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Brilhai como expressão ilimitada da Alma! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Alma e o Corpo.

Kathy Fitzer
Posted Monday, May 20th, 2019

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Brilhai como expressão ilimitada da Alma!
20 a 26 de maio de 2019
A Alma e o corpo
Estudo preparado por:
Kathy Fitzer; kathyfitzer@gmail.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Esta Lição descreve maravilhosamente o quão completamente a Alma governa nosso ser—como o sol governa seus raios. Ela esclarece que nossa identidade (nosso inteiro ser, inclusive o corpo) não está sujeito a qualquer demanda ou circunstância da dita matéria. É realmente importante captar a relação o quanto antes. A Alma governa, e o verdadeiro senso do corpo é simplesmente a expressão visível da identidade espiritual do homem, refletindo tudo o que Deus é. Um senso material do corpo precisa ceder à harmonia e inteireza da Alma. Segundo conclusão da Lição: “As capacidades humanas se ampliam e se aperfeiçoam na proporção em que a humanidade alcança o verdadeiro conceito a respeito do homem e de Deus” (CS31, p. 258). Em suma … é tudo com Deus, a Alma! O homem brilha por ser expressão ilimitada da Alma!
O Texto Áureo (1Tess. 5:23 – “O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor, Jesus Cristo”) apresenta a total Liberdade que vem da compreensão do governo da Alma sobre Sua criação. Ele nos diz que Deus, a Alma, faz o homem santo—íntegro, inteiro e perfeito. De acordo com o dicionário Webster 1828: “Dizemos que um homem é santo quando seu coração esteja, de certo modo, conformado à imagem de Deus, e sua vida seja seja regulada por preceitos divinos”. Esse versículo diz que a liberdade inocente que vem a todo ser vivente, aparecerá na “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. Não poderíamos pensar nisso como quando a luz da Verdade alvorece na consciência, revelando a verdadeira relação de Deus e o homem—A Alma e o corpo?
Enquanto lia a Leitura Alternada (Salmos 16:1,2,6,8-11; 96:2,4,6-9) prestei atenção ao que diz sobre o que Deus faz e o que homem faz para corresponder. Entre outras coisas, Deus preserva, é constante e misericordioso, mostra o caminho à vida, é grande e a fonte da força, alegria e beleza. Em resposta, o homem é designado a confiar, seguir, rejubilar, dar glória a Deus e refletir a salvação que vem de Deus. Deus é a fonte do bem. Nossa tarefa é aceitar e confiar no bem. Mas, lembrem-se, até mesmo a habilidade de confiar e aceitar tem sua origem em Deus. O homem expressa a santidade de Deus.

Seção 1: A Alma—fora do corpo, nunca dentro dele—governa o homem.
Há muitos exemplos no universo físico de coisas que não são como parecem. Talvez o exemplo mais comum (e referido nesta Primeira seção) seja “o movimento do sistema solar” (CS4, p. 114). De fato parece que a terra seja o centro e que o sol, planetas e estrelas, circulem ao redor dela. Mas, há muito tempo, os cientistas fizeram descobertas que reverteram essa aparência. Desde então nossa compreensão do espaço se expandiu e nossa visão tornou-se cada vez mais clara. Assim parece aos sentidos físicos que a alma (ou a vida) esteja em um corpo e sujeito aos caprichos e vulnerabilidades da matéria para determiner a qualidade de sua vida—determinar se será saudável, feliz e belo, ou doentio, confuso e frustrado.
