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Reconheça Deus - o Bem como o único poder que existe! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, November 25th, 2019

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Reconheça Deus - o Bem como o único poder que existe!

25 de novembro a 1 de dezembro de 2019

Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo

Estudo preparado por:
Kerry Jenkins CS, House Springs, MO/EUA
Kerry.helen.jenkins@gmail.com +1(314) 406-0041
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Toda vez que estudamos esse tópico da lição bíblica, há uma oportunidade para descobrirmos uma maneira "moderna" em que podemos ser tentados a participar ou ser enganados por qualquer um desses três males: a necromancia, o mesmerismo e o hipnotismo. A necromancia, em poucas palavras, é a tentação de acreditar que podemos obter algum tipo de resposta útil sobre o futuro através daqueles que já morreram. Talvez não pensemos que isso é algo que somos tentados a fazer, mas será que olhamos para o passado com algum tipo de desejo nostálgico de nos dar idéias sobre como devemos proceder hoje? Como mãe, pode ser tentador usar as habilidades que adquiri com um filho, para atender às necessidades de outro. Isso geralmente não é muito útil. Mas descobri que posso confiar no frescor da Mente para fornecer exatamente as respostas que preciso para hoje, a cada momento, em todas as atividades.
Nunca é necessário olhar para o passado, para seguir "como sempre foi feito", para as visões /ideias /métodos de algumas pessoas excelentes. Podemos confiar inteiramente na Mente para revelar apenas a solução, a abordagem ou o pensamento para todas as circunstâncias. Isso não impede a leitura em busca de inspiração, trabalhos de outros grandes pensadores ou pessoas com experiência em áreas em que não somos tão especialistas. Mas isso significa que, ao ler ou ponderar as ideias de outras pessoas, estamos ouvindo as maneiras mais recentes de implementá-las em nossa experiência! Saber que todo bem vem da Mente ajuda-nos a absorver e implementar as ideias da Mente onde quer que as encontremos!
O mesmerismo e hipnotismo são semelhantes. O mesmerismo era um conceito popular nos dias de Mary Baker Eddy (MBE). Referia-se a uma ideia apresentada por Franz Mesmer, médico alemão que viveu principalmente no século 18 e propôs que houvesse uma energia natural que fosse transferida entre objetos animados e inanimados. MBE o menciona na p. 100 do livro Ciência e Saúde como um "fluido magnético animal" que nos influencia a fazer as coisas. Eu vejo isso, em termos contemporâneos, como a sugestão de que somos influenciados por produtos químicos em nosso corpo e cérebro. Estes podem ser hormonais, ou outros, mas essa é certamente uma forte sugestão de influência em várias circunstâncias! O termo ou conceito de magnetismo animal foi desmentido nos dias de MBE, mas ela considerou a ideia importante o suficiente para abordar em uma lição bíblica duas vezes por ano. Ao considerar as implicações "modernas" do "fluido magnético animal" de Mesmer, somos capazes de nos libertar da escravidão às sugestões da influência de produtos químicos de qualquer tipo que possam parecer nos influenciar de maneira negativa.
O hipnotismo é outro tipo de influência. É uma falsa influência em nosso pensamento. Costumava ser um truque popular de "salão" para fazer com que um voluntário se submetesse a ser hipnotizado por uma pessoa proficiente nessa habilidade. Eles podem ser falsamente influenciados a pensar que estão fazendo várias coisas que não estão fazendo - talvez bebendo leite com chocolate de uma fonte de água, talvez algo mais. Hoje é usado para ajudar pessoas a quebrar vícios e para outras terapias. De qualquer forma, é a submissão de uma mente mortal a outra. Embora isso possa trazer alívio, há outra maneira de encontrar alívio para vícios, traumas e todos os tipos de desafios mentais e físicos. Podemos nos submeter ao poder superior do Amor divino, da Mente divina. Por que sermos "enganados" pelo bem-estar, quando podemos encontrar nosso estado natural de harmonia através da compreensão de Deus e Sua criação, o homem espiritual?
