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Faz-me ouvir de tua graça. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Amor.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, July 27th, 2020

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[“Faz-me ouvir de tua graça” (Hino 457)]

27 de julho a 02 de agosto de 2020

O Amor

Estudo preparado por:

Christie C Hanzlik, CS

ccern@mac.com • christiecs.com • +1.720.331.9356

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Estou certa de que vocês encontrarão sua própria inspiração da Lição desta semana sobre “O Amor”, e neste MET compartilho algumas ideias que me vieram durante o estudo.

Às vezes, as Lições parecem seguir o formato de trabalho final de uma disciplina, com uma tese central e evidências comprobatórias, uma introdução e uma conclusão. Seguindo esse raciocínio podemos encontrar a tese no Texto Áureo: “’Eu vos tenho amado’, diz o Senhor” (Malaquia 1:2).

A Leitura Alternada (Isaías 63:7–9, 16; 64:9; 49:13–16) oferece uma forte introdução para esse trabalho final”, e e faz um breve apanhado dos temas que veremos ao longo da lição. Na LA encontramos a frase: “Celebrarei as benignidades do Senhor e os seus atos gloriosos … e segundo a multidão das suas benignidades” (Isaías 63:7). Encontraremos várias vezes a palavra ‘benignidade’ ao longo desse “trabalho final” da Lição. Não contei, mas acho que a palavra ‘benignidade’ aparece em quase todas as seções, e se repete umas 12 vezes.

Se duvidarmos da benignidade do Amor e nos sentirmos como se: “o Senhor me desamparou, o Senhor se esqueceu de mim,” somos lembrados por Deus (pelo profeta Isaías): “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho de seu ventre? Mas ainda que esta viesse a esquecer-se [que Eu os amo], eu, todavia, não me esquecerei de ti” (Isaías 49:13-16).

Assim, aqui temos a tese da Lição: “Eu sempre te amei”. E então a LA explica a tese—ainda que achemos que Deus nos tenha abandonado, Deus diz: “Não te esquecerei”.

Seção 1. Pai-Mãe Amor.

A Primeira seção é como uma introdução ao nosso “trabalho final”, e levanta novamente o tema da benignidade de Deus, repetindo a ideia dita por Deus (desta vez por meio de Jeremias): “Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (B1, Jeremias. 31:3).

Vemos, também, o tema da LA ecoando na primeira seção, com a ideia de que Deus nos ama tal como uma mãe ama seu filho. De Isaías ouvimos a promessa de Deus: “Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu vos consolarei” (B3, Isaías 66:13).

Também ouvimos a respeito do amor paternal de Deus: “Vede, que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (B5, 1João 3:1).

As ideias correlativas em Ciência e Saúde continuam com o tema, mencionando Deus como Pai-Mãe, e lembrando-nos de que Deus é o Pai infinito, todo-sábio e todo-poderoso (CS2, p.516; CS3, p.332; CS4, p.517).

Seção 2. O Amor divino nos atende quando Dele mais precisamos.

A segunda seção segue defendendo a tese do nosso “trabalho final”. Fundamenta o argumento de que Deus nos ama quando mais precisamos desse amor. Mesmo que nosso coração “se vê turbado” ou quando “[nossa] alma anseia por [Deus]”, ou quando “[nosso] espírito [nos] desfalece” ... o Amor divino nos rodeia (B4, Salmos 143:1,4,6-8).

O Salmo nos lembra que: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os [aqueles dentre nós] de espírito oprimido” (B8, Salmos 34:18).

Não é uma escolha o Amor divino estar ou não conosco. Podemos procurar apartar-nos do Amor, podemos duvidar seriamente, mas o Amor continua presente. Como lemos em 1 João, “Deus é amor ... Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado” (B9, 1 João 4:8, 12).

O Amor divino não apenas nos ama, o Amor divino também nos torna conscientes desse amor. O amor que provém de Deus não é inerte. Ele é poderoso, eleva e conforta. O salmista escreve, “Faze-me ouvir, pela manhã, da tua graça, pois em ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a ti elevo a minha alma” (B6, Salmos 143). Essa oração que também faz parte do Hino 457, me faz lembrar que o Amor divino faz com que nos sintamos amados. O Amor divino é a causa única e o único criador, e fomos criados pelo Amor para sermos amorosos e nos sentirmos amados.

Essas ideias, que nos mostram que somos incapazes de nos esquivarmos do amor do Amor, são mais amplamente explanadas em Ciência e Saúde. Com o propósito de apresentar um modo melhor de compreender o amor de Deus por nós, substituímos alguns termos de maneira criativa tornando mais óbvio o tema da lição: “As duras experiências provenientes da crença na suposta vida [de limitação e de dúvida], bem como nossos desenganos e incessantes [problemas], levam-nos como crianças cansadas, aos braços do Amor divino. Então começamos a compreender a Vida na Ciência divina. Sem esse processo de vencer o apego à crença, [e aprendendo que não podemos estar separados do Amor], “conseguirás tu encontrar a Deus, só por procurá-Lo [e constatar que nunca podemos estar separados de Deus]?” (CS8, p. 322).

