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Seja inseparável do Amor - “Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo; Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor”. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Irrealidade.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, April 1st, 2019

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Seja inseparável do Amor - “Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo; Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor”

01 a 07 de abril de 2019
A Irrealidade
Estudo preparado por:
Kerry Jenkins CS, House Springs, MO
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Aqui está um "título" ainda mais longo para o Estudo Metafísico desta semana, com base numa tradução expandida do NTLH da última citação da Bíblia, na Seção 7 (B17, Romanos 8:35,37,38; NTLH): "Quem pode nos separar do amor de Cristo? Serão os sofrimentos, as dificuldades, a perseguição, a fome, a pobreza, o perigo, ou a morte? Em todas essas situações temos a vitória completa por meio daquele que nos amou. Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo; Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor".
Tudo o que posso pensar ao ler a lição desta semana é que não somos seres separados do Amor. Não estamos separados pela irrealidade, pela matéria, pela névoa ou pelo sonho mortal. Não estamos separados do Amor pela doença, pelo conhecimento humano ou dogma. Não estamos separados pelas assim chamadas leis materiais ou pela vontade humana. Nossos corpos não podem nos separar do Amor, seja por sua miséria, seja por prazer neles. Somos um com Amor e não há realidade em nenhuma outra crença ou sugestão. E como pode ser visto no texto TA, em que o apóstolo Paulo o declara tão bem!
Texto Áureo (1 Tim. 6:11,20) e Leitura Alternada (Mateus 5:14-16,43-45,48; Filip. 4:8): O Texto Áureo realmente nos diz três coisas que podemos fazer para evitarmos sermos enganados pelo senso/ irrealidade material: "viva, guarde, evite". Devemos buscar o direito ou a piedade e as qualidades como fé, amor, perseverança e mansidão. Precisamos guardar essas qualidades que nos foram "confiadas" como reflexos divinos. E devemos evitar o erro/irrealidade—tagarelice profana, contradições de conhecimento falso. Isso faz sentido; certo? Devemos e queremos buscar o bem e guardar essas coisas boas que buscamos. E certamente queremos evitar o que parece roubar de nós o bem, tudo o que parece se opor ao bem e sugerir que exista uma dualidade do bem e do mal (e que Deus faria uma força oposta à Sua bondade).
Então Jesus e Paulo na LA nos dizem algumas maneiras de fazer essas três coisas. Devemos deixar nossa luz brilhar! Nós não o escondemos em algum lugar onde ela poderia estar carecendo de oxigênio e sujeita a extinguir-se. Não podemos deixar que nosso senso material das coisas (a "tagarelice profana, o falso conhecimento") cubra o nosso sentido espiritual que revela a beleza radiante e a magnificência do nosso verdadeiro ser! Temos que compartilhar essa compreensão irradiando o Amor, a Vida, a Mente e assim por diante! Claramente não podemos deixar a luz ser apagada com ódio. O Amor queima esse ódio e nos mantém conscientes e em contato com nossa unicidade ou unidade com o Amor. Então temos o encorajamento de Paulo para trazer à nossa consciência todas as coisas que são verdadeiras, honestas, justas, puras, amáveis, de boa fama, virtuosas, louváveis [​​...] e "encham a mente de vocês"!!! Enquanto fazemos isso, estamos definitivamente sendo aquela cidade no alto da montanha, aquela luz que está brilhando livremente. E realmente sentimos que nenhuma sugestão do mal pode nos separar de nossa unidade harmoniosa, segura e pacífica com o Amor.

