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Agarre-se ao bem! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: São reais o pecado, a doença e a morte?

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, April 5th, 2021

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Agarre-se ao bem!]

“São reais o pecado, a doença e a morte?”
5 a 11 de abril

Estudo preparado por:

Kerry Jenkins, CS House Springs, MO, EUA

kerry.helen.jenkins@gmail.com +1-314-406-0041 __________________________________________________

Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Introdução

Os temas das Lições Bíblicas das últimas duas semanas: “A Realidade” e “A Irrealidade”, prepararam o cenário para este olhar mais específico sobre o que faz com que o bem de Deus seja real. Como conciliamos o que muitas vezes podemos ver diante de nós, que decididamente não é bom, com o que sabemos de um Deus que é a bondade todo-poderosa? Primeiro, não conciliamos. Isto é, não tentamos "conciliar" o mal com um Deus todo bom; isso não é possível. Em segundo lugar, temos que dar um salto no pensamento para considerar se nossos sentidos materiais são um monitor confiável da realidade. Talvez você não goste das contorções metafísicas de refletir sobre o quão real / irreal a matéria é. Se for esse o caso, ainda há o suficiente nesta lição sobre o poder do Bem, para adicionar positivamente à sua experiência diária!

Se você está procurando uma mudança radical em sua vida, pode achar útil pensar sobre a irrealidade do mal, refletir sobre a questão de porque Jesus veio por um breve período de alguns anos. A Bíblia nos diz que era para tirar nossos pecados; e foi. Mas Jesus curou multidões de pessoas durante sua permanência na terra! Foi esse fato apenas uma série de milagres maravilhosos para que pudéssemos ver o quão especial ele era, para provar o quão poderoso Deus era durante aquele período de três anos de sua pregação? Isso está aquém do vasto alcance que sua grande obra teve nos séculos que se seguiram.

"O Cristo, a Verdade, foi demonstrado por meio de Jesus, para dar provas do poder do Espírito sobre a carne - para mostrar que a Verdade se manifesta por seus efeitos sobre a mente humana e o corpo humano, curando a doença e destruindo o pecado" (CS8, p. 316) e ... “Não é bom imaginar que Jesus tenha demonstrado o poder divino de curar somente para um número seleto de pessoas ou por um período de tempo limitado, pois para toda a humanidade e a todo momento o Amor divino propicia todo o bem" (CS17, p. 494). A realidade de todo o bem é algo que podemos aprender a perceber ao estudarmos a obra da vida de Jesus e a praticarmos. Gradualmente, nossa percepção da presença total do bem substitui qualquer desarmonia que estamos experimentando. E, com a prática, a desarmonia que nos aparece, (e realmente aparece), será cada vez menos impressionante, menos substancial, à medida que colocamos as lentes de Cristo que Jesus vestiu, e realmente nos “apegarmos ao bem” como a realidade, enquanto permitimos voluntariamente que qualquer tipo de mal se evapore à luz do sol da bondade de Deus.

O Texto Áureo desta semana nos dá um grande mandamento para colocarmos em prática: "julgai todas as coisas, retende o que é bom" ou, da versão Ferreira de Almeida Revista e Atualizada: "mas ponde tudo à prova. Retende o que é bom” (1Tes. 5:21). Não há uma grande diferença aqui, mas adoro que nos digam para "pôr à prova ou testar" ou verificar cada sugestão que nos chega em nossa vida diária. Se o que nos aparece é "pecado, doença ou morte", então deixe-o ir, mas "segure-se", apegue-se, guarde, tudo o que for bom!

Um dos desafios comum às pessoas que lutam contra a depressão, especialmente quando relacionadas a traumas, é que elas tendem a se lembrar apenas das piores coisas de suas vidas. A metafísica que estamos aprendendo aqui nesta lição não nos diz para "ignorar" tais histórias, ou ver o copo meio cheio, ao contrário, aprendemos a ver o bem como o verdadeiro poder sempre presente, mesmo em nossos piores momentos. Gradualmente (ou rapidamente!), essa prática de se apegar à presença do Bem causa uma mudança na consciência, de modo que nossos sentimentos de bem-estar não estão mais sujeitos a essas experiências difíceis do passado. Em vez disso, o poder do Bem se torna a presença dominante que não deixa mais espaço para o mal, tanto quanto como acender uma luz não deixa escuridão em um quarto.

