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Encontrem segurança em Deus – na Vida Divina. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Vida.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, January 14th, 2019

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Encontrem segurança em Deus – na Vida Divina
14 a 20 de janeiro de 2019
A Vida

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Este estudo metafísico foi preparado Craig L. Ghislin, C.S
craig.ghislincs@icloud.com

Você alguma vez já esteve numa situação que ameaçava sua vida? Muitos já passaram por esses desafios e muitos ainda passam por isso diariamente. Sobreviver a tais circunstâncias muitas vezes produz um profundo impacto numa pessoa. Posteriormente, não é incomum que a pessoa demonstre gratidão, ou ao menos reconheça “um poder maior”. Mas outros que enfrentam esse tipo situação, acham que Deus é último recurso. Ao compartilhar a Ciência Cristã, tenho sido interrogado sobre a praticabilidade e segurança de voltar-se a Deus em emergências: “O que você faria?”
Quando a vida do salmista estava em perigo, ele enfrentou a ameaça com firmeza e optou pela vida. No Salmo 118:17 (citação B17) lemos: “Não morrerei; antes, viverei e contarei as obras do Senhor.” Para mim, essas palavras soam como de alguém disposto a lutar. Eu já usei essas mesmas palavras várias vezes em minha vida. O que é que nos leva a fazer uma afirmação tão firme?
Na Versão Inglesa Contemporânea o versículo do Salmo 118:17 usado no Texto Áureo (em inglês) dá uma pista: “…a minha vida está salva, e viverei para contar o que o Senhor tem feito” (tradução livre). O salmista podia declarar que não morreria, porque sabia que sua vida estava salva com Deus. Este pensamento reconfortante nos faz lembrar da promessa que encontramos na página 149 do livro First Church of Christ, Scientist and Miscellany [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Escritos], onde a Sra. Eddy escreve: “Lembra-te, nunca serás lançado numa situação, por mais grave que seja, onde o Amor não esteve antes de ti e onde sua terna lição não esteja esperando por ti”.
Essa expectativa é reiterada na Leitura Alternada (Salmos 66:8, 9: Apocalipse 1:1; 22:1-3, 5, 17). Albert Barnes (1.798-1.870) cita que as palavras: “mantém nossa alma em vida” literalmente quer dizer que permaneceremos “entre os vivos”. Além disso, suportar que “nossos pés não sejam movidos” significa permanecer numa “firme posição de segurança”. Nossa existência está intacta e segura, não porque Deus irá sustentar para sempre um corpo material. mas porque Deus é nossa Vida. Em Apocalipse, João retrata a vida fluindo como um rio de águas puras e abundantes, alimentando a tudo dentro de um ambiente perfeito. Ali não há pestilência, porque a árvore da vida fornece cura continuamente. Também não há condenação, porque não há pecados a serem condenados. Também não há necessidade de uma candeia ou sol, pois nesse ambiente Deus é a única luz que existe e a única luz necessária. Ninguém é excluído dessa fonte de vida. O Espírito convida a todos a vir e beber livremente dessa fonte abundante.

