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Escolha a lei de Deus, leve seu caso ao tribunal do Espírito e seja livre! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Matéria.

Kathy Fitzer
Posted Monday, September 14th, 2020

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Escolha a lei de Deus, leve seu caso ao tribunal do Espírito e seja livre!]

14 a 20 de setembro de 2020

A Matéria

Estudo preparado por:

Kathy Fitzer

kathyfitzer@gmail.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Visão geral: referências a tribunal, lei e sabedoria são apresentadas ao longo da lição desta semana. Mostra que realmente existe apenas uma lei - a lei do Espírito. Embora pareça que podemos sofrer com o resultado da violação de uma chamada lei da matéria, esse veredito é anulado quando descobrimos que a matéria é na verdade apenas uma “crença”; um “conceito humano”; um “erro de declaração” e “não há verdade material” - portanto, nenhuma lei material. A sabedoria de Deus revela o que é verdadeiro e o que não é. Ao levarmos o caso ao tribunal do Espírito, somos proclamados inocentes e não há mais sofrimento.

O Texto Áureo desta semana, do Salmo 84:2, expressa um anseio por parte do salmista de estar na presença do “Deus vivo”. De acordo a Bíblia “Thomas Nelson Study Bible”, “Deus vivo” é uma distinção reservada ao Deus que criou o universo, provê salvação para Seu povo e vive para sempre. Todos os outros 'deuses' são nulidades. O que chamamos de matéria - incluindo sua suposta lei - é de fato uma daquelas “nulidades” - impotente para ter qualquer influência sobre nós e nosso mundo.

A Leitura Alternada tem muito a dizer sobre o contraste entre a lei de Deus e "outra lei" que Paulo viu como a que está "guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros". Se pensarmos no pecado como uma crença na separação de Deus - ou errar o alvo - esta "lei do pecado" seria qualquer coisa que não correspondesse à harmonia de Deus. Suspeito que a maioria de nós já sentiu aquela atração antes - entre a lei do bem e a chamada lei do mal; a lei de Deus e a chamada lei da matéria, apresentando-se em coisas como escolhas erradas, raiva, frustração, desespero, medo ou doenças físicas. Eu certamente tenho. Mas Paulo oferece uma resposta em sua carta aos coríntios - exortando-os (e a nós) - a tomar decisões sobre o que aceitar e o que rejeitar com base na fonte do pensamento. Ela surge da “sabedoria dos homens” ou do “poder de Deus”? O primeiro é falível e mutável, e deve sempre ser questionado ... o outro é permanente, cheio de promessas e merecedor de confiança, independentemente da evidência física, do testemunho dos sentidos.

Seção 1. Não se deixe enganar pelo testemunho dos sentidos físicos.

Temos uma escolha a fazer com respeito a cada pensamento que se nos apresenta. Será que aceitamos o que os sentidos materiais nos informam – seja o bem ou o mal – como Paulo nos pergunta em 2 Coríntios 10:7? Ou apoiamo-nos na fé e na compreensão da realidade espiritual que nos é dada por Deus para ver através das aparências para perceber o que Deus, o Espírito está nos revelando? Realmente não podemos ver Deus … assim como não podemos ver o vento. Mas PODEMOS perceber a evidência da presença de Deus à medida que enfocamos as ideias espirituais que vêm de Deus … assim como percebemos o vento através do impacto que ele tem sobre o que nos cerca. O Espírito se expressa como pensamento. E este pensamento é ilimitado e sempre bom. As coisas materiais são sempre limitadas e sujeitas à desarmonia e à decomposição. Temos que escolher qual a visão que vamos aceitar. O que denominamos matéria é, como o define Mary Baker Eddy em CS3 (p. 277): “um conceito humano … uma afirmação errônea”.

A fim de perceber as coisas corretamente precisamos transladar o que vemos para pensamentos eternos e harmoniosos. Por exemplo, vemos uma multidão, uma floresta, um conjunto de moradias. Sob o ponto de vista material estão sujeitas a divergências, conflitos e à destruição. Mas sob uma perspectiva espiritual, no entanto, são expressões de qualidades tais como sinceridade, beleza, desenvolvimento, abrigo e bem-estar – qualidades que não podem ser tocadas por condições materiais. Como o comprovam muitos testemunhos e artigos publicados nos periódicos da Ciência Cristã ater-se ao conceito correto sobre uma situação resulta na manutenção, ou restauração, da paz, da tranquilidade e da integridade. Nada pode ser perdido (inclusive a saúde) quando compreendemos que a substância é espiritual -- constituída das ideias da Mente imutável e eterna. Deus nos deu a compreensão espiritual para que possamos expressar a visão espiritual ilimitada em vez de uma visão limitada, material. Então recebemos, como Paulo escreve em CS3 (1 Cor. 2: 12, 13) que o Espírito que “vem de Deus” ao invés do “espírito [vir] do mundo”. Assim descobrimos a lei imutável de Deus o bem.