O Texto Áureo é nossa afirmação sujeita do "poder impressionante" de Deus que supera todos os nossos "inimigos", independentemente da forma que tomem - e certamente não necessariamente na forma de pessoas. A "mão direita" de Deus é um termo bíblico comum que indica o poder dominante e mais útil. (Desculpe a todos os esquerdistas, é apenas um símbolo!) A Leitura Alternada nos leva do medo do poder do mal - inimigos da nossa paz, bem-estar e saúde - a uma base sólida de coragem e confiança em Deus como o único poder verdadeiro.

Seção 1: Quando colocamos o Bem em nosso campo de visão, a mentira/mal desaparece
Esta seção é realmente sobre como Deus é bom e é a única realidade. Mas acho que é útil pensar em termos de como tendemos a lutar com a aparência da vida como uma mistura de bem e mal. Paulo diz isso claramente na citação B3 (Gálatas 5:16-23) quando afirma: "... a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer".
Nosso objetivo, se queremos evitar a confusão e a frustração de tentar descobrir o que é verdadeiro e poderoso (B1, Salmos 71:1), é usar o "raciocínio correto" (CS5, p. 492). Assim como a Bíblia usa metáforas agrícolas com tanta frequência, também podemos tentar isso. E se você plantasse algumas sementes de flores no meio do gramado sem preparar o solo de nenhuma maneira, apenas jogando algumas sementes na grama. As flores brotariam? Provavelmente não. A grama está profundamente enraizada, já estabelecida como planta dominante. Não estou dizendo que a grama é necessariamente ruim, apenas que, nesta analogia, se estamos tentando cultivar flores, temos que plantá-las em solo preparado, manter a grama afastada, nutrí-las e fazê-lo continuamente. Quando queremos encontrar mais alegria em nossa vida, temos que pensar sobre o que trará uma alegria mais estável e, em seguida, realmente nos esforçar, tomar as medidas necessárias para cultivar essa alegria. Se raciocinarmos através desse processo, quando confrontados com a falta de "flores"/alegria, não seria bom raciocínio dizer "ei, não há nada além de grama aqui; por que não há flores? Deve ser porque é impossível cultivar flores, e eu nunca poderei ter nenhuma aqui”. Essa é certamente a aparência das coisas, olhando para aquele gramado espesso e verde!
Mas se estivermos raciocinando corretamente, temos que pensar em nós mesmos como agricultores. Como um fazendeiro cultivaria flores? Ele jogaria sementes em cima de um gramado? Claro que não! Flores não são impossíveis, nem alegria. Mas temos que olhar para o sentido espiritual em busca de nossa alegria e, em seguida, cuidar e praticar o bem que nos rodeia. Esse processo realmente faz com que o mal desapareça de nossa experiência. Podemos não ver nada além de "flores"/alegria em nosso dia a dia. Mas, posso prometer uma consciência mais profunda dessas flores e da alegria a medida que praticamos esse discernimento, ao cultivarmos essas flores!
Nossa família vem trabalhando para que uma parte do nosso quintal ceda às plantas nativas, pequenos trechos de campo. Este é um processo desafiador. Muitas espécies não nativas parecem proliferar, em particular a festuca dos prados, uma grama robusta que tende a substituir as flores e gramíneas nativas que plantamos. Dois anos atrás, na primavera, usamos um produto químico que matou a festuca. Então, na primavera passada, deixei um espaço muito mais aberto para obter mais flores e ervas que queríamos preencher sem ter que trabalhar tanto para arrancar a festuca. O resultado foi que, neste verão, o pequeno pedaço de campo em que trabalhamos diligentemente, era uma profusão de cores ao longo de quase todo o verão. Se, na próxima primavera, eu não fizer nada com esse pedaço de pradaria, pode haver um retorno de espécies não-nativas. Tenho que continuar a valorizar e cultivar as espécies que quero cultivar lá. Veja a exortação de Paulo na citação B3 para saber como, se fizermos isso, "andar no Espírito", isto é, continuar a avançar, progredir em nosso amor e descoberta de Deus, não seremos confundidos ou enganados por aquelas coisas que não trazem alegria e beleza para nossas vidas.