A Ciência (a Ciência Cristã) reverte essa falsa evidência e revela que o homem reflete a perfeição, a saúde, a inteireza, a beleza, a alegria, etc, da Alma. Um reflexo (quer seja considerado como expressão de pensamento, uma imagem exata ou retornando a luz) não pode ser corpóreo (ou seja, consistir de um corpo material). Um reflexo não pode ser constituido por, contido em, ou definido por um senso mortal de corpo—assim como não pode a Alma (a fonte e definidora da identidade) ser contida em ou definida por um senso mortal de corpo (CS2, p. 305). Não nos deixemos mesmerizar pelo que pareça ser a relação de corpo e alma como também não somos mesmerizados (ou confundidos por um momento) pelo movimento do sistema solar. Em vez disso, exaltemos a Deus—a Alma—como aquilo que governa toda a criação, inclusive o que nos concerne como Seus filhos. O salmista diz: “O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras” (B1, Salmos 145:9). NENHUMA exceção! “O homem é o reflexo da Alma” (CS7, p. 249). O restante da Lição nos ajuda a compreender o que isso significa.

Seção 2: A beleza da santidade – a beleza da Alma.
O capítulo 16 das Crônicas descreve o rei Davi trazendo a Arca da Aliança a Jerusalém onde ficaria como proeminente recordação para “buscar o Senhor” enquanto o templo fosse construído. Quando a Arca foi dedicada, o povo foi encorajado a adorar “o Senhor na beleza da sua santidade (B7, 1Crôn. 16:29). O Salmos 100 nos lembra “foi ele quem nos fez, e dele somos” (B8, Salmos 100:3). Um comentarista diz sobre isso: “O Senhor é que determina quem é Seu povo”.
O homem é governado pela Alma em todos os sentidos. Ser governado pela Alma deve incluir o refletir a beleza de sua origem na Alma. Pensem sobre o que pareceria essa “beleza da santidade”, e de como isso se relaciona à construção do templo (que Eddy define em parte como o corpo; CS, p. 595). Não teria nada a ver com uma definição mortal ou material de beleza; definição que muda a toda hora—figura magra é considerada bela numa certa época enquanto uma figura gordinha é considerada bela em outra época. Há os que preferem estaturas, cor de cabelo, formato de olhos ou tamanho da boca. SOBRE nenhum deles temos controle.
Mas, notem outras referências a beleza nesta seção, e vejamos quais qualidades espirituais da alma, refletidas pelo homem constituem um senso de beleza que é duradouro e realizável por todos! O salmista fala dos mansos (ou humildes) sendo embelezados (adornados) com salvação (vitória, saúde e prosperidade) (B9, Salmos 149:1,4). Isaías fala da beleza dos que proclamam o fim do exílio e apontam para a paz e salvação em futuro próximo (B10, Isa. 52:7).
Será que isso não se aplica à beleza que se vê naqueles que hoje em dia—pela vida que levam—divulgam a mensagem de esperança e de presença e poder de libertação de Deus? Isaías compara Deus revestindo Seu povo com os benefícios de sua salvação (segurança, vitória, prosperidade) e justiça (relação com Deus; justiça) como se adornasse uma noiva ou um noivo. Alguém aparenta maior alegria—mais beleza—do que no dia do casamento, por motivo de sua grande alegria? (B11, Isa. 61:10). Tal senso de beleza não tem nada a ver com a condição física do corpo.
Como Jó declara: “A tua vida será mais clara que o meio-dia; ainda que lhe haja trevas, serão como a manhã” (Jó 11:17). Uma pessoa não precisa parecer como quando era jovem—ou quando pensam que aparentavam o seu “melhor” aspecto como de um glorioso nascer do sol e o alegre resplendor do alvorecer. Alguns versículos anteriores Jó revela o segredo: “Se dispuseres o coração e estenderes as mãos para Deus; se lançares para longe a iniqüidade da tua mão e não permitires habitar na tua tenda a injustiça. Então …” (Jó 11:13,14).
Assim, expressar a beleza da Alma não tem nada a ver com detalhes de um corpo, mas de como vivemos em relação a Deus, a Alma—reivindicando como nosso todo o bem que é Deus, e resistindo a todas as ilusões dos sentidos que sugerem podermos viver separados daquele bem—separados de nossa fonte.