Seção 1: Bênçãos de experiências difíceis
Quando nos encontramos em meio a problemas é frequente desejarmos fugir para outro lugar. Segundo Barnes, as palavras traduzidas por “asas como de pomba” (B1, Salmos 55:6) significam “a ponta da asa … com a qual o pássaro orienta seu voo”, o que é diferente da asa propriamente dita. Em outras palavras, o pedido não é só para escapar do temporal, mas para ser guiado dentro dele. O salmista diz que tem sede de Deus (B2, Salmos 42:2). Em Lições passadas, vimos que a sede não é uma opção, mas uma necessidade que precisa ser satisfeita para sobrevivência. Assim é nossa necessidade por Deus.
Elias tem urgência de escapar para salvar sua vida, assim como tem uma profunda sede de encontrar Deus (B3, 1 Reis19:1-5,12). Seu dilema poderia servir de modelo a qualquer um que sinta sua vida em perigo. Nem todas essas ameaças vêm de indivíduos inclinados a nos matar, como era o caso de Elias. A ameaça pode ser ruína financeira, assassinato moral, ou algum problema sério de saúde. Em situações assim, talvez sejamos tentados a desistir, assim como Elias.
Gosto muito dessa história, pois embora Elias estivesse a ponto de desistir, o anjo o desperta do sono e satisfaz suas necessidades antes mesmo dele saber o porquê. Talvez Elias estivesse desestimulado, pois o pensamento da espetacular demonstração do fogo consumindo o sacrifício e lambendo o restante da água na vala pareciam suficientes para fazer o povo se voltar a Deus. Mas Elias não parou aí. Mandou matar todos os falsos profetas, com o que Jezabel se irou e jurou vingança (ver 1 Reis 18:17-40). Elias precisava aprender que Deus alcança a humanidade não pela força ou demonstrações espetaculares, mas por meio de um cicio tranquilo e suave.
Quando nos sentirmos nervosos, irritados, temerosos ou ansiosos, podemos lembrar-nos do conselho do salmista: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (B4, Salmos 46:10).
Nosso livro-texto diz claramente: “Todos temos de aprender que a Vida é Deus” (CS1, p. 496). Assim como o sol não é afetado pela rotação da terra, também Deus, que é a Vida, não é afetado pelo pecado e pela morte. O sol só parece desaparecer por causa de nosso ponto de vista (CS2, p. 310). De igual modo, se raciocinamos a partir de ponto de vista humano, e pensamos que a matéria sustenta a vida, poderíamos acreditar que a vida possa ser exterminada. Ao passo que o fato é Deus é a Vida — a única presença que existe — e nunca podemos ficar fora da Vida, nem separados dela. Por mais atrativa que essa verdade possa ser, às vezes é preciso algum desafio extremo para “nos [levar], como crianças cansadas, aos braços do Amor divino” (CS3, p. 322).
É nesses momentos de total entrega, quando estivermos extenuados, e não tivermos outro lugar para ir, que estaremos prontos a ouvir o “cicio, tranquilo e suave”. Em 2002, eu estava numa situação física deplorável. Em uma semana emagreci cerca de 20 quilos, e estava com uma grave congestão. Entre outras coisas meu pulmão direito havia sofrido um colapso, e eu respirava com dificuldade. Estava de joelhos, sozinho no escuro, com a cabeça inclinada ao frio assoalho de madeira. Nada me restava. Todas as citações e regras que eu sabia pareciam inúteis, mas eu sabia que não iria desistir; por isso fiquei na escuta. Enfim meu anjo veio no “cicio tranquilo e suave” que gentilmente me sussurrou: “Não importa o que você sabe. Deus é sua Vida. Você vive porque Ele vive, e porque Ele conhece você.” Aí estava, eu não vou morrer, mas viver, porque minha vida está segura em Deus, e Deus é a minha Vida.
O resto da história é muito longo; não há lugar para ele aqui. Por alto levei alguns meses para obter a cura completa, mas fiquei “firme na força” daquele momento singular até receber um próximo anjo, que solidificou minha decisão ao longo de toda a provação de que escolher a Vida foi o único rumo. Posso identificar precisamente a descrição da Sra. Eddy quanto ao que aprendeu quando “se achava na sombra do vale da morte” (CS5, p. 108). Esse despertar é um processo contínuo. Finalmente despertaremos para a percepção de que: “…a Vida é Espírito e nunca está na matéria nem é constituída de matéria”, e isso nos levará ao ponto onde todas as nossas necessidades serão supridas na compreensão de Deus, “sem necessitar de nenhuma outra consciência” (CS6, p. 264).