Em suma, não podemos simplesmente negar a existência de erro ou mal (nesta analogia com a festuca dos prados). Também devemos substituí-lo pelo que é verdadeiramente alegre e adorável (plantas nativas, no nosso exemplo). E para completar a analogia, quero ressaltar que a palavra "nativo" aqui significa que é algo que cresce naturalmente naquele local, é a coisa normal e natural - as qualidades que Paulo lista como "o fruto do Espírito" são as qualidades "nativas" em cada um de nós, aquelas que são plantadas em nós por Deus, que Deus cuida e reconhece. Nós também podemos reconhecê-las!

Seção 2: Ignorância, superstição, idolatria - elas surgem de falsos conceitos de Deus
Manassés era criança quando começou a governar Judá. Ele foi influenciado pelas muitas crenças predominantes ao seu redor para imaginar Deus como um ser que exigiria que sacrificássemos nossos filhos a Ele, e também que haveria muitos deuses para adorar, sendo cada um responsável por sua própria parte da existência humana. Aqui temos o mesmo raciocínio humano, em vez do "raciocínio correto" que começa com um Deus todo-bom, onipotente e onisciente.
O raciocínio humano nos diz que estamos distantes, separados de Deus e do tipo de obras que Jesus fez, no tempo, no entendimento espiritual, ao pensarmos na falta de capacidade intelectual ou de alguma limitação. Além disso, esse raciocínio diria que um Deus não pode supervisionar todos os detalhes da existência humana. Precisamos de um deus para supervisionar as plantações, um deus para supervisionar a saúde, um para supervisionar o clima, etc.
A Ciência Cristã nos ajuda a entender Deus através da lei do Amor divino, a lei de um Deus como Espírito que governa com consistente amor e bondade. O Espírito não é o grande condutor de assuntos humanos, clima, saúde e finanças. O Espírito é a lei da harmonia, é a luz constante que vemos quando usamos nosso discernimento espiritual em todas as coisas. Não há mistura de outro poder com a onipotência, ou o todo poder! Podemos ficar tentados a considerar as tragédias ou desafios na vida como o "poder do mal", mas podemos neutralizar essa aparência com o conhecimento de que esses males são apenas o resultado das "noções errôneas" sobre Deus (CS9, p. 357). Essas ideias sobre o mal derivam da mente humana. Elas são construídas sobre a evidência de nossos cinco sentidos (CS10, p. 581). E são confusas, como afirma nesta citação e na seção anterior, na citação B1.
Quando nos sentimos distantes de Deus, quando lutamos com alguma falsa aparência do mal em nossas vidas, sempre podemos nos "prostar", como Manassés fez na citação B5 (2Crôn. 33:1-3,6,10,12,13,15,16). Esse processo de se sujeitar significa simplesmente que reconhecemos que Deus está governando, está no controle. Procuramos na única Mente aquilo que precisamos saber.
Às vezes, a maioria de nós se sente sobrecarregado por responsabilidades. Podemos sentir uma sensação de ansiedade, frustração, pânico ou talvez depressão. Se tentarmos argumentar como sair dessa situação com nossa mente humana, às vezes podemos dizer a nós mesmos coisas positivas, como: "essa não é uma situação de vida ou morte", “a entrada na faculdade não depende realmente de obter um A nesse artigo", "meu desempenho neste jogo de basquete não mudará a revolução da terra". Essas afirmações são certamente verdadeiras, mas elas realmente nos curam de uma ansiedade avassaladora/depressão/medo/frustração e assim por diante? Somente quando nos voltamos para a onipotência e bondade onipresente da Mente/Espírito/Amor divinos é que abrimos nosso pensamento às soluções para esses sentimentos desconfortáveis ​​e desarmônicos. Estava me sentindo muito sobrecarregada com meu trabalho, educando meus filhos em casa, e cuidando de minha mãe, tudo ao mesmo tempo. Cheguei ao ponto em que estava também experimentando dores de cabeça debilitantes regularmente e elas estavam tornando meus dias ainda menos produtivos. Quando parei de tentar invocar o "deus" da saúde para as dores de cabeça, o "deus" da realização, para ajudar na realização do meu trabalho, o "deus" do tempo para render mais ... Encontrei uma solução para esse problema, que não apenas gerou uma hora e meia a mais durante o dia, mas também o organizou de tal maneira que as coisas ficaram mais eficientes e produtivas. Sem surpresa as dores de cabeça se tornaram significativamente menos frequentes. Não posso dizer que nunca mais tive outra, mas quando tenho, sei abrir a porta do meu pensamento ao Deus de todo bem, que governa com Amor, com grande harmonia e empenho jubiloso!

