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Só podemos ver o que é real! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: São reais o pecado, a doença e a morte?

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Saturday, October 10th, 2020

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Só podemos ver o que é real!]

05 a 11 de outubro de 2020

São reais o pecado, a doença e a morte

Estudo preparado por:

por Christie C. Hanzlik, C.S., Boulder, CO

ccern@mac.com • 720-331-9356 • christiecs.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Não consigo pensar em alguma outra das Lições Bíblicas da Ciência Cristã para a qual as definições claras de termos sejam mais importantes do que para esta. Sem definições claras, o tema “São reais o pecado, a doença e a morte?” pode parecer obscuro e sem contato com um mundo no qual as manchetes dos jornais relatam uma violência chocante, uma pandemia e estatísticas de mais de 1.000.000 de mortes relacionadas a vírus em todo o mundo. Mas podemos resolver esses problemas por meio da oração, e está ficando cada vez mais claro que só podemos resolver esses problemas por meio da oração. Vamos começar definindo alguns termos.

Para definir os termos do tema da Lição Bíblica desta semana, vou usar um círculo perfeito para simbolizar o "real" e o termo "real" significa perfeito, íntegro e completo. Espero que essas definições também sejam úteis para você, mas sinta-se à vontade para criar suas próprias definições.

• real - simbolizado por um círculo; aquilo que é eterno, sem começo nem fim; íntegro e completo; um bem indestrutível, inalterável; estabelecido pela Mente, a Alma, o Espírito, o Princípio, o Amor, a Verdade e a Vida ilimitados.

• irreal - simbolizado pela imitação de um círculo; limitado, distorcido, não confiável

• pecado - a crença de que podemos existir fora do reino do bem e que somos um círculo quebrado. Como verbo, ‘pecar’ é o que nos faz acreditar que podemos existir fora do reino do bem ou de que somos um círculo quebrado

• doença - a crença em um círculo distorcido, incompleto ou instável que precisa de reparo

• morte - a crença em um momento em que o círculo deixa de existir ou de ser um círculo

TEXTO ÁUREO E LEITURA ALTERNADA

O Texto Áureo da lição desta semana não nega que as dificuldades parecem surgir em nossa experiência, mas promete que Deus, o Amor divino, enxugará nossas lágrimas e nos promete conforto quando nos sentirmos repreendidos e condenados (TA: Isaías 25:8). Colocando este pensamento em “termos circulares” - o Texto Áureo promete que o Amor divino corrigirá e governará nosso senso claro de que somos um círculo inteiro sem manchas ou falhas.

A Leitura Alternada oferece a reconfortante garantia de que estamos seguros, como habitantes de um lugar sagrado. Deus, o Princípio divino, governa e protege a ordem de nossa existência. Recebemos a promessa: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás; nem a chama arderá em ti" (Isaías 43: 2).

Esta garantia reconfortante da governança protetora do Princípio divino me lembra de um artigo do Christian Science Journal do qual um amigo me falou na semana passada, "Onde vivemos: No Caos ou no Cosmos?" por Richard Fremont Brooks, no qual o autor conclui: “Todos nós podemos aprender como ver através e além do caos para a segurança do cosmos de Deus - aprender a ver a presença real do reino de Deus aqui na Terra. Passo a passo, podemos demonstrar que estamos igualmente seguros na firmeza do cosmos da Mente divina, onde a fúria ilusória da matéria ou das forças da matéria - aliás mente mortal - não pode nos atingir. Por meio da demonstração da Ciência divina, o caos da mente mortal pode realmente se tornar 'o degrau para o cosmos da Mente imortal’.”

Da edição de dezembro de 1990 de The Christian Science Journal

(https://journal.christianscience.com/shared/view/1gxa38ilclc?s=e)

Seção 1: Comece com a visão de deus para determinar o que é real

Pelo que compreendo, a primeira seção da lição estabelece a base do que é "real", como definimos anteriormente. Para determinar o que é real, começamos com a visão de Deus porque a visão da Mente divina é completa, íntegra, clara e precisa. O livro de Habacuque descreve a visão de Deus: "Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar" (B1, Hab. 1: 13). A verdade de Deus é verdadeira e inquestionável. É eterna... permanente. A verdade de Deus é real (B2, Salmos 100: 5).

