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Podemos conhecer a Deus! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, June 29th, 2020

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Podemos conhecer a Deus!]

29 de junho a 5 de julho de 2020

Deus

Estudo preparado por:

Christie C. Hanzlik, CS, Boulder, Colorado, EUA

ccern@mac.com • +1.720.331.9356 • christiecs.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Introdução: A palavra “Deus”

A palavra Deus tem tantas definições e é usada de tantas diferentes maneiras, que normalmente acho mais significativo usar um dos sinônimos para Deus que Mary Baker Eddy provê, e que ocorrem na Bíblia — Amor divino, Verdade divina, Espírito divino, Vida divina, Mente divina, Alma divina ou Princípio divino — (sendo que Princípio também é usado na Bíblia como lei). Por exemplo, se estou falando das qualidades da inteligência que obtemos de Deus, provavelmente uso o sinônimo “Mente divina”; quando falo da honestidade que vem de Deus, posso usar o sinônimo “Verdade divina”; quando falo da ordem e harmonia no universo, posso usar o termo “Princípio divino”. De fato, por algum tempo evitei usar a palavra “Deus”, a ponto de me referir à palavra como “D”.

Mas, há algumas noites eu conversava com uma conselheira do Acampamento dos Cedros e usei várias vezes a palavra Deus. Ela me explicou que, como eu, ela se sentia desconfortável ao usar a palavra Deus porque lhe dava a imagem antropomórfica de uma figura humana andando por aí, embora ela soubesse intelectualmente que Deus não é antropomórfico.

E então, eu tive uma súbita inspiração.

A razão pela qual eu estava usando a palavra Deus em vez de um sinônimo enquanto conversávamos é que a palavra Deus é o único modo que eu conheço de descrever o poder infinito e eterno que inclui os sete sinônimos de Deus numa só vez. Em outras palavras, posso usar a palavra Amor como sinônimo para “Deus”; mas se quero falar sobre os sete sinônimos simultaneamente, a palavra Deus é a mais adequada. De repente, senti uma apreciação pela palavra “Deus”, e comecei a gostar de usá-la novamente.

Este MET (Estudo Metafísico dos Cedros) contém ideias que me pareceram úteis enquanto estudava a lição, e embora eu espere que ajude vocês, é apenas uma das visões, há muitas outras inspirações e abordagens. Sintam-se livres em compartilhar suas ideias se desejar.

Texto Áureo & Leitura Alternada

O TA (Isaías 40:18) segue apoiando a nova inspiração e apreciação pela palavra “Deus” que descobri na semana passada. “Quem pode ser comparado a Deus? Existe algo como Ele?” Para mim isso quer dizer que Ele é único … não há nenhuma outro existir, entidade, poder ou substância que englobe a largura, profundidade e extensão de Deus.

Para mim, a LA (Atos 17:22-28; 1Cor. 8:5,6) assinala a questão de que Deus não é misterioso. Podemos conhecer a Deus. Diferentemente dos ‘homens de Atenas’, que adoravam o ‘deus desconhecido’, a Ciência do Cristo é o estudo, a prática e a demonstração de como podemos conhecer e compreender Deus e de como Ele age em nossas vidas.

Seção 1. Não existe começo.

Esta primeira seção dá o tom do restante desta Lição Bíblica=, lembrando-nos de que Deus é O que não tem começo. Deus era e é e sempre há de ser. Deus é Amor, Vida, Espírito, Verdade, Mente, Alma e Princípio, e para estes não existe começo. Não há nada afora Deus (B1, 1João 1:1,3).

Nós habitamos no bem que é Deus, e Deus habita em nós (B2, 1 João 4:13). E Deus nos escolheu para compreender o divino Amor, a divina Verdade, a divina Vida, a divina Mente, a divina Alma, o divino Espírito e o divino Princípio (B3, Isaías 43:10).

Os trechos de Ciência e Saúde na primeira seção complementam as ideias da Bíblia. Mary Baker Eddy escreve: “Deus é infinito, a única Vida, a única substância, o único Espírito e a única Alma, a única inteligência do universo, que inclui o homem. Os olhos [limitados e carnais] nunca viram a Deus nem Sua imagem e semelhança, [mas nós podemos ver a Deus por meio do discernimento espiritual]. Nem Deus nem o homem perfeito podem ser discernidos pelos sentidos [limitados]” (CS1, p. 330).

Deus não é incognoscível. Ele cognoscível. Eddy oferece uma definição da palavra ‘desconhecido’ — como “o deus desconhecido’’ mencionado na LA — no Glossário de Ciência e Saúde. Ela escreve: “Desconhecido. Aquilo que só o senso espiritual compreende e que é desconhecido para os sentidos [limitados]. …O paganismo e o agnosticismo talvez definam a Deidade como “o grande incognoscível”; mas a Ciência Cristã traz Deus para muito mais perto do homem e faz com que conheçamos melhor a Deus, como o Tudo-em-tudo, perpetuamente junto do homem” (CS2, p.596).