Seção 1: A realidade é espiritual, a irrealidade é uma visão material e invertida
Por que "invertida"? Porque nosso senso material das coisas, a visão superficial que tomamos, imita a realidade de maneiras muito eficazes. Ela toma a beleza do Amor e o transforma em ódio em todas as suas formas, a harmonia da saúde é transformada em doença, a vitalidade da Vida é invertida na morte. Estes são todos os meios de dizer ao pensamento humano que estamos muito sozinhos, separados de tudo o que é bom, amável, belo ... Sim, todas essas coisas parecem muito reais para o senso material. Mas, a medida que estamos dispostos a considerar as qualidades de verdade, honestidade, justiça, pureza, amabilidade, valor e assim por diante - para protegê-las, ponderá-las e excluir as mentiras - a "tagarelice profana", então nos encontramos na presença da realidade espiritual. Podemos sentir que realmente não há nada material que possa nos separar do Bem. Tudo o que sugere tal separação é uma falsidade.
A beleza da Ciência Cristã é que, com ela, podemos corrigir o equívoco do senso material da realidade (CS2, p. 298). Que presente! Se você alguma vez viu uma situação impossível mudar de quadro no que parece ser um caminho "miraculoso", você testemunhou a Ciência do Cristo em ação. Esta é a Ciência que Jesus praticou quando curou o homem cego e mudo na lição desta semana (B7, Mateus 12:22-29), trouxe a jovem de volta à vida (B10, Mateus 9:10,18,19,23-25) e muitos, muitos mais atos da bondade de Deus em ação por todo o Novo Testamento. Essa correção do quadro material pode ser vista hoje na vida cotidiana, onde podemos transformar uma situação que está nos causando ansiedade e estresse, em uma oportunidade de sermos inspirados, alegres e abençoados.
Eu tinha uma papelada burocrática por resolver já há algum tempo. Isso tinha data para entregar e para ser honesto, eu achava difícil discernir o que os formulários estavam pedindo. Reconheci o estresse que estava sentindo como "conversa profana". Ao longo do processo de abordar a raiz dessa sugestão, descobri que conseguíamos fazer um pequeno "mutirão de trabalho" daquela semana em apenas uma noite. Meu marido tinha os documentos necessários para encontrar as informações que precisávamos. Eu poderia preencher os formulários e fazer-lhe alguma pergunta ocasional quando ele me dirigia a atenção. Levou algum tempo, mas tudo foi realizado na medida certa de paz e companheirismo. Essa é uma demonstração das mais simples. Você pode encontrar muitas maneiras pelas quais a realidade espiritual é trazida à tona pela leitura de testemunhos de cura dos periódicos publicados pela Sociedade de Editora da Ciência Cristã, ou por participar de um serviço de testemunhos na quarta-feira em uma igreja filial da Ciência Cristã.

Seção 2: O deus de Adão é o deus da separação
O Amor não cria uma versão do universo onde o homem é envergonhado, pecador, tentado, caído e consciente de algo que Deus, o infinito Tudo, não inclui—o mal. Por que o Amor onipotente criaria, ou até mesmo gostaria de criar, um homem que seria expulso de Seu reino - separado de Sua bondade e aliança? Esta é a história da "névoa", a obscuridade, a confusão, a duplicidade e o sonho da existência material. Não se alinha com o Deus que Jesus revelou através da cura, bênção e pregação das boas novas do Reino dos Céus.
Observe que Jesus não selecionou e escolheu os “não-pecadores” para curar e abençoar (ver B10, Mat. 9:1, 10, 18). Ele veio para mostrar que o homem é universalmente digno e sem pecado, não um ser julgado e impuro! Nesta seção também, temos um sentido invertido de realidade neste sonho de Adão. Até mesmo a passagem em Isaías (B5, Isaías 29:16) fala especificamente dessa ideia de uma criação que nossa consciência mortal "virou de cabeça para baixo". A irrealidade/matéria /argila não pode dizer a Deus que Sua obra foi feita por si mesma. Somente Deus, o Amor, pode declarar o que fez. E Ele fez, declarando no primeiro relato da criação, que tudo o que Ele fez era "muito bom". A mentira do erro é o "nada", como diz o MBE na citação (CS7, p. 554). Não há conhecimento de onde veio, nenhum conhecimento da glória do nosso verdadeiro eu. Esse verdadeiro eu não pode ser encontrado no pó da terra, na costela ou na biologia humana. Tudo isso surge da confusão e névoa do conhecimento material. Deus não se separa de seu reflexo, mais do que o sol pode separar-se dos raios que saem dele.

A vergonha, a tentação, o pecado - essas coisas tentariam nos separar de sentir o amor do Amor. Então eles não podem fazer parte da verdadeira criação. Temos permissão divina, se desejarmos, de deixar essas coisas fora de nossa experiência e receber as verdadeiras qualidades da criação.