Seção 3: Não se deixe enganar pelo "mal personificado" (CS16, p 357)
Essa idéia de que o mal geralmente toma a forma de "alguém" - no caso da citação B8 (Mateus 4:1-11), o diabo - é tão importante para entender, a fim de encontrar nossa liberdade contra os efeitos de tal sugestão. Quando realmente lutamos com mágoa ou raiva, isso geralmente envolve outras pessoas. Essa é a sugestão de que existem várias mentes que conflitam umas com as outras e têm egos ou personalidades separadas que lutam entre si. Parece ser uma poderosa força contrária ao Amor, não é? Quando podemos lembrar que o mal é impessoal, ou seja, é a sugestão do mal que parece se apegar a uma pessoa para que lhe dêmos legitimidade, então podemos reconhecê-lo pela mentira que é. Eu sei que isso parece bobagem! Por que será que ver o mal como uma sugestão impessoal e mentirosa, em vez de pessoas ou alguém, faz alguma diferença em seu aparente poder? Porque Deus é o único poder.
Quando baseamos nosso senso de coisas de que existe outro poder, baseamos nossos sentimentos em uma mentira. Além disso, quando retiramos o mal associado a uma pessoa, nos sentimos mais amorosos, menos críticos e muito mais capazes de manter uma sensação de paz. O mal não é uma pessoa, é como uma máscara que eles estão usando, não faz parte de quem são. Ao retirar deles essa "máscara" ficamos segurando uma "máscara" ... quão irritada/magoada/ressentida essa máscara poderia causar algo em você?
Há alguns anos, um cliente do meu marido decidiu de repente que estava descontente com o preço que estava recebendo pelas suas árvores. Meu marido recomendou que ele chamasse outras serrarias e visse o que pagariam pelo material, pois sabia que aquele cliente estava recebendo um excelente valor por suas árvores. Depois de descobrir que os preços já eram os mais altos do mercado e o cliente ainda estava insatisfeito, meu marido sugeriu a contratação de um profissional terceirizado em seu setor para examinar o trabalho e avaliar sua qualidade e valor. O consultor confirmou que o trabalho era excelente, o preço justo, mas isso não satisfazia aquele cliente.
Para encurtar a história, meu marido decidiu se retirar do trabalho sem poder recuperar seu investimento no que havia feito. O cliente então contratou outro madeireiro, que finalmente pagou exatamente o mesmo valor que meu marido havia oferecido, mas esse madeireiro conseguiu se beneficiar do trabalho já realizado por meu marido. Por algum tempo realmente lutei com o pensamento de injustiça sobre esse assunto. Como esse cliente poderia ser tão injusto e levar as semanas de trabalho que meu marido havia feito, e pagar seus funcionários para fazer e, essencialmente, nos roubar? Este é certamente uma linha de raciocínio! Mas, ao orar por uma melhor sensação de paz, tornou-se repentinamente muito claro que eu estava vendo esse homem como uma fonte do mal, de alguma forma separada da criação do Amor. Em termos do tema desta semana, eu estava sendo mesmerizada ou hipnotizada por um senso de mal personificado.
Quando vi o mal como algo separado daquele homem, como impessoal, toda a raiva, mágoa e injustiça simplesmente desapareceram. Me senti confiante de que nunca poderíamos ser prejudicados por uma mentira. O Amor está governando com justiça, sempre. Nem sempre posso ver a evidência dessa justiça divina com meus olhos, mas a infelicidade de me sentir injustamente tratado havia desaparecido com essa impersonalização. Há boas evidências de que apenas perder um senso de paz significa que é realmente o mal que precisava de cura. Quando carregamos um sentimento de vitimização, ele nos cega para o verdadeiro e único poder do Amor divino.