Quão antiga é a eternidade? “Antes que os montes nascessem e se formassem a Terra...” isso é apenas uma simples informação que significa que a realidade do bem não tem começo – “de eternidade a eternidade” (B3, Salmos 90: 2).

Mary Baker Eddy amplia o conceito sobre Deus como a base para o que é real - o bem sem começo e onipotente. Como ela afirma, "...o bem é o termo utilizado para Deus" (CS1,p.286:16).

Se Deus é o bem, então Deus não poderia criar o pecado, a doença ou a morte (CS2, p.356: 19). Esse trio de erros está “fora da distância focal” da Mente divina, e, portanto, é uma inversão ou distorção do real (CS3, p.301: 23).

Vejam abaixo quatro fotos que mostram o que quero dizer:

Foto em preto e branco

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A primeira foto simboliza a visão perfeita...a visão de Deus, que, em verdade também é a nossa visão. O círculo perfeito simboliza o “real”. Nas três imagens seguintes, o círculo está obscurecido de várias maneiras. Na primeira foto – que talvez simbolize “o pecado” – o círculo está quebrado e precisa ser consertado. Na segunda foto – que talvez simbolize a doença – o círculo está manchado. E na terceira foto – que talvez simbolize a morte – o círculo está completamente oculto.

Ora, sabemos que o círculo está inteiro, completo e aparece em todas as quatro fotos. Será que ele é menos real quando está parcialmente oculto? Não. Existe uma maneira de tornar o círculo mais real? Não, porque ele já é real, por definição. Tudo o que precisamos fazer é reconhecer que o papel não tem poder para tornar o círculo menos real.

Os escritos de Mary Baker Eddy são claros e precisos e não precisam ser alterados para serem compreendidos. Isso posto, pode ser útil colocar a última citação da primeira seção nos "termos do círculo" empregados ​​aqui.

“Ao longo de muitas gerações as crenças humanas [do papel interferindo no círculo] vão ganhando concepções mais divinas, [uma visão clara e pura do círculo], e o modelo imortal e perfeito da criação [o círculo] de Deus será finalmente visto como a única concepção verdadeira do existir” (CS4, p. 260: 9).

Para mim, esta é a função da oração. Para discernirmos o círculo e não sermos enganados pelo trio ardiloso do papel – o pecado, a doença e a morte.

Seção 2: Quando o “Real” e a falsificação aparecem lado a lado

A segunda seção contém a parábola do joio e do trigo, que, no contexto dessa lição, consiste em distinguir entre o real e o irreal mesmo que o irreal esteja clamando por nossa atenção.

Nesta parábola Cristo Jesus nos aconselha a não ficarmos amedrontados a ponto de confundir os dois. Devemos permanecer alertas para separar um do outro. Quando enfocamos o real e mantemos nossa atenção firmada no modo de ver de Deus não seremos enganados pelo irreal, mesmo que este seja tenaz como uma erva daninha. Naturalmente, uma vez que percebemos tratar-se de uma erva daninha nós a destruímos.

Eis aqui três fotos de círculos que ilustram a parábola:

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Na primeira foto vemos um círculo, mas pode ser que ainda não percebemos com clareza que existe uma falsificação, representada por um elástico redondo, crescendo ao lado, pois o papel – simbolizando a visão limitada – a obscurece. Isso simboliza a natureza oculta do “pecado” – a crença de que o círculo perfeito possa ser rompido ou alterado. Na segunda foto, já está mais claro que existe uma falsificação simulando um círculo – a falsa crença do pecado foi revelada. Na terceira foto o elástico foi separado do círculo, a situação está clara, e agora o podemos queimar o elástico. Uma vez exposto, o pecado pode ser destruído. Quem sabe, eu poderia ter mostrado uma quarta foto do elástico pegando fogo, mas pensei que o cheiro seria desagradável e o fogo poderia chamuscar a minha escrivaninha. Mas podemos imaginar a falsificação pegando fogo!

O elástico redondo nas fotos acima representa as ervas daninhas que Mary Baker Eddy define como: “mortalidade; erro; pecado; enfermidade; doença; morte.” (CS7 p. 595:4) O papel representa uma visão limitada e amedrontada. Uma vez removida a visão limitada e amedrontada percebemos o que está acontecendo realmente.