Seção 3. O Amor divino atende nosso clamor

A Seção 3 oferece evidência substancial para mostrar que o Amor divino responde ao nosso clamor por ajuda. Nesta seção, dois homens cegos, que poderiam simbolizar o sentimento de ser colocado de lado e de estar no escuro, clamam a Cristo Jesus. A multidão, que poderia simbolizar a perspectiva física e limitada da existência, diz aos dois homens para se aquietar e não clamarem, implicando que os dois homens cegos deveriam aceitar sua existência obscura. Mas os homens persistem em clamar ao Cristo: “a ideia espiritual do Amor divino” (CS13, p. 38). É lógico que Cristo Jesus expressou o amor do Amor divino, teve compaixão deles e os curou (B12, Mateus 20:30-34).

Somos então lembrados de que Cristo Jesus nos diz para pedirmos, buscarmos e batermos, pois o Amor divino responderá. Disse Jesus: “Pedi, e dar-se-vos-á, buscai e achareis, batei, e abrir-se-vos-á” (B13, Mateus 7:67,8).

É verdade, quando clamamos, o Amor responde. “O Amor divino sempre satisfez e sempre satisfará a toda necessidade humana (CS14, p.494). O que Jesus fez aos homens cegos não era só possível há 2000 anos. Vale para nós ainda hoje. Podemos ser pessoas melhores e melhores sanadores quando deixamos o caminho livre para Deus, abandonamos todo e qualquer senso do ego (a crença humana de sermos separados de Deus) e deixemos o Amor fazer Seu trabalho. O Amor não é um sanador temporário. O Amor sempre ama. “O amor nunca perde de vista a beleza” (CS19, p. 248).

Seção 4. Quanto mais amorosos somos, mais sentimos o amor de Deus

O próximo ponto exposto em nosso "trabalho final" é que sentimos o amor de Deus na medida em que purificamos nosso próprio senso de amar.

Deus é Amor. E nós somos o ser - a expressão de - Deus. Deus é Amor. Nós somos o ser do Amor. Deus é Amor, e nós somos amorosos. Sentimos os efeitos do amor do Amor na medida em que amamos e somos amorosos.

A Seção 4 explora a ideia de purificar nosso amor e, assim, expandir nossa capacidade de sentir o amor de Deus. Por exemplo, o autor de 1 João pergunta: “aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (B14, 1João 4:20).

Em Lucas, lemos que Jesus disse: "Sede misericordiosos [e amorosos], como também é misericordioso [e amoroso] vosso Pai" (B15, Lucas 6:36).

Como ilustração da misericórdia, a Seção 4 inclui a história do bom samaritano. Esta história é um exemplo concreto de como podemos ser cada vez mais amorosos ... mesmo para aqueles que parecem ser estranhos ou até inimigos. Em outras palavras, nosso amor pelos chamados "com mais dificuldades" demonstra o amor divino do Amor por toda a humanidade. Jesus abençoa o bom samaritano e diz: "Vai e procede tu de igual modo" (B17, Lucas 10:25–37).

Mary Baker Eddy expande essa ideia no livro Ciência e Saúde quando escreve: “O médico que não tem simpatia pelo próximo é deficiente em afeição humana, e temos o mandado apostólico para perguntar: “Aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (CS21, p. 366).

O ponto alto da oração é quando vamos ao encontro do problema com a mais pura expressão do Amor divino. Mary Baker Eddy escreve: “O teste de toda oração se encontra na resposta a estas perguntas: Sentimos mais amor por nosso próximo graças a essa oração? Seguimos o velho amor ao ego, satisfeitos de termos orado por algo melhor, embora não demos nenhuma prova da sinceridade de nossos pedidos, e não vivamos de acordo com nossa oração? Se o amor ao ego tiver cedido lugar à bondade, seremos mais desprendidos para com nosso próximo, e abençoaremos os que nos maldizem; contudo, jamais cumpriremos esse grande dever, simplesmente pedindo que ele se cumpra. Há uma cruz a carregar antes de podermos desfrutar dos resultados de nossa esperança e de nossa fé.” (CS23, p. 9).

Mais tarde, no livro, ela escreve: “Os ricos em espírito ajudam os pobres em uma grande fraternidade, na qual todos têm o mesmo Princípio, o mesmo Pai; e abençoado é aquele homem que vê a necessidade de seu irmão e a satisfaz, buscando o seu próprio bem no bem que proporciona a outrem” (CS25, p. 518).

Seção 5. Não podemos sair do reino do Amor divino.

A quinta seção continua com o tema do nosso “trabalho final”, e nos conforta mais um vez com a certeza da misericórdia de Deus para conosco - “o Senhor, durante o dia, me concede a sua misericórdia, e à noite comigo está o seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida” (B19, Salmos 42:8).

