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Luz eterna como rocha da Verdade. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Realidade.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, March 25th, 2019

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Luz eterna como rocha da Verdade
25 a 31 de março de 2019
A Realidade
Estudo preparado por:
Christie C. Hanzlik, CS, ccern@mac.com • +1 720.331.9356 • christiecs.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Uma das maneiras mais fáceis de encontrar um tema nas Lições Bíblicas, é observar a repetição de certas palavras. Na Lição desta semana temos “luz” repetida 21vezes, “eterno” 14 vezes, “verdade” 12 vezes e “rocha” 10 vezes. Também podemos encontrar umas 44 palavras relacionadas a “real”. Realmente!
Essas palavras que aparecem com frequência sugerem um tema, e agora podemos perguntar, o que “luz”, “eterno”, “verdade” e “rocha” tem a ver com “Realidade”? Cada um vai achar suas introspecções de conexão. Mas para mim o comitê das Lições Bíblicas está nos mostrando que uma compreensão maior de “luz”, em sua plena importância espiritual, nos provê uma “rocha”, um fundamento, para diferenciar o que é verdadeiro e o que é real.
Luz é um dos meus temas espirituais favoritos. A luz não tem começo—nunca houve um ponto inicial para a luz. Nunca houve um momento em que tudo eram trevas, e, de repente ...puf!... a luz apareceu. Isso nunca aconteceu. Nunca houve um momento que não houvesse luz. Isso pode soar como um conceito básico; contudo, o conceito de “sem começo” é uma base, uma “rocha”, para entendimento da eternidade, verdade e realidade. A frase: “Disse Deus: Haja luz, e houve luz” (B6, Gên. 1:3,4), não está sugerindo um começo, mas sim revelando que nunca houve um momento em que a luz fosse criada. A luz sempre existiu e sempre existirá. Focalize, ainda que por um minuto, a ideia de que a luz não tem começo. Focalizar na eternidade dessa maneira, é uma forma grandiosa de orar. Ponderar sobre a eternidade da luz é orar porque isso nos alinha o pensamento com a realidade e a Verdade eterna. A ideia de não haver começo é um sólido fundamento para nossa oração.
A verdadeira espiritualidade está baseada na rocha do saber que nunca houve um ponto de início da existência, que a luz é eterna, que o bem é eterno, e a Verdade é eterna. Luz oferece várias metáforas para entender nossa eternalidade e nossa relação com Deus—a fonte de toda luz. Podemos ver ao longo da Lição as várias maneiras de como as ideias de eternidade, luz, e rocha são iluminadas (o trocadilho é intencional) para ajudar-nos a obter uma percepção mais firme da “Realidade”.
Texto Áureo (Miquéias 7:7, 9) e Leitura Alternada (Salmos 43:3; 71:1, 3, 16; 18:2, 28, 31, 46, 49).
O Texto Áureo oferece meios de compreender a luz: “[...] olharei para o Senhor [...] ele me tirará para a luz, e eu verei a sua justiça”. Em outras palavras: é Deus (a Verdade divina) quem nos traz para a luz, de modo a vermos as maravilhas da realidade. É reconfortante saber que a Verdade nos está trazendo para a luz—a compreensão da Realidade—e nem precisamos procurá-la freneticamente. Fique calmo e saiba que o Senhor te trará a luz.
Na Leitura Alternada, vemos mais temas de luz e Verdade e rocha. Eis alguns exemplos:
• Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem.
• Em ti, Senhor me refugio
• Tu és a minha rocha e a minha fortaleza
• O Senhor é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte
• Fazes resplandecer a minha lâmpada; o Senhor, meu Deus, derrama luz nas minhas trevas
• Quem é rochedo senão o nosso Deus?
• Vive o Senhor, e bendita seja a minha rocha! Exaltado seja o Deus da minha salvação.
Claramente, a LA está nos dizendo que Deus é a fonte de nossa luz, nos guiará para a luz, será nossa rocha, e fará resplandecer nossa lâmpada. É Deus quem está atuando aqui. Nós só somos solicitados a confiar. Que bênção! Quando vemos essas dádivas, não podemos deixar de ser gratos pela luz em nossas vidas. A LA encerra com louvor e cântico: “Glorificar-te-ei, pois, entre os gentios, ó Senhor, e cantarei louvores ao teu nome”.