Em realidade, o círculo perfeito e o elástico nunca se misturam, assim como a Vida nunca se mistura com o pecado e a morte. (CS6, p. 343)

A visão clara de Cristo Jesus revelou à toda a humanidade a mentira da existência do pecado e da morte. Cristo Jesus via como Deus via e compartilhou esta visão conosco por meio de “parábolas e argumentos.” Nós também podemos perceber o real, simbolizado pelo trigo e pelo círculo intato. Ao aprendermos a Ciência do Cristo, nós também podemos aprender como por a descoberto a visão errônea e fazer a separação entre o real e o irreal.

Seção 3: Esforçar-se para obter uma Visão mais Elevada e Mais Correta

A terceira seção inclui o relato de Zaqueu, que subiu em uma árvore para ver Cristo Jesus passando por entre a multidão. A disposição de Zaqueu de ver Cristo Jesus e de se esforçar por obter uma nova perspectiva demonstrou sua vontade de conhecer o “real” -- a verdadeira percepção acerca de Deus. Embora muitas pessoas classificassem Zaqueu como um “pecador” – uma pessoa separada do bem – seu forte desejo de aprender mais acerca de Deus através de Cristo Jesus demonstra sua unificação com Deus. Em verdade e em realidade, Zaqueu nunca estivera separado do bem e Cristo Jesus naturalmente reconheceu esse fato ao entrar na casa de Zaqueu.

De acordo com a descoberta de Mary Baker Eddy, “Na Ciência divina, Deus e o homem real são inseparáveis como Princípio divino e ideia divina.” (CS15, p. 476) Deus e Zaqueu eram e são inseparáveis, assim como nós também somos inseparáveis de Deus. Cristo Jesus reconhecia o fato de nossa unificação com Deus de maneira tão clara que ele conseguia curar o pecado – a crença de estarmos separados de Deus.

Voltando às fotos dos círculos, muitas pessoas viam Zaqueu como se ele fosse um simples elástico, um círculo imperfeito. Mas Jesus mantinha a visão clara, ali mesmo onde todos os outros (e provavelmente o próprio Zaqueu) viam através de um pedaço de papel que distorcia o verdadeiro e perfeito círculo que era Zaqueu. A visão correta de Jesus restaurou Zaqueu à sua circularidade legítima. Falando claramente: Zaqueu sempre foi um círculo perfeito e a verdade-Cristo fez com que ele percebesse esse fato. Assim, Cristo Jesus demonstrou a natureza impecável de Zaqueu.

Mary Baker Eddy descobriu as leis de cura física que também nos capacitam a por a revés o pecado. Como ela explica: “Para derrubar a alegação do pecado é preciso detectá-la, tirar-lhe a máscara, mostrar que ela é uma ilusão e, desse modo, obter a vitória sobre o pecado e provar sua irrealidade.” (CS17, p. 447) Em têrmos de círculo, para corrigir a crença de que exista um círculo imperfeito você tem que perceber que há um pedaço de papel encobrindo a visão, tem que remover o papel, mostrar como o elástico parecia estar preso ao círculo perfeito, tirar o elástico e assim mostrar que o elástico não tinha poder para modificar a perfeição do círculo.

Seção 4. A Verdade é a verdadeira e não precisa convencer.

Na quarta seção, encontramos o relato de Cristo Jesus curando um homem possesso de demônios que era louco e se autodenominava “Legião”.

Para mim, essa cura é significativa no contexto desta lição porque o homem não mostrou o desejo de conhecer melhor a Deus, nem mostrou seriedade em ser curado. E, no entanto, tinha uma necessidade. E Cristo - a verdadeira ideia de Deus - foi capaz de atender a essa necessidade.

Na última seção, a história de Zaqueu mostrou o forte desejo de Zaqueu por uma visão superior de Deus. E Cristo atendeu a essa necessidade, o que é reconfortante. Mas, não é ainda mais reconfortante saber que a verdade de Cristo pode revelar a realidade e restaurar a consciência da perfeição, mesmo quando um indivíduo não a deseja?

A Verdade é a verdade verdadeira. A realidade é realmente real. Cristo Jesus não tornou a realidade verdadeira. Em vez disso, ele entendeu a realidade tão claramente que trouxe outros para seu entendimento. E ele nos disse que podemos fazer isso também.

Em termos de círculo, o círculo é perfeitamente perfeito. Como sabemos que isso é verdade, nenhuma tentativa de obscurecimento ou papel empilhado no topo do círculo poderia tornar a perfeição do círculo menos verdadeira.

