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Como podemos curar ao modo de Jesus Cristo? Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Cristo Jesus.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, February 25th, 2019

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Como podemos curar ao modo de Jesus Cristo?
25 de fevereiro a 3 de março de 2019
Cristo Jesus
Estudo preparado por:
Kerry Jenkins CS House Springs MO, EUA
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Eis o Texto Áureo (Mateus 23:42) para esta Lição: “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra angular [...]”. A “Pedra-angular” pode ser chamada também de “pedra fundamental”. Você já olhou para um prédio antigo com arcadas? A pedra que está bem no topo com formato aproximado de “V”, é a pedra-chave, da qual depende a integridade daquele arco. O peso do arco se apoia nessa pedra, que é a chave de manter o arco no lugar, para manter sua funcionalidade! A afirmação de Jesus é, na verdade, uma citação do Salmos 118:22. Nos grandes festivais israelitas sempre havia entoação de Salmos, inclusive esse mencionado acima. Por isso, acho que as palavras citadas eram do conhecimento dos ouvintes de Jesus. Ele está nos ensinando, que a parte integral que necessitamos a fim de viver e curar como ele, era, e é, rejeitada pelos que vivem apenas, ou a maioria das vezes, num nível material! Em vez de rejeitar essa pedra do viver cristão, busquemos nesta Lição que qualidades e hábitos nos ajudam a ver e compreender a verdade que Jesus veio para nos revelar.
Para começar a Leitura Alternada (Isaías 53:1; 41:17; 42:1, 3-5, 16 e Efésios 2:19, 20), Isaías pergunta-nos, quem creu em nossa história—a história nesta semana da bondade de Deus, a quem o poder de Deus é feito visível? Seguem uma porção de respostas ao longo da LA. “Os aflitos e necessitados”—tanto literal como figuradamente—são os que estão desesperados, famintos por consolo e paz, saúde, alegria, e assim por diante. Por que são essas pessoas às quais Deus é mais facilmente revelado? Bem, esses são os que a matéria falhou em satisfazer suas necessidades. Desistiram de soluções materiais e estão buscando algo em todas as direções. Poderíamos dizer que sua “porta” está aberta à mensagem do consolo de Deus, ao Cristo. Veremos mais adiante na lição, algumas outras qualidades que nos ajudam a ver o Cristo em ação. Juntos o TA e a LA, esta semana, estabelecem o cenário para compreendermos melhor que não somos estrangeiros e estranhos a Cristo, mas que, em verdade, somos parte da “família” de Deus. Os profetas e apóstolos, que nos antecederam, constituem um fundamento para a cura, rico, forte, poderoso, a pedra-chave que é o próprio Jesus Cristo—sua vida e exemplo.


Seção 1: O Cristo eterno está salvando o mundo hoje, não menos do que quando Jesus esteve aqui. A pergunta é: estamos vendo essa atividade do Cristo, ou a rejeitamos?
A eternidade do Cristo, a “santidade que animava Jesus”, está aqui animando a nós—trazendo-nos vida, propósito, compreensão, poder—hoje em dia. Jesus está novamente citando o Antigo Testamento quando falou aos presentes no templo. Ele leu as palavras proféticas e se revelou como o objeto daquela profecia. Você já ouviu o ditado: “Familiaridade gera desprezo”? Isso era um exemplo do que Jesus pregava em sua cidade natal. Eles o conheciam como filho do carpinteiro, viram-no crescer, e brincar com outros meninos. Como poderia ele ser o salvador de Israel profetizado nos escritos de Isaías? Será que há algo no Cristo hoje que estejamos rejeitando, ou fechando os olhos, simplesmente por ser muito insignificante, familiar, improvável, para valer a pena observar? Quando somos convocados diariamente a “amar nosso próximo como a nós mesmos” e lidamos como loucos para expressar esse amor mesmo quando estamos para reagir a algo grosseiro que nosso irmão ou irmã, mãe, pai, esposo, esposa ou amigo nos tenha dito ... eis uma oportunidade para aceitar o simples e poderoso chamado para que o Cristo se faça visível. Podemos tomar posse do poder que o Cristo nos oferece para controlar nosso temperamento, vencer nossa impaciência, aceitar a salvação e a paz que Cristo Jesus demonstrou ser nossas, vindas de Deus. Jesus refere a si mesmo como a “luz” (B3, João 12:46), e MBEddy nos diz que “o mundo”, ou seja, o senso material, nem mesmo reconheceu sua retidão, porque o mundo, o senso material, não pode ver o Cristo, pois é cego a essa luz! (CS4, p. 54).
Ainda hoje presenciei um exemplo de como o espírito do Cristo pode vencer a cegueira da raiva e frustração. Meus filhos tendem a atingir elevado índice na escala de emoções vulcânicas, se é que exista uma tal coisa. Na maioria das vezes eles são amorosos, dóceis, tolinhos e alegres. Mas parecem ter que lutar com fortes quedas, e especialmente um, com temperamento volátil. Estávamos trabalhando diariamente para ver que isso não só não faz parte de seu caráter, mas também para ver que com autogoverno (que Eddy descreve como governo de Deus, CS p. 105) ele poderia encontrar liberdade e paz genuínas nos seus dias, independente dos pensamentos materialmente agressivos que batam à porta de sua consciência. Na Seção 5 nos diz mais sobre os elementos destrutivos do senso material que podem tentar convencer-nos que Cristo foi há tempo, que o poder de curar e de experimentar a disciplina do governo de Deus, e a paz e harmonia que vêm com ele, sejam coisa do passado. Um pequeno exemplo de meu filho não passou do dia de hoje. Ele estava terrivelmente chateado por causa de alguns acontecimentos nesta manhã. Sentamos juntos (para nós isso significa dar-lhe um forte abraço, com olhos fechados e pensando juntos em voz alta, em como o reino do amor é a única coisa à qual devemos dar atenção). Não precisa vivermos sentir-nos preocupados ou estressados em responder à impaciência ou rudeza de outros. Vivemos no reino do Amor, em harmonia com o Cristo. Temos a habilidade de viver, independente do que tente captar nossa atenção. Ele pôde acalmar-se, estancar as lágrimas, e depois seguir com um difícil exercício de violino com um de seus irmãos. Esse tipo de prática em conjunto é usualmente um viveiro para rancor e frustração. Mas não hoje. Mesmo com certa dificuldade, ele mostrou por sua calma persistência, que o Cristo estava presente e ativo em nossa cozinha. Não desperdiçamos essa aparentemente “pequena e familiar” oportunidade para dar testemunho da presença do Cristo. O resto do dia continuou em paz e produtividade!