Seção 2. Deus, o legislador, revela que a matéria é apenas uma crença.

É possível compreender que Moisés perguntou a Deus se os hebreus iriam acreditar nele quando lhes dissesse que Deus o havia enviado para livrá-los da escravidão no Egito. O que lemos em B5 (Isaías 22:33) “…o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará”. Como dissemos anteriormente … é tudo uma questão sobre Deus e o SEU poder!! Somos a expressão da autoridade de Deus e Deus, o Amor, nos provê dos meios para cumprir tudo que somos designados a fazer.

No caso de Moisés foi-lhe mostrado de maneira prática que tudo está sob o controle da Mente. O bordão de Moisés pareceu ser uma cobra. E quando Moisés obedientemente e sem temor a pegou pela cauda (a maneira mais perigosa de se pegar uma cobra) aparência dela voltou a ser de um bordão. Penso que o verdadeiro valor desta experiência é que ela tem dois aspectos. (1) Moisés recebeu uma resposta direta, tangível de Deus para suas dúvidas. (2) Moisés vislumbrou que a matéria (quer tenha a aparência boa ou ruim) não é confiável. Este foi apenas o início da evidência do poder de Deus que eventualmente levou o faraó a libertar os filhos de Israel. Mas o que realmente se comprovou foi a supremacia da Mente e da lei do Espírito.

Conforme lemos em CS6 (p. 321) com relação à experiência de Moisés, “Ficou demonstrado que a matéria é apenas uma crença.” Uma crença de desarmonia não pode resistir à lei oposta da harmonia. Estou certo de que Moisés foi confortado e fortalecido por estes exemplos ao enfrentar desafio após desafio. Da mesma maneira nós podemos ser confortados e encorajados ao enfrentar o que parecem ser desafios ao nos lembrarmos das provas do cuidado de Deus das quais fomos testemunhas no passado (sejam elas grandes ou pequenas) ou de provas compartilhadas por terceiros.

Lei é lei e podemos confiar nela. A questão consiste em mudar o nosso ponto de vista da matéria para o Espírito. À medida que continuamos a desviar a nossa atenção da matéria como causa “vendo que a Mente é a causa de todo efeito” conforme Mary Baker Eddy declara em CS7 (p. 269), podemos fazer parte de uma revolução que vai tornar possível a nós mesmos e ao nosso mundo livrarmo-nos das limitações que nos mantém prisioneiros.

Seção 3. Jesus demonstrou a lei da Verdade.

Jesus nos mostrou que nenhuma chamada lei material pode resistir à sempre operante lei de Cristo, a Verdade. Eu adoro saber que, não apenas Jesus caminhou sobre as ondas, mas também Pedro o fez - embora brevemente (B9, Mateus 14:14,22–36). Apenas a dúvida e o medo de Peter o fizeram afundar. As leis da física não têm nada a ver com isso! Podemos não sentir a necessidade de literalmente andar sobre as águas, mas aceitar a lei de Deus como a única lei e reconhecer destemidamente todas as chamadas leis da saúde ou da física como impotentes para limitar ou destruir, nos liberta para curar e ser curados, como Jesus ilustrou.

Parece fácil sentir-se oprimido pelos muitos problemas que nosso mundo enfrenta atualmente. A pergunta às vezes é feita: "Como Deus poderia permitir - ou de forma mais extrema - causar esse ódio, doença, morte e destruição?". O fato de que Jesus curou todo tipo de doença - e superou todo tipo de lei material - é uma evidência, para mim, de que Deus não causa nem permite a existência do mal. Em vez disso, Ele envia seus pensamentos - Seu Cristo - para libertar a humanidade de toda opressão. Mais uma vez ... temos que mudar nossa visão e nos recusar a ser hipnotizados pelo que parece ser. Quando pegamos a serpente pela cauda, ​​por assim dizer, vamos vê-la se transformar novamente em uma vara. Somos fortalecidos cada vez que enfrentamos uma falsa crença - independentemente da forma como ela se disfarça. A lei de Deus é a única lei!