As citações de Ciência e Saúde explicam que a beleza é eterna; que o mutável sentido de beleza é definido pelo costume ou educação, mas que a imortalidade tem uma glória (ou beleza) que lhe é própria, que é independente da matéria e habita para sempre na Mente (ou Alma) e que é refletida pelo homem (CS10, p. 247). Nossa tarefa é afeiçoar nossos pontos de vista corretamente e não ser enganado por falsas definições (CS8, p. 246). Todos (homens e mulheres) podem ser diferentes e belos neste mundo expressando a “beleza da santidade”. Considerando o idioma grego, podemos pensar en santidade como um separar-se de padrões materiais e focar-se em nossa sagrada relação com tudo o que é bom—a beleza da Alma. Como Eddy afirma: “A receita para a beleza é ter menos ilusão e mais Alma…” (CS10, p. 247). Isto significa não ser enganado pela ilusão que nos diz que a aparência externa (definida pela moda e opinião mortal) é tanto bela como não! A beleza que é governada pela Alma resplandecerá radiante e não poderá ser confinada a alguma definição material!!!


Seção 3: A alegria da Alma.
Não importa quão obscuras as coisas possam parecer às vezes, nada pode nos impedir de expressar alegria! Eu me lembro de uma época há muitos anos atrás, quando estava levando meus filhos para a escola. Não tenho ideia do que estava acontecendo em nossas vidas, mas lembro de me sentir muito perturbada sobre o que quer que fosse. Depois de deixar o ultimo filho na escola, ocorreu-me que nada poderia me impedir de sorrir. E então coloquei um sorriso no rosto, embora naquele momento parecesse haver pouca razão para estar expressando alegria. No momento em que cheguei em casa (apenas uma viagem de 5 a 6 minutos), aquele sorriso funcionou de fora para dentro e toda a minha perspectiva mudou. Vi que tudo o que estava me perturbando certamente seria resolvido e meu pensamento estava pronto para receber a inspiração que Deus tinha reservado para mim!
“Cantar hinos” é considerado um modo apropriado de agradecer a um monarca. Neste caso, Deus é o governante de toda a terra. (B13, Salmos 100:1) Que melhor maneira de abordar nossas orações do que com a expectativa de alegria? Enquanto enfrentavam as dificuldades de viajar pelo deserto, os filhos de Israel sempre tiveram a esperança da liberdade que os esperava na Terra Prometida. E, assim, estamos certos de que “a idéia espiritual guiará todos os desejos corretos na sua passagem dos sentidos para a Alma, de um senso material da existência para o espiritual, elevando-os à glória preparada para aqueles que amam a Deus” (CS13, p. 566).
A verdadeira alegria nunca pode ser encontrada nas condições mutáveis ​​da vida mortal que parecem incluir altos e baixos. Portanto, precisamos deixar de olhar para as condições materiais, pessoas ou circunstâncias a fim de encontrar essa alegria e reivindicar aquilo que já é nosso para sempre à medida que a buscamos na Alma - à luz do Sol da Verdade, que governa todas as coisas corretamente. Negar todas as alegações da matéria - incluindo aquelas que dizem que nossos corpos, nossos relacionamentos, nossa prosperidade é controlada por circunstâncias materiais - nos dá um enorme passo à frente na busca das alegrias imutáveis ​​da Alma (CS15, p. 242).
A alegria é um atributo permanente da Alma ... como a luz é um atributo do sol ... e quando nos voltamos à Alma, o Espírito, veremos que não podemos deixar de ver essa alegria, assim como vemos a luz quando nos voltamos para o sol. Então, não importa o quê, coloque um sorriso (mesmo que seja apenas dentro de você), encha seu coração de gratidão pela presença eterna de Deus e caminhe pelos momentos sombrios com expectativa e com a alegria interminável e ininterrupta da Alma!

Seção 4: A força da Alma.