A Leitura Alternada deixa claro que Deus estabeleceu o que é bom para o homem, dando-nos motivos para louvar e alegrar-se em ser!

Seção 1. Descubra o existir harmonioso e eterno em Deus, o Bem.

Onde encontrar o bem? É como se estivéssemos perguntando, onde encontrar a luz? Durante o dia vemos a luz, mesmo durante uma tempestade, basta volver-se em direção ao sol. À noite, simplesmente acendemos uma lâmpada. O Salmo 100 (B1, Salmos 100:1,2,4) nos mostra como aproximar-se de Deus, como estar em sua presença, como entrar por suas “portas” e “átrios”. A resposta é “servir com alegria”, “com cântico” (isso pode ser uma metáfora!), é entrar com gratidão, com ações de graças, louvando a Deus! Esse é nosso bilhete de entrada para perceber e sentir a bondade de Deus. É como procurar o sol em busca de luz, é ter a certeza de que a gratidão, a alegria, o cântico e o louvor farão com que a bondade de Deus se faça sentir em nossa vida de forma concreta.

Já compartilhei o seguinte raciocínio anteriormente: percebi, que quando mantemos no pensamento um certo conceito, começamos a vê-lo expresso em toda parte, quer seja em um novo tipo de carro, nas flores silvestres, em espécies de pássaros, em bebês… De repente, o que quer que ocupe nossa consciência, se apresenta aos sentidos de forma concreta. Descubra isso, você mesmo! Faça essa experiência!

Certa vez, há muitos anos, quando plantei uma certa espécie de capim em nosso terreno, quis também plantar algumas espécies nativas. Inicialmente eu pensava que havia apenas algumas variedades, mas de repente, descobri que estavam em toda parte! Só ao longo da nossa entrada de carros já havia dezenas de espécies, assim também no mato, no campo e próximo à enseada! Fiquei pasmo ante essa quantidade de espécies. Agora que o meu olhar se ampliara (pobre de mim, que antes pensava ter uma estimativa correta!), nunca mais estarei cego para a grande variedade, as cores e até mesmo a delicadeza, dessas belas joias da natureza. O fato é que não sou nem ao menos um especialista no assunto. Nem me lembro do nome de todas elas! Mesmo assim, posso me alegrar, apreciar e perceber quão maravilhosas são as belas plantas. Da mesma forma, não precisamos saber de que forma a bondade de Deus vai se expressar em nossa vida. Precisamos é estar alertas, abertos, cientes de que a bondade de Deus existe, precisamos realmente buscá-la. Só desse modo colheremos as bênçãos da alegria, da saúde e da harmonia.

Seção 2. Veja a bondade do homem.

Costuma-se dizer que devemos amar as pessoas apesar de suas falhas. Até aí, tudo bem! Mas não seria muito melhor, se fôssemos radicais e empregássemos outra maneira de avaliar as pessoas, vendo-as como inteiramente boas e completas, como Jesus o fazia e conforme mencionado na primeira seção, em Gênesis, onde Deus viu tudo quanto fizera, e eis que era “muito bom”? (B4, Gênesis 1:27,31). Penso ser isso que Jesus estava fazendo enquanto escrevia na terra, ao ser confrontado pelos anciãos para que condenasse a mulher adúltera (B8, João 8:3–11). Ele via toda a cena de maneira completamente diferente da de todos os outros! Em vez de uma mulher pecadora e de homens insensíveis e dispostos a condenar, ele certamente reconhecia a criação de Deus com sendo una e sendo tudo, não humanamente perfeita, mas divinamente excelente – de acordo com a tradução mais correta do termo hebraico “muito bom” descrito em Gênesis 1 (B4, Gênesis 1:27,31).

Essa seção começa com a frase: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (B5, 1 João 3:1,7,9). Será que essa declaração sugere que o amor de Deus é surpreendente por ele nos amar, “apesar” de nossas falhas? Nessa frase inicial de 1ª João, terceiro capítulo, denominado por Mary Baker Eddy “trecho correlativo da Bíblia” relativo à “Declaração Científica sobre o Existir, (CS, p. 468:8), percebo um eco do Salmo 8:4: “Que é o homem, que dele te lembres? E o filho do homem, que o visites?”. O homem criado por Deus, a quem Ele deu domínio, não pode ser propenso a pecar, ficar doente ou morrer. Essas declarações da Bíblia não são sarcásticas, não são surpreendentes, não apresentam um Deus capaz de amar uma criação tão atrapalhada! A criação de Deus, que inclui o homem, é uma maravilha!

