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Liberte-se do medo e seja livre … Responda à Mente! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Mente.

Kathy Fitzer
Posted Monday, February 18th, 2019

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Liberte-se do medo e seja livre … Responda à Mente!
18 a 24 de fevereiro de 2019
A MENTE
Estudo preparado por:
Kathy Fitzer, kathyfitzer@gmail.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Esta Lição mostra-nos que Deus está sempre cuidando de nós, livrando-nos do perigo e libertando-nos do medo, pois Ele nos mantém como uma ideia na Mente. Nossa tarefa é olhar mais a fundo do que a aparência externa se apresenta a nós e nos permitir sermos purificados, transformar nosso coração, aceitar a renovação espiritual e exercitar a coragem moral necessária para ficar junto à Mente, enquanto observamos as barreiras e desvios das sugestões e medos da mente mortal serem destruídos! “Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder e amor” (Texto Áureo, 2 Timóteo 1:7) e a capacidade de exercê-lo!
Texto Áureo (2Timóteo1:7 – “[…] Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder e de amor, e nos deu uma mente sadia”. Esse texto maravilhoso da Bíblia nos permite reivindicar liberdade de pensamentos e medos limitadores que posem como nossos, ou de outros, e que tentem nos fazer cativos. A tradução do trecho dada na Bíblia Ampliada expandiu o significado para mim: “Pois Deus não nos deu um espírito de temeridade, covardia ou medo, mas [Ele nos deu um espírito] de poder e de amor, e de julgamento sadio e disciplina pessoal [habilidades que resultam em uma mente calma, equilibrada e autocontrole]”. Vi que a maioria das traduções usam as palavras autodisciplina ou autocontrole para “mente sadia”. Os versículos 6 e 7 em A Mensagem nos dá uma perspectiva adicional: “E o dom especial do ministério você recebeu quando impus as mãos sobre você e orei — mantenha vivo esse dom! Deus não quer que sejamos tímidos com seus dons, mas ousados, amorosos e sensíveis.” Olhando mais de perto o contexto desse trecho, vejo uma aplicação que vai além do benefício pessoal. É um chamamento para compartilhar nosso entusiasmo e gratidão pelo que conhecemos de Deus e do que Ele fez por nós, sem temor, mas com entusiasmo e muito amor!
Leitura Alternada (Isaías 41:10-13; Jó 11:16-19; Isaías 65:17,18): Esses versículos (e o restante da Lição) nos ensinam porque não precisamos ter medo, nem sermos tímidos. Deus está com cada um de nós, ajudando e fortalecendo e derrotando tudo que levante guerra contra nós. Há também a garantia de que podemos encontrar liberdade de memórias assombrosas e más experiências. Serão lembradas como “águas que passaram”. Águas que correm rio abaixo, carregam consigo o que nelas flutue. A folha ou o pequeno bote ou algo que seja levado no interior da corrente não pode resistir de ser carregado até sair de nossas vistas. A graça da Mente divina separa do homem criado por Deus as sugestões e memórias malignas e as lança na corrente do rio, para não mais voltarem. Os versículos de Jó prometem que quaisquer temores (ou remorsos) acumulados ao longo dos anos desaparecerão quando nos colocarmos na luz da manhã — assim como as sombras desaparecem quando o sol do meio-dia está sobre nós. Que grande promessa há no versículo: “Sentir-te-ás seguro, porque haverá esperança; olharás em derredor e dormirás tranquilo” (Jó 11:18).
Quando confiamos em Deus, podemos descansar em paz — indiferentes às sugestões de que Deus não esteja presente ou no controle que possam nos rodear. Os fatos, delineados em Isaías 65, desfazem a mentira de falsas evidências. Deus cria “novos céus e nova terra; e não haverá lembranças das coisas passadas” (versículo 17). Deus cria “para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo” (versículo 18). Adorei quando percebi o tempo presente nessa criação. O desdobramento do bem está em andamento agora! A Mente só conhece o AGORA — e só conhece o bem. Eis porque o homem tem o direito de não ter medo — e de não ser assombrado por imagens horrendas e mortais. Deus É! A Mente SABE! E não há — na realidade do reino de Deus — outro poder, presença e saber! Manter esses fatos no pensamento traz cura a nós e a quem abraçamos em oração.


Seção 1: Deus, a Mente, reina e é todo o bem.