Seção 3: Nenhuma dualidade em Deus, o Bem, a realidade espiritual
Não parece cômico que, ao curar um cego e mudo, relatado na citação B7 (Mat. 12:22-29), os fariseus começassem a murmurar de que fora por meio de Belzebú que o curara? Eles não conseguiam “rejeitar a desarmonia” ou “abandonar suas crenças materiais” (CS9, p. 399). Na própria presença da totalidade e unidade de Deus, eles insistem na presença do mal, ainda que isso não tenha nenhuma lógica. Mas, será que não fazemos o mesmo quando desanimados diante da presença da desarmonia, mesmo depois de ter visto evidências da totalidade de Deus em outras ocasiões em nossa vida? Isso é surpreendentemente fácil de acontecer!
Temos que agir como Jesus nos instruiu e MBE discute na citação CS9 (p. 399); temos que “amarrar o valente”, ou mente mortal. Essa é a nossa parte na visão da harmonia da realidade. Isso pode parecer difícil, mas é em cooperação com a harmonia da realidade divina, de modo que temos a lei de Deus atuando conosco. Parece dificultoso porque ao abandonar nosso senso material das coisas, estamos nos aventurando na realidade espiritual, naquilo que ao senso material parece “inatingível”. Mas isso não é assim! A habilidade do homem curado por Jesus de ver e falar era notavelmente tangível.
A doença é nada mais do que mais uma das tentações originais do sonho adâmico de que haja benefício em saber “mais” do que Deus ao reconhecer o bem e o mal. Podemos rejeitar essa sugestão a todo instante e saber que, assim como a lei da gravidade apoia nossa habilidade de aderir à terra, assim o Amor apoia nosso estado ao qual podemos aderir como harmoniosos, íntegros e unos ao Amor.

Seção 4: As pseudo leis da matéria não podem separar-nos do Amor
Por sermos ideias divinamente maravilhosas de Deus, Suas leis têm de estar inscritas em nossos corações e nossas mentes (B8, Hebr. 8:10). Essas leis se aplicam à Sua criação, assim como a gravidade se aplica à nossa experiência humana. Em Romanos (B9, Rom. 9:26) somos assegurados que exatamente onde os sentidos nos dizem sermos separados, ali está Deus nos chamando de filhos! É assim que Ele identifica seu reflexo.
O que eu gosto nessa história de Jesus ressuscitando a menina, é o chefe da sinagoga dizer a Jesus que mesmo sabendo da morte da filha, ele confiava de que Jesus poderia reverter essa “inversão” da realidade, “se quiseres”. Ele não aceitou o que os sentidos materiais testemunhavam. MBE fez a mesma coisa quando trouxe Calvin Frye de volta da morte. Está registrado que ela se manteve por uma hora no local! Certamente, ela não estava desencorajada pela evidência material!
A morte não é uma separação do Amor. Mortalidade é o sonho adâmico, e quando despertamos, vivemos no eterno, independente das evidências. Embora os sonhos pareçam reais, eles não são um fato de nossa existência! (E para pensar: a razão pela qual precisamos de uma Lição sobre “irrealidade”, tanto quanto de “realidade” é porque temos que despertar do sonho de vida na matéria, caso contrário, estaremos vivenciando apenas um sonho e não nossa unidade com o Amor!)

Seção 5: Vontade humana faz o seu melhor para nos separar da Mente una, mas a Verdade revela a União
Nessa seção as citações de Mary Baker Eddy correlacionam essa história da Bíblia com a prática de se livrar do mal através o mal da vontade humana, ou a prática de personalidade magnética. A Verdade é o antídoto desse suposto poder. Podemos relembrar que sentimos que somos atraídos a algo pela influência de alguém ou por nosso próprio senso de desejo ou vontade humana, a Verdade pode silenciar esse desejo ou atração pois a Verdade é real.
Quando sabemos que a vontade humana é uma falsidade, que ela não é verdadeira, então conseguimos superar nosso sentimento de que somos separados da atração do Amor como a verdadeira atração.
A vontade humana pode se apresentar como desejável, atraente. Mas temos um direito divino para vermos ela como sem poder. Não precisamos responder a vontade humana, seja a nossa própria ou de alguém outro, com nada menos que um entendimento pacífico que ela não pode nos tocar. A vontade humana é somente mais uma iteração das mentiras da serpente no sono de Adão que “vós sereis como os deuses”. Só existe um Deus, o Bem.