Consideremos a situação de Jesus ao ser confrontado com a mulher surpreendida em adultério (B8, João 8:3–11). Será que Jesus se surpreendeu com o pecado da mulher? Será que ficou revoltado ante a crueldade dos homens que a estavam condenando? Creio que ele se ateve em reconhecer a criação perfeita de Deus, além de encorajar todos a olhar nessa direção juntamente com ele. Os escribas e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher “má”. A maneira de agir de Jesus para com eles, era o reflexo de seu conselho dado no sermão do monte, tira primeiro a trave do teu olho antes de tirar o argueiro do olho de outro (Mateus 7:5). Essa necessidade de humildemente dedicar-se a destruir o pecado em nós mesmos dia-a-dia, não deveria nos abater a ponto de nos surpreendermos com o tamanho de nossa “maldade”. Ao contrário, perceberemos de modo mais fácil e honesto, que o pecado é uma “nulidade”. Então “perceberemos” nossa verdadeira identidade como filhos e filhas de Deus.

Seção 3. Saiba de antemão que o mal que você busca extirpar é apenas uma ilusão. Escolha o bem como realidade.

Pode não parecer uma "escolha", mas o bem está sempre presente. Existem inúmeras histórias de pessoas em circunstâncias terríveis que testemunharam a presença do bem, mesmo em campos de prisioneiros, durante situações de violência e em meio a tragédias. Existem relatos atuais sobre isso em nossos periódicos, e há muitos relatos na Bíblia! Não estamos ignorando o mal, estamos direcionando a luz brilhante da verdade sobre nossas circunstâncias, a fim de fazer com que o erro desapareça no nada. Às vezes a cura de doenças ocorre dessa maneira.

Tive uma série de experiências em que estava lutando contra sintomas graves que desapareceram repentinamente quando persistentemente considerei o bem como a única realidade. Lesões também podem ceder com essa mesma prática. Talvez tenhamos que nos apegar mais obstinadamente à verdade às vezes antes que a mentira desapareça, mas saber de antemão que o que estamos trabalhando para anular é uma ilusão nos ajuda a seguir em frente. Não damos o mesmo peso, ou nível de medo, a algo que realmente sabemos que não é verdade! Escolha a realidade porque ela é verdadeira. Escolha o bem porque a bondade abençoa e só traz o bem. Escolha o bem porque a bondade é real.

Seção 4. As curas de Jesus são o bem eterno, insista nisso!

Não há muito propósito em olhar a vida de Cristo Jesus sem o desejo de o imitarmos. A sua vida, no breve espaço dos três anos de pregação, é um modelo de como responder ao ódio, como amar, como abençoar, como curar, enfim, como reconhecer a força prática do bem, de Deus. Como a aparência do mal em muitas formas parece bastante insistente, devemos ser ainda mais inflexíveis em nossa insistência de que o bem é o único poder, a única realidade.

Se Jesus é apenas uma figura histórica importante, então sua vida só tem interesse histórico. Mas a maioria de nós que está lendo este Cedros provavelmente concordaria que sua vida significava mais do que isso. Nossa tarefa é seguir seu exemplo diariamente de todas as maneiras que pudermos. As passagens de Ciência e Saúde incluídas nesta seção contêm frases como "Mentalmente e em silêncio, defende o caso ...a favor da Verdade", e,"... deves estar inteiramente persuadido, em tua própria mente, da verdade que pensas ou falas...", “Insiste com veemência no fato grandioso que se aplica a todas as situações, o de que Deus, o Espírito, é tudo, e que não existe outro além dEle. Não existe doença”. Isso nem sempre é fácil.

Quando me vejo lutando com o que pode ser considerado um problema "crônico", descubro que uma abordagem humilde, mas não auto condenatória, me dá as respostas. Por mais que Jesus tenha apelado à humildade de todos os envolvidos no caso da mulher adúltera, podemos nos fazer perguntas como: "Como estou pensando sobre meu desafio? Tenho dado a ele todos os dias um verdadeiro tratamento pela Ciência Cristã? - ou apenas joguei algumas "verdades" em direção ao problema? Sou grato pela oportunidade de amar a Deus mais profundamente? Com ​​que sinceridade posso responder a essa última pergunta, ou realmente só quero acabar com a dor / inconveniência / angústia ou simplesmente voltar a "como as coisas eram"?