Seção 2: O que é oração que cura?
Nesta seção temos a história em que Jesus cura um rapaz epilético (B7, Mateus 17:14-21). Os discípulos perguntam por que não tinham podido curar o rapaz, tanto Jesus como Eddy nos deram vários ingredientes que contribui para a cura e respondem a pergunta deles. Jesus nos diz que devemos 1. Negar-nos a nós mesmos, 2. Tomar a cruz, e 3. Segui-lo (B6, Mateus 16:24). Ele também disse que essa casta de doença que foi curada só se expele por meio de “oração e jejum”. O que nos significa isso hoje em dia? Bem, a oração na Ciência Cristã, o tipo que de oração que Jesus empregava, é uma oração que reconhece a totalidade, a bondade, a onipotência de Deus. E a parte do jejum se refere ao senso material que se intromete na visão desse poder em ação. Então, basicamente, o que precisamos é vencer nosso senso material com nosso senso da presença e poder do Cristo.
A Sra. Eddy nos fala que alguns dos ingredientes nessa cura são: “[...] uma fé absoluta em que tudo é possível a Deus”, “uma compreensão espiritual acerca dEle”, e “um amor isento de ego” (CS10, p.1). Ela também diz que usando “argumentos verídicos” e “especialmente pelo espírito de Verdade e Amor” (CS11, p. 418) que abrigamos podemos curar como Cristo Jesus. Fico pensando se essas seriam as mesmas exigências que Jesus estabeleceu aos discípulos e seguidores do hoje? Negar o ego e “amor abnegado” certamente têm correlação. Se “tomarmos a cruz” estaremos aceitando o desafio que nos é postado e argumentando, a verdade de que não há poder naquela cruz para nos prejudicar, matar, adoecer, entristecer, e assim por diante (“todas coisas são possíveis a Deus”). Não estaremos nós seguindo a Cristo Jesus o mais perto possível quando consciente e consistentemente abrigamos o “espírito de Verdade e Amor”.
Será que isso tudo parece complicado demais? Estamos curando porque as leis de Deus apoiam a harmonia, a saúde, a alegria, atividade, inteligência. Se estivéssemos trabalhando contra Deus, não poderíamos realizar essas coisas. Jesus estava nos revelando que, de fato, Deus nos criou para sermos seres harmoniosos. Seu modo de ver a Deus e o homem foi demonstrado na cura de multidões! Há mais alguns ingredientes simples nesta lição que ajudam a descobrir como demonstrar esse poderoso amor sanador que Cristo Jesus ilustrou. Mas por esta lição pensemos nisso como: 1. Negar nosso falso senso de identidade material (negar o eu); 2. De bom grado, com gratidão e alegria abordando cada desafio que venha, sabendo que não é do Amor. Estamos dispostos a ver o desafio/cruz como uma oportunidade de saber mais a respeito do todo-poder de Deus e que não é nada menos que uma alegre oportunidade! E 3. Seguir Jesus—conscientemente abrigando “o espírito de Verdade e Amor”. Esta consciência apaga eficientemente a mentira do que quer que nos desafie.


