).

Seção 3: Jesus, o pão da vida.
Quando Jesus proferiu as seguintes palavras ele estava se dirigindo a pessoas que comiam pão e o utilizavam também em suas adorações: “Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim, jamais terá fome; e o que crê em mim, jamais terá sede. ... As palavras eu vos tenho dito são espírito e são vida” (B12, João 6:35, 66).
Uma das coisas boas em viver na Alemanha é a produção de pães e de confeitarias. Por 17 anos moramos de fronte a uma padaria. Há muitas delas na redondeza. Vários tipos de pães e massas, formatos e coberturas, guloseimas diversas. O nome para o jantar, no dizer alemão: ‘Abendbrot”, quer dizer: Pão da noite. De modo que, quando Jesus fala que ele é o pão da vida, isso realmente toca os alemães. Assim, para os hebreus no tempo de Jesus, o pão era uma parte muito significativa na vida diurna e na religiosa.
Por exemplo, eis uma nota interessante tomada de My Bible Lesson (Minha Lição Bíblica): ‘Nos tempos antigos, o pão servia para vários propósitos, inclusive os religiosos. A cada sábado, doze pães asmos (com massa não levedada) eram colocados numa mesa especial no templo como oferenda a Deus (ver Levítico 24:5-8). Como foi que Jesus usou a ideia de pão numa forma nova?’
Para Jesus era normal e natural tomar esses elementos do sustento diário e da vida e mostrar que seu significado verdadeiro estava na compreensão espiritual que eles trazem à nossa adoração a Deus. Começamos a aprender que Deus está intimamente associado com nosso viver diário, e traz um elemento espiritual profundo e sustentador de tudo o que fazemos.
Mary Baker Eddy escreve o seguinte em Ciência e Saúde a respeito do compartilhamento de Jesus com seus discípulos no evento que hoje é conhecido como ‘A Última Ceia’:
“Seus seguidores, tristes e silenciosos, pressentindo a hora em que seu Mestre seria traído, compartilharam do maná celeste que outrora havia alimentado no deserto os perseguidos seguidores da Verdade. O pão que eles receberam realmente descera do céu. Era a grandiosa Verdade do existir espiritual, curando os doentes e expulsando o erro. O Mestre lhes havia explicado isso tudo antes, e agora esse pão os alimentava e sustentava” (CS16, p. 33).
A citação CS17 dá continuidade ao tema: “É o Cristo vivo, a Verdade posta em prática, que faz de Jesus ‘a ressurreição e a vida’ para todos os que o seguem em seus atos. Obedecendo a seus preciosos preceitos – seguindo sua demonstração até onde podemos apreendê-la – bebemos de seu cálice, participamos de seu pão, somos batizados com sua pureza, e por fim descansaremos, nos assentaremos com ele na plena compreensão do Principio divino que triunfa sobre a morte” (CS17, p.31).

Seção 4: Momentos de Jesus sob intenso sofrimento elevados a momentos de bênçãos do Cristo.
É duro ler sobre os desafios que Jesus enfrentou de sua própria igreja, das autoridades governamentais e também das deficiências de seus discípulos. Este é realmente um lugar onde temos que nos esforçar para encontrar o Deus que iremos adorar. Mas há um evento sagrado em andamento que não pode ser detido por todo o ódio e falhas na natureza humana. O que nos ajuda é que quando lemos agora, podemos saber que o resultado final foi encontrar um Deus e Seu filho que nunca serão derrotados por elementos mortais. Porque Jesus se elevou!
E Deus é de fato “gentil” como o salmista diz: “ Vi assim como o Senhor é bondoso e como é grande a sua justiça; o nosso Deus é cheio de misericórdia por nós. Farei a Ele uma oferta de vinho, agradecendo pela salvação, e louvarei o seu nome (B 14, Salmos 116 NTV).
Quão bondoso é o Senhor! Quão bom ele é! Tão misericordioso, esse nosso Deus! Eu levantarei a taça da salvação e louvarei o nome do Senhor por me salvar” (B14, Salmos 116).
A Nova Tradução Viva (NTV) narra claramente a história inspiradora de Jesus sobre pacientemente se sacrificar à vontade de Deus: “Então Jesus os levou até um bosque ajardinado, o Getsêmani, e os mandou sentar e esperar, enquanto Ele ia adiante para orar. “Então disse-lhes: "Minha alma está cheia de pavor e tristeza, a ponto de morrer... fiquem aqui... fiquem acordados comigo". Ele avançou um pouco, caiu com o rosto no chão, e orou: "Meu Pai! Se é possível, que este cálice seja tirado de Mim. Contudo, Eu quero a sua vontade, e não a minha".
Depois voltou aos três discípulos, e os encontrou dormindo. "Pedro", chamou Ele, "vocês não puderam ficar acordados nem mesmo uma hora?