Seção 1: Fundamento
Para sabermos o que é real e o que não é, precisamos de um fundamento, um ponto de partida do que é verdadeiro. A primeira seção da lição nos dá esse ponto de partida. Deus, a Verdade, é a única causa e criador (B1, Isa. 45:18), e “tudo o que é visível veio a existir das coisas que não aparecem” (B2, Hebr. 11:3). Podemos dar “glória eternamente” (B5, Rom. 11:34) nesse claro senso de eternidade: “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar” (B4, Ecles. 3:11,14).
Com base na externalidade, vemos que podemos distinguir entre o que é real e o que não é, a partir do fato do que é eterno e o que não é. Em verdade, poderíamos definir a realidade como aquilo que é eterno. No livro Ciência e Saúde encontramos muitas afirmações sobre a realidade, tais como, “nada possui realidade ou existência, exceto a Mente divina e Suas ideias” e “Ele inclui tudo e é refletido por tudo o que é real e eterno, e por nada mais” (CS1, p. 331).
Realidade é aquilo que é eterno. As seguintes frases, postas lado a lado, clarificam entre o eterno (real) e as coisas temporais (limitadas/irreais):
“As coisas eternas [as verdades] são pensamentos de Deus, da maneira em que existem no reino espiritual do real”.
As coisas temporais [não eternas] são pensamentos dos mortais e são o irreal, por serem o oposto do real, ou seja, do espiritual e eterno” (CS3, p. 337).
Na quarta citação, lemos que a Mente reflete a realidade e a infinidade no homem espiritual e nas coisas espirituais (CS4, p. 281). Quando penso em ‘reflexo’ em relação à Mente, não costumo pensar sobre um reflexo como visto em espelho. Em vez disso penso em reflexo como um ato mental de reconhecer e admirar uma ideia. Por exemplo, gosto de refletir a respeito das maravilhosas experiências que tive este ano. Refletir significa que as mantenho no pensamento e as aprecio. Somos reflexos da Mente—somos substância do que a Mente pensa. Quando a Mente reflete, isso é somente puro e bom. Pensar em reflexo dessa maneira me ajuda a compreender melhor afirmações como: “A Mente [...] reflete a realidade e a natureza divina no homem espiritual individual e nas coisas espirituais e individuais” (CS4, p. 281). O reflexo da Mente é a realidade.
O ativo refletir da Mente não é um esforço intelectual. Em vez disso: “A compreensão espiritual revela a Mente—a Vida, a Verdade e o Amor—e demonstra o senso divino, dando a prova espiritual do universo na Ciência Cristã [...] Essa compreensão não é intelectual, não é o resultado de conhecimentos eruditos; é a realidade de todas as coisas trazida à luz” (CS5, p. 505).

Seção 2: Diferenciando a realidade da irrealidade
A Seção 2 explica como diferenciar entre realidade e irrealidade, usando a metáfora da luz e trevas. As trevas são “a ausência da luz” que desaparecem assim que brilhe a luz (CS6, p. 215). Nesse sentido, as trevas não têm poder, nenhuma essência, nenhum vigor, nenhuma vida, e nenhuma força. As trevas não têm fonte. Não vem de algum lugar. As trevas não têm nenhum vigor para combater a luz. A luz sempre vence.
Esta seção abre com: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas” (B6, Gên. 1:3,4). Repetindo, isso não quer dizer que a luz teve um começo—a luz sempre existiu, eternamente. A luz sempre foi e sempre será. A luz é. Como “Deus fez separação entre a luz e as trevas”, podemos saber que a Verdade nos deixa claro que é luz (o real) e o que não é luz (o irreal). Não há um ponto intermediário. Não existe nenhum espiritualismo obscuro que combine o real e o irreal, ou o eterno e o temporal. Nada pode ser ao mesmo tempo limitado e ilimitado, luz e trevas, eterno e temporal. Há uma clara demarcação e não uma mistura obscura, confusa entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas.
Que bela imagem os Salmos nos dão, ao mostrar que “Deus é coberto de luz como de um manto”! (B7, Salmos 104:1,2). A partir daí podemos raciocinar que onde quer que Deus esteja—em todo o lugar—aí há luz. A luz é sempre presente. Deus não é luz e trevas, o bem e o mal. Deus só é sobrevestido de luz, é somente bom: “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (B8, 1João 1:5).
Não há, jamais, um simples instante em que a sombra possa tocar a luz. A luz—o efeito da Verdade—elimina instantaneamente a sombra. Mary Baker Eddy descobriu a Lei: “Tudo o que é governado por Deus, nunca está privado, nem por um instante, da luz e do poder da inteligência e da Vida” (CS6, p. 215).
Embora pareçam haver momentos nos quais as trevas lancem sombras sobre nossa experiência, talvez na forma de desespero, depressão e sofrimento, nós podemos olhar para além desse quadro limitado (sombrio) para captar uma visão plena da realidade. É como se estivéssemos olhando através de uma lente escura, fina e distorcida. Mas, nós podemos lançar fora essa lente nojenta. Quando estivermos mais abertos em receber a luz, encontraremos uma visão mais clara e desimpedida, e as trevas perdem a “aparência da realidade” (CS6, p. 215). A essa altura, as lutas obscuras “fogem como fantasmas do erro” sob a luz da verdade e do amor (CS6).
Os “grandiosos fatos espirituais do existir”—a verdade de nossa natureza—são “como raios de luz” que “brilham nas trevas, embora as trevas, por não os compreenderem, talvez lhes neguem a realidade” (CS8, p. 546). Não temos outra chance do que brilhar (CS9, p. 280). É o que somos—somos a “luz do mundo”, e nosso próprio ser, como reflexo da fonte de toda luz, dissipa as trevas. Isso é poderoso. Nosso propósito é brilhar, iluminar e amar.