Por acaso cremos na promessa de Deus: “[...] eu conheço os planos que tenho para vocês: prosperidade e não desgraça e um futuro cheio de esperança” (B1, Jeremias 29:11; NTLH). Quando parecer que essa promessa não esteja sendo cumprida e o medo e ansiedade tentarem invadir, podemos lembrar-nos das palavras de Moisés: “Não temais; aquietai-vos e vede o livramento que o Senhor, hoje, vos fará” (B2, Êxodo 14:13). Os filhos de Israel tinham o Mar Vermelho pela frente e o exército egípcio pela retaguarda. Deus havia prometido a Moisés que eles seriam salvos e ele confiou nisso. Temos um privilégio semelhante de ver Deus em ação sob quaisquer circunstâncias em nossa vida. Podemos confiantemente transferir tudo para a Mente onipotente, sem impedimento do medo ou preocupação, independente das aparências. A fim de podermos confiar consistentemente em Deus, precisamos aceitar a nova aliança que Paulo revelou aos hebreus: “[...] na sua mente [em seus pensamentos mais interiores e íntima compreensão] imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração [para efetivar a regeneração] as inscreverei. Eu serei o seu Deus. E eles serão o meu povo” (B4, Hebreus 8:10).
Compreendendo plenamente que nada pode interromper a unidade do homem com Deus e Sua lei, vemos que, de fato, não há nada a temer porque não há nada além da segurança da presença de Deus. Quando compreendermos que TUDO é Mente e que tudo o que é conhecido pela Mente é bom, então entenderemos que não pode haver nada fora da Mente. Assim, nada está presente que não seja bom (CS1, p. 492; CS2, p, 311).
Gosto de imaginar o erro sendo exterminado (CS5, p. 469). Aquilo que é exterminado não deixa restos que possam retornar ou que tenham ulterior efeito. Deus é a única Mente. Outras coisas (o mal às vezes usa disfarces) posam como realidade—mas são mentiras, ou erros de crença. Sem a Mente, eles carecem de existência, não precisam ser temidos, e não devem ser reconhecidos como tendo qualquer poder. Tirai-lhe o suposto poder e se desfarão. “[…] o mal não pode ocupar lugar nenhum onde todo o espaço está preenchido por Deus” (CS5, p. 469). Isso é muito lógico! Quando aderimos à Verdade, e a compreendemos “[…] mesmo em pequeno grau” (CS6, p. 454), podemos ver as mentiras do erro serem engolidas, assim como os hebreus viram o Mar Vermelho engolir os egípcios.

Seção 2: Alinhe o pensamento com a verdade da Mente em vez das fábulas da mente mortal
Enquanto olharmos erroneamente o mundo por meio da lente da matéria (ou mente mortal), o medo tentará perturbar e fazer-nos sentir ameaçados por todo tipo de maldades e corrupção que ocorrem no mundo da mente mortal. Mas, assim que aprendermos a não ter medo, de sermos sugados para dentro do ‘script’ de um filme que estamos assistindo, conseguiremos (e é nosso dever) resistir à crença de estarmos sujeitos ao roteiro que a mente mortal escreveu para nós (ou qualquer pessoa), ou sujeitos às pretensões do corpo mortal. Felizmente, as palavras de Paulo continuam verdadeiras ainda hoje: “não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção” (B5, Romanos 8:15). Como filhos de Deus, temos uma íntima relação com Deus. Ele é nosso pai! Crianças confiam em seus pais. E bons pais protegem seus filhos, provêm suas necessidades e não permitem que seus filhos sejam maltratados! É como Deus se sente a respeito de todos os Seus filhos.
Por meio de seu ministério, Jesus revelou o reino dos céus como um presente de Deus a Seus filhos. Nesse reino, qualquer necessidade de toda criatura é provida. Jesus, deu o exemplo de plantas e flores tão bem cuidadas, mesmo que às vezes floresçam brevemente e depois desapareçam. Jesus foi enfático ao recomendar para não nos preocuparmos sobre o que haveremos de comer ou beber (ou seja, tomar cuidado basicamente de nossos corpos e necessidades humanas). Lemos: “Os gentios de todo o mundo é que procuram estas coisas; mas vosso Pai sabe que necessitais delas” (B7, Lucas 12:29). É muito melhor dedicar o pensamento a dar testemunho a todo o bem que Deus, a Mente, está provendo.