Seção 2: A Vida se sustenta por Si mesma.
Há, hoje em dia, uma grande preocupação pelo meio ambiente, com o receio de que em futuro não muito remoto a terra não terá condições de produzir alimentos suficientes para toda a população. Isto é baseado na antiga presunção de que o meio ambiente cria e sustenta as condições para a vida. Mas há cientistas que pensam que o inverso é verdadeiro, que a Vida cria seu próprio meio ambiente. A teoria é chamada de Biocentrismo, e você pode ler a respeito no livro de igual nome de autoria do Dr. Robert Lanza e Bob Berman.
Biocentrismo não é Ciência Cristã, mas está no rumo certo. Embora a Ciência Cristã não ensine que Deus tenha criado um meio ambiente material para sustentar a vida, ela ensina, sim, o preceito bíblico de que Deus criou tudo o que foi feito, e que tudo o que Deus criou é espiritual. O livro do Gênesis nos diz que Deus, a Vida, de fato criou um ambiente capaz de sustentar e manter vida (B5, Gênesis 1:29). Contudo, esse ambiente é espiritual e, assim, incapaz de ser contaminado ou se tornar prejudicial à vida.
Eliseu, o protegido de Elias, teve a oportunidade de provar isso quando os homens que estavam com ele inadvertidamente usaram uma trepadeira venenosa na comida que estavam preparando (B7, 2 Reis 4:38-41). A história relata que Eliseu neutralizou o veneno com farinha; mas isso foi mais do que química culinária. O autor claramente tem intenção de demonstrar que isso foi uma demonstração do domínio espiritual sobre a carne. O salmista também não tem medo de que a carne possa causar-lhe algo (B8, Salmos 56:4).
Ciência e Saúde confirma que a Vida é Deus, eterno (fora da passagem do tempo) e autoexistente (CS7, p. 289). Eddy expõe a natureza instável das teorias dietéticas (CS8, p. 389; CS9, p. 388). Isso tem vindo à tona nas últimas décadas, nas quais vimos as opiniões cambiarem sobre o valor nutricional ou o perigo de ovos, carnes, tofu, açúcar, sal, farinha, e uma porção de outros alimentos. A questão básica é: se a crença mortal diz que certo alimento é bom ou mau, assim será até que as opiniões sejam invertidas. As pretensas leis dietéticas da mente mortal não se originam em Deus, nem possuem qualquer poder de governar nossa saúde. Não somos obrigados a concordar que as leis materiais possam nos prejudicar ou ajudar. Mary Baker Eddy nos diz que só precisamos protestar contra essas falsas leis para anulá-las (CS10, p. 384). Isto não é um convite a opor-se impetuosamente a essas ditas leis, nem a desconsiderar o bom senso. Contudo, isso significa que nossos motivos são bons e puros, que não temos de sofrer por quebrar inadvertidamente alguma dessas leis. Agir corretamente, ser motivado espiritual e honestamente, nos mantém no caminho seguro.