Seção 4: A lei do Amor cura, enquanto a lei humana permite a injustiça
Tenho certeza de que o chefe da sinagoga na citação B10 (Lucas 13:10-17) pensou que estava defendendo a lei divina, ao repreender Jesus por curar no sábado. Mas, será que a visão daquele homem sobre a lei divina não foi baseada no falso conceito de um Deus que seria capaz de negar o bem a alguém da Sua criação? Jesus sabia, assim como o chefe da sinagoga, que toda ideia é digna de saúde e totalidade. Esse chefe tinha um conceito de Deus como um ser semelhante ao homem, que criava regras que precisam ser seguidas sem levar em consideração seu propósito espiritual.
Jesus fez de sua missão elevar nosso entendimento de Deus e das leis de Deus/Amor. Ele adotou leis religiosas importantes, como os Dez Mandamentos, e as trouxe a novas dimensões (ver Mat. 5:17-28). Outras leis judaicas, como "olho por olho", foram elevadas/espiritualizadas em seu Sermão da Montanha para ideias como "...se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa ..." (Mat. 5:38-40).
Todos nós provavelmente concordamos que os Dez Mandamentos foram um avanço espiritual. Mary Baker Eddy diz: "Moisés fez progredir uma nação até a adoração a Deus em Espírito, em vez de na matéria ..." (CS, p. 200:4). Mas isso não significa que não devemos ouvir constantemente a Deus sobre como obedecer a essas leis da maneira mais espiritualmente elevada!
O Cristo sempre traz liberdade. Nesta história, Jesus ressalta que as regras do Amor não poderiam conceder mais direitos aos animais no dia de sábado do que a uma pessoa em sua sinagoga cheia de fé! A lei divina apóia a saúde, a inspiração, o progresso.
O estudo nesta lição sobre esses três "males" nos leva à conclusão, neste relato de cura, de que podemos facilmente ficar confusos ou enredados em um entendimento muito humano, ou nos apegamos a regras que devem nos elevar espiritualmente. Um exemplo divertido disso foi de uma experiência que tive em uma pequena igreja onde era membra há alguns anos atrás. Queríamos fazer uma conferência realmente pública, mas descobrimos que, onde quer que realizássemos e quem quer que tentássemos convidar, geralmente teria somente a audiência de membros da igreja, com alguns cônjuges ou frequentadores regulares. Começamos a nos perguntar sobre o que nos levaria a querer assistir a algo tal como uma conversa religiosa se fôssemos convidados. (E era difícil imaginar querer fazer isso). Obviamente, abordamos a aparente resistência da mente humana à ideia de cura espiritual, e todas as sugestões desses males que estamos abordando nesta lição.
Depois de muitas reuniões inspirativas e oração individuais, nos reunimos e determinamos que uma das maneiras mais atuais em nossa comunidade que tendíamos a reunir era para confraternizar com comes e bebes. Discutimos essa idéia com nosso conferencista, de olho na declaração de Mary Baker Eddy no Manual da Igreja Mãe, de que as conferências geralmente não devem ter uma reunião social depois, a fim de incentivar/permitir que as pessoas ponderem a mensagem em silêncio depois. Apreciamos essa idéia e decidimos que talvez se a confraternização fosse antes da conferência não prejudicaria a intenção espiritual dessa regra.
Passamos um tempo maravilhoso passeando por nossos respectivos bairros, compartilhando exemplares do livro Ciência e da Saúde e convidando nossos vizinhos para conversas e brincadeiras. O aspecto interessante final foi o local do bairro que escolhemos. Parecia perfeito em todos os aspectos. Era um prédio grande e bonito usado como restaurante, bar e salão comunitário nas noites de segunda a sexta. Aos domingos era usado por uma igreja batista local. Quando entramos em contato com os proprietários, eles ficaram encantados em poder usar este local para uma conferência, mas o único problema era que o bar tinha que permanecer aberto simultaneamente com a reunião. Bem, isso parecia bastante estranho para acontecer junto com uma conferência da Ciência Cristã! Mencionamos isso para o conferencista e, como suspeitávamos, sua primeira resposta foi um "não" bastante forte. O bar ficava num canto daquele espaço amplo, no entanto, e enquanto continuávamos orando sobre isso, este ainda parecia o local mais público para nosso propósito. Depois de conversar novamente com o conferencista, este concordou que talvez fosse isso que Jesus fez quando pregou ao grande público que era interessado. Quem sabe quem estaria na platéia para ouvir esta mensagem de cura. E assim, nós marcamos para fazer lá.