Não deveríamos tentar fazer o trabalho de Deus, nem ser influenciados pelas evidências materiais ou ficar com medo de que, de algum modo, a Mente tenha perdido o controle das coisas. Não somos deixados a defender-nos por conta própria. Não estamos sujeitos aos altos e baixos de um falso senso de mente, o que Mary Baker Eddy chamou de mente mortal. Eddy foi direto ao ponto ao escrever: “Tudo o que realmente existe é a Mente divina e sua ideia, e se constata que, nessa Mente, o inteiro existir é harmonioso e eterno. O caminho reto e estreito consiste em ver e reconhecer esse fato, em ceder a esse poder, e seguir as diretrizes da verdade” (CS9, p. 151). Assim, quando nos sentirmos sobrecarregados (e talvez temerosos) com o que vemos ao nosso redor (ou o que nosso corpo, nosso governo, ou alguma situação humana) sendo reportado, precisamos recuar do falso ‘script’ e recusar em assumir um papel nessa ficção. Precisamos saber que o medo (que não tem nenhuma autoridade dada por Deus), em verdade, não tem poder para “parar o existir e sua ação” (CS9). Quando lançamos nosso peso para o lado da Verdade, tudo aquilo que não é da Mente perde sua habilidade de nos influenciar, e sentimos o cuidado de Deus.

Seção 3: Alinhe o pensamento com a Mente para poder confiar em Deus e destruir o medo!
Muitas vezes ganhei confiança e encontrei a cura ao responder à intimidação da mente mortal com a ousada afirmação: “Que me pode fazer um mortal?” (B8, Salmos 56:4). Amo saber que a palavra hebraica “yare” pode significar não apenas ter medo e pavor, mas também reverenciar. Por que concordaríamos em seguir o caminho de temer ou reverenciar aquilo que não tem nenhum princípio (já que é desconhecido para a Mente) – dar-lhe qualquer respeito, como se tivesse algum tipo de valor inerente? Se, de repente, encontrássemos dinheiro de papel do jogo Monopólio misturado com dinheiro verdadeiro, simplesmente o rejeitaríamos, separá-lo-íamos e seguiríamos em frente com o que sabemos ser real e verdadeiro. É assim que precisamos receber qualquer desafio que surja em nosso caminho. Mesmo que não tenhamos consciência de medo, precisamos ter certeza de que não estamos dando respeito, credibilidade ou autoridade a algo que não seja o que a Mente autorizou (e que deve ser sempre bom).
Jairo, o governador da sinagoga, tinha esse tipo de fé e confiança mesmo depois de ouvir que sua filha estava morta. Jesus disse a ele para não ter medo. (B9, Lucas 8:41,42,49-55) A palavra grega para acreditar, “pisteuo”, refere-se a confiar uma situação, a algo, ou a alguém. Jesus pediu ao governante que confiasse em Cristo, a Verdade, em vez do falso testemunho. E ele fez! Não deve ter sido fácil. No entanto, ele levou Jesus para sua casa e entrou na sala com Pedro, Tiago e João. Aqueles que estavam convencidos de que a menina estava morta continuaram seus lamentos e ridicularizaram Jesus por sugerir que a menina não estava morta. Jesus colocou esses lamentadores para fora. Da mesma forma, quando confrontados com algo assustador e convincente, precisamos deixar de pensar o que nos levaria a questionar a força da capacidade de Deus de prover completamente Seus filhos, lembrando que somos todos - e nossos filhos são todos - verdadeiramente filhos de Deus. E Deus tudo pode!
As citações em Ciência e Saúde explicam o poder da Mente para descartar o medo, a doença e todos os outros falsos relatos da matéria. “A doença é menos que a mente, e a Mente tem controle sobre ela” (CS14, p. 378). Observe na citação que “[...] a MENTE” está controlando. Quando o pensamento cede à Mente, a verdade, a bondade e a força da Mente se tornam aparentes na experiência humana, e não nos relatos de pecado, doença e morte. Lemos: “O medo é a fonte da doença” (CS18, p. 391). Obviamente, o medo é o inimigo. Mas não é removido pela vontade humana. É removido entendendo que a “influência do Amor divino” expulsa o medo, que “a Mente imortal, por meio do Cristo, a Verdade, subjug[a] a crença humana na doença.” (CS15, p. 180. e CS17, p. 145) Assim, nosso trabalho é “contradiz[er] mentalmente toda queixa do corpo, e eleva[r-se] à verdadeira consciência de que a Vida é o Amor” (CS18, p. 391). Colocar nosso peso na escala correta - como fez o regente da sinagoga - permite que a criação da Mente seja vista e que o relato da mente mortal seja destruído.

Seção 4: [Considere] a Mente como [o melhor] remédio!