A história do porco caindo do penhasco é um pouco chocante e violenta, mas talvez isso nos ajude a ver que quando o pecado - a crença na separação do bem - é teimoso e resistente, podemos precisar colocar um pouco mais de força em nossa oração.

Parece-me que quando a sugestão de doença parece especialmente insistente, podemos jogá-la mentalmente de um penhasco junto com todos os argumentos que ela tentou usar. A "doença" particularmente insistente - a crença de um círculo distorcido que precisa de reparo - é geralmente rotulada de "incurável". À medida que aceitamos a sugestão de incurabilidade, estamos aceitando que algumas coisas estão fora do círculo perfeito. Não. Nada está além ou separado da presença constante do círculo real e perfeito.

Certa vez, perguntei a outro praticista da Ciência Cristã por que a doença mental e a demência pareciam difíceis de curar por meio da oração quando Mary Baker Eddy disse que a insanidade deveria ser mais fácil de curar. Sua resposta ficou comigo. Ele raciocinou que, nas últimas décadas, o rótulo de “incurabilidade” havia sido associado a doenças mentais por médicos em grau extremo. É a crença na incurabilidade que parece difícil de curar. Desde então, tenho me esforçado para obter um entendimento cada vez mais claro de que não existe nenhuma chamada perturbação que seja incurável.

Em termos de círculo, não há nada que seja capaz de modificar o círculo perfeito. O círculo perfeito é real e perfeitamente redondo, nada pode torná-lo diferente. Você poderia juntar todos os tipos de papel diferente para tentar encobrir a perfeição do círculo, mas ainda assim não poderia mudar a natureza do círculo perfeito. Metaforicamente, todo papel é uma ilusão, assim como “Toda doença [é] uma ilusão” (CS24, p. 348).

Seção 5. O que você pensa é o que importa.

A seção cinco inclui o relato de Mary Baker Eddy curando um moribundo em Lynn (CS27, p. 192; CS28, 193). Assim como o homem que se autodenominava "Legião", o homem em Lynn não parece estar particularmente interessado em aprender mais sobre Deus ou seu relacionamento com Deus. Poderíamos até rotulá-lo de "paciente não receptivo" no sentido de que ele não estava demonstrando receptividade assim como Zaqueu o fez. Mary Baker Eddy escreveu que foi “chamada à cidade para visitar” o homem, mas não que ele tivesse solicitado tratamento específico pela Ciência Cristã *.

A ideia do “paciente não receptivo” direciona meu pensamento para o artigo do Journal, “O que você pensa é o que importa,” de Milton Simon. Nesse artigo, o autor discute se nossa oração pode curar um paciente que não é receptivo. Ele afirma o seguinte: “Quando um homem que esteja doente ou em apuros busca a ajuda de um Cientista Cristão, o erro é, em realidade, a crença cega lidando com aquele homem, e não a pessoa. A liberdade será demonstrada quando for destruída a falsa alegação, que se autodenomina de doença ou problema e argumenta com o paciente. A mesma crença sombria, que tenta hipnotizar o paciente, por sua vez, tentará enganar o Cientista Cristão. Mas não é a crença do homem ou do CC; é uma crença da mente mortal tentando hipnotizar o pensamento de ambos”. Da edição de junho de 1967 do The Christian Science Journal

(https://journal.christianscience.com/shared/view/1b0li4fequk?s=e).

Milton Simon raciocina que, como o Cientista Cristão vê corretamente e não aceita a sugestão de doença, o estado de alerta do praticista também desperta o paciente, da mesma forma que se uma pessoa acender a luz de um quarto, a luz ilumina o quarto para ambas as pessoas.

Em termos de círculo, se você e eu estivéssemos olhando para o círculo sob um pedaço de papel e você removesse o papel, o círculo se tornaria claro para nós dois.

Esta é uma metáfora para o que Mary Baker Eddy fez pelo homem em Lynn. Pelo que entendi, ela viu a vida imortal do homem, seu ser eterno e harmonioso - seu círculo perfeito e inseparável da Vida divina. Ela viu isso tão claramente que sua visão correta trouxe ao homem a consciência disso também. Ela não mudou os fatos do ser. Sua prece e atenção à Vida trouxeram essa consciência para o primeiro plano e, assim, todos puderam ver os fatos sobre o ser mais claramente. Ela viu a realidade. Como ela explica, “A autora curou doenças orgânicas consideradas incuráveis e levantou moribundos para a vida e a saúde pela compreensão de que Deus é a única Vida” (CS26, p. 428).