Nós podemos. por meio da Ciência divina, compreender a Deus.

Seção 2. O bem de Deus é incontável.

A segunda seção dá ênfase ao fato de que poderíamos contar eternamente e nunca chegar ao ponto de contar todo o bem de Deus. Deus é incontável e infinito. A totalidade de Deus não pode ser medida (e isto é bom) (B5, Jeremias 23:23, 24 e B6, 2 Samuel 5:12).

Tive um pouco de dificuldade em compreender a história dessa seção e de conectá-la com a ideia de Deus como amor sempre presente, mas como percebi, o rei Davi estava ficando muito orgulhoso quanto à extensão de terra e o número de habitantes sobre os quais reinava. O orgulho de Davi o levou a estabelecer um censo – talvez com o propósito de vangloriar-se quanto à sua força e sentir-se ainda mais poderoso. Após receber os números do censo estes não lhe deram o prazer que esperava, e em vez disso ele se sentiu muito deprimido (“sentiu bater-lhe o coração”) e arrependeu-se de seu orgulho. Pediu a Deus que o perdoasse por ter sido tão orgulhoso ao invés de perceber que quem governava era realmente Deus. Ao medir o seu reino Davi também estava limitando o alcance e a extensão do reino...ele estava limitando as bênçãos de Deus em vez de louvar a Deus por suas bênçãos infinitas (B7, 2Samuel 24).

A promessa de Deus era que “um dia, o povo de Israel será como os grãos de areia do mar; será tão numeroso, que não poderá ser contado, nem medido.” (B8, Oséias 1:10, NTLH). Quando Davi mandou contar o número de habitantes através do censo, ele estava mostrando sua falta de confiança em Deus e um sentido orgulhoso de que o reino era dele e não de Deus.

Mary Baker Eddy nos adverte para não contarmos nem enumerarmos as pessoas em nossas igrejas. Talvez haja uma conexão entre as razões dela para fazer esta advertência e a lição que Davi aprendeu ao mandar contar os habitantes de seu reino. Existe um artigo muito importante de autoria de Nathan Talbot, CSB, sobre a maneira de orar com relação aos censos e à “contagem de pessoas” nas igrejas: “Healing, more than counting the people” (Curar, mais do que contar as pessoas) https://journal.christianscience.com/shared/view/2bg50htp1dg?s=e

O ano de 2020 é o ano do censo nos Estados Unidos. Talvez esta seção da lição sirva como lembrança para purificarmos e elevarmos o nosso sentido de censo.

Mary Baker Eddy esclarece, “Deus tem ideias incontáveis [como os grãos de areia do mar], e todas elas têm um só e o mesmo Princípio e a mesma origem” (CS6, p. 517).

A computável infinidade da criação de Deus ajuda-nos a começar a compreender a vastidão de Deus. Procurar contar a criação de Deus pode ser limitador e restritivo. Não podemos medir Deus ou a criação de Deus. “O tudo é a medida do infinito, e nada menos pode expressar Deus” (CS5, p. 336). Poderíamos tentar contar os grãos de areia durante mil anos e nunca seríamos capazes de contar todos eles. Esse conceito nos ajuda a conceber a totalidade de Deus. “Nem mesmo a eternidade jamais pode revelar o tudo de Deus, pois não há limite para a infinitude e seus reflexos” (CS6, p. 517).

Mary Baker Eddy explica que “O homem mortal [como o rei Davi] procurou [medir e contar e assim] rebaixar a Deidade com conceitos humanos. [Quando olhamos com nosso senso limitado] os mortais têm uma visão limitada de todas as coisas.” (CS8, p. 255).

Seção 3. Cristo nos torna conscientes de Deus

Fiquei feliz em ver a história de Sadraque, Mesaque e Abed-Nego na Lição Bíblia dessa semana porque, na reunião de testemunhos de quarta-feira à noite no Acampamento dos Cedros da semana passada, uma conselheira do grupo contou que usou essa história para orar por seu medo de checar a temperatura devido às restrições do Covid-19. Ela disse que, quando precisou verificar a sua temperatura e teve medo de que estivesse alta, percebeu que quando Sadraque, Mesaque e Abed-Nego estavam na fornalha ardente, eles não apenas não sentiram o cheiro de fogo sobre eles, mas também a temperatura do corpo não teria subido. A leitura de temperatura da conselheira resultou normal, mas, ainda mais importante, ela sentiu a presença e o conforto de Deus a libertando do medo.

Essa consciência reconfortante da presença de Deus é exatamente como o que Sadraque, Mesaque e Abed-Nego sentiram na fornalha ardente. De fato, a consciência reconfortante que sentiram também foi vista pelos outros "na forma do quarto homem" - uma quarta figura que representava o Cristo, uma consciência de Deus.

Deus existe, e nós existimos, e Cristo é o que nos torna conscientes da existência e presença de Deus.

Para Sadraque, Mesaque e Abed-Nego, Cristo - sua consciência da existência e presença de Deus - tornou-se visível no "aspecto do quarto" (B12, Daniel 3:1,4-6,8,9,12,14,15-18,21,24,25,26-28).