O profeta Jeremias tentou dizer às pessoas que elas estavam deixando passar o fato de que seus problemas não tinham nada a ver com uma situação física. Elas procuravam por todo lugar por uma “solução” material, ao passo que a necessidade real era que seu relacionamento com Deus fosse restaurado de modo que a segurança, a saúde e a integridade de Deus pudessem ser percebidas. No capítulo 17, o problema que precisa ser descoberto parece ser o desrespeito das pessoas por honrar o Dia do Senhor (B13, Jeremias 17:14). Naqueles dias, o inimigo era, muitas vezes, outros exércitos marchando contra Israel. Mas, hoje, não parece também que há uma multidão de "exércitos" marchando contra as crianças inocentes de Deus, tais como a pobreza, a doença, o vício, a tirania de todos os tipos? Nada realmente mudou, apenas os nomes. A tendência ainda é procurar em uma infinidade de direções por soluções, mas, muitas vezes esquecendo o tema consistente que atravessa as escrituras ... Deus é a fonte de salvação e de ajuda. Assim, não importa as circunstâncias que enfrentamos ou o caminho que tomamos em busca de alívio, a exigência última é “confiar no Senhor”. Temos essa garantia de Isaías, vindo de Deus - “Vocês ficarão em perfeita paz. todos os que confiam em ti, todos cujos pensamentos estão fixos em ti!” (B15, NLTH).
Como podemos manter o pensamento “fixo” em Deus quando há tantas distrações pedindo nossa atenção? Tiago nos dá uma pista quando instrui: “[…] chame os presbíteros da igreja, para que façam oração e ponham azeite na cabeça dessa pessoa em nome do Senhor” (B14, Tiago 5:13-15, NTLH). Primeiro de tudo, não devemos temer nos aproximar dos outros quando precisarmos de ajuda, ou ajudar os outros quando precisarem, ao derramar o óleo do senso espiritual. Buscando uma definição espiritual de óleo, encontramos: “ÓLEO. Consagração; caridade; gentileza; oração; inspiração celestial” (CS20, p. 592). Quando generosamente aplicada a qualquer problema, essas qualidades dissolvem o lamaçal do medo e permitem que a plenitude da Mente seja expressa.
Continuamente realizado diante de nosso olhar está o milagre de que os remédios parecem trazem saúde e felicidade. Podemos ser gratos pela dedicação daqueles no campo da medicina, tentando ajudar, e muitas vezes proporcionando alívio. Mas, embora os remédios possam ajudar a controlar doenças e trazer alívio temporário (ou felicidade), é sabido que eles raramente, ou nunca, oferecem cura. Afinal, os medicamentos são impotentes para eliminar permanentemente o medo, que é (como descobrimos anteriormente) a “fonte da doença”. A oração e a inspiração celestial - permitindo-nos compreender confiavelmente a Deus - eliminam o medo e, assim, aconselha Mary Baker Eddy sabiamente: “não deves dizer ao paciente que ele está doente, nem dar nomes às doenças, pois isso aumentaria o medo, que é a base da enfermidade, e imprimiria mais profundamente o quadro mental errôneo” (CS23, p. 453).
Jeremias reconheceu que o pensamento precisa ser agitado para que uma mudança nas circunstâncias seja percebida (B11, Jeremias 46:11 e B13, Jeremias 17:14). Com gratidão, a Ciência (a ação da Mente) desperta e dissolve as falsas imagens da mente mortal e restaura o senso de paz (CS24, p. 162). Não é o nosso trabalho, mas o de Deus! Quando nos voltamos a Deus, o poder é sentido.

Seção 5: Apoie-se na coragem moral para manter-se superior ao pecado.
A ideia do “pecado” pode trazer todo tipo de pensamentos sombrios cravejados de culpa. Mas, e se pensarmos sobre o pecado como uma imposição da mente mortal que tenta colocar barreiras ou desvios para evitar que sigamos o caminho estreito de fazer o que Deus desenhou para nós? No sentido original do Novo Testamento Grego ἁμαρτία (hamartia) “pecado” significa fracasso, estar errado, errar o alvo. Isto simplifica as coisas. O que fazemos quando cometemos um erro ou “erramos o alvo”? Não fazemos ajustes e praticamos até nossa precisão melhorar? À medida que progredimos, podemos humanamente resolver não tomar um caminho que estamos tentando evitar - e às vezes também acabamos sucumbindo e ficamos desapontados com nós mesmos.