O Amor divino é o “Pai dos órfãos e [justo] juiz [que supre] as viúvas…” (B20, Salmos 68:5)

O Cristo é “a ideia espiritual do Amor divino” (CS13, p. 38) e Cristo Jesus foi o homem que mais completamente entendeu a Deus como Pai-Mãe todo-amoroso. De acordo com o grau que entendemos aos ensinamentos de Cristo Jesus, e aceitamos a mensagem do Cristo sobre a ideia espiritual do Amor divino, sentiremos o conforto do Pai-Mãe que ele ensinou e demonstrou. Conforme lemos em Gálatas: “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé [e compreensão] em Cristo Jesus” (B21, Gálatas 3:26).

E em Romanos lemos: “Quem nos separará do amor de Cristo [a ideia espiritual do Amor divino] ... nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, [nem a solidão, nem as pandemias, nem o racismo, nem o sexismo, nem a divisão dentro do governo humano], nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (B22, Romanos 8:35-39, e CS13).

Durante os últimos meses muitos de nós tiveram a experiência de passar cada vez mais tempo sozinhos como nunca antes, por causa da quarentena e dos requerimentos da paradoxical expressão “distanciamento social”.

Para muitos, as ordens para ficar em casa significaram ordens para ficar “em casa sozinhos”. E ainda que possamos nos comunicar via telefone ou Zoom, parece que a necessidade para um abraço físico é real. A lição dessa semana oferece conforto para aqueles que têm dificuldade com os argumentos da solidão, e oferece a todos nós uma maneira de como orar a respeito do assunto.

Mary Baker Eddy pede: “Será que a existência sem amigos pessoais te pareceria um vazio? Virá então o momento em que estarás solitário e privado de afetos; mas o que parece ser um vácuo já está preenchido pelo Amor divino (CS26, p. 266).

A medida em que conseguimos parar de ver as reivindicações da solidão como um assunto pessoal - ou seja não tem a haver conosco - mas sim ver como a crença de que parece haver um “vácuo aparente” ou um espaço vazio onde o Amor não está presente, podemos encontrar conforto. O Amor preenche todo o espaço. Não existe vácuo. O Amor preenche todo o espaço. Não podemos sentir uma separação do Amor. O Amor é sempre-presente. A alegria que sentimos quando superamos a crença de estarmos separados do Amor e superamos a reivindicação da solidão, é enorme. A solidão não é um assunto pessoal. É uma crença que existe um vácuo no qual o Amor não está presente. Não, o Amor é sempre-presente. Para mim, o primeiro passo na cura da solidão é despersonalizá-la. E o segundo passo é nos tornarmos mais cientes do fato de que todo espaço está completamente preenchido com o Amor divino. Podemos sentir essa Amor palpavelmente. Podemos sentir esse Amor nos abraçando agora mesmo e sempre.

Podemos todos usar esse momento único na história para sentir uma conexão mais profunda e mais rica com o toque suave do Amor. Exatamente quando os eventos globais - pandemia, protestos, batalhas da mídia, divisão - parecem estar nos separando uns dos outros e sugerindo uma narrativa de morte e ódio, podemos descobrir mais e mais sobre a onipotência e sempre-presença do Amor. Conforme Mary Baker Eddy escreve: “O afeto humano não é derramado em vão, ainda que não seja correspondido. O amor enriquece o caráter, engrandecendo-o, purificando-o e elevando-o. As rajadas gélidas da terra talvez [nos forcem para a quarentena ou nos distanciem de nossos amados], desarraiguem as flores dos afetos e as espalhem aos ventos; mas essa ruptura dos laços carnais serve para unir o pensamento mais estreitamente a Deus, pois o Amor sustenta o coração em luta, até que este cesse de suspirar pelo mundo e comece a estender as asas rumo a [harmonia; o reino do Espírito; governo pelo Princípio divino; espiritualidade; alegria; a atmosfera da Alma] (CS27, p. 587).

Seção 6. A conclusão … é verdade, Deus sempre nos tem amado.

Esta sexta seção é como a conclusão do nosso “trabalho final” e engloba a mensagem transmitida ao longo da lição.

Aprendemos que os montes poderiam retirar-se e os outeiros poderiam ser removidos, mas a benignidade do Amor nunca será removida de nós. Deus tem um trato conosco, uma aliança, a qual não poderá ser violada (B23, Isaías 54:10).

A citação final da Bíblia diz: “Leva-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor” (B25, Cântico 2:4).

Gosto disso. É como se Deus preparasse, um enorme banquete — um banquete público — e colocasse um estandarte sobre nós com a frase: “Eu vos tenho amado” (TA, Malaquias 1:2). Tentem imaginar por um só minuto. Se conseguirmos vislumbrar um mínimo que seja do poder por trás do Amor proclamado por Deus a nós, já teremos o suficiente para curar. Imaginemos aquele estandarte—"Eu vos tenho amado” — pendurado sobre nossas cabeças a cada momento de um dia inteiro todos os dias.

Como escreve MBEddy: “Um simples momento de consciência divina, de compreensão espiritual da Vida e do Amor [e o quanto somos amados] é um vislumbre antecipado da eternidade” (CS31, p. 598). “Bondade e misericórdia certamente [nos] seguirão todos os dias de [nossa] vida; e [habitaremos] na casa [a consciência] do [Amor] para todo o sempre” (CS32, p. 578).

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler, e William Trentini, com revisão de Leila Kommers e leitura final por Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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