Seção 3: Para progredir e curar, seja como uma criança.
Eu acho que a cura depende do progresso. Se estamos avançando espiritualmente, a consciência está sendo elevada, entendendo mais sobre Deus, e estamos colocando em ação esse novo entendimento, então encontramos a cura. As crianças são belos exemplos de progresso em ação. Vamos listar algumas qualidades infantis: mansidão e humildade (sem forte senso de personalidade ou falso eu), inocência, entusiasmo e alegria em cada novo dia ou atividade, curiosidade, mente aberta, rapidez para perdoar e esquecer, na expectativa do bem ... são apenas algumas das muitas qualidades que tenho certeza que você pode pensar. Por que essas qualidades são tão úteis na cura? Porque elas estão prontas para receber o frescor da Verdade, livres de qualquer acúmulo de crenças materiais de medo. A Sra. Eddy descreve os adultos quase com humor quando diz (CS14, p. 236): "[...] vacilam entre duas opiniões ou lutam contra crenças errôneas [...]" vacilam e lutam, estas não são expressões de felicidade! Podemos pensar em termos de regozijar-se de alegria quando nos deparamos com a tentação de "vacilar " por causa de opiniões humanas (Eddy nos diz [p.192: 6-7] que essas opiniões não são espirituais). Por que deveríamos parar ou nos deter em algo que nem mesmo é espiritual, não vem de Deus? Não devemos permitir que opiniões materiais sejam obstáculos para nosso progresso espiritual e alegre na cura! Essas opiniões podem ser dogmas religiosos ou credos que nada têm a ver com a Ciência Cristã, mas sim são apenas opiniões pessoais sobre ela. Acho útil ir diretamente aos escritos da Sra. Eddy para determinar se o que estamos pensando é na verdade Ciência Cristã ou apenas opinião humana. E ao "batalhar" às vezes nos sentimos como se estivéssemos "lutando contra crenças falsas". Podemos adotar uma postura mais inocente para acabar com essa "guerra"? A maior parte da cura vem, ao final, quando reconhecemos a irrealidade da crença material. O que resta de luta quando descobrimos que o "inimigo" não existe? A crença material sempre argumentará que somos limitados em nossas opções, que o bem é limitado, às vezes presente, às vezes ausente. Em um desejo contínuo de ver mais harmonia e alegria amorosa em minha vida atarefada, combinando a minha prática de Ciência Cristã com meus filhos, que são educados em casa (homeschooling), descobri que quando parei de andar em círculos e "batalhar" com a falsa crença de que simplesmente não havia tempo suficiente, e me envolvi em um genuíno, aberto e inocente pensamento, que abarca todas as possibilidades, encontrei uma forma de conseguir uma hora e meia a mais de tempo para o meu dia! Isso é um monte! O fardo e o estresse que eu tinha entretido se foram quando consegui parar a batalha com a mentira, e articular de uma maneira verdadeiramente inocente o que precisava. Meu marido, que é um estudante dedicado da Ciência Cristã (e um grande exemplo de pensamento infantil!), foi quem criou uma solução simples que abriu esse espaço no meu dia há quase um ano atrás. Isso foi uma mudança decisiva para mim e para minha família. Há muitas maneiras pelas quais esse progresso continua em nossa família, mas vem através dessa "disposição de tornar-se como uma criança e de deixar o velho pelo novo [...]" (CS16, p. 323), o que nos dá esses pensamentos "avançados" que vêm de Deus!