Há muita ênfase nos dias de hoje no desenvolvimento de força física através de dieta e exercício. Mas, esse modelo - que começa com o corpo - é exatamente o oposto do que é necessário para expressar a força que tem sua fonte na Alma e é sempre refletida totalmente pelo homem! Começando com a matéria, nós compramos o modelo do tempo e temos que esperar que a força se desenvolva, ou ficar à mercê de uma mudança na condição física.
O homem no tanque de Betesda estava esperando há 38 anos pelo que acreditava ser a meta inatingível de entrar na água em um determinado momento em que era agitada. Quando Jesus ordenou ao homem que pegasse sua esteira e andasse, qual foi a única coisa exigida ao homem? A obediência! Não questionando o método - embora ele certamente estivesse cheio de desculpas anteriores - ele agora obedientemente respondeu ao mandamento de Jesus. E seu corpo foi obediente em sua resposta à Alma. É tão natural para nós obedecer a Deus, como seu reflexo, como é para nossos corpos obedecerem ao controle da Mente, ou da Alma. Lemos no livro-texto: “O universo está repleto de ideias espirituais, as quais emanam de Deus, e elas obedecem à Mente que as cria” (CS, p. 295).
Responder obedientemente à autoridade da Verdade é natural quando entendemos que a força nunca teve sua origem em ossos, tendões, nervos, músculos, etc. A matéria não governa a expressão espiritual (ou reflexão) da Alma. Precisamos decidir de que lado escolheremos argumentar. Como Mary Baker Eddy diz, “não multiplicamos quando deveríamos subtrair, e depois dizemos que o produto está certo”. E assim, não confiamos em fontes materiais vulneráveis ​​de força quando queremos demonstrar uma força infalível, eterna e duradoura. Jesus falou com a autoridade da Verdade (a Ciência divina) e o homem respondeu. E assim falamos com essa mesma autoridade, afirmando o que é absolutamente verdadeiro sobre o homem de Deus - o reflexo da Alma - sabendo que é a Mente divina que cura (CS18, p. 219).
Nos são dados passos específicos a serem tomados para argumentar do lado certo ... falar com autoridade, "não olhes para o corpo, olha para a Verdade e o Amor"; “Mantém o pensamento firme no que é duradouro, no que é bom e no que é verdadeiro”; “Eleva-te na força consciente do espírito da Verdade para derrubar o argumento da mente mortal, isto é, da matéria”; “Apaga as imagens do pensamento mortal, bem como suas crenças na doença e no pecado”. Mas, finalmente, obedientemente respondemos à autoridade da Verdade, deixando “que a Alma domine as falsas aparências dos sentidos corpóreos e faça valer suas próprias reivindicações sobre a mortalidade e a doença” (CS19, p. 396; CS20, p. 261; CS21, p. 390) Deus é o sanador e podemos contar com Ele para nos revelar, passo a passo, a força e a liberdade concedidas ao homem como reflexo da Alma (CS22, p. 444).

Seção 5: A saúde e a harmonia da Alma.
Elaborando em torno de ideias idênticas expressas na Seção 4, aprendemos como é importante compreender a relação da Mente, a Alma, e o corpo. Embora o versículo de 3João seja dirigida especificamente ao destinatário da missiva de João, desejando-lhe que sua saúde, seja tão forte como seu espírito, podemos tomar isso também como o desejo de Deus a cada um de Seus filhos (B23, 3João1:2). A saúde, (inteireza e santidade) é um atributo divino naturalmente refletido pelo homem.
Como diz o salmista: “Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, [a saúde de meu semblante]” [Segundo Bíblia inglesa] (B21, Salmos 42:11). Achei interessante que nenhuma outra versão bíblica usa o termo saúde nessa frase. Do idioma grego pode se traduzir por salvação, ajuda, prosperidade. Mas, não é isso que é a saúde? Salvação (ou ser salvo ou resgatado) daquilo que Deus não criou—daquilo que não tem lugar na Alma—e por isso não tem lugar no corpo ou na identidade, como expressão da Alma.