Foi a palestra mais "pública" que já assisti. Não tinha um número expressivo de pessoas, mas havia muito mais iniciantes do que membros da igreja! Havia um homem no bar, e ele era o único que fez uma pergunta, respeitosamente e sem interesse. Foi uma experiência profundamente inspiradora, onde todos procurávamos o entendimento mais espiritual naquele instante e local da lei divina, em vez de apenas fazer o que sempre havíamos feito. Embora o senso de lei humana certamente ajude quando reflete o bem, é um senso de lei divinamente espiritual que realmente sustenta e abençoa.

Seção 5: A Ciência Cristã nos revela a bondade e poder de Deus, o nada, a impotência, o mal
Muitas vezes não temos esse relato interessante de Filipe e Simão nas lições, como vemos na citação B13 (Atos 8:5,6,9-13). Simão vivenciou todas as atividades ruins mencionadas no título do tema desta semana. No entanto, aqui é enfatizado que ele foi persuadido pela atividade cristã de Filipe a abandonar sua prática de bruxaria e outras feitiçarias em favor de seguir Filipe!
Cada um de nós tem o "senso da alma" (CS25, p. 104) que pode nos ajudar a discernir a verdadeira natureza do poder espiritual. O homem tem uma atração natural pelo bem. São falsas as "teorias materiais" que podem "paralisar" essa atração natural pelo Espírito (CS24, p. 213). Teorias falsas podem parecer nos beneficiar de certas maneiras. Mas elas sempre vêm com uma enorme quantidade de "efeitos colaterais" indesejáveis.
Quando cedemos nosso governo mental a qualquer coisa além de Deus, nos encontramos à mercê de qualquer teoria popular e dominante que governe o dia. Embora as soluções materiais possam proporcionar alívio, apenas a bondade de Deus inclui todos os aspectos de nosso bem-estar, trazendo-nos uma compreensão de nossa totalidade completa. A cura da Ciência Cristã traz inspiração e alegria, segurança e paz, juntamente com a saúde física e mental. E, como diz as citações CS24 e CS29 (p. 192), fazemos isso um passo de cada vez em direção ao bem, assim como colocando o “peso" na "no prato certo da balança". Isso é completamente factível!
Não precisamos alcançar aquilo que é intangível ao pensamento humano. O poder e a bondade de Deus são revelados em passos pequenos e conscientes em direção à bondade.

Seção 6: Não precisamos ter medo, temos as poderosas armas da Verdade que vencem o mal
Paulo nos encoraja na citação B16 (2Cor 10:4,5) a reconhecer que nossas armas são as de Deus/Espírito. Essas armas mentais podem derrotar tentações de todo tipo. Os males do hipnotismo e do mesmerismo, as sugestões que temos de confiar nos passos que tomamos no passado, tudo isso pode ceder às brilhantes "armas" do Amor e da Verdade, que desaparecem com o poder percebido sobre essas aparentes influências.
Nada além de Deus tem poder. Podemos aprimorar nossas habilidades mentais de discernimento espiritual e começar a ver Deus que é todo-bem, todo-poder e toda-presença. Esse Deus não deixa nada nas mãos de teorias, suposições ou falso poder humano ou justiça humana. Em vez disso, começamos a vislumbrar, um passo de cada vez, o poder "impressionante" e o "majestoso triunfo" mencionados em nosso Texto Áureo, ao agarrarmos essas armas divinas que estão à nossa disposição, advindas do Espírito, que conhecemos como o Amor.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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