Fiquem atentos e orem. De outro modo a tentação vencerá vocês. Pois o espírito na verdade está disposto, mas como o corpo é fraco! "
Outra vez Ele os deixou e orou: "Meu Pai! Se este cálice não puder ser tirado de mim, então cumpra-se a sua vontade". Então veio aos discípulos e disse: "Agora durmam e descansem. Mas não! Chegou a hora: Eu sou entregue nas mãos de homens pecadores” (B15, Mateus 26 NTV)!
Continuando da Bíblia A Mensagem: “E, logo ao amanhecer, os principais dos sacerdotes, e os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio tiveram conselho; e, amarrando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos. E era a hora terceira, e o crucificaram”(B16, Marcos 15 MSG).
Mary Baker Eddy escreveu em Ciência e Saúde, “Jesus se elevou ainda mais na sua demonstração, em virtude do cálice de amargura que bebeu […] A natureza divina tem de vencer a natureza humana em todos os pontos. A Ciência que Jesus ensinou e viveu tem de triunfar sobre todas as crenças materiais quanto à vida, à substância e à inteligência e sobre a multidão de erros que decorrem de tais crenças. O Amor tem de triunfar sobre o ódio. A Verdade e a Vida têm de confirmar a vitória sobre o erro e a morte, antes que os espinhos possam ser substituídos por uma coroa, antes que venha a bênção: ‘Muito bem, servo bom e fiel’, e a supremacia do Espírito seja demonstrada” (CS20, p. 43).
Como cristão, quando o caminho que estamos trilhando parece particularmente desafiador, doloroso, sombrio e pouco promissor, esse pode ser um ótimo momento para ler e reler a experiência de nosso Mestre. E certificar-nos de ler até que seu triunfo brilhe. Ele se elevou! E sua demonstração contínua da vida eterna brilhou. E ele compartilhou com seus seguidores. Lembro-me claramente de quando um professor da Escola Dominical, Charles Selemeyer, afirmou que Jesus esteve presente 40 dias com seus discípulos após a ressurreição.
Como a introdução a Atos coloca: “O antigo tratado eu fiz, ó Teófilo, de tudo o que Jesus começou a fazer e ensinar, até o dia em que ele foi aceito, depois que ele pelo Espírito Santo dera mandamentos aos apóstolos que ele escolheu:
A quem ele também se mostrou vivo após sua paixão por muitas provas infalíveis, sendo visto por eles quarenta dias, e falando das coisas pertencentes ao reino de Deus” (Atos 1: 1-3, KJV).
Continuemos buscando e O encontraremos de fato!

Seção 5: As alegrias do tempo após a ressurreição.
Quando Jesus ressuscitou no terceiro dia após a crucificação, foi o início desses 40 dias de gloriosas demonstrações e provas. Ele apareceu primeiro a Maria Madalena e depois aos onze discípulos.
De acordo com o registro bíblico, após a crucificação de Jesus e seu posterior enterro no túmulo de José de Arimatéia, ele apareceu vivo para mais de 500 pessoas, em doze (12) ocasiões diferentes. Todas, exceto uma das aparições (a aparição a Paulo, também conhecido como Saulo) ocorreu dentro do primeiro período de 40 dias após a crucificação e a ressurreição. Jesus também apareceu a pelo menos dois céticos, Tiago o Justo e Saulo / Paulo.
De acordo com a Bíblia, em todas as doze ocasiões Jesus foi visto e provavelmente foi ouvido. Jesus pediu que seu corpo fosse tocado pelo menos três vezes e ele foi, com certeza, tocado duas vezes. Ele mostrou às testemunhas as cicatrizes de sua crucificação em duas ocasiões e se alimentou com seus discípulos 3 a 4 vezes. Em quatro casos, as testemunhas responderam ao seu encontro com Jesus ao adorá-lo.
Gosto das seguintes descrições quase poéticas da Sra. Eddy em Ciência e Saúde,
“Que contraste entre a última ceia de nosso Senhor e seu último desjejum espiritual com os discípulos, nas horas luminosas da manhã, na alegre reunião às margens do mar da Galiléia! A tristeza de Jesus se transformara em glória, e o pesar dos discípulos em arrependimento - o coração havia sido purificado, e o orgulho, repreendido. Convencidos da infrutuosidade de seu trabalho nas trevas e despertados pela voz do Mestre, eles mudaram de método e deixaram para trás as coisas materiais, e lançaram a rede para o lado direito”(CS 21, p.34).
“Essa reunião espiritual com nosso Senhor, na aurora de uma nova luz, é a refeição matinal que os Cientistas Cristãos comemoram. Inclinam-se perante o Cristo, a Verdade, para receber mais de sua reaparição e comungar silenciosamente com o Princípio divino, o Amor” (CS22, p.35).