Um poema ao qual volto regularmente de Godfrey John, intitulado "Pergunte em breve", desafia-nos habilmente e belamente nesses pontos. Aqui está um link para esse poema: https://journal.christianscience.com/shared/view/9q92vy8650?s=e .

Não costumamos discutir entre nós sobre o que podemos chamar de desafios "não curados". A igreja é uma oportunidade de compartilhar cura, progresso, vitória, percepção. Mas espero que todos possamos encontrar encorajamento em nossas jornadas rumo à harmonia do bem espiritual, sabendo que por meio de nossa alegre insistência podemos encontrar paz na batalha diária. Esta não é uma paz complacente, uma aquiescência mental ao envelhecimento, por exemplo. Esta é uma paz que convida a compromisso mental rigoroso, alegre, todos os dias, com qualquer sugestão de que não somos expressões completas, espirituais e eternas do ser de Deus!

Seção 5. A verdadeira ideia do existir é indestrutível.

Essa seção inclui a história de Paulo e Barnabas pregando o evangelho aos judeus e gentios por uma vasta área - bem além de Israel. Eles encontraram muito ódio e resistência, mas também muito interesse e contentamento (B29, Atos 13:43,49; B21, Atos 14:1, 2,6,19-21,27). Nestes capítulos de Atos dos Apóstolos, Paulo e Barnabé fugiram de Icônio para Listra e Derbe. Mas pessoas que os amaldiçoavam seguiram eles até lá e lideraram um grupo para apedrejar a Paulo por sua pregação. (Vale notar a seguinte passagem: “Mas os judeus descrentes provocaram os gentios e influenciaram suas mentes contra os irmãos”. Comparem isso com a citação na lição em Salmos: “Há muitos que dizem: Quem nos dará a conhecer o bem?” (B13, Sal. 4:1,6). Nos ajuda lembrar que sempre existem vozes que dirão que o mal é real, que o bem é uma mentira, que o bem é transiente. Essa voz não é uma novidade).

Observem o que Paulo faz após levantar-se da sua aparente morte após o apedrejamento. Ele prega no dia seguinte naquela mesma cidade, e depois retorna para Listra e Icônio para continuar sua pregação - exatamente no lugar onde ele encontrou essa resistência odiosa! Que ousada insistência! E Paulo também foi o autor da mensagem que Mary Baker Eddy cotou de Romanos em: “Nem a morte, nem a vida... nem as coisas do presente, nem do porvir... nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus” (CS27, p. 303). Sua vida foi um testemunho aos desafios que chegam até nós - pancadas, apedrejamentos, aprisionamentos, naufrágios, mordidas de cobras venenosas… E mesmo assim Paulo fez mais do que qualquer outra pessoa para espalhar o evangelho de cura de Jesus. Sua elevação da morte é um símbolo perfeito da indestrutibilidade da vida, do existir espiritual, e da mensagem de Verdade e Amor de Jesus!

Seção 6. Dê graças à Deus pelo “bem invisível” que é feito visível na cura.

Quando aceitamos que a vida não está na matéria, paramos de tentar fazer com que a existência material se “conforme” a bondade estabelecida de Deus. Podemos contar com Deus para todo nosso ser - para nossa alegria, sustento, amor, paz, inteligência, utilidade, agilidade, e assim por diante. Podemos parar de lutar insensatamente para entender o lugar do mal na criação de Deus, na realidade espiritual.

Gradualmente vislumbraremos que cada sugestão do mal é um erro, e não conta com a substância do bem. Desse ponto de vista podemos argumentar nosso caso para o bem. Podemos ver aquilo que possa parecer invisível. Assim como aquelas “repentinamente” abundantes flores do campo, não mais perderemos os sinais da bondade abundante de Deus. Uma linda afirmação no Ciência e Saúde acolhe essa ideia integralmente: “Que o desprendimento do ego, o bem, a misericórdia, a justiça, a saúde, a santidade, o amor — o reino dos céus — reinem em nós, e o pecado, a doença e a morte diminuirão até finalmente desaparecerem” (p. 248). Fiquem com essa bondade, “segurem firme” ao bom reino de Deus dentro de cada um.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Bianca Pessoa, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler e William Trentini, com revisão e preparação de Leila Kommers, e apoio metafísico de Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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