Pode ser assustador pensar que temos de lutar sozinhos na batalha contra sugestões tentadoras, contra algum tipo de vontade humana. Paulo defrontou-se com o mesmo tipo de problema e descreveu a dificuldade na epístola aos Cristãos em Roma (B18, Romanos 7:18-20). Mais tarde, ele compartilhou a chave para romper o ciclo, a transformação do pensamento! Isso se encaixa com o que Jeremias estava tentando dizer as pessoas. Mude o pensamento de se identificar como um descendente de Adão - com uma mente separada de Deus, e deixe seu pensamento se renovar através da identificação como um descendente da Mente, a qual tem como natureza expressar a plenitude da Mente. À medida que sua natureza como filho de Deus for sendo corretamente identificada, não mais se encontrará sendo “superado pelo mal” mas sim capaz de “superar o mal com o bem”, com o bem que é de Deus, que está inerente na Mente (B19, Romanos 12:2, 21).
A coragem moral é mencionada várias vezes nessa seção. De acordo com definitions.net, coragem moral é “a coragem de agir por razões morais (tomar uma posição pelo correto e contra o errado) apesar do risco de ter consequências adversas”. Essas consequências adversas podem incluir pressões para fazer algo simplesmente porque “todos” estão fazendo. Ou pode incluir tomar o caminho mais fácil por falta de fé em si, mesmo para nadar contra a correnteza, ou ser capaz de se forçar para conseguir fazer algo que parece além de suas capacidades. Seja lá o que for, é um chamado para superar algum tipo de medo!
Adorei uma lição que tive quando esquiava na neve alguns anos atrás e percebi que a única coisa em que eu precisava focar era a compreensão de por que eu não poderia ter medo (ou me sentir intimidado). Uma vez que eu realmente vi que era meu direito ser livre do medo e da timidez por ser a imagem do Amor, e não existe medo no Amor - logo não ter nenhum medo no meu verdadeiro pensamento, encontrei a liberdade para progredir. Agora eu estava pronta para simplesmente focar na celebração da minha falta de medo cada vez que tentava algo novo e encontrava alguma dificuldade. Minha capacidade de esquiar melhorou naturalmente, mas somente porque superei o medo. E essa lição se estendeu para o resto da minha vida. Podemos encarar o medo, não importando o desafio que nos confronta.
Assim como fomos feitos superiores ao medo, o Amor é superior, fomos feitos também superiores ao pecado! As sugestões da mente mortal não têm poder algum para influenciar a ideia da Mente divina. Não existe melhor conselho que isso: “manter-se superior ao pecado, porque Deus te fez superior ao pecado e governa o homem, é verdadeira sabedoria” (CS29, p. 231). Não existe nenhuma influência que possa nos separar de como Deus nos fez. Nunca precisamos temer errar o alvo - simplesmente saber que é natural ter a coragem moral para fazer aquilo que Deus nos criou para fazer!

Seção 6: Habitando no Reino da Mente, não há nada a temer.
A lição termina com mais garantias de por que não devemos temer. A chave parece estar no entendimento de que a Mente habita no domínio da Mente. Como ideias da Mente, precisamos também habitar na Mente e não podemos estar fora da Mente (CS30, p. 514). Não estamos sujeitos a uma mente oposta que ameaça nossa segurança e bem-estar, apesar dos sentidos materiais afirmarem o contrário. Os sentidos materiais dizem que a terra é plana e que os trilhos do trem se juntam. Mas só porque algo aparenta ser, não significa que necessariamente é.
Confiamos na ciência para corrigirmos várias perspectivas errôneas. E precisamos confiar na Ciência do Ser para corrigir a falsas perspectivas sobre o que constitui o verdadeiro ser. “A Ciência revela que só existe uma Mente e que essa Mente única brilha por sua própria luz e governa em perfeita harmonia o universo, que inclui o homem” (CS31, p. 510). Não existe poder oposto à essa harmonia, então podemos afirmar nossa autoridade divina sobre qualquer coisa que tente nos fazer ter medo! Observamos nesses versos bíblicos a atividade de Deus elevando toda a humanidade de todo perigo e nos levando adiante pelo caminho da paz (B22, Salmos 27:1,3; B23, Salmos 18:16,30; B24, Isaías 58:8). À medida que respondemos com sinceridade e seguimos o direcionamento de Deus, liderando, cuidando, e guiando, essa promessa se tornará verdade: “Então a luz da minha salvação brilhará como o sol, e logo vocês todos ficarão curados” (B25, Isaías 58:8; NTLH). O medo não tem fundamento e recebemos autoridade sobre ele! Prossigamos destemidamente!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini, com revisão de Leila Kommers. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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