Seção 3: Andando acima da inundação.
Isaías usa a imagem de um inimigo que o ultrapassa “numa torrente impetuoso” (Isaías 59:19). Qualquer um que já tenha praticado canoagem ou em um rio, sabe que as correntes de água podem ser muito fortes. Uma inundação é ainda mais. Em 1993, houve grandes inundações no Centro-Oeste dos Estados Unidos. Em alguns lugares, as águas chegaram a quase 15 metros acima do normal, causando danos catastróficos. Depois que as águas baixaram, um parente me levou até um ponto perto do rio Missouri para mostrar o tamanho do dano. Parecia que uma bomba poderosa explodira naquela área. Destroços cinzentos de todos os tipos cobriam todos os objetos que tinham resistido à força das águas. Lembro-me de ver uma máquina de lavar roupa nos galhos de uma árvore a seis metros do chão. Então, quando Isaías usa a analogia de uma inundação, ele está sugerindo um ataque grandemente poderoso.
O desafio físico que mencionei anteriormente foi assim. Eu fui atingido em cheio por uma série de doenças que, como eu disse, me deixaram totalmente esgotado. Era como se a mente mortal estivesse citando o Salmos para mim: “Peste maligna deu nele, Caiu de cama, já não hpa de levantar-se” (B10, Salmos 41:5,8,12,13). Mas eu poderia citar de volta do mesmo Salmo, “ tu me susténs na minha integridade e me pões à tua presença para sempre” Vários comentaristas notam que a “peste maligna” mencionada acima pode também ser traduzida como “uma coisa bestial”. Mas mesmo que nosso desafio pareça um ataque do “próprio diabo”, o livro de Malaquias promete que Deus “repreenderá o devorador”. Quando a calamidade parece atacar, nenhuma perda permanente pode ocorrer, e por meio do cuidado de Deus, sairemos vitoriosos e abençoados (B11, Malaquias 3:10-12).
Eddy nos assegura que “Deus nunca dotou a matéria com poder para incapacitar a Vida ou para enregelar a harmonia com uma longa e fria noite de desarmonia” (CS11, p. 378). No meio do que parece ser uma “longa e fria noite", às vezes tendemos a nos perguntar como chegamos a essa situação. Nosso livro-texto nos garante dois pontos: “que nem a Vida nem o homem morrem, e que Deus não é o autor da doença” (CS12, p. 349). Esse segundo ponto é importante porque, se pensássemos que Deus fosse o causador, ou que nos permitisse ficar doentes, não haveria muito que pudéssemos fazer a respeito. Na Ciência Cristã, nossa oração é baseada no fato espiritual de que Deus não conhece nada do mal e que Deus é o autor e preservador de tudo que é bom.
Se Deus não causou, então o que o fez? Embora pareça ser uma coisa natural para se perguntar, esta questão leva a problemas. Eddy diz: “Nada é mais desanimador do que crer que haja um poder oposto a Deus, o bem, e que Deus outorgue, a esse poder antagônico, força para ser usada contra Ele mesmo, contra a Vida, a saúde e a harmonia” (CS13, p. 380). Durante o desafio físico que mencionei, depois de pouco mais de dois meses de progresso contínuo e cura, eu estava me sentindo muito bem. Mas então apareceu um sintoma que precisava de mais atenção em oração. Em obediência à lei e ao Manual dA Igreja, fui a uma clínica local apenas para ter certeza de que não era contagioso. O resultado de um dos exames foi muito alarmante para a equipe da clínica, e exigiam que eu imediatamente começasse a tomar vários medicamentos na presença deles, diariamente, por dez semanas, enquanto esperavam por mais resultados de exames.
Isso foi um choque para mim, porque, como eu disse, eu estava me sentindo muito bem. Felizmente, conheci uma advogada que também era cientista cristã e descobriu um estatuto que me permitiu escolher dez semanas de quarentena ao invés de ser forçada a tomar a medicação. Eu estava grato por isso, mas enquanto continuava a orar e melhorar durante aquelas semanas, havia uma sugestão insidiosa e desanimadora de que algo errado estava acontecendo dentro de mim. Isso foi contra a direção da minha oração. Segui as instruções de nosso livro-texto: “Não te submetas a sofrer na ilusão de estares doente ou de que alguma doença esteja se desenvolvendo no organismo, assim como te recusarias a ceder a uma tentação pecaminosa sob o pretexto de que o pecado seja necessário” (CS13, p.380). Falei a verdade ao erro (CS14, p. 418), e sabia que a doença não poderia destruir a minha vida (CS15, p. 426). Com a ajuda de um querido praticista da Ciência Cristã, parei de tentar curar um corpo enfermo e me concentrei em purificar meu pensamento e em viver no Reino dos Céus (CS16, p. 248).
Depois que as dez semanas acabaram, a clínica ligou para dizer que eu não tinha as doenças que eles estavam rastreando e que estava livre para retomar minhas atividades normais. A história completa dessa experiência é muito longa para contar, mas apesar de tudo, nunca pensei em desistir. Eu escolhi a vida a cada momento, e isso também é possível a qualquer um que esteja enfrentando um desafio difícil. Deus é a sua vida e a minha vida, e isso é tudo o que existe.

Seção 4: Deixe fluir.
Enquanto Isaías usa a água como uma força poderosa em um sentido negativo, a Bíblia também a usa no sentido positivo, como uma metáfora para a vida. Como vários comentaristas apontam, “nesta vida, nada é mais necessário do que a água”. Além disso, já mencionamos que a fome e a sede são naturais (B13, Mateus 5:6). Barnes elucida:
“Nada expressaria melhor o forte desejo que deveríamos sentir para obter justiça do que a fome e a sede. Nenhuma necessidade é tão aguda, nenhuma demanda tão imperiosa, como essas. Elas ocorrem diariamente, e quando duram por muito tempo, como no caso daqueles que naufragaram, condenados a perambular por meses ou anos por areias em chamas, com quase nenhuma bebida ou comida, nada é mais angustiante”.
Em seu encontro com a mulher no poço, Jesus oferece à mulher “água viva” da fonte que nunca seca (B14, João 4:7,9,10,14-19, 25, 26,28,29). Esta água viva cura e purifica todos os aspectos de nossas vidas. Jesus apontou para a mulher que a água do poço nunca satisfaria sua sede. Da mesma forma, quando ele lhe aponta sua história de cinco maridos, e um sexto a espera de acontecer, pode ter revelado que ela não iria encontrar satisfação ali também. A verdadeira satisfação só pode ser encontrada em Deus.
Os ensinamentos de Jesus oferecem à humanidade o caminho para a verdade e a vida (CS17, p. 26). Olhar para os meios e métodos materiais nunca atenderá às nossas necessidades espirituais mais profundas. Perseguir uma falsa sensação de vida obscurece a visão verdadeira (CS19, p. 325). Foi a mente espiritual de Jesus que lhe permitiu discernir as necessidades dos outros (CS20, p. 25). Nossa Líder nos diz que há “milhões de mentalidades sem preconceitos” ainda esperando para beber daquela fonte de vida. Ela nos incentiva a exercitar nosso senso espiritual, compartilhar livremente as verdades que estamos aprendendo e “nunca recear as consequências” (CS21, p. 570).