Seção 4: "Mantenha perpetuamente" a cura de Cristo.
A única maneira de podermos verdadeiramente agarrar-nos a algo é compreendê-lo e amá-lo. A Sra. Eddy diz na CS18 (p. 27) que a razão pela qual os "70" que Jesus designou na citação B13 (Lucas 10:1,17-20) não aparecem novamente na Bíblia é porque "[...] nunca compreenderam verdadeiramente o que o Mestre lhes ensinara". A implicação é que, se entendermos o que o Mestre está nos instruindo a fazer, nunca poderíamos deixar de curar de forma ativa. Fazemos isso não por obrigação, dever, dogma ou credo, nem por um sentimento de ganhar uma recompensa, mas por amor e alegria em fazer tal trabalho. Isso é verdade em qualquer área da vida. Se estamos tendo alegria no nosso dia a dia, seguindo o exemplo de Jesus com o melhor de nossa capacidade, estamos então trazendo o toque de cura de Cristo para tudo o que fazemos. Cada vez mais vemos na Bíblia casos de pessoas experimentando exemplos surpreendentes e maravilhosos do cuidado do Amor, e também enfrentando dúvidas, algumas vezes voltando ao começo da busca espiritual, às vezes vagando por quarenta anos como os Filhos de Israel o fizeram. Eles experimentaram, em primeira mão, o poder e o amor de Deus no Mar Vermelho, com o maná caindo do céu, a água brotando de uma rocha - e ainda assim não tinham uma compreensão mais profunda de Deus, mesmo quando receberam os Dez Mandamentos de Moisés! Também Elias testemunhou a resposta de Deus ao seu chamado ao fogo, quando estava tentando provar a realidade de Deus aos profetas de Baal (1Reis: 18) - e então vagou pelo deserto e pediu a Deus que lhe tirasse a vida! (Ele, naturalmente, recebeu a resposta ao seu chamado e passou a realizar obras cristãs ainda mais grandiosas - ao obter uma compreensão mais verdadeira de Deus quando esteve na caverna do deserto!) (1​​Reis: 19). A diferença nesses exemplos pode estar na disposição de Elias de se aprofundar na demonstração da natureza de Deus. Ele curou muitas pessoas com sua compreensão e amor a Deus. Em CS20 (p. 98), Mary Baker Eddy nos diz que a cura de Cristo está além das "frágeis crenças humanas" e que está acima do credo, ou das regras e leis e tradições religiosas. Há algo mais de Amor em realmente alcançar e curar com o Cristo, que revela a verdade da natureza de Deus e do homem. Devemos nos alegrar em nossa verdadeira identidade e demonstrar isso para seguirmos a Cristo Jesus continuamente. Não é isso que Jesus ordena em B13 quando diz para se alegrar não porque "[...] os espíritos maus lhes obedecem, mas sim porque o nome de cada um de vocês [seu verdadeiro eu, sua identidade divina] está escrito no céu"? Nossa verdadeira natureza está a salvo, completa e segura no reino de Deus. Esse conhecimento é o alicerce da cura.


Seção 5: Não fique desaminado/conturbado pelo caos e destruição da matéria.
Parte de aprender a curar como Jesus Cristo ensinou, é reconhecer que a matéria e o sentido material não estão nos contando a verdadeira estória. Até havia mencionado o encontro no capítulo 19 de 1° Reis, onde Elias enxerga o “terremoto, vento, e fogo” e descobre que Deus não está em nenhum desses elementos destrutivos. Algumas coisas que a Sra. Eddy nos incita a fazer nessa seção, para que possamos ir melhor em direção de uma cura em Cristo, inclui: rejeitar a crença material (o feio caos da matéria), deixar a Ciência triunfar sobre a crença material, reconhecer a Ciência do Cristo (amar ao próximo como a nós mesmos), percebendo a Onipotência de Deus. Esses passos certamente se sobrepõem com aqueles nas seções anteriores da lição. Não existe realmente uma escolha de como viver, ou para ser ou não ser um Cientista Cristão nesse caso. Isto é a Verdade que permanece quando a matéria se desmorona em nosso redor. É por isso que Cristo Jesus continua hoje como a luz para a humanidade, o modelo para ação e demonstração mais de dois mil anos depois. Jesus deu o exemplo de como responder nas situações mais escuras e nos momentos mais destrutivos. Seu desejo mais humilde de fazer a vontade de Deus trouxe sua ressureição e eventual ascensão. Podemos chamar o Cristo para nos ajudar a responder com essa mesma coragem face a feiúra da matéria. Como a Sra. Eddy diz na CS27 (p. 55): “As promessas serão cumpridas”.


Seção 6: Cristo é o mesmo por toda a eternidade.
O homem Jesus pode não estar aqui. Mas o Cristo que ele incorporava, continua curando ativamente hoje em dia. Sua presença fez com muitos seguissem, multidões fossem curadas. Não há menor presença hoje desse poder sanador no eterno e vivo Cristo. O que é que nos impediria—causasse nossa rejeição—de gozar desse poderoso amor sanador no dia de hoje? Jesus explica que ele é “o caminho, a verdade e a vida” (B18, João 14:6). Ele promete que faremos até obras maiores (B18, João 14:12). Arranquemos o medo e quaisquer crenças “crescidas” entre apuros, e aceitemos como crianças o poder e a graça que Jesus mostrou serem outorgadas a nós por toda a eternidade. Ele revelou que somos obra de Deus, o Amor. Somos dignos seres espirituais que Cristo revela como já sendo íntegros, saudáveis e alegres. Os argumentos caóticos e angustiantes da matéria são impotentes diante da onipotência de Deus. Temos não só o exemplo que Cristo Jesus estabeleceu para nós, mas temos também os escritos da Sra. Eddy que aprofundam nossa compreensão espiritual do seu trabalho. Nossa devoção e amor ativos no sentido de seguir o exemplo de cristo traz luz e cura ao mundo. O exemplo de Cristo Jesus, sua vida, é a pedra-chave de nossa atual demonstração de cura e amor. Podemos apoiar-nos nessa pedra, ela não nos falhará.


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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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