Seção 3: Bendita seja a minha rocha
Na terceira seção encontramos a explicação de Jesus de que não podemos servir a dois senhores: “porque ou há de aborrecer-se de um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro” (B12, Mat. 6:24). Quando colocamos este dizer nos termos de nossos temas, vemos que não podemos escolher a luz e as trevas. Eles não se misturam, e são contraditórios. Quando compreendemos isso, e pomos nossa confiança no eterno fundamento da luz, estaremos estabelecendo-nos, nossa casa, “sobre a rocha”. Mesmo que uma tempestade bata violentamente contra essa casa, ela não ruirá (B13, Lucas 6:47-49). O salmista disse: “Em ti, Senhor, me refugio; [...] sê tu meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve. Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza” (B14, Salmos 31:1-3).
Mary Baker Eddy compreendia o valor de construir uma casa sobre a rocha. Na orla da Nova Inglaterra, EUA, ocorrem temporais rigorosos, que provavelmente tenham avivado no pensamento da descobridora da Ciência Cristã, alguns versículos da Bíblia. Talvez isso seja parte da inspiração para seu poema que começa com: “Da mente a harpa, ao vibrar [...]” Nesse poema ela escreve: “Na rocha da Verdade vim a Vida achar; ali nem vento ou onda a mim vem abalar” (Hino 253:5).

Seção 4: A Verdade separa o irreal do real
A quarta seção oferece outro meio de ver como separar a realidade da irrealidade, e assim edificar sobre a rocha da Verdade. Entendo, que essa parábola ajuda a compreender que não cabe a mim sortir entre os pensamentos que andam por aí, mas que sintonizando com a Mente divina, o joio—o irreal e não verdadeiro—ficará exposto, podendo então ser queimado. Em outras palavras, pode parecer impossível captar cada pensamento furtivo que esteja tentanto bombardear nosso pensamento; mas permitindo que a Verdade revele o erro, assim como o joio foi revelado na parábola de Jesus, podemos então amarrar as falsidades e lançá-las ao fogo (B15, Jer. 23:28). Como explica a Sra. Eddy: “A crença mortal [o senso material de vida] e a Verdade imortal [o senso espiritual] são o joio e o trigo, que o progresso não une, e sim, separa” (CS16, p. 72). Mas o joio e o trigo, tal como a luz e as trevas, nunca “realmente se misturam”, embora assim pareça a princípio. A Verdade “remove adequadamente” o joio agressivo, amarrando-o e queimando-o. “A crença errônea é destruída pela verdade” (CS20, p. 297). Jesus ensinou: “Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada” (B17, Mat. 15:13).
A oração não é um estado vacilante de autoanálise nem a luta da mistura de joio e trigo. Não temos que labutar para analisar cada informação que pouco a pouco chega até nós, como se estivéssemos num frenético estado de autoanálise—não é assim que a oração age. Em vez disso, podemos plantar-nos sobre a rocha, confiar na Verdade divina que nos revele o que é real, e saber que o erro terá de ser exposto. Não somos nós, mas é a Verdade que faz o trabalho duro. Mary Baker Eddy explica o verdadeiro caminho para o “auto aprimoramento” no seguinte: “A Ciência tem de examinar todo o terreno e desenterrar toda semente lançada pelo erro. A Ciência Cristã elimina essas crenças e hipóteses pela compreensão mais elevada a respeito de Deus, pois a Ciência Cristã, que revela a imortalidade com base no Princípio divino e não em várias pessoalidades materiais, dá a conhecer a harmonia do existir” (CS19, p. 79).