Seção 5: Nada pode nos separar da Vida.
Após sua conversão, o apóstolo Paulo teve dificuldades em dividir suas águas da vida. Ele foi preso, surrado, náufrago, amaldiçoado, e muito mais, mas nada o deteve. Ele considerava uma honra sofrer pelo Cristo. Sua devoção era possível porque ele sabia que, apesar de tudo, nada podia separá-lo do amor de Deus e, portanto, a vida dele estava segura em Deus (B15, Romanos 8:38,39).
Parece que certa vez Paulo fora apedrejado até a morte (Atos 14:19), mas por meio da fé e da oração, ele sobreviveu. Com todos os inúmeros desafios que passou e curas que obteve, não é de se surpreender que Paulo tivesse material suficiente para pregar noite afora. Durante um de seus longos sermões, um jovem chamado Êutico adormeceu e caiu da janela do terceiro andar (B16, Atos 20:7-12). Poderia ter sido um fim trágico para um grande evento, mas Paulo, nem por um instante, admitiu um quadro de morte. Ele declarou: “…a vida nele está”. Tendo total confiança na sua declaração, ele voltou a pregar até o amanhecer. É claro que o jovem rapaz sobreviveu.
Ciência e Saúde nos faz “lembrar de que a Vida é Deus e que Deus é Onipotente” (CS22, p. 394), e também de que a “Vida não tem parceria com a morte” (CS23, p. 243). Se Deus é onipotente, a Vida é onipotente. Nada existe em oposição, ou em contradição. A Sra. Eddy espera totalmente que a compreensão da vida espiritual irá substituir toda a crença na vida material (CS24, p. 402). A Ciência Cristã desconsidera totalmente que acidentes, ferimentos, ou doenças sejam capazes de nos roubar a vida, pois a Vida é Deus, Mente, e a Mente não pode nunca ser tocada por acidentes ou doenças.
O título marginal da citação CS25 (p. 369) é “Tratamento pelo Cristo”. Eu já havia mencionado isso, mas o método desse tratamento é altamente importante. Primeiro, “nunca fazemos da doença uma realidade”. Isso também vale para acidentes. O desafio nunca é uma condição física, mas somente uma crença. Depois nunca devemos perguntar sobre o histórico da doença, nunca devemos obedecer às leis da saúde, nunca devemos dar drogas, e nunca devemosorar para saber se é da vontade de Deus que um homem viva. Deus é Vida. Claro que Deus quer que vivamos! O último ponto é crucial - Jesus sabia que o “homem não tem duas vidas, uma para ser destruída e outra para se tornar indestrutível” [itálico acrescentado]. Não existe uma vida material aqui, e uma espiritual em outro lugar. Só existe uma Vida, e é Deus; e essa Vida está aqui e agora!
Essa compreensão nos permite abandonar a crença na morte, e nos impulsiona a compreender que somente Deus é nossa Vida (CS26, p. 430).

Seção 6: Tome uma forte posição.
Esta Lição termina como ela começa, com uma tradução alternada dos Salmos 118:17 (B17). É a poderosa declaração de que não vamos morrer, mas viver, e proclamar as obras do Senhor (B17). O Salmista também reconhece que Deus livremente nos mostra esse caminho alegre que nos leva a prazeres intermináveis (B18, Salmos 16:11).
Vida eterna não é ser um mortal para sempre. Mas é viver em Deus, sem pecado, alegre, harmonioso, imortal, belo, bom, sem dor, e indestrutível (CS27, p. 76). Vida eterna significa coexistência com Deus, fora do tempo, no fluxo eterno do agora (CS28, p. 516). Nossas vidas estão seguras em Deus pois somos o reflexo de Deus. E como observamos antes, existe um reflexo no olho do observador. Este é o lugar mais seguro em que podemos estar — vivendo em Deus agora mesmo.
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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Ovídio Trentini, William Trentini e Leila Kommers. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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