Jesus compreendia completamente a natureza espiritual do homem—“Por saber que a Alma e seus atributos são eternamente manifestados por meio do homem”—enquanto seus discípulos ainda não haviam captado isso plenamente. Assim, Jesus pôde repreender “o espírito imundo”, ou a falsa sugestão de uma realidade separada de Deus, e curar o rapaz (B22, Lucas 9:38-43). Aprendemos na Ciência Cristã que a cura resulta da “ação científica da Mente divina sobre mentes e corpos humanos…” (CS23, p. 210).
Quando compreendemos essa ação e “[banimos] todos os pensamentos de doença, de pecado e de outras crenças incluídas na matéria”—quando “delineamos no [corpo] pensamentos de saúde, não de doença”—somos capazes de ver através do falso e invertido senso da doença para ver a condição naturalmente sadia e integral do homem que expressa a santidade e a harmonia de ser governado pela Alma, fora do corpo (CS25, p. 208; CS28, p. 273).
Nunca devemos fixar o foco num corpo alquebrado (o que deve ter sido o caso que mesmerizou os discípulos). Nós simplesmente magnificamos a Deus e reconhecemos a verdadeira relação de Alma e corpo. Sob uma perspectiva material, o bem pode ser mudado—alegria pode passar a tristeza, ausência para presença de dor, saúde em doença, prosperidade em pobreza. Mas, quando compreendemos que somos governados pela Alma imutável e eterna, e não pelo senso material, podemos demonstrar o bem imutável que é inerente na Alma perfeita e refletida no homem perfeito (CS27, p. 125).

Seção 6: As magníficas e infinitas capacidades da Alma.
O homem da expressão da Alma—isto é, você, eu e todos—é inteiramente ilimitado! O salmista descreve Deus como “sobrevestido de glória e majestade” (B24, Salmos 104:1,31,34). Excelência e esplendor são palavras que também se encaixam aqui. E, sabem o que mais, … se Deus é sobrevestido de excelência e esplendor, assim também somos nós por reflexão. Essas qualidades (expressas de modos maravilhosamente únicos e individuais) nos definem!
Esse esplendor, essa excelência, glória e grandeza não podem ser confinadas a um corpo material ou limitadas por um senso de capacidade humana. A Alma (identidade espiritual) é Espírito e, por isso, é ilimitada e totalmente refletida pelo homem (CS30, p. 467). A Alma não pode existir independentemente de sua expressão, nem pode o homem existir independentemente da Alma—tanto quanto o sol e seus raios, a música e sua notas ou a matemática e seus números, não podem ser separados.
Eu vos convido a acalentar a última seção da Lição desta semana. Pensem no que significa para Deus expressar no homem “a ideia infinita que perpetuamente se revela, se expande e se eleva cada vez mais, procedendo de uma base sem limites” (CS31, p. 258). Expressar pode significar revelar ou tornar conhecido. Deus torna Sua natureza infinita conhecida por meio do homem. Repito, acho útil pensar sobre isso do mesmo modo como penso do sol fazendo-se conhecido por sua luz, e a música por suas notas.
Jesus foi muito claro de que não fazemos nada por nós mesmos. É tudo de Deus—a Alma governando nosso ser! Assim, para descobrir nossas capacidades infinitas, nós magnificamos “[engrandecemos] o Senhor” e “exaltamos [louvamos] Seu nome” [ou natureza] (B25, Salmos 34:3). Aquilo que é infinito é sem limites, imensurável, perfeito, íntegro, completo, eterno, perpétuo, inquebrantado, ininterrupto. Compreender que somos a expressão de Deus, a Alma, significa que nossas habilidades e experiência nunca são definidas por circuntâncias, história, QI, ou qualquer tipo de medidas. Somos sem limites, tanto quanto a Alma, o Espírito não tem limites. Tudo o que temos a fazer é lembrar-nos de dar glória a Deus!!! Bendito seja SEU santo nome!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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