Como vemos na CS10 (p.182), “as desarmonias não têm apoio na natureza nem na lei divina, por muito que se diga em contrário”. Nosso trabalho é demonstrar a supremacia da lei espiritual e atacar mentalmente qualquer coisa que sugira oposição a essa lei da harmonia. Deus nos levanta “para caminhar em mares tempestuosos” (como nos diz a música “You Raise Me Up”). Podemos não estar literalmente andando sobre as águas, mas podemos seguir os ensinamentos de Jesus "a caminhar sobre as correntezas da matéria, ou seja, da mente mortal, e não dentro delas nem com elas.", como Mary Baker Eddy nos instrui em A Unidade do Bem (p. 11). É fácil hoje em dia ser arrastado por todo o lixo que nos bombardeia - agitações políticas e sociais, medo de doenças, desastres naturais, etc. Mas, a lei de Deus nos permite colocar todos os pensamentos negativos sob nossos pés mentais e assim acalmar a tempestade - para todos! Isso não é ignorar problemas – é curá-los.

Seção 4. Enfrentando julgamentos.

As próximas três seções apresentam uma alegoria na conclusão do capítulo “A Prática da Ciência Cristã” do livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras. Temos partes-chave dele na Lição Bíblia, mas você pode lê-lo na íntegra nas páginas 430-442.

A alegoria fala de um julgamento, “ilustrativa da lei da Mente divina e das supostas leis da matéria e da saúde...” Nesta seção a cena é definida. Dizem-nos: “Um homem é acusado de ter cometido o crime de doença hepática”. O Senso Pessoal é o acusador, com a Crença Errônea como o advogado de acusação. Não há menção, aqui, de advogado de defesa. E o júri - consistindo em as Mentes Mortais, a Farmacologia, a Anatomia, a Fisiologia, o Hipnotismo, a Inveja, a Ganância e a Ingratidão - certamente está contra o acusado. O preso é acusado de passar a noite acordado com um amigo doente - o que contrariava totalmente o edital das Leis Materiais de Saúde. As consequências de tal gentileza, de acordo com o Governador Mortalidade, foi para o acusado adoecer e morrer. O júri emitiu um veredicto de “culpado”! Não é este também o veredicto sendo imposto pelas chamadas leis de saúde da mente mortal hoje em dia? O grande medo é o do contágio - a expectativa de que um vírus perigoso possa e seja transmitido de uma pessoa para outra.

Mas, como nos é dito na página 433 de Ciência e Saúde: “o Cristo, a Verdade, o espírito da Vida e amigo do Homem Mortal, pode escancarar essas portas da prisão e pôr o cativo em liberdade”. A execução deve ser adiada porque “o prisioneiro não é culpado”.

Embora eu apoie a ideia de usar uma máscara e lavar as mãos por amor e respeito pelos outros, devemos fazer mais como Cientistas Cristãos. Porque amamos a Deus e amamos nosso próximo, não devemos permitir que esse veredicto de culpa permaneça. Devemos ter “prazer na lei de Deus”, como Paulo disse aos romanos (Rom. 7:22). A lei de Deus é a lei da harmonia. E devemos nos alegrar pelo fato de que essa lei se aplica a nós mesmos e a todos. Devemos ver a inocência do homem e saber que não pode haver nenhum efeito negativo em expressar amor e carinho aos outros.

Seção 5. A Ciência Cristã como advogado de defesa.

De acordo com a tradução da edição da Bíblia Ampliada, Tiago 2:8, promete: “Se você está [realmente] cumprindo a lei real de acordo com a Escrituras: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo [isto é, se você tem um interesse abnegado pelos outros e faz cousas pelo seu benefício]’ você está agindo certo”. O termo certo como aqui usado, não quer dizer apenas corretamente, mas também confortável e salutar. Assim, de acordo com a lei de Deus, não precisamos ter medo, se e quando houver uma necessidade de prestar algum serviço a outros, mesmo que isso nos ponha em contato com alguém que aparente estar doente com uma doença dita transmissível.

Voltando à alegoria …através de muito esforço, foi obtida permissão para julgamento perante o Tribunal do Espírito, onde a Ciência Cristã (a lei de Deus) é permitida a atuar como conselheira do prisioneiro. O advogado de defesa argumenta que o julgamento anterior fora ‘’moralmente ilegal’’, com o argumento de que Deus, o Espírito, é o “único legislador do homem” (CS17, p. 434). Foi reafirmado que o acusado, “Homem Mortal” estava obedecendo uma ‘’lei mais elevada’’ ao ajudar o próximo e esse comportamento deveria ‘’resultar no bem para si e para outros’’—não em punição. Foi colocado o argumento de que a única jurisdição (ou poder governante) à qual o prisioneiro poderia submeter-se é à Verdade, a Vida e o Amor”. Pelo fato de que estes não condenariam, também o Juiz Medicina não deveria condená-lo. Foi levantado o argumento de que ajudar um amigo doente era agir “dentro dos limites da lei divina e em obediência a ela” (CS19, p. 436).