Seção 6: Igreja uma expressão do amor universal, independentemente dos números.
Meus primeiros anos como Cientista Cristão foram na Flórida Central nos EUA. Naquela época, a Flórida não era muito cosmopolita, ainda podia ser considerada parte do “Cinturão da Bíblia”, com igrejas conservadoras e evangélicas, predominantemente Batista do Sul. Os Cientistas Cristãos eram considerados um tanto raros. Outro sabor de sorvete por assim dizer. Então não era incomum ser o único cientista cristão na minha turma da escola. A Escola Dominical era frequentemente de duas famílias. Nós nos alegrávamos quando uma família de Cientistas Cristãos se mudava para a cidade com adolescentes! Aprendemos a viver com os de outras religiões e, na maior parte, tivemos contatos muito bons e harmoniosos com nossos vizinhos. O Evangelho, a mensagem, a Verdade era o que era importante, não números. “Afinal, como Jesus disse uma vez: Onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”. Mateus 18:20
E essa perspectiva praticamente levei para minha vida. Um exemplo vem dos meus dois primeiros anos de faculdade. Eu comecei a faculdade em Ocala no Central Florida Junior College. Meu irmão, Scott, me precedeu antes de se alistar no exército e ser enviado para o Vietnã. Ele, trabalhando com um Conselheiro do Campus da Ciência Cristã, lançou as bases para uma Organização de Ciência Cristã. Ele ainda estava no Exército quando eu cheguei ao Junior College, então terminei o que ele começou. Nós iniciamos o que hoje é chamado de CSO, Christian Science Organization. Nós tivemos palestras, patrocinamos filmes e tivemos reuniões semanais de testemunhos. Lembro-me de uma terça-feira à noite, quando preparei as leituras. Cheguei, arrumei a sala e sentei-me. A hora de início veio e se foi e naquela noite ninguém apareceu. Decidi que devido ao fato de ter preparado a leitura, eu leria em alta voz. Então comecei.
Um senhor mais velho que trabalhava no Colégio chegou. Ele perguntou o que eu estava fazendo e orgulhosamente anunciei que aquela era uma reunião da Organização de Ciência Cristã no campus. Ele sorriu, revirou os olhos um pouco, "Organização?" E olhou em volta. Era só eu. Sorriu de novo e sentou-se. Ele ouviu toda a leitura. Chegou o momento do testemunho e ele deu um testemunho. Ele era conhecido no campus como "Pregador". Ele tinha sua própria pequena congregação batista que ele pastoreava como ele explicou. Naquela noite, ele saiu com um “Christian Science Sentinel” sobre as “armas da nossa milícia”. A partir daquela noite, ele foi frequentador regular em nossas atividades e na caixa de distribuição de literatura. Nós éramos irmãos cristãos.
Aprendi a nunca fechar a porta a um buscador e seguidor de Cristo Jesus. Aprendi a nunca me sentir sozinho na igreja. Podemos escolher a não ser isolados. Podemos escolher ser parte do buscar a Deus quando buscamos o Cristo. Podemos parar de limitar a Deus e nos sentirmos pequenos. Afinal, estamos adorando a fonte de toda a criação e O encontramos por meio de Seu filho.
Quando Mary Baker Eddy escreve (abaixo) sobre “igreja” não é sobre denominações ou posses pessoais e conhecimento. É verdadeiramente universal e está disponível para todos.
“Nossa igreja está construída sobre o Princípio divino, o Amor. Só podemos nos unir a essa igreja à medida que nascemos de novo do Espírito e alcançamos a Vida que é a Verdade e a Verdade que é a Vida, ao produzir os frutos do Amor - expulsando o erro e curando os doentes. Nossa Eucaristia é a comunhão espiritual com o único Deus. Nosso pão, ‘que desce do céu’, é a Verdade. Nosso cálice é a cruz. Nosso vinho é a inspiração do Amor, o trago que nosso Mestre bebeu e recomendou a seus seguidores” (CS26, p.35).
Essa é uma igreja em que podemos nos unir em qualquer lugar. Uma igreja onde podemos adorar a qualquer hora. E acima de tudo, quando estamos dispostos a procurá-Lo de todo o coração, ternamente, Ele será encontrado. Deus é muito gentil e ama ser encontrado. Ele está sempre esperando que o encontremos. Vamos procurá-Lo como se realmente quiséssemos. É muito divertido e vocês não vão acreditar em todos os pequenos tesouros extras que encontrarão em sua caça ao tesouro sagrado. E lembremo-nos que o prêmio principal, Deus, é infinito, então todo mundo é vencedor! Talvez já o temos!
Como na citação B26 em Efésios diz: “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém” (Efésios 3).
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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart CS, Wormser Str 30, Dresden, Germany 01309
rickstewartcs@aol.com +49 351 312 4736
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Zir Friedrichs, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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