[* É importante notar que quando Milton Simon está falando sobre o “paciente não receptivo”, ele não se refere necessariamente a alguém que não solicitou ajuda na Ciência Cristã. Pelo que entendi, ele se refere a alguém que se apega obstinadamente a concepções limitadas e não deseja abandonar a crença de que está separado do bem. Para ler mais sobre as opiniões de Mary Baker Eddy contra "Cura Mental Obtrusiva", consulte Miscellaneous Writings [Escritos Diversos], p. 283:4. O que Mary Baker Eddy fez pelo homem em Lynn está bem dentro de suas afirmações sobre quando é apropriado dar tratamento pela Ciência Cristã a alguém que não o solicitou]

Em minha experiência, não precisamos nos preocupar com a possibilidade de que nossa oração pelos outros contradiga a admoestação de Mary Baker Eddy de aplicar a Regra de Ouro em nossa aplicação da Ciência Cristã. A mesma decência que nos impede de invadir a casa do nosso vizinho e vasculhar as gavetas de sua mesa e reorganizar a mobília da sala de estar, é a mesma decência que nos impedirá antes de orarmos de uma forma que seja intrusiva. Em termos de círculo, seria intrusivo ver falhas em como outra pessoa esteja vendo seu círculo ou apontar as maneiras pelas quais ela deveria entender melhor seu círculo se não pedisse ajuda. Mas não é intrusivo ver alguém como um círculo perfeito. Uma maneira de orar pelos outros que não pareça intrusiva é focalizando minha visão deles como inseparáveis ​​do Amor, da Vida, da Verdade, e vendo-os como um raio de luz em união com o sol, a Alma divina e vivendo no reino do Princípio sempre presente. Tão importante quanto, eu me esforço para nunca me preocupar com os outros, porque fazer isso seria uma forma sutil de má prática, porque eu estaria aceitando que um poder diferente de Deus esteja presente em suas vidas, ou que a onipotência de Deus esteja de alguma forma menos presente em suas experiências. Esses dois tipos de oração - recusando-se a se preocupar com alguém e afirmando a sempre-presença da onipotência do Amor na vida de alguém - até agora parecem apropriados e não intrusivos em minha experiência.

Seção 6: Uma conclusão enfática

A sexta seção é como um ponto de exclamação para a lição toda. Conforme mantemos a real - e perfeita visão - o mesmerismo do pecado, da doença e da morte perde seu agarrado.

As vezes parece difícil de manter uma visão clara da perfeição ilimitada quando somos bombardeados pela mídia com notícias de estatísticas de mortes e turbulências mundo afora. Mas notei que mantendo os termos claramente definidos, com um entendimento afiado e nítido do que é “real”, ajuda a manter a visão correta em foco. Podemos seguir as instruções em Tessalonicenses e “orar sem cessar” para mantermos nosso entendimento afiado e nítido sobre o que é “real”. Podemos manter uma visão clara sobre o metafórico círculo perfeito e “nos mantermos firmes naquilo que é bom” (B17, 1 Tess 5). E é claro se nos sentirmos perdendo o foco dessa visão perfeita, podemos olhar para o exemplo de Cristo Jesus para aprendermos mais sobre enxergarmos a realidade da criação de Deus.

Mary Baker Eddy oferece conselho gentil a nós conforme tentamos esclarecer cada vez mais aquilo que é “real”. Ela escreve: “O que mais necessitamos é orar com o desejo fervoroso de crescer em graça, oração que se expressa em paciência, mansidão, amor e boas obras (CS29, p. 4). A graça é a consciência de que somos amados mesmo quando pensamos não ser merecedores. E, Mary Baker Eddy escreve: “A graça e a Verdade são mais potentes do que todos os outros meios e métodos” (CS30, p. 67).

Nossa visão clara sobre a realidade é necessária. Com esse foco claro no que é real, somos libertos da crença na separação do bem, da crença de que o bem possa ser distorcido ou precisar de concerto, ou da crença de que o bem possa um dia terminar. Somente podemos ver o que é real.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Ursula J. Dengler, e William Trentini, com revisão de Ovídio Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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