A dedicação deles em entender Deus, levou Sadraque, Mesaque e Abed-Nego a ir além de um senso fraco de uma divindade desconhecida e confiar em um senso de Deus que podemos conhecer e em quem podemos confiar.. Nós também podemos fazer isso. Podemos conhecer a Deus. Como Mary Baker Eddy afirma: “Devemos [dedicar nossa existência], não “ao Deus desconhecido” a quem adoramos “sem conhecer”, mas ao arquiteto perpétuo, o Pai eterno, à Vida que o senso [limitado] não pode debilitar e que a crença [limitada] não pode destruir” (CS15, p. 428).

Seção 4. Cristo Jesus nos ensinou como conhecer a Deus

Deus não é incognoscível, e o ministério de Cristo Jesus nos mostra como conhecer a Deus. Se Cristo é nossa consciência da presença de Deus, e Jesus recebe o título especial de "Cristo", é porque ele é o homem que, mais do que qualquer outro homem, tinha um constante senso de Cristo, uma constante consciência da presença de Deus.

Como Mary Baker Eddy escreve, “Deus está em toda parte, e nada, a não ser Ele, está presente ou tem poder. O Cristo é a Verdade ideal que vem curar a doença e [a crença de que podemos estar separados de Deus] mediante a Ciência Cristã e atribui todo o poder a Deus. Jesus é o nome do homem que, mais do que todos os outros homens, apresentou o Cristo, a verdadeira ideia de Deus, que cura os doentes e [os que acreditam que estão separados de Deus] e destrói o poder de [uma crença em um fim]" (CS18, p. 473).

Cristo esteve presente com Sadraque, Mesaque e Abed-Nego, mas foi Jesus quem melhor exemplificou o Cristo, e é por isso que ele recebe o título de Cristo Jesus. Em Ciência e Saúde, descobrimos que “Em todas as gerações, tanto antes como depois do [tempo em que Jesus viveu], o Cristo, como a ideia espiritual — o reflexo de Deus — vem com certa medida de poder e de graça a todos os que estejam preparados para receber o Cristo, a Verdade” (CS19, p. 333). “É possível — é até mesmo dever e privilégio de cada criança, homem e mulher — seguir em certo grau o exemplo do Mestre, pela demonstração da Verdade e da Vida, da saúde e da santidade" (CS20, p. 37).

Seção 5. A habilidade de compreender Deus não parou com Cristo Jesus

A missão de Cristo Jesus era mostrar a nós que também podemos compreender Deus e Sua bondade infinita. Ele ensinou e demonstrou que não podemos estar separados do bem de Deus. Essa lição continuou mesmo depois da ressurreição.

O Apóstolo Paulo aprendeu a lição de Cristo Jesus embora eles nunca tenham se encontrado fisicamente, e, portanto, demonstrou que isso também é possível para nós. Paulo escreveu: “eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes [do inferno ou dois mil anos], … poderá separar-nos do amor de Deus” (B16, Romanos 8:38,39).

Paulo é a prova de que o compreender Deus não exclusividade de Cristo Jesus. Na medida em que compreendermos Deus, teremos nEle uma ajuda sempre-presente em momentos de dificuldade e uma fonte de alegria e saúde. Mary Baker Eddy começa o primeiro capítulo do Ciência e Saúde com uma forte afirmação sobre o poder de compreendermos Deus: “A oração que reforma o pecador e cura o doente é uma fé absoluta em que tudo é possível a Deus — uma compreensão espiritual acerca dEle, um amor isento de ego” (CS24, p. 1).

Seção 6. Deus nos conhece

Às vezes parece que gastamos muita energia sentindo-nos como se tivéssemos de trabalhar arduamente para compreender Deus. É um grande conforto perceber que Deus nos conhece. Deus conhece todos os detalhes a nosso respeito e ama todos eles.

Deus se regozija a nosso respeito, e tem alegria conosco com cantoria (B19, Sofonias 7:17).

Deus nos faz conhecer toda a natureza do Amor, da Verdade, da Mente, da Alma, do Espírito, do Princípio e da Vida. Deus diz: “Imprimirei nas suas mentes as minhas leis, na vossa mente, e sobre o coração inscreverei” (B20, Hebreus 8:10).

Estamos escondidos do mundo (palavra que simboliza males distorcivos e danosos), mas somos conhecidos a Deus (CS27, p. 15). Somos conhecidos por Deus, e podemos conhecê-lO. Deus é cognoscível. Como escreve Eddy: “Só questão de tempo quando ‘todos Me conhecerão a Mim [Deus], desde o menor até o maior deles’” (CS28, p. 242).

Embora não possamos enumerar e contar a totalidade de Deus, podemos ter a certeza da infinitude da totalidade sem limites. —“O máximo do bem é Deus infinito e Sua ideia, o Tudo-em-tudo” (CS30, p. 103).

Amém!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler, e William Trentini, com revisão de Leila Kommers e leitura final por Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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