Então, ao sermos confrontados por qualquer ameaça de punição—seja exposição a alguma doença, seja injúria, ódio, intolerância, carência, ou medo, temos que decidir qual lei tem jurisdição sobre nós. Levando o caso ante o Tribunal do Espírito e deixando que a Ciência Cristã (a lei de Deus) nos defenda, nossa inocência é mantida na base de: “tudo é a Mente e a ideia da Mente” (CS20, p. 492). Pelo fato de que a Mente é tudo, a pseudo-matéria é destituída de poder para ajudar ou ferir. O medo fica destruído, e a paz e a saúde são restauradas.

Seção 6. Liberdade outorgada na Corte do Espírito.

A conclusão da alegoria do julgamento mantém a promessa dos Salmos 119. Conforme a Bíblia Amplificada traduz o versículo 45, “pois me empenho pelos teus preceitos”. Levar todo esse caso para o Tribunal do Espírito tem a haver com procurar e desejar ser libertado pela lei de Deus. No caso da alegoria, os comentários finais feitos pelo advogado de defesa vão direto até a Bíblia para autoridade, referenciando Gênesis 1:26, Lucas 10:19 e João 8:51 (CS21, p. 437) O Chefe de Justiça da Suprema Corte do Espírito também chega a essa conclusão da Bíblia, determinando que “qualquer suposta lei que pretenda castigar algo que não seja pecado, é nula e sem efeito” (CS22, p. 440).

O que especialmente amo em relação a conclusão do juiz é como ele identifica o Senso Pessoal (o representante da matéria) como um mentiroso e um “homicida desde o princípio”. E segue dizendo que o Tribunal do Espírito divino nem sequer tem julgamentos para doenças. Nesse tribunal, o Homem é encontrado como inocente de ter transgredido leis físicas “porque tais leis não existem” (CS23, p. 441- p. 442). O que nos traz de volta ao fato de que existe somente UMA lei… a lei do Espírito. A matéria, como falsa crença somente, não é legisladora.

Uma vez que o Amor divino expulso o medo, o homem mortal encontra sua inerente liberdade. Note… a inocência que é sempre verdadeira para o Homem da criação de Deus também é encontrada na experiência humana quando a lei divina da Ciência Cristã revela o testemunho do sentido material, mente mortal e a matéria como mentiras grosseiras sendo nada além de mentiras! (CS24, p. 442) “Governados pelo Amor divino, pelo Espírito e não pela matéria”, estamos “com o Senhor” e “em obediência a lei de Deus” e assim somos livres! (CS25, p. 14).

Seção 7. Mantenha sua posição.

Confira esta tradução de Gálatas 5:1 da versão contemporânea da Bíblia em inglês: “Cristo nos libertou! Isso significa que somos realmente livres. Agora segure sua liberdade e nunca mais se torne escravo da Lei”. Eu tomei um pouco de liberdade com o versículo 25. Ele diz: “Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito”. Mas achei útil pensar: “Porque vivemos no (somos a imagem do) Espírito, então é nosso direito divino é também andar no Espírito - ser governados pelo Espírito como a única lei”. A lição termina com Mary Baker Eddy reforçando essa ideia em CS27 (p.264). Ela escreve: “O Espírito e suas formações são as únicas realidades do existir”.

Em CS 26 (p. 390) recebemos algumas dicas de como nos mantermos firmes e não nos afastarmos dessa posição de liberdade. Devemos nos elevar “na força consciente do Espírito da Verdade para derrubar o argumento da mente mortal, isto é, da matéria, que se alinha contra a supremacia do Espírito”. À medida que apagamos “as imagens do pensamento mortal, bem como suas crenças na doença e no pecado”, o juiz (Cristo, a Verdade) dá o veredicto: “Estás curado”! Observe que a força pertence ao espírito da Verdade. Precisamos simplesmente argumentar do lado da Verdade e apagar todas as falsas crenças. Deus, Espírito, é a autoridade e o poder! Nós refletimos e respondemos a isso!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler, e William Trentini, com revisão de Leila Kommers e leitura final por Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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