Seção 5: Enxergar a visão completa da realidade é espiritualmente inevitável
A história da Bíblia na seção cinco conta sobre um homem cego que pediu à Jesus para curá-lo. Jesus guiou o homem para fora da cidade e aplicou saliva em seus olhos e perguntou se ele conseguia ver. O homem estava vendo, mas somente formas - ele via homens mas pareciam árvores andantes. Então Jesus colocou suas mãos nos olhos do homem novamente, e então o homem pode ver claramente (B20, Marcos 8:22-25).
Foi a saliva ou o tocar nos olhos do homem que o curou? Não.
Jesus sabia que “visão, audição e todos os sentidos espirituais do homem são eternos. Eles não podem ser perdidos. Sua realidade e imortalidade estão no Espírito e no entendimento, não na matéria, daí sua permanência. Os verdadeiros sentidos enxergam e escutam a realidade. Isso não pode ser removido. Jesus sabia disso com tamanha clareza que despertava o homem de uma confiança nas “desvanecentes “formas da matéria” (CS22, p. 263). A saliva e as mãos não foram o que curou o homem. O que curou foi a surpresa do pensamento dele para que o pensamento mortal (a casa construída sobre a areia, a palha) fosse destruído, e o pensamento espiritual (a casa construída sobre a pedra, o trigo) fosse visto. Isto não foi um milagre. Foi naturalmente divino. Foi necessário e inevitável. O homem descobriu a lei Divina que “Mortais precisam olhar além das formas desvanecentes e finitas, para ganharem um verdadeiro sentido das coisas” (CS22). A teoria mortal da época de que a saliva pudesse curar os olhos, não era uma cura efetiva. Mas o despertar para a verdade que os sentidos são eternos curou o homem.

Seção 6: Verdade eterna
A sexta seção enfatiza o aspecto eterno da Verdade. A Verdade, simbolizada pela luz, não tem começo, conforme já lemos antes na lição. Essa seção mostra que a Verdade não tem fim. Nessa seção encontramos o conto sobre Jesus ressuscitando o filho da viúva. Jesus estava tão consciente que a Vida é eterna, e que a Verdade-luz não tem começo nem fim, que ele trouxe outros para a consciência sobre esse fato. Ele enxergava através das sombras da morte que aparentavam ter tomado o menino e sua mãe e toda a multidão. Não importava o quão grossa e escura a sombra parecesse. A luz dos pensamentos claros de Jesus perfurou as trevas, e o resultado normal e natural foi que todos testemunharam o ressuscitar do menino (B23, Lucas 7:11-15).
A Verdade é eterna, e nada pode fazer isso uma não-verdade. A Verdade é uma pedra sobre a qual podemos nos manter firmes. A Verdade-luz não teve um começo. E a Verdade-luz nunca irá parar. Nunca teremos um momento em que não exista luz. Não existe um fim à vida assim como não existe um fim à luz. Jesus aplicou o entendimento desse aspecto eterno à mãe e ao filho. E nós podemos fazer o mesmo. Aplicando o conceito de eternidade à nossa experiência imediata, podemos ver que a morte não é o fim. A morte é uma mentira sobre a vida ser temporal. A morte é uma mentira que a sombra poderia de alguma maneira se infiltrar na luz. Mas a vida não tem começo. A Vida não tem fim. A Vida é eterna. A Vida é real.

Seção 7: “rendei graças ao Senhor; pois porque ele é bom”
Podemos ser tão gratos de cada vislumbre que temos sobre a eternidade. E podemos nos esforçar para ter vislumbres cada vez mais longos até vivenciarmos uma visão contínua da Verdade eterna. Cada vez que conseguimos manter no pensamento a idéia do “não-começo” e do “não-fim”, podemos alegrar-nos, pois isto é uma oração de salvação e libertação. “Deus é o Senhor, ele é a nossa luz; rendei graças ao Senhor; porque ele é bom” (B25, Salmos 118:27, 29).
Essa lição usou idéias de luz, eternidade, verdade, e rocha para revelar mais e mais sobre a realidade e como aplicar esses conceitos na cura. O real é eterno. O irreal é temporal. Quando perguntamos, o que é realidade? Encontramos a sucinta resposta de Mary Baker Eddy: “A Realidade é espiritual, harmoniosa, imutável, imortal, divina, eterna” (CS32, p. 335).

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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