Seção 6: Jesus nos mostrou que mesmo quando somos enganados pela serpente, podemos ainda assim ter a experiência da nossa própria união com o Amor
A mensagem de Jesus sobre a redenção serve para todos nós. Ele revelou, mais do que qualquer um, que o homem não é aquilo que os sentidos materiais apresentam.
Ele demonstrou que os prazeres e as dores do sentido material não nos mostram o verdadeiro homem. Ele revelou o homem inseparável do Amor que é livre de demandas das crenças materiais. Ele nos mostrou como “quebrar esse feitiço terreno” (CS24, p. 39) e viver em união com Deus.
Prazeres da matéria parecem nos separar da nossa verdadeira alegria que está em nosso espírito. O Salmista canta dessa forma: “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (B15, Salmo 16:11). Irrealidade, o sonho de Adão, sussurra que existem coisas para serem descobertas na matéria que não podemos experienciar no Espírito. Isto é verdade. Mas a alegria e satisfação que experienciamos no Espírito são profundas, duradouras e não tem efeitos colaterais ruins. Deus se expressa a Si em alegria plena. Não estamos perdendo nada quando aceitamos ter essa experiência espiritual verdadeira. A verdadeira história é que somente nos sentimos mais sozinhos, mais separados do Amor, quando seguimos os sussurros do sentido material.

Seção 7: Afirmação da Verdade por Deus: “Eu lhes chamei por nome; sois meus”
Deus criou nossa individualidade, nossa identidade espiritual (nosso nome), e pertencemos ao Amor. Paulo nos diz na citação B17 (Rom. 8:35, 37; nosso título para esse MET), que não podemos ser separados do Amor, do amor de Cristo. Ele continua e lista algumas das sugestões do sonho da irrealidade, pois não vemos essas sugestões conforme progredimos por esta experiência. Mas não precisamos viver com aquele sentido irreal de estarmos separados do Amor. Recebemos a habilidade para “conquistar” essas mentiras, como Paulo disse! “A ignorância e falsa a crença errônea, baseadas em um senso material das coisas, é que oculta a beleza e o bem espirituais.” (CS27, p. 303). Ao invés de vermos isso como um indício da nossa “cegueira” para esse bem se estivermos tendo uma experiencia desarmônica em nossas vidas, mas no saibamos, no entanto que esse é o falso mas bastante convincente sonho da vida na matéria.
Recebemos a oportunidade para desmantelar esse falso sentido de vida através da demonstração diária. Esteja alerta a cada dia, que nossa individualidade é divina, amável, pura, plena… Permita que o sentido material não apoie isso, mas que cada vislumbre do Amor de Deus que acolhemos, do Amor, cada atividade em nossa experiência, é um vislumbre da nossa união com o Amor. Isto leva a mais demonstrações. Mas nosso objetivo deve sempre ser de estarmos felizes na união com o Amor, o entendimento mais profundo da realidade espiritual, e do Amor em Si mesmo.

Seção 8: O Bem é tudo o que há
Estamos prontos para admitir esse fato? Mary Baker Eddy (MBE) tem clareza quanto que as “nossas teorias materiais humanas” não nos ajudarão a ver esse fato. Um entendimento de Deus só pode vir do sentido espiritual (CS30, p. 275). Esse entendimento vai nos unir com o Amor, vai se sobrepor a cada sugestão (das listadas na citação CS30) de que o homem é separado do Amor. MBE também nos diz na citação CS31 (p. 427) que não estamos esperando por um “reino espiritual” no futuro para sentirmos essa união. Ela diz que precisamos reconhecer a Deus como “… supremo no plano físico, assim chamado, como no espiritual.” Não precisamos esperar por alguma outra iteração da vida.
Jesus nos disse que “o reino de Deus está dentro [não fora] de nós” e onde não estamos doentes, necessitados, tristes, raivosos…. Esse reino interior é um com o Amor